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7 livros que ferraram a humanidade (ou quase)

Quais livros prejudicaram, em vez de ajudar a humanidade? Teóricos equivocados podem causar grandes prejuízos. Já tivemos livros que incentivavam a matança de mulheres consideradas bruxas, defendiam a inferioridade de certas nacionalidades, diziam que as mulheres eram menos inteligentes que os homens....

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Facilidades da Distribuição Digital

Por bookess | Postado em Na mídia | em 13-03-2012

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Você pode distribuir o seu livro em mais de 30 países!  A Bookess já trabalha em parceria com importantes livrarias online, como a Amazon, iBookstore – Apple, Saraiva, Cultura, Kobo, entre outras.

Para divulgar seu livro digital é preciso que o mesmo seja assegurado pelo Selo Boa Escolha. O Selo tem a função de garantir a qualidade do seu livro. Seu livro também precisa do ISBN para livro digital (e-ISBN), e que esteja em formato ePUB  (que é um padrão internacional para e-books); nós mesmos podemos fazer esta conversão para você. Lembramos que a transformação para ePUB precisa ser realizada de forma profissional pois as livrarias digitais exigem elevados critérios de qualidade na formatação e design dos ePUBs à venda.

Neste sistema, a segurança do seu livro é garantida via DRM (gestão dos direitos digitais).

Não perca esta oportunidade e divulgue seu livro para o mundo. Um novo mercado editorial está surgindo, faça parte dele.

O Novo iPad

Por bookess | Postado em Na mídia | em 09-03-2012

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Não tem nem 12 horas que Tim Cook lançou o iPad 3, ou melhor, “Novo iPad”, como ele pretende chamá-lo, e a notícia já correu o mundo. Milhões de nerds já destrincham, nesse momento, em milhares de blogs, todas as maravilhosas novas funcionalidades. A resolução “retina display”, no limite da capacidade de percepção do olho humano; o megapower processador A5X; a câmera de vídeo full HD e muito mais. Novamente, veremos, pela TV, as barracas dos fundamentalistas tecnológicos plantadas nas portas das lojas da maçã dias antes da chegada do aparelho. Uma espécie de Occupy Apple ao avesso.

O aparelho inventado por Steve Jobs detém, entre outros records, o de ter sido o equipamento eletrônico de mais rápida incorporação pela massa, muito mais rápido que o walkman, o microondas e o DVD, por exemplo. Apesar de haver divergência quanto a chamar de “massa” os clientes da Apple.  O fato é que já são milhões de homens, mulheres, crianças e idosos que circulam pelo mundo com iPads ou outros tablets em baixo do braço. A grande maioria, ainda tentando achar o que fazer com o aparelho, pelo menos em relação a questões estritamente práticas e funcionais. Algo que justifique o investimento. Claro que um iPad nas mãos ainda impressiona muita gente, como os celulares, na época que os taxistas ainda não usavam.

Dessa época para cá, duvido que alguém discorde, a tecnologia entrou pra valer em nossas vidas e vem transformando, cada vez mais rapidamente, a maneira como nos relacionamos com o mundo. São tantos os avanços tecnológicos, que dificilmente algo ainda nos causa espanto. O iPad, nesse momento, talvez ocupe o posto de extremo tecnológico acessível ao nosso consumo (ou não). Talvez esse seja um dos motivos de seu encanto. Mas, como quase tudo nesse implacável mundo tecnológico, seu reinado não estará garantido por muito tempo. A Google, por exemplo, pretende lançar, ainda esse ano, o iGlasses ou gGlasses ou seja lá que nome tiver.

Eu não tenho iPad, provavelmente terei no futuro, mas não pretendo ter por agora. Ainda não descobri, efetivamente, o benefício que compense os R$1.399,00 cobrados aqui no Brasil. E, mesmo que fosse vendido pelos mesmos US$499 de lá de fora, ainda acho caro demais para um produto para impressionar os colegas e as garotas.

Não que o iPad não seja um bom produto. É um produto espetacular, mas ainda está a espera de uma verdadeira necessidade de utilização. Por enquanto, o seu maior mérito não está na questão tecnológica, mas, sim, na de marketing. A empresa conseguiu colar no produto, muito eficientemente, uma áura de sofisticação e modernidade. Assim, como em um processo de osmose, quem adquire o produto, espera, de alguma forma, que esses predicados sejam transferidos para si.

Mas, apesar de minha reticência atual, tenho certeza que aparelhos assim estarão, inevitavelmente, cada vez mais presentes e necessários em nossas vidas. Quanto ao iPad, quem sabe ele não se torne mais útil com a chegada da banda 4G? Ou quando o Rio, como Londres e outras grandes cidades, tiver serviços públicos suportados por georreferenciamento e outras tecnologias móveis voltadas para os cidadãos?

Por enquanto, para ler, prefiro o velho livro (apesar de achar o Kindle muito interessante). Para filmes, o desktop; para escrever, o notebook; para ver o twiter da Lei Seca, o smartphone…

Autor: Rodolfo Campos e Silva – Jornalista, Grupo Informe

O Hábito da Leitura

Por bookess | Postado em Na mídia | em 06-03-2012

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Coloque diante de uma criança ou adolescente algumas opções de lazer: Computador (com internet, é claro); Veículo motorizado (carro, moto); Filme na TV; Balada, ou uma festa qualquer; Leitura de livros.
Provavelmente, em escolha espontânea, a leitura de livros (mesmo na internet) perderá quase sempre para outras opções.
Assim como se oferece ao mesmo público um cardápio variado de alimentos como: sorvetes, bebidas (alcoólicas ou não), doces, bolos, sanduíches, carnes ou saladas de legumes e verduras, os mais saudáveis não serão escolhidos, via de regra, de forma natural.
Algumas coisas na vida nos seduzem espontaneamente, pelo prazer que proporcionam, já outras tem que nos ser induzidas, até que o hábito seja incorporado em nossas rotinas.
Não devemos nos tornar monges em busca da perfeição e do conhecimento supremo, forçando nossa natureza de maneira intransigente, na busca de hábitos saudáveis.
Afinal a vida é para ser vivida, e não levada sob o peso apenas das obrigações e do cumprimento de nossos deveres.
Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Tudo na vida tem seu valor e o que aprendemos no dia a dia, na internet, na TV, no clube, nas baladas, nos passeios, compõem com o que aprendemos na escola, a bagagem que nos servirá ao longo da jornada de evolução e aprendizado.
Um cardápio pobre de opões limita e restringe o desenvolvimento de nossos talentos e habilidades inatas, assim como restringe a grande experiência que a vida nos oferece e cobra.
Como induzimos nossas crianças na conquista de bons hábitos alimentares, favorecendo suas estruturas biológicas e orgânicas, para que dêem o melhor de si e sejam mais felizes, não podemos deixar por conta deles também, as escolhas do aprendizado e do desenvolvimento pessoal.
Muitos pais crêem que devem deixar que seus filhos façam suas escolhas desde cedo, e que se aprende tanto lendo na Internet, quanto num livro de papel, ou num e-book.
Um hábito se consolida até certa idade, depois disso será mais difícil (mas não impossível) induzi-lo em qualquer pessoa, (adolescente ou adulto).
A Internet se constitui numa poderosa ferramenta de estudo e pesquisas, mas pelas distrações e facilidades que oferece, não pode ser disponibilizada sem orientação a crianças e jovens sem disciplina.
Do ponto de vista do desenvolvimento e da maturidade neurolinguística nada substitui uma boa e saudável leitura, e a plataforma que se usa é menos importante que o conteúdo e a continuidade.
Crianças ou adolescentes podem ser acompanhados com atenção para que não cedam as tentações e distrações, e até que criem o hábito e a disciplina para se conduzirem em seu autoaprendizado.
Educar não é torcer o pepino, mas adubá-lo e alimentá-lo com insumos que permitam o seu pleno aflorar e desenvolvimento.
Deixar desde cedo que cada qual escolha o quer comer, beber, ler ou assistir, com o argumento de que é bom para o caráter e para a personalidade do aprendiz, é se omitir do papel de educador e contribuir para formação de cidadãos obesos e flácidos, tanto no corpo quanto na mente.
Como seres holísticos, devemos buscar em “mens sana in corpore sano”, os instrumentos de integridade e autonomia na conquista de nossos sonhos e objetivos, e para podermos, ao fim da jornada, afirmar a nós mesmos: “Vivi plenamente e tudo valeu a pena”.

Autor: João Drummond http://www.bookess.com/profile/joaodrummond/books/