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7 livros que ferraram a humanidade (ou quase)

Quais livros prejudicaram, em vez de ajudar a humanidade? Teóricos equivocados podem causar grandes prejuízos. Já tivemos livros que incentivavam a matança de mulheres consideradas bruxas, defendiam a inferioridade de certas nacionalidades, diziam que as mulheres eram menos inteligentes que os homens....

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São Paulo responde por mais de 1/3 do consumo de livros no Brasil

Por bookess | Postado em Novidades | em 31-08-2010

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Pesquisa do Ibope Inteligência revela que São Paulo responde por 38% do total de livros comercializados no país. O Estado paulista representa 31% do PIB brasileiro.As classes A e B são responsáveis por 87% dos gastos no Estado (somente a classe B responde por 56%), enquanto a classe C responde por 12% e a DE, juntas, por 1%.Os paulistanos gastam em média, R$ 67,30 por ano com livros, a capital representa 14% do consumo desses produtos. As classes A e B representam 92% dos gastos com livros e publicações impressas na cidade. A classe C responde por 7% e a classe E por menos de 0,5%.Para Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do instituto, o livro ainda é um produto consumido pelas classes A e B. “O grande desafio do setor editorial é fazer o livro crescer na classe C, que já consome informação pela internet, mas nem tanto pelos livros”, conclui.

Fonte: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/index.php?option=com_content&view=article&id=3665:ibope-revela-que-sao-paulo-responde-por-mais-de-13-do-consumo-de-livros-no-brasil&catid=9:pesquisas&Itemid=359

Biblioteca Mário de Andrade será ponto de Book Crossing

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-08-2010

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A partir de agora será possível retirar livros da Biblioteca Municipal Mário de Andrade, no centro de São Paulo, e não ter de devolver. É que, dentro da unidade, funcionará um ponto de Book Crossing, ou seja, os exemplares retirados ali deverão ser deixados em espaços públicos, ou repassados para outros leitores. Cerca de 300 títulos estarão disponíveis nessas condições. É a primeira biblioteca do País a abrir espaço para esse movimento, que começou nos Estados Unidos.

Entre os livros disponíveis estão títulos como A Divina Comédia, de Dante Alighieri, Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, e obras de Machado de Assis. Os livros foram doados por usuários da biblioteca e repassados para o projeto, porque já existiam vários exemplares iguais no acervo. “É uma oportunidade de trazer para a biblioteca pessoas que virão por causa do Book Crossing”, afirma Maria Cristina Barbosa de Almeida, diretora da Mário de Andrade.

A organizadora do Book Crossing é Helena Castello Branco, de 41 anos. Segundo ela, o fato de a biblioteca ter aberto espaço para o movimento mostra a importância que ele está ganhando. É o terceiro ponto na cidade e o sétimo no País. “O Book Crossing não tem conflitos com as bibliotecas, e veio para acrescentar”, explica.

A proposta é deixar o livro seguir seu destino, passando pelas mãos do número máximo de leitores. Mas a estimativa é de que apenas 20% dos exemplares fiquem em circulação. “É compreensível, as pessoas acabam se apegando aos livros e nem todas têm o hábito e o desprendimento de passá-los para a frente”, diz Helena.

Para quem encontrar um livro e quiser saber se ele faz parte do movimento, basta checar se a obra está etiquetada. Na internet (www.bookcrossing.com.br) é possível trocar livros com outros leitores e avisar onde algum exemplar foi esquecido. O ponto da Mário de Andrade funciona de 2ª a 6ª, das 8h30 às 20h30 – e aos sábados, das 10h às 17h.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,biblioteca-mario-de-andrade-sera-ponto-de-book-crossing,600166,0.htm

Como fazer com que as crianças sejam estimuladas a ler no computador?

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-08-2010

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Discute-se muito sobre a dificuldade de fazer com que as crianças leiam livros, histórias cativantes, ao invés de ficarem presas na frente de um computador assistindo a filmes e seriados baixados da internet. Ou até mesmo presas em sites de relacionamentos, jogando “entre amigos”.Mas será que realmente precisamos retirá-las da frente do computador, ou podemos usar isso também a nosso favor e levar os livros para a tela e, assim, aproximar a criança da obra?!

A Bookess sabe que não adianta colocar o livro no Word ou em PDF, abrir na tela de um computador e esperar que a criança saia devorando o livro. É preciso criar o hábito da leitura e incentivar que ela continue buscando novos títulos após o término de cada livro . E isso é tarefa dos pais!

Mas, além de incentivar, os pais têm de encontrar alguma maneira de transformar a leitura em um elemento recorrente na vida digital das crianças, que hoje vivem constantemente na tela do computador.

Não precisamos, num primeiro momento, apresentar grandes obras para as crianças. Devemos saber quais são os reais interesses delas. A Bookess oferece conteúdos atrativos, além daqueles a que elas já estão acostumadas a ver na grande rede.

Converse com seus filhos sobre os assuntos que lhes interessam. Muitos se surpreenderão diante da grande variedade de questionamentos.

Preste atenção no momento em que você apresentará o site para as crianças. Faça-o de maneira espontânea e ocasional. Finja que está navegando despretensiosamente e chame-as para ver um site interessante que encontrou. Diga que se lembrou daquela conversa e achou que elas fossem gostar da novidade.

A segunda etapa é apresentar aos pequenos, títulos voltados aos assuntos que eles achem mais interessantes. Lembre-se de que os livros digitais estão cada vez mais atraentes!

Além da Bookess, na rede existem outros sites que apresentam obras que estão em domínio público e você pode baixá-los gratuitamente. O Portal Domínio Público também é um excelente site!. No meio de tantos livros você encontrará um que agrade o pequeno leitor.

A Bookess oferece uma excelente opção para escrever de forma compartilhada. É só começar a ler um livro e ver se o Autor optou por escrevê-lo em conjunto. É  um ótimo meio de criar um padrão, um momento para a leitura e começar a escrever. Por que não? A opção de compartilhamento da escrita é crucial no processo de aprendizagem e gosto pela leitura. Além de proporcionar uma interação cultural, e positiva!

As crianças contam as histórias, recontam-na e transmitem seus sentimentos pelo livro. Melhoram na comunicação, e ainda recebem um belo retorno de outras pessoas, como opiniões sobre a história. Para isso, nada melhor do que uma rede social feita especialmente para os leitores, o foco da Bookess. Desta forma melhoramos significativamente o processo de aprendizagem e desenvolvimento, para criarmos um adulto que goste de ler todos os tipos de mídias.

Fonte: http://historiasparaler.blogspot.com/2010/08/criancas-lendo-livros-como-fazer.html

Venda porta a porta de livros supera comércio via internet

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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A venda porta a porta chama a atenção do mercado editorial, ao superar as  vendas do comércio eletrônico (e-commerce) e ficar abaixo apenas das vendas em livrarias físicas. A perspectiva para o segmento para este ano é que este nicho de venda direta tenha aumento de 10% a 15%, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que contabilizou mais de 28,8 milhões de livros vendidos na modalidade porta a porta no Brasil, em 2009.

De acordo com a diretora de Marketing da Barsa Planeta Internacional Sandra Cabral, a demanda das classes C e D fez locais como Manaus, Belém e Rondônia hoje serem a grande aposta da empresa. “Acabamos de abrir uma filial em Rondônia devida a alta demanda de lá. Não compensava mais mandar vendedores daqui para a região”, explicou.

Para o presidente da Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), Luís Antônio Torelli, a bola da vez deste segmento é a venda porta a porta por meio do cartão de crédito. “Em março deste ano fizemos uma parceria com a Redecard em que vendedores de algumas distribuidoras credenciadas têm um chip instalado no celular e realizam as vendas com os dados do cartão do cliente, pelo aparelho móvel. A transação é chamada de foneshop”, disse Torelli.

Segundo o porta-voz da ABDL, a nova opção de pagamento deve gerar um aumento entre 15% as vendas. “Antes dessa parceria perdíamos esta porcentagem em vendas devido aos populares hoje não utilizarem tanto cheque, e o carnê ter perdido a voz ativa”, alertou.

Apesar do segmento estar forte ainda no País, a expansão das lojas físicas no segmento de livrarias ainda é forte e o investimento para se manter no ranking também. A Livraria SBS, por exemplo, que hoje atua no Brasil, Argentina e Peru e envolve 60 livrarias, no primeiro semestre deste ano abriu uma loja na unidade da PUC de Brasília, e para o próximo deve inaugurar mais dois pontos de vendas na PUC de Recife e FGV em Brasília.

“Queremos crescer organicamente e continuar com o foco em vendas de livros de idiomas”, comentou a diretora da SBS, Susana Fioressi. Para ela, com a nova Classe C este ano, a rede pretende passar o ticket médio de R$ 45 para R$ 50. A SBS atua com e-commerce, porém considera ainda as vendas insignificantes.

Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=11&id_noticia=338704

Maioria dos brasileiros não conhece o e-book

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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A maioria dos brasileiros não conhece o livro digital. A constatação foi feita por uma pesquisa conduzida pela GfK, com 1.000 pessoas a partir dos 18 anos, de 12 regiões metropolitanas do país.

O resultado mostra que 67% dos entrevistados não conhecem o livro digital. Estão menos familiarizados com o e-book, as pessoas das classes C e D (76%), habitantes do Nordeste do país (74%), mulheres (72%) e pessoas entre 45 e 55 anos (72%). O estudo mostra que os jovens entre 18 e 24 anos são os que mais conhecem esta tecnologia.

A maioria também aposta em vida longa para os livros impressos. Os mais otimistas quanto à longevidade do papel são as pessoas entre 25 e 34 anos (81%). Por outro lado, os entrevistados com idade acima de 56 anos são os que mais preveem o fim do livro tradicional.

Apesar de ainda pouco conhecido, o leitor digital é um objeto de desejo. A maioria dos entrevistados que conhecem esta ferramenta eletrônica de leitura, 56%, pretende adquiri-la se o preço for acessível.

No primeiro lugar entre os possíveis compradores estão as pessoas da região Nordeste do país e das classes C e D. Já para a maioria das pessoas com mais de 56 anos, a compra de um e-book não é prioridade.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164052-16382,00-MAIORIA+DOS+BRASILEIROS+NAO+CONHECE+O+EBOOK.html

Revisores: mercado exige paixão pelo trabalho

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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Sou Silvia Parmegiani, revisora de textos e professora de Língua Portuguesa. No dia 18 de agosto participei do curso “Preparação e Revisão de textos”, ministrado por Ana Cristina Perfetti, da Escola do Escritor e realizado na Bienal do Livro, em São Paulo.

Embora a duração tenha sido apenas de 4h, foi bem dinâmico e prático. Estavam presentes, como eu, revisores profissionais e amadores, estudantes de Letras, diagramadores, escritores e até editores interessados em melhorar o trabalho de sua equipe de funcionários.

Todas as etapas da revisão foram..

Professor diz que literatura brasileira é pouco divulgada no Japão

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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Kiyokatsu Tadokoro, 62, é professor da Universidade de Estudos de Línguas Estrangeiras de Kyoto, voluntário do balcão de consultas para estrangeiros do governo da província de Osaka. Fez intercâmbio na Universidade Federal Fluminense na área de geociências e especializou-se em literatura brasileira e geografia etnológica no Brasil. Já publicou 106 trabalhos, entre eles, traduções de obras literárias como Iracema, de José de Alencar, e livros como Comunicação Cotidiana, Conversação em português.

Segundo o professor, carente de nomes famosos internacionalmente, a literatura brasileira é pouco divulgada. No Japão, Kiyokatsu Tadokoro esforça-se para reverter o cenário – que, acredita, está melhorando aos poucos. Para ele, o único problema é a falta de tradutores habilidosos, preparados para traduzir, por exemplo, as belas descrições de José de Alencar ou a ironia cortante de Machado de Assis. É por essa razão que se dedica a ensinar língua e cultura brasileira a seus estudantes na universidade. Em seu programa de estudos, está incluída uma viagem ao Brasil, com visitas a locais como o Norte e Nordeste brasileiros.

A paixão do professor pela cultura verde-amarela é tanta que pediu para gravar uma frase em português na lápide que será de sua mãe, agora com 83 anos: “Ninguém pode separar o amor entre a mãe e o filho”.

Veja em Continue lendo.. a entrevista com o professor Tadokoro.

Livros foram escritos para conectar pessoas

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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Enterrar o nariz em um livro é uma espécie de isolamento?

“Acho estranho perguntar sobre isso?”, Michael Hughes, um Associado de comunicação na Universidade Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em Baltimore, disse de seu IPAD, que ele usa para ler uma mistura de romance e ficção. “É quase como ter um bebê recém-nascido nas mãos”. Usuário do IPad há quatro meses, Hughes disse que as pessoas se aproximam mais dele; do que quando estava com o nariz enfiado num livro. “Naquela época ninguém se aproximava de mim.As pessoas se aproximam e pedem para vê-lo, tocá-lo, e eu gosto disso”, disse ele. “Isso raramente acontece com os livros feitos de árvores sacrificadas.”

Com o preço dos e-readers caindo,

Inspire-se!

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-08-2010

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Todos precisamos de estímulos para que sejamos inspirados a escrever sobre algo. Uma espécie de combustível, que permita ao nosso veículo emocional se manifestar a partir do pensamento de comunicação verbal, ou escrita. Eu encontrei o meu combustível. Você já encontrou o seu?

Minha compreensão de inspiração é que ela é um produto da nossa emoção mais profunda. Nossa emoção controla o nosso corpo, e a nossa própria necessidade de expressão. Inspiração é o combustível necessário para fazer navegar a nossa caravela emocional, e iniciar a comunicação. Mas como podemos encontrar essa inspiração? Ela pode ser encontrada numa experiência de vida, ou numa canção que se ouviu, ou numa pessoa que se conheceu, num lugar que se esteve, ou até mesmo num livro que se leu. Nossa mente precisa ..

Kindle sem impostos

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-08-2010

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Os leitores de livros eletrônicos (e-readers) estão incluídos na Instrução Normativa 1.059 da Receita Federal que desonera de Imposto de Importação (IPI) alguns produtos trazidos do exterior por turistas brasileiros para uso pessoal. A nova norma vale a partir de 1º de outubro, quando entra em vigor. Ela estabelece que bens considerados de uso pessoal estão isentos de tributos, exceto computadores pessoais e filmadoras.

Consultada, a Receita Federal informou que os e-readers somente serão considerados de uso pessoal se não tiverem a mesma configuração de um computador. Assim, o Kindle se enquadra entre os produtos que podem ser trazidos para o Brasil como bens de uso pessoal, sem a necessidade de pagamento de imposto.

“Para efeito de bagagem, não interessa se o Kindle vai ser ou não livro. A questão do livro é porque ele tem imunidade tributária e eu não posso tributar. Se, no futuro, a Justiça determinar que o Kindle é um livro, a Receita não tributará”, disse o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais, Fausto Vieira Coutinho. Entretanto, o iPad, por ter configuração similar a de um computador portátil, não está incluído na nova norma. Com informações da Agência Brasil.