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Livros digitais funcionam bem no Brasil?

    O mercado de livros digitais ou e-books no Brasil ainda está “engatinhando”. Entre os motivos que levam os brasileiros a consumir pouco este produto podemos citar: Os brasileiros leem pouco, mesmo no formato tradicional, o impresso; A tecnologia que comporta os formatos digitais ainda...

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Livros Profissionais e Técnicos são os mais Vendidos

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-02-2012

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Em uma sociedade que tem a produção de conhecimento como seu principal motor, você precisa encontrar os meios para fazer suas ideias circularem.  Desenvolvendo manuais como consultor ou produzindo conteúdo didático como professor, você certamente acumulou bastante conhecimento que está à procura de alcançar seu público.

Talvez você já tenha procurado uma editora e tenha percebido que os meios tradicionais de publicação apresentam uma série de empecilhos, o que termina por colocar boas ideias no fundo da gaveta. É por isso que lhe apresentamos a Bookess. A Bookess é uma editora que trabalha exclusivamente com a publicação de livros digitais e impressos sob demanda.

Os livros digitais são hoje a melhor maneira de colocar seu conhecimento acumulado na praça, com um alcance e qualidade incríveis. Você preserva seus direitos como autor ao mesmo tempo em que faz chegar a seu público tudo aquilo que seu trabalho com consultoria ou como professor lhe rendeu. Com a Bookess você pode distribuí-lo pela Livraria Cultura e Saraiva e internacionalmente pela Kobo, Apple, entre outras.

Faça seu conhecimento acumulado circular. Faça suas ideias encontrarem seus clientes ou seus alunos. Publique seus trabalhos pela Bookess.

 

Retrato da Leitura no Brasil

Por bookess | Postado em Comunicados | em 21-02-2012

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O Instituto Pró-Livro vai organizar, no dia 28 de março, em Brasília, o II Seminário Retrato da Leitura no Brasil. O objetivo é divulgar os resultados da pesquisa desenvolvida pelo Instituto, que pretende avaliar o comportamento do leitor brasileiro. A partir de seus resultados o IPL pretende orientar as suas ações, buscando intervir positivamente no fomento à leitura e acesso ao livro.

Com a realização do Seminário “Retratos da Leitura no Brasil”, o Instituto divulgou os resultados da Pesquisa – junto a especialistas, de diferentes segmentos, interessados em melhorar os indicadores de leitura e acesso ao livro no Brasil –  com o objetivo de contribuir com o estudo; a reflexão e a definição de  políticas e ações voltadas à efetiva superação dos lamentáveis índices de avaliação da competência leitora do brasileiro e dos baixos índices de leitura.

10 Motivos Porque Prefiro os Livros Impressos

Por bookess | Postado em Na mídia | em 17-02-2012

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A cada dia que evolui a tecnologia, mais avançam os livros digitais, a tal ponto de alguns estudiosos profetizarem o fim dos livros impressos, o que para este blogueiro seria algo imperdoável, pois listo abaixo 10 razões das quais me fazem adorar o livro, com o velho e bom papel:

1 – Estimula os sentidos: Pode um livro num leitor digital estimular um maior número de sentidos que o impresso? A frieza do material do leitor não é estimulante, e o máximo que nos exige é forçar a visão [pois no meu caso, não consigo ler com naturalidade em computadores e e-reader’s]. Já no livro impresso, temos a maravilhosa sensação ao tatear suas folhas de papel, a visão nos causa deleite quando em nossa frente temos digna obra, e sem falar no cheiro. Sim, o cheiro. Talvez o dia que Kindle e Ipad possam emanar o cheiro que possui um livro quando nos chega em mãos, aí sim talvez, mas somente talvez possa mudar de ideia;

2 – Estimula a curiosidade: Tem uma coisa que adoro fazer quando estou lendo um livro: a espiadela. Vez por outra urge a necessidade de simplesmente folear o livro avançando descompromissadamente algumas páginas, para depois retornar ao ponto em que estava. Não que eu leia, mas gosto de folear o livro, uma tarefa das mais chatas, caso se esteja lendo um livro digital;

3 – Quase eternos: Não, não quero dizer eu livros impressos duram pra sempre, mas quantas relíquias temos espalhados pelas bibliotecas do mundo, em total segurança? Da mesma forma não quero dizer que e-books não são eternos, mas para alguém com um bom percentual de loucura, não é difícil tecer teorias da conspiração, como minha grande preocupação de que muito em breve o conhecimento da humanidade  estará num único lugar: nas nuvens! Na web. E aí amigo, é só derrubar a web que babaus. Quero ver mesmo é queimarem todas as bibliotecas do mundo!

4 – Concentração: Sei que talvez seja uma coisa só minha [ou não], mas não consigo ter o mesmo nível de concentração lendo um e-book, quanto a um livro impresso. Talvez seja minha visão, mas o fato é que raramente consegui seguir lendo algo virtualmente, com raras exceções.

5 – Bom presente: Livros impressos são presenteáveis. Você vai a livraria, escolhe, manda fazer um bonito embrulho, e ali está um bom presente. Pronto para ser aberto, para ser explorado pelo receptor. Cá entre nós, não se presenteiam e-books. Se compartilham, apenas. Escolha o mesmo exemplar de uma obra, escolhe 2 amigos e presenteie um com o e-book, outro com o livro impresso, e veja em quem mais marcará o presente;

6 – Portabilidade: As favas que e-readers são portáteis. Leve-o para uma longa peregrinação onde não haja tomadas para recarregá-los que você descobrirá o que falo. Já os livros podem ir onde você quiser, por quanto tempo quiser, até mesmo num possível caos apocalíptico, entre um esconderijo e outro. você poderá manter sua leitura em dia;

7 – Não agride o meio ambiente: Ou pelo menos não agride da forma que muitos dizem, ou mais que a costela do churrasco de domingo. Tem aquele que usa o ecologicamente correto para pregar a extinção dos livros impressos. Ora bolas, e aparelhos de e-readers e computadores também não utilizam recursos naturais? Além disso, as árvores que tombam para virar nosso cheirosos livros não são da Mata Atlântica, ou da Amazônica como uns deixam a entender, e sim de plantios comerciais, para este devido fim. Portanto não culpe-se quando comprar aquele cobiçado livro de 900 páginas;

8 – É uma ótima decoração: E ó, isso só vale para quem leu os livros que têm na estante. E não dá pra negar o ar clássico e culto que uma estante entupida de livros pode dar pro seu lar;

9 – O livro te convida: Não sei se com outros acontece o mesmo, mas o fato é que nenhum e-book é capaz de chamar seu leitor para a leitura como um livro impresso. O e-book é silenciado quando seus aparelhos estão em off, o que jamais acontece com um livro impresso. Ele pode estar em seu lugar na estante, ou jogado sobre uma mesa, ou outro lugar, e é você passar por ele, e é chamado para leitura. Um mínimo deslize seu contemplando sua capa, e pronto deixa o que ia fazer, e recomeça a leitura;

10 – Projeto Traçar: Sim, se tem quem defenda nossas veneráveis tartarugas marinhas, aqui comprometo-me a lançar e apoiar o projeto Traçar, defendendo a não extinção de nossas traças, abastecendo minha biblioteca, para alimentar a elas, e ao meu cérebro. Salvem as traças! Antes elas roerem um pedacinho do seu livro, que a sua camiseta!

Fonte: http://listasliterarias.blogspot.com/2012/02/10-motivos-por-que-prefiro-livros.html

Escrevendo com Paulo Coelho IV

Por bookess | Postado em Na mídia | em 14-02-2012

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Nos vídeos anteriores de Paulo Coelho foi falado sobre idéias, inspiração, dificuldade de resumir as idéias e experiências em páginas, e este, o último da série, será sobre a parte mais difícil, escrever o livro.

Para este processo dar certo é necessário ter disciplina. Coelho confessa que sente vontade de entrar no Facebook, e-mail… Mas obrigue-se a sentar e escrever um pouco e as idéias começarão a fluir.

Ao final tem um vídeo utilizado pelos editores alemães para a divulgação de “O Aleph”.

Relatos de um Autor

Por bookess | Postado em Na mídia | em 13-02-2012

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No post de hoje iremos publicar uma entrevista feita com o escritor Eduardo Capistrano sobre sua carreira e seus livros. Buscamos mostrar sua história como escritor para trazer aos nossos leitores uma nova experiência, com ideias e sugestões.


1) Como você se descobriu como escritor?

Eduardo: Desenvolvi um gosto pelas línguas desde a infância. E meus passatempos sempre envolveram a apreciação de estórias de diversos tipos, na leitura, nos filmes, até nos jogos. Gostava de criar cenários, enredos e personagens, e eventualmente passei a planejar narrativas próprias. A vontade de compartilhar essas narrativas, aprender como contá-las através das letras, me tornou um escritor.

2) Quantos livros já escreveu? De onde veio a inspiração para cada um deles?

Eduardo: A princípio escrevia os contos sem pensar em livros. Quando reuni uma quantidade razoável de textos “publicáveis”, pensei em uma coletânea de contos afins. Em 2006 publiquei “Histórias Estranhas”, com 13 contos fantásticos. Para um segundo livro, pensei em fazer uma coletânea temática. Em 2011 lancei meu primeiro livro pela Bookess, “A Quarta Dimensão” de contos sobre o Tempo.

3) Você costuma realizar lançamentos dos seus livros? Por que acha importante?

Eduardo: Sim. Acho importante porque passei a ver os livros como uma conclusão para os textos incluídos neles. Um desfecho. Sinto também aquilo do livro como um “filho”, um pedaço do escritor que ganha vida própria. O lançamento é, para mim, a oportunidade de celebrar a conclusão de um trabalho e apresentar o resultado ao mundo.

4) Você é um dos autores que vende livros em outros países pela Bookess. Você tem ideia de quem são os leitores internacionais de seus livros? Como você encara essa nova oportunidade?

Eduardo: Soube que “A Quarta Dimensão” foi vendido em Portugal. Fiquei realmente feliz. O livro eletrônico permite distribuição muito além do que seria possível para o livro impresso de um autor iniciante como eu. Para alguém que quer que suas histórias sejam lidas, como eu, alcançar o máximo de leitores potenciais é essencial, e as livrarias eletrônicas permitem exatamente isso.

5) Como você divulga seus livros? (blog, booktrailer, twitter, etc..)

Eduardo: Criei um blog como um diário de publicação, com todos os passos que tomei para publicar “A Quarta Dimensão”. A ideia era documentar os passos para ajudar outros autores iniciantes. Fiquei feliz de que várias postagens ajudaram (especialmente “Fazendo uma Ficha Catalográfica”). Atualizo meu blog com progressos e notícias e as divulgo no mural da Bookess e nas redes sociais (Facebook, Orkut, Twitter, Skoob) de que participo exclusivamente com esse fim. Procuro contato com resenhadores e divulgadores pela internet. Colaboro também com a Revista Lama que é uma proposta de produção conjunta entre escritores e artistas visuais, onde posso expor meu trabalho e divulgar as obras já lançadas. Além dos lançamentos, de que já tratamos.

6) Há algum livro “no forno” para 2012? 

Eduardo: Vou começar o ano lançando a segunda edição de “Histórias Estranhas”. Em agosto lançarei “Adolpho Werneck – Vida e Obra”, contendo biografia e poemas de meu bisavô, poeta simbolista e fundador da Academia Paranaense de Letras. Estou publicando os poemas na grafia original no blog. Pretendo lançar ambos pela Bookess. Tenho ainda planos para pelo menos mais três livros próprios.

Biografia:
Eduardo Capistrano nasceu em Curitiba, Paraná, no ano de 1980. Bacharel pela Faculdade de Direito de Curitiba, é autor de “Histórias Estranhas” (2007) e “A Quarta Dimensão” (2011). Conheça suas obras e entre em contato através de seu blog em http://edcapistrano.blogspot.com.

Escrevendo com Paulo Coelho III

Por bookess | Postado em Na mídia | em 10-02-2012

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No terceiro vídeo de sua série “Memórias de um Livro”, Paulo Coelho fala sobre a inspiração.

Como foi dito anteriormente, o livro “O Aleph” começou a ser escrito com um NÃO, mas desta palavra veio a inspiração. Coelho deixou-se levar como se estivesse em um barco no mar sendo guiado pelo vento ao seu destino.

Revelou que o segredo é ter a ideia básica do livro mas se deixar levar pelas outras que vão surgindo ao longo do processo da escrita.

Escrevendo com Paulo Coelho II

Por bookess | Postado em Na mídia | em 07-02-2012

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Continuando a série de vídeos de Paulo Coelho:

Em On Writing (II): The Puzzle, ele fala como escolher o assunto que quer compartilhar, confidenciando que escreve sobre aqueles que já teve tempo suficiente para digeri-lo, como quatro anos para “O Aleph”.

Na sequência revela como compactou sua experiência e depois como fez o mais difícil, ao seu ponto de vista, colocou-a em prática no livro, começando com um surpreendente “Não”.

 

Escrevendo com Paulo Coelho

Por bookess | Postado em Na mídia | em 04-02-2012

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Paulo Coelho publicou recentemente em seu Blog quatro vídeos explicando o processo de escrita de um livro e utilizou como exemplo o seu livro “O Aleph”.

Hoje, iremos publicar o primeiro vídeo da série:

Em On Writing (I), Coelho tenta explicar de onde vem a inspiração afirmando que precisa viver para escrever – “todos os meus livros são reflexos da minha experiência”. Conta como uma viagem de quatro meses, sem destino, em um momento entediante da sua vida, tornou-se depois de quatro anos um livro de sucesso.