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O direito autoral como monopólio

A revista The Economist publicou um editorial criticando a desmedida dos atuais termos de proteção Copyright and Wrong, (08/05/2010). Muitos leitores se perguntaram como uma revista liberal poderia se juntar aos ativistas que defendem os bens comuns numa cruzada pela reforma radical do direito autoral....

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Meu eu escritora

Por bookess | Postado em Comunicados, Novidades | em 30-06-2010

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Eis aqui um exercício de metalinguagem. Escrever sobre o ato de escrever. O meu ato de escrever. Tão particular e tão íntimo. Pura introspecção cheia de prazer. O Word aberto, uma tela branca e os dedos no teclado. Tudo parece quieto, mas, na realidade, a mente está a mil por hora, procurando um começo, um meio e um fim. Coesões e coerências. De preferência em períodos curtos, leves, sonoros. Adjetivos, substantivos, vírgulas, sujeitos, conjugações verbais. Tudo isso pensado automaticamente, rapidamente, artisticamente.

Mas nada se inicia sem os fones de ouvido que reproduzam alguma música estimulante, que combine com o astral do dia ou com o tema do texto. Sem eles não há jeito de encontrar o ritmo da escrita. Da música clássica, passando pela bossa nova, chegando num chorinho e, uma vez ou outra, até um rock, para estimular algum lado meu um pouco mais agressivo. Só depois de colocados é que a mente se liberta para dedilhar no teclado as primeiras frases das primeiras ideias que vão surgindo aos poucos. Sinto que a música tem o poder de isolar a minha mente do mundo externo. E o mundo das ideias vai ganhando espaço no mundo das letras.

Por: Taís Kerche

Fonte: http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2859&titulo=Meu_eu_escritora

Eles começaram suas carreiras auto-publicando ..

Por bookess | Postado em Na mídia, Novidades | em 30-06-2010

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Você sabia que muitos escritores famosos iniciaram as suas carreiras auto-publicando seus livros? A lista é imensa: Margaret Atwood, L. Frank Baum, William Blake, Ken Blanchard, Robert Bly, Elizabeth Barrett Browning, Lord Byron, Willa Cather, Pat Conroy, Stephen Crane, E. E. Cummings, W.E.B. DuBois, Alexander Dumas, T.S. Eliot, Lawrence Ferlinghetti, Benjamin Franklin, Zane Grey, Thomas Hardy, E. Lynn Harris, Nathaniel Hawthorne, Ernest Hemingway, Robinson Jeffers, Spencer Johnson, Stephen King, Rudyard Kipling, Louis L’Amour, D.H. Lawrence, Rod McKuen, Marlo Morgan, John Muir, Anais Nin, Thomas Paine, Tom Peters, Edgar Allen Poe, Alexander Pope, Beatrix Potter, Ezra Pound, Marcel Proust, Irma Rombauer, Carl Sandburg, Robert Service, George Bernard Shaw, Percy Bysshe Shelley, Upton Sinclair, Gertrude Stein, William Strunk, Alfred Lord Tennyson, Henry David Thoreau, Leo Tolstoi, Mark Twain, Walt Whitman e Virginia Woolf.

Publicar o próprio livro não é uma ideia nova; nova é a tecnologia da impressão sob demanda para se chegar a resultados gráficos cada vez mais formidáveis!

Os maiores escritores do mundo já sabiam que só vencia neste restrito mundo editorial quem arriscasse e saísse a vender seus livros. Muitos dos escritores citados nunca puderam sobreviver, de modo decente, de seus livros (somente os seus herdeiros), pois viviam num tempo em que a comunicação humana era muito lenta, se comparada à de hoje. Graças à internet qualquer pessoa pode escrever e enviar o seu livro para a Bookess, por exemplo, e recebê-lo com toda a comodidade em sua casa, de 1 a 1 milhão de livros prontos, tudo isso em questão de poucos dias.

Vale a pena experimentar e acreditar no próprio talento e se arriscar no mundo da escrita! Olhando para o exemplo que estes escritores nos deixaram, quando auto-publicarem seus livros, temos de lhes agradecer  pelo legado que nos deixaram. Eles acreditaram naquilo em que escreviam e correram atrás de seus sonhos, os sonhos de verem seus livros publicados e lidos por milhões de pessoas no mundo inteiro!

Fonte: http://www.selfpublishinghalloffame.com/

Melinda Roberts – Escritora e blogueira de sucesso

Por bookess | Postado em Na mídia, Novidades | em 30-06-2010

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Melinda Roberts, autora de “Mommy Confidential Adventures from the Wonderbelly of Motherworld” tem uma história de vida cheia de imprevistos e recheada de bom-humor.

Melinda, depois de viver capítulos da própria vida bem agitados escreveu um livro e começou a percorrer a via-crúcis de muitos escritores: bateu nas portas de três editoras e teve o seu livro recusado por todas elas. Um deles chegou a lhe dizer: “Seu livro é fantástico, engraçadíssimo, mas vou passar mal se ler mais um livro de memórias”.

O que poderia ser o fim da carreira de muitos escritores, para Melinda estas péssimas críticas serviram de incentivo. Uma grande escritora estava nascendo naquele momento.Sabendo que as suas histórias seriam valiosas para muitas mães ela investiu na impressão sob demanda, começou a divulgar o seu livro num blog, saiu às ruas, e, de boca-em-boca, na vizinhança, ia vendendo o seu livro. Resultado: vendeu mais de 300 cópias em pouquíssimo tempo! Isso foi lhe trazendo visibilidade na região em que morava.

Os jornais começaram a lhe requisitar entrevistas… e os livros continuavam a vender. Até que um dia ela foi convidada a falar sobre as desventuras do que é ser mãe no Oprah Winfrey Show… aí as vendas do seu livro subiram ao topo da lista. Até hoje Melinda se surpreeende com o sucesso que obteve, pois jamais imaginou o que uma boa ideia e um livro poderiam fazer.

Fontes: http://wonderbelly.com/about/

http://wonderbelly.com/media/

O “Stephen King” de Osasco

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-06-2010

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O “Stephen King de Osasco” também começou imprimindo os seus próprios livros…
Vampiros, espíritos atormentados, anjos e demônios. Esses são os personagens dos livros de André Vianco, um dos principais nomes da literatura de terror brasileira. Paulista, 30 anos, Vianco já publicou sete livros (3 num mesmo ano) que, juntos, venderam mais de 50 mil exemplares. De modo geral, os livros no Brasil saem com tiragens de 3 mil. Um autor pode levar vários anos até vender parte dela.Apesar de um séquito fiel de fãs, o escritor não aparece na mídia e nem freqüenta a lista dos best sellers nacionais. Ao contrário do mercado literário americano, o terror no Brasil não ganha grandes espaços nas prateleiras das livrarias, além de ser tratado como um gênero menor pela crítica. Mas os fãs sabem onde encontrar os trabalhos dos seus escritores favoritos, por meio de uma espécie de mídia paralela, que comporta fóruns de discussão na Internet e sites especializados no assunto.Assim, Vianco está longe do estrelato de escritores como Stephen King ou Anne Rice. Mas consegue viver de literatura, com porcentagens das vendas de seus livros. Seu exemplo vem inspirando o surgimento de novos autores como Martha Argel (de Relações de Sangue) e Nelson Magrini (de Anjo – A face do mal).
Humor Terror
O interesse de Vianco pelo sobrenatural apareceu cedo: aos 12 anos, quando começou a freqüentar o cinema. Os filmes de terror e suspense eram seus preferidos. “O que mais me interessava eram as coisas bizarras”, comenta. Aos 16 anos, começou a escrever profissionalmente – nada relacionado à literatura, por enquanto. O escritor foi aprovado em um teste na Jovem Pan e começou a trabalhar no departamento de humor da rádio. Um mês depois, Tutinha, manda chuva do grupo percebeu que o garoto levava jeito para escrever e o transferiu para o departamento de jornalismo da rádio, onde Vianco trabalhou como redator durante quase dois anos.
Fora da rádio, Vianco preferia o terror às piadas. O escritor chegou a enviar um texto de suspense para uma editora, mas agradece por ele nunca ter sido publicado: “O conteúdo era muito infanto-juvenil”, explica. Na época, ainda não tinha a pretensão de ter a literatura como profissão. “Sempre escrevi para mim, sobre coisas que me interessam. Mais tarde percebi que era isso o que queria. Tinha uma idéia atrás da outra e gosto de contar histórias.”
Auto-publicação
den; overflow-y: hidden;”>Em 2000, voltou a insistir. Enviou Os Sete, livro com o qual ficou conhecido, para várias editoras. A única que se interessou pela história dos sete vampiros descobertos dentro de uma caixa no fundo do mar pediu que ele reduzisse o texto de 380 páginas para 100. Ele recusou e resolveu bancar do seu bolso a publicação do livro. Na mesma época, foi demitido da empresa de cartões de crédito em que trabalhava como atendente bilingue. Vianco não hesitou: usou o dinheiro do fundo de garantia para imprimir mil exemplares do livro. “Minha família achou que eu estava louco, disse que eu deveria comprar um apartamento”. O autor distribuiu pessoalmente a leva em algumas livrarias de Osasco, onde mora.Foi quando sua atual editora o descobriu. Menos de um ano depois, Os Sete chegava às lojas de todo o país e Vianco logo deixou o emprego que acabara de arranjar numa multinacional francesa para se dedicar integralmente às suas histórias. “Eu tinha certeza absoluta de que fariam sucesso, mas não imaginava que fosse acontecer tão rápido”.
Fonte: http://www.prahoje.com.br/dj/?p=134

Vampiros, espíritos atormentados, anjos e demônios. Esses são os personagens dos livros de André Vianco, um dos principais nomes da literatura de terror brasileira. Paulista, 30 anos, Vianco já publicou sete livros (3 num mesmo ano) que, juntos, venderam mais de 50 mil exemplares. De modo geral, os livros no Brasil saem com tiragens de 3 mil. Um autor pode levar vários anos até vender parte dela.Apesar de um séquito fiel de fãs, o escritor não aparece na mídia e nem freqüenta a lista dos best sellers nacionais. Ao contrário do mercado literário americano, o terror no Brasil não ganha grandes espaços nas prateleiras das livrarias, além de ser tratado como um gênero menor pela crítica. Mas os fãs sabem onde encontrar os trabalhos dos seus escritores favoritos, por meio de uma espécie de mídia paralela, que comporta fóruns de discussão na Internet e sites especializados no assunto. Assim, Vianco está longe do estrelato de escritores como Stephen King ou Anne Rice. Mas consegue viver de literatura, com porcentagens das vendas de seus livros. Seu exemplo vem inspirando o surgimento de novos autores como Martha Argel (de Relações de Sangue) e Nelson Magrini (de Anjo – A face do mal).

Humor Terror

O interesse de Vianco pelo sobrenatural apareceu cedo: aos 12 anos, quando começou a frequentar o cinema. Os filmes de terror e suspense eram seus preferidos. “O que mais me interessava eram as coisas bizarras”, comenta. Aos 16 anos, começou a escrever profissionalmente – nada relacionado à literatura, por enquanto. O escritor foi aprovado em um teste na Jovem Pan e começou a trabalhar no departamento de humor da rádio. Um mês depois, Tutinha, manda chuva do grupo percebeu que o garoto levava jeito para escrever e o transferiu para o departamento de jornalismo da rádio, onde Vianco trabalhou como redator durante quase dois anos.Fora da rádio, Vianco preferia o terror às piadas. O escritor chegou a enviar um texto de suspense para uma editora, mas agradece por ele nunca ter sido publicado: “O conteúdo era muito infanto-juvenil”, explica. Na época, ainda não tinha a pretensão de ter a literatura como profissão. “Sempre escrevi para mim, sobre coisas que me interessam. Mais tarde percebi que era isso o que queria. Tinha uma idéia atrás da outra e gosto de contar histórias.”

Auto-publicação

Em 2000, voltou a insistir. Enviou Os Sete, livro com o qual ficou conhecido, para várias editoras. A única que se interessou pela história dos sete vampiros descobertos dentro de uma caixa no fundo do mar pediu que ele reduzisse o texto de 380 páginas para 100. Ele recusou e resolveu bancar do seu bolso a publicação do livro. Na mesma época, foi demitido da empresa de cartões de crédito em que trabalhava como atendente bilingue. Vianco não hesitou: usou o dinheiro do fundo de garantia para imprimir mil exemplares do livro. “Minha família achou que eu estava louco, disse que eu deveria comprar um apartamento”. O autor distribuiu pessoalmente a leva em algumas livrarias de Osasco, onde mora. Foi quando sua atual editora o descobriu. Menos de um ano depois, Os Sete chegava às lojas de todo o país e Vianco logo deixou o emprego que acabara de arranjar numa multinacional francesa para se dedicar integralmente às suas histórias. “Eu tinha certeza absoluta de que fariam sucesso, mas não imaginava que fosse acontecer tão rápido”.

Fonte: http://www.prahoje.com.br/dj/?p=134

Saramago é cremado com uma de suas obras-primas

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-06-2010

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O corpo de José Saramago foi cremado domingo, 20 de junho, em Lisboa, capital de Portugal, junto a uma edição do Memorial do Convento, uma de suas obras fundamentais e graças à qual conheceu a sua esposa, Pilar del Río.

A obra foi colocada junto ao féretro por Eduardo Lourenço, contemporâneo de Saramago e considerado um dos intelectuais portugueses mais destacados do século 20.

Lourenço entregou o livro, com lágrimas nos olhos, a Pilar del Río e escreveu algumas palavras que ninguém leu, já que foi depositado e fechado junto ao féretro na Prefeitura de Lisboa.

Blimunda, a protagonista de Memorial do Convento, é um dos personagens femininos mais importantes criados por Saramago. Em 1986, Pilar del Río, na ocasião uma jovem jornalista que trabalhava em Sevilha, comprou o livro e gostou tanto que o presenteou às melhores amigas, comentando sua grande vontade de conhecer esse homem capaz de tocar tanto a alma feminina através de Blimunda.

As cinzas de Saramago repousarão em breve em um lugar de Lisboa ainda não revelado, mas é desejo de sua viúva que seja um local onde seus leitores possam sentar para ler suas obras.

Familiares, inúmeros amigos, intelectuais e autoridades portuguesas assistiram às honras fúnebres do escritor, que morreu na sexta-feira, aos 87 anos, em sua casa da ilha canária de Lanzarote.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Mundo&newsID=a2944048.xml

Quando o fim de um caso de amor vira arte e livro?

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-06-2010

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Isso tudo aconteceu na França e foi no ano passado na Feira de livro de Paraty que explodiu:

Mas onde está a literatura nisso tudo? Bem, Calle é artista plástica e escritora. Bouillier é memorialista. Ela expôs a relação dos dois mandando a 107 mulheres o e-mail de separação enviado por ele e criou uma exposição com a impressão dessas mulheres. Ele escreveu um livro contando o relacionamento de ambos. Ou seja, entre eles, definitivamente, não existe a possibilidade de algo como “vamos deixar isso entre nós”.

O mediador da conversa pouco literária, Angel Gúrria-Quintana, entrou no clima do casal, que fumou sem parar durante a discussão e misturou por completo suas obras e suas vidas pessoais, algo que, aparentemente, são especialistas em fazer.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u590745.shtml

Charles Dickens – Gênio investigado

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-06-2010

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Existem autores cujas vidas e personalidades são de tamanha grandeza, tamanho fascínio, que é impossível escrever uma biografia monótona a seu respeito. Um deles é Charles Dickens. Sua turbulenta vida emocional, as violentas contradições de sua natureza e a incrível história de sua ascensão instantânea ao mais elevado patamar da fama literária e da popularidade podem ser recontadas infinitas vezes, e de fato foram relatadas num sem-número de obras. Dickens nasceu em 1812 e morreu em 1870, produzindo 15 romances. Foi certamente o homem mais conhecido da Inglaterra em meados do século 19. Sua popularidade e influência chegavam também até os EUA, França, Rússia. Quando morreu, a comoção foi universal.

Meses após a morte de Dickens, as primeiras biografias começaram a aparecer e, em 1871, foi publicado o primeiro volume daquela que seria a mais influente das obras da indústria biográfica de Dickens: The Life of Charles Dickens, de John Forster, o mais íntimo e mais digno de confiança dentre os amigos do autor. Forster contou ao mundo muito daquilo de que não sabíamos, em especial a história de como, aos 12 anos, Dickens foi trabalhar na degradante (para o autor) fábrica de graxa para sapatos, condenado a tal emprego pela situação de quase miséria em que vivia sua família. Em seu livro, Forster também publicou diversas cartas particulares escritas por Dickens que acompanham sua vida e, até certo ponto, revelam seus sentimentos. Com a perspectiva diferenciada de testemunha ocular e sua perspicaz interpretação da natureza de Dickens, a obra de Forster é um documento essencial para todos os biógrafos do escritor que se seguiram, entre eles Michael Slater, autor do recente Charles Dickens (Yale Press).

Por: Robert Gottlieb

Fonte: http://www.cella.com.br/blog/?p=23289

Na frieza, o maior engano do tradutor

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-06-2010

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Tradução é risco. Inegável. É terreno de inúmeras dúvidas e uma certeza incômoda: a certeza de errar. Traduzindo, erra-se sempre. Se não na forma, no conteúdo. Se não no sentido, no estilo. É uma empreitada que não tem como dar certo. É irrealizável, fadada ao fracasso mais fundo. Além de todos os vícios, como fossem poucos, é ainda uma forma de plágio. Deveria ser proibida, não fora tão útil e mesmo necessária. O que não a exime de todos os seus erros nem a redime de todos os seus tantos pecados.

D’Alembert, o enciclopedista, diria que o maior pecado do tradutor seria a frieza. Pode-se perdoar tudo àquele que se entrega a um ofício destinado ao engano, menos a frieza, o mecanicismo – uma forma de desdém. O frio mata, mas o ardor vivifica.

A obra literária é escrita com ardor e arrojo. A tradução da obra literária deve ser feita com essas mesmas qualidades. Erra-se menos pela ousadia que pelo retraimento e pelo excesso de contenção. Traduzir não é tarefa para muitos comedimentos. A obra literária é pensada, lapidada, fruto de inspiração e suor. Traduzir com frieza, burocraticamente, mata a obra. Não ousar na tradução é um insulto ao impulso criador, naturalmente ousado, que criou o original. Um insulto ao autor.

Por: Eduardo Ferreira

Fonte: http://rascunho.rpc.com.br/index.php?ras=secao.php&modelo=2&secao=2&lista=1&subsecao=5&ordem=3422

Heavy Metal: A História Completa

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-06-2010

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Saiu no Brasil nesta semana o livro “Heavy Metal – A História Completa” e o título faz justiça com o conteúdo, realmente muito completo, cheio de dados e informações que até os mais fanáticos pelo estilo vão achar coisas novas, uma história rica, única e fascinante.

O livro foi escrito pelo americano fanático por metal Ian Christie. Eu conheci o Ian nos primeiros shows que o Sepultura fez nos Estados Unidos no começo da década de 90, mais precisamente em Nova York, quando ele já estava escrevendo o livro. Naquela época, o metal que estava vindo de outros lugares do mundo, que não fossem a Europa e os Estados Unidos, era o que mais lhe interessava. Ele estava muito feliz de ter a oportunidade de conversar com uma banda da América do Sul e entender um pouco mais como o heavy metal chegou aos nossos ouvidos.

Acho que é o único, se não for o único com certeza o melhor, livro sobre o assunto. Ian é muito detalhista e conta tudo sobre o começo com o grande Black Sabbath, o porquê de tudo, das letras, da agressividade, da distorção e das influências que fizeram Tony Iommi o grande arquiteto do heavy metal. Ele mostra a evolução do estilo, como entrou nos Estados Unidos e como chegou a outros países e culturas. Ian acompanhou tudo de perto, como grande colecionador sempre teve contato direto com os músicos, principalmente com bandas americanas como Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax.

Quando você lê esta saga fantástica dá para sentir as dificuldades dos pioneiros no estilo, não só das bandas, mas principalmente dos meios de comunicação, ou seja, as rádios, os fanzines, revistas e fã clubes que lutavam contra o preconceito, o medo dos outros em relação ao estilo e a imagem, a ignorância da sociedade em geral, uma luta pela liberdade de expressão.

Por: Andreas Kisser

Fonte: http://colunistas.yahoo.net/posts/1871.html

Liam Gallagher fará livro ou filme sobre o Oasis

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-06-2010

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Liam Gallagher está planejando fazer um livro ou filme sobre o Oasis, banda que fez sucesso nos anos 90, e possui muitos fãs ainda hoje, da qual ele era vocalista.

“Sem dúvidas, vou fazer em breve”, afirmou em entrevista ao site oficial de sua linha de roupas.

Gallagher criou uma produtora de filmes neste ano, por meio da qual lançou um filme sobre os Beatles.

Segundo o cantor, ele quer compilar suas memórias “antes que eu esqueça de tudo”.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/754155-liam-gallagher-planeja-fazer-livro-ou-filme-sobre-trajetoria-do-oasis.shtml