Em destaque

Do preço dos livros

"Nós somos um país que não sabe ler, não aprende a ler, não gosta de ler. E tem dinheiro pra comprar um livrinho ou dois, sim, a não ser em caso de pobreza absoluta, de miséria, claro, mas a classe média tem”. Quem compra CD está exercendo o seu direito de ter uma preferência. “Eu...

Leia mais

O Google escreveu um livro!

Por bookess | Postado em Novidades | em 23-11-2010

Tags:,

0

O Google escreveu um livro! Que bom, né. Ele se chama 20 Things i Learned About the Web, é gratuito, e dá lições básicas sobre HTML5, aplicativos web, cookies, endereços de IP. E as ilustrações são de Christoph Niemann!

O livro, em inglês, tem linguagem bem simples, para você enviar o link para aqueles parentes que não param de perguntar as coisas mais básicas possíveis sobre internet. E, indo além do mais básico, há páginas dedicadas às novas tecnologias, como o HTML5, a computação na nuvem e o uso do 3D nos navegadores. No capítulo 7, A Browser Madrigal, o Google dá aquela cutucada em quem ainda usa versões antigas de navegadores, falando sobre os atrasos que eles trazem a web como um todo. “Browsers antigos diminuem a velocidade de inovações na web”. É, tia, é hora de parar de usar o IE6 – e aposto que ela vai amar os deseinhos. [20thingsIlearned]

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/

Livros digitais ainda são uma contradição no Brasil

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-11-2010

Tags:, , , , , , , , , ,

1

O mundo dos livros digitais no Brasil começou a dar os primeiros passos. Quase toda a semana vemos um novo e-reader importado da China chegando na casa dos mil reais e as livrarias e editoras começam a firmar suas próprias lojas – a notícia recente mais interessante foi a combinação do Wi-Fi do novo Alfa, da Positivo, com atalho para lojas virtuais como da Livraria Cultura e da Saraiva. Mesmo assim, a pergunta que continua martelando a cabeça dos leitores é: por que os livros digitais são tão ou mais caros do que os livros físicos?

Grande parte das “promoções” de livros digitais no Brasil passam longe de empolgar qualquer leitor assíduo. No Ponto Frio, o livro 1822, de Laurentino Gomes, em forma de bits é vendido por R$29,90. Uma busca rápida no Google mostra que a versão impressa sai por R$27,90 no WalmartR$27,90 na Siciliano.  Já a Saraiva Digital coloca o usuário em situações irônicas: o livro digital, que em tese deveria ser mais barato por conta de sua produção, distribuição etc., consegue ser mais caro do que o mesmo livro de papel (com tinta, cola, armazenamento, entrega etc.) e na mesma livraria, como vemos na imagem acima. A diferença entre eles é mínima: um pode vir a chegar antes no seu leitor digital. O outro chega no dia seguinte, pelo menos na Grande São Paulo. Não parece uma vantagem tão absurda a ponto de levar às massas ao formato digital ou para cobrar 3 reais a mais pela obra.

Claro, esse problema não é exclusivamente nosso: nos EUA, os e-books recém-lançados costumam custar quase o mesmo preço das prateleiras. Erik Sherman, analista do mercado de e-books, disse a Wired que as pessoas superestimam os ganhos das editoras, e que o custo da produção física de um livro corresponde a apenas 15% da produção da obra. Já o escritor Larry Doyle diz que as editoras colocam os preços no alto por medo de “desvalorizar a percepção das pessoas em relação aos livros”. Lá, o problema costuma ser com os lançamentos. Aqui, com praticamente qualquer livro. E se nos EUA, terra do Kindle e do Nook, as editoras ainda não se adaptaram completamente ao mercado, é duro pensar em quanto tempo teremos um mercado mais coeso e menos contraditório no Brasil. Hoje, é difícil convencer um viciado em livros a largar o bom e velho papel pelo e-ink e seus e-books.

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/

New York Times publicará lista de e-books mais vendidos

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

Tags:, , , , , ,

0

Os e-books conseguiram outro feito: ter uma lista própria de mais vendidos no New York Times. O jornal anunciou que passará a publicar no começo de 2011 o ranking de vendas de e-books de ficção e não-ficção.

As listas de mais vendidos do NYT, publicadas desde 1935, são parâmetro de sucesso entre escritores e editores. Diversos jornais e revistas as replicam.

Em comunicado divulgado na quarta-feira , o Times disse que a decisão é um reconhecimento ao crescimento e à influência que o mercado editorial eletrônico apresenta hoje.

O editor de pesquisas do NYT, Janet Elder, disse que o jornal desenvolveu o sistema de verificação de vendas dos e-books ao longo de dois anos.

O mercado digital de livros cresceu rapidamente nos últimos três anos, desde a criação do e-reader Kindle, da Amazon, passando pelo lançamento do iPad, da Apple, e do Nook, da Barnes & Noble. As vendas de e-book cresceram quase 190% em um ano, atingindo a cifra de US$ 304,6 nos nove primeiros meses de 2010.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/11/11/new-york-times-publicara-lista-de-books-mais-vendidos-923007844.asp#top

Livro digital pode democratizar literatura

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

Tags:, , , , , ,

1

O avanço do suporte digital, impulsionado pela febre dos e-books e dos tablets, como o fenômeno e já icônico iPad, da Apple, trouxeram um debate para o mundo da literatura: a vida online vai esmagar a existência dos livros? Para um painel de palestrantes da 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, nesta segunda-feira, a discussão precisa ir além disso. Para eles a situação é simples: o mercado de livros, como nós conhecemos, está derretendo.

A frase de efeito, porém verdadeira, foi dita pelo professor Paulo Tedesco, que, junto com Luíz Álvaro, da imprensa oficial do Estado de S. Paulo; Rafael Trombetta, escritor, pesquisador e administrador da Economia da Cultura e Marcelo Spalding, vice-presidente da Associação Gaúcha dos Escritores, discutiram o futuro e as mudanças trazidas pelo que chamaram de "livro digital".

É bastante comum relacionar a popularização da internet e de aparelhos para leitura de material online ao trágico "fim" da literatura, da maneira como o mundo a conheceu até hoje. O ponto ao qual se foge, no entanto, é que o papel é um suporte. Ele não é, por si só, arte. A ferramenta não carrega o conteúdo. Do mesmo modo, o digital não apaga a arte da escrita literária. Ele é apenas uma nova maneira de apresentar o mesmo conteúdo.

O momento atual é de mudanças, sem dúvidas. E todas elas apontam para uma única direção: o despertar do autor como um indíviduo independente da editora. O "negócio" da literatura continua ativo na medida em que o autor se liberta das amarras e passa a entender que lucro é a obra tornar-se acessível aos leitores. "A internet proporciona, além da escrita, braços e pernas para a literatura individual ter vida própria", afirmou Trombetta.

Como lembra Spalding, o que um autor de literatura quer é que as pessoas leiam seus livros. Se se lançar independentemente, sem a sombra de uma grande coorporação, pode garantir que mais pessoas tenham acesso à obra, então este é o caminho.

A grande sacada, aqui, é repensar o modelo de negócios. Para os palestrantes, o autor precisa entender o suporte online, colocar-se em primeiro plano e enxergar maneiras de aproveitar o potencial que este meio pode oferecer. De acordo com eles, a internet pode até ser uma ameaça para as editoras, no que se refere às questões de lucro. Mas, para os autores, o mundo digital é uma janela de oportunidades.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4781289-EI12882,00.html

Franceses elegem livro em protesto a Sarkozy

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

Tags:, , , ,

0

Os franceses, tirante o Alain Prost e o Zidane, são geniais! Deram-nos a Revolução, o conceito dos três poderes e mais um monte de coisas que formaram o mundo ocidental. E, agora, protestam contra o presidente deles, elegendo um livro como símbolo desse ato.

O livro em questão é La Princesse de Clèves [leia o resumo], escrito em 1678, pela Madame de La Fayette. Trata-se de um daqueles romanções bem ao estilo da época. Uma mulher se casa por conveniência, mas se apaixona por outro homem. O livro não foi escolhido à toa. Sarkozy, ao que parece, não é lá muito amigo das letras e declarou que o livro c´est une merde. E o que aconteceu? As vendas do livro foram parar na estratosfera. Até já foram produzidos botons, com a frase “Eu sou leitor de La Princesse de Clèves.

la-princesse-de-cleves.1175241470

Uma coisa interessante é que este livro é utilizado como literatura escolar para os jovens franceses. Cada vez mais o Sarkozy se afunda na merde, ao proferir suas opiniões a respeito da obra e isso vem desde 2006, conforme o artigo Qui veut tuer la Princesse de Clèves?, do Le Monde. O seu ibope não é dos maiores e ele não percebeu ainda que, em época de crise e em véspera de greve geral, como aconteceu na França, não se pode falar algo que sirva como combustível para a massa inflamar os protestos. Estão lembrados delle, que vivia berrando: “Não me deixem só”? Dizia que tinha aquilo roxo… E o que aconteceu? Os cara-pintadas foram para a rua e elle teve que pedir o boné.

Nos tempos do sonho comunista, esquerdista que se prezava agitava o livrinho vermelho do Mao em praça pública, mesmo sabendo que aquilo representaria um mal para a sua saúde.

A coisa está de tal forma fervendo na terra do Asterix, que, recentemente, pediram a um grupo de intelectuais para listarem seus 10 livros preferidos. La Princesse de Clèves ficou em terceiro lugar na contagem geral, superando até mesmo livros de Marcel Proust e James Joyce.

Leia mais: http://recantodaspalavras.com.br/2009/03/21/franceses-elegem-livro-em-protesto-a-sarkozy/#ixzz15aHi1G3q

Livros digitais estão mudando paradigmas do mercado de literatura

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

Tags:, , , , , , ,

0

O avanço do suporte digital, impulsionado pela febre dos e-books e dos tablets, como o fenômeno e já icônico iPad, da Apple, trouxeram um debate para o mundo da literatura: a vida online vai esmagar a existência dos livros? Para um painel de palestrantes que se reuniram na 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, a discussão precisa ir além disso. Para eles a situação é simples: o mercado de livros, como nós conhecemos, está derretendo.

A frase de efeito, porém verdadeira, foi dita pelo professor Paulo Tedesco, que, junto com Luíz Álvaro, do setor de marketing do jornal Folha de S. Paulo; Rafael Trombetta, escritor, pesquisador e administrador da Economia da Cultura e Marcelo Spalding, vice-presidente da Associação Gaúcha dos Escritores, discutiram o futuro e as mudanças trazidas pelo que chamaram de "livro digital".

É bastante comum relacionar a popularização da internet e de aparelhos para leitura de material online ao trágico "fim" da literatura, da maneira como o mundo a conheceu até hoje. O ponto ao qual se foge, no entanto, é que o papel é um suporte. Ele não é, por si só, arte. A ferramenta não carrega o conteúdo. Do mesmo modo, o digital não apaga a arte da escrita literária. Ele é apenas uma nova maneira de apresentar o mesmo conteúdo.

O momento atual é de mudanças, sem dúvidas. E todas elas apontam para uma única direção: o despertar do autor como um indíviduo independente da editora. O "negócio" da literatura continua ativo na medida em que o autor se liberta das amarras e passa a entender que lucro é a obra tornar-se acessível aos leitores. "A internet proporciona, além da escrita, braços e pernas para a literatura individual ter vida própria", afirmou Trombetta.

Como lembra Spalding, o que um autor de literatura quer é que as pessoas leiam seus livros. Se se lançar independentemente, sem a sombra de uma grande coorporação, pode garantir que mais pessoas tenham acesso à obra, então este é o caminho.

A grande sacada, aqui, é repensar o modelo de negócios. Para os palestrantes, o autor precisa entender o suporte online, colocar-se em primeiro plano e enxergar maneiras de aproveitar o potencial que este meio pode oferecer. De acordo com eles, a internet pode até ser uma ameaça para as editoras, no que se refere às questões de lucro. Mas, para os autores, o mundo digital é uma janela de oportunidades.

Fonte: http://www.jb.com.br/

Entrevista com Regina Monge

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

Tags:, , , , , , , , , ,

0

Quem é Regina Monge? E o que você poderia nos contar sobre você?

Gostaria de dizer, antes de mais nada, que é um prazer poder conceder essa entrevista ao blog Bibliomania e compartilhar um pouco da minha vida com todos os leitores que por aqui passam.

Sou uma geminiana típica, com ascendente em Libra envolta nos mundo da comunicação e dos relacionamentos e sempre envolvida em várias coisas ao mesmo tempo, a curiosidade é a minha companheira do dia a dia.

Adoro a experimentação da mudança, conhecer pessoas, trocar experiências, novos lugares, novos pratos…, tenho 43 anos e nasci no interior de São Paulo, num dos menores municípios do Estado, a estância turística de Águas de São Pedro. Saí de lá aos 21 anos e vim para São Paulo, onde vivo até hoje.

Sou formada em Comunicação, com especialização em Propaganda e MBA em Marketing e trabalho, desde 1993 com essa atividade. Em 2009, finalizei um curso de extensão sobre História e Linguagem do Cinema, outra paixão, além da literatura e constituí minha própria agência, ainda em formação, e que requer toda a minha atenção neste momento. Para quem quiser visitá-la, o site éwww.vertscomunicacao.com.br

Para ler a entrevista completa, clique abaixo.

Mulheres de todos os tempos

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

1

Com o advento da escrita, o ser humano passou a se comunicar melhor e logo teve o desejo de escrever o que pensava. E foi através das letras que muitas mulheres puderam se soltar das amarras da sociedade machista, que a considerava apenas como um ser procriador. Nas poesias ou histórias fictícias, as escritoras realizavam seu desejo de sair de casa para viagens fantásticas, cheias de romance, sexo, beijos e malícias, que muitas vezes elas só vinham a conhecer através do casamento, uma vez que eram vistas apenas como supostas mães e donas-de-casa.

Cliqeue abaixo para ver a lista completa das mulheres mais influentes da literatura.

Para gostar de ler

Por bookess | Postado em Novidades | em 17-11-2010

Tags:, ,

0

Ler é importante porque: desenvolve ainda mais a capacidade de reflexão e interpretação e dinamiza o raciocínio lógico. Nessa fase da vida em que as pessoas costumam parar de estudar formalmente, a leitura toma o papel essencial como ampliadora de vocabulário e forma de adquirir conhecimento. Ela promove viagens por mundos desconhecidos e amplia horizontes, reais e imaginários, elevando os níveis de cultura e conhecimento geral do adulto.
Como estimular: é fundamental fazer o adulto perceber que a leitura é muito mais que uma perda de tempo, podendo ajudá-lo em conquistas palpáveis. O tempo de filas e ônibus pode ser muito melhor aproveitado através da leitura, que dá uma boa mão ao adulto tanto em conversas de bar quando na entrada numa faculdade.

Isto dá certo: o projeto Embarque na Leitura, iniciativa do Instituto Brasil Leitor, instala bibliotecas no metrô de São Paulo. Com isso, ele transforma o adulto estressado com a correria da cidade grande em um leitor que aproveita o seu tempo gasto no transporte.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/index.shtml

Leitor de e-book comprado em viagem poderá ter isenção de impostos

Por bookess | Postado em Novidades | em 17-11-2010

Tags:, , , , , , ,

0

Os leitores de livros eletrônicos (e-books readers) poderão ser trazidos do Exterior por turistas brasileiros sem pagar impostos, desde que não tenham a mesma configuração de um computador, admitiu a Receita Federal na quinta-feira (5/8) à Agência Brasil.

Mas a norma, que começará a valer em 1.º de outubro, poderá causar confusão, já que muitos leitores de e-books oferecem outros recursos, como o uso de jogos e o acesso à Internet.

A Instrução Normativa 1.059 da Receita Federal,  inclui como "bens de uso pessoal" isentos de impostos itens como câmeras fotográficas e celulares – classificados, pela norma, como "bens de caráter manifestamente pessoal".

Essa interpretação, contudo, continuará a depender dos agentes alfandegários. O prazo de 1.º de outubro é necessário, segundo a Receita, para treinar esses agentes sobre as novas regras.

Configuração de PC
A Agência Brasil consultou a Receita Federal, que confirmou que leitores eletrônicos podem ser considerados de uso pessoal. Mas, para isso, eles não deverão agregar componentes que o deixem com a mesma configuração de um computador.

O subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Fausto Vieira Coutinho, explicou à agência que, "para efeitos de bagagem, não interessa se o Kindle vai ser ou não livro. A questão do livro é porque ele tem imunidade tributária e eu não posso tributar."

"Se, no futuro, a Justiça determinar que o Kindle é um livro, a Receita não tributará. Se ele for somente um leitor de livros e substituir o seu livro de cabeceira, é considerado bem de uso pessoal e vai entrar, inclusive fora da cota. É diferente do iPad que acessa a Internet", afirmou Coutinho.

Confusão
Categorizar os leitores de e-book em termos de funcionalidades pode, no entanto, causar alguma confusão. É que, mesmo tendo hardware específico para leitura de texto, alguns aparelhos oferecem conectividade à Internet.

Desde a segunda geração, os leitores Kindle vendidos pela Amazon recebem livros pela Internet, via rede sem fio 3G. Outros, como os Kindle mais novos e o Nook, da Barnes and Noble, conectam-se à Internet também via rede sem fio Wi-Fi.

Alguns leitores de e-book, no entanto, só podem receber livros via conexão USB. É o caso do Alfa, da Positivo Informática, que começa a ser vendido este mês no Brasil.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/