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Desafio das cartas

Por bookess | Postado em Dicas | em 19-12-2014

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por Pandora Fairel.

Dizem que o maior problema do escritor é o branco do papel ou da tela; que ele é intimidador, e quanto mais você olha para ele, mais você fica nervoso e não consegue escrever. É quase uma regra, e poucos conseguem escapar delas sem problemas. Infelizmente, eu não faço parte dos sortudos. O branco da tela sempre me intimidou. O que posso dizer é que você tem sempre que escrever para vencer esse nervosismo, e é o jeito mais eficiente de lidar com um bloqueio criativo. Escreva qualquer coisa: uma lista de compras, uma piada que você ouviu, palavras em idiomas estrangeiros para treinar. Desde que a tela não pareça tão clara, tão vazia, já está bom. O Desafio das Cartas me ajudou a lidar com o bloqueio, porque era jogado um tema e eu começava a escrever e, de repente, já estava no meu projeto, escrevendo até doer os dedos.

A ideia do Desafio das Cartas é fazer pelo menos uma carta por dia em um período de trinta dias, mas você pode realizar o desafio da maneira como quiser ou quando precisar para tirar o bloqueio criativo.

O Desafio:

  1. Carta para o seu amor.
  2. Carta para a sua melhor amiga ou seu melhor amigo.
  3. Carta para o sue ex-namorado/amor.
  4. Carta para o seu irmão ou sua irmã, ou parente mais próximo.
  5. Carta para os seus sonhos.
  6. Carta para um estranho.
  7. Carta para os seus pais.
  8. Carta para o seu amigo virtual preferido.
  9. Carta para alguém que você queria conhecer.
  10. Carta para alguém com quem você não fala tanto como gostaria.
  11. Carta para uma pessoa falecida com qual você gostava de falar.
  12. Carta para a pessoa que você mais odeia.
  13. Carta para alguém que você gostaria que te perdoasse.
  14. Carta para alguém de quem você se afastou.
  15. Carta para a pessoa da qual você sente mais saudade.
  16. Carta para alguém que não está na sua cidade ou país.
  17. Carta para alguém da sua infância.
  18. Carta para a pessoa que você desejava ser.
  19. Carta para alguém que te importunou a cabeça (bom ou mau).
  20. Carta para a pessoa que mais partiu seu coração.
  21. Carta para alguém que você julgou à primeira impressão.
  22. Carta para alguém a quem você quer dar uma segunda oportunidade.
  23. Carta para a última pessoa que você beijou.
  24. Carta para a pessoa que te deu a sua melhor memória.
  25. Carta para a pessoa que você sabe que estará lá nos tempos difíceis.
  26. Carta para a última a quem você fez uma promessa.
  27. Carta para a pessoa mais amigável que você conheceu por apenas um dia.
  28. Carta para alguém que mudou a sua vida.
  29. Carta para a pessoa a quem você quer contar tudo, mas tem medo de o fazer.
  30. Carta para o reflexo no espelho.

Gostou? Não deixe de comentar!

 

Equipe Bookess.

Livro Digital vs. Livro Impresso: não é uma questão de um ou outro

Por bookess | Postado em Dicas | em 12-12-2014

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Você já percebeu que sempre existe uma comparação entre o livro impresso e o livro digital? Que sempre existe a opção de ou você publica no formato digital, ou no formato impresso? Que um parece ter mais vantagens que o outro?

O que poucas pessoas conseguem entender, apesar de todas essas perguntas e comparações, é que existe a possibilidade de os dois coexistirem; de o autor poder ter o seu livro em ambos os formatos e até mesmo abrir uma margem muito maior para novos leitores que querem conhecer suas obras e, muitas vezes, não consegue adquirir o exemplar em um formato ou outro.

A questão é: por que se limitar a apenas um formato? Por que não publicar o seu livro em ambos os formatos? A coexistência dos dois é possível. Veja só:

A discussão do eBook

Atualmente, a maior parte dos autores independentes entendem os benefícios de vender eBooks, sendo estes:

  • Baixo custo de entrada no mercado;
  • Distribuição sob baixo custo, com alcance global;
  • Sem custos de manufatura de cada unidade, sendo apenas o design inicial, formatação e conversão;
  • Espaço na estante ilimitado e eterno;
  • Entrega quase imediata;
  • Experiência de leitura altamente portátil e customizável;
  • Leiturabilidade em múltiplos dispositivos, como: tablet, smartphone, eReader, desktop, etc.

Porém, acredite ou não, ainda existem autores que se recusam a oferecer seus livros em formato digital. O argumento mais comum é que um livro, especialmente o seu livro, vale mais do que R$5, R$10 ou R$15, ou qualquer que seja o preço comum dos eBooks. Então, eles se mantêm nos livros impressos, que garante, pelo menos em suas cabeças, um preço maior de venda.

Entretanto, eles estão confundindo preço com valor. Para a maioria dos autores não descobertos, seus livros só valem o que os leitores estão dispostos a pagar por eles, o que geralmente não é muito. Pelo menos, quando você publica um eBook, que não tem nenhum custo de reprodução adicional além da criação do arquivo, você pode manter o preço baixo e compensar em volume de vendas. Este é um método comprovado de construir uma base de leitores e os autores que publicam apenas impressos estão perdendo isso.

A existência do eBook, além de favorecer muitos autores, também favorecem aos leitores da atualidade. Em um mundo onde estamos constantemente conectados e ligados à tecnologia, os livros digitais são indispensáveis, inclusive, como suporte para atividades escolares. Para estes, o livro digital se restringe à leitura, abrindo espaço para a exploração e compreensão desta leitura. Com os livros digitais, os jovens, principalmente e sendo um dos maiores públicos da literatura, passam a obter mais acesso aos livros e ao conhecimento por meio deles, o que antes se tornava difícil pela disponibilização dos livros apenas pelo meio físico, o que fazia com que muitos perdessem o interesse.

Porque livros impressos ainda são importantes

Tendo dito isso, ainda há fortes motivos para oferecer seu livro também em versão impressa. Sim, eReaders e tablets estão por toda a parte atualmente, mas, de acordo com um estudo recente, apenas 4% dos leitores ativos compram apenas livros digitais. O que significa que 96% dos leitores ainda compram livros impressos. Mesmo em meio à uma faixa etária mais nova, sendo até 30 anos, 50% dos leitores compram apenas livros impressos.

Uma pesquisa recente da Colour & Thing lista os motivos de a maior parte dos leitores preferirem livros físicos aos digitais:

  • A experiência tátil: o toque do livro, o peso e cheiro do papel, as páginas marcadas. Isso é difícil de emular nos livros digitais;
  • A experiência de coleção: muitos leitores amam mostrar sua biblioteca pessoal em estantes;
  • A experiência de aprendizado: muitos acham mais fácil estudar com vários livros abertos na mesa, em comparação à várias janelas em um dispositivo eletrônico;
  • A experiência de revenda: você pode trocar um livro usado por créditos na loja, vendê-lo ou dá-lo. Mesmo que você possa dividir eBooks, não é a mesma coisa;
  • A experiência de compra: livrarias são mágicas. Compras online são experiências solitárias.

Três motivos para você imprimir cópias físicas de seu livro

Quando você publica um livro impresso, com um bom design e uma capa marcante, você pode:

1. Maximizar sua base de leitores potenciais. Alcance leitores que têm mais chances de comprar a versão física, distribua seu livro em livrarias, ofereça seu livro em seções de leitura e autógrafos, faça um sorteio nas redes sociais e tenha algumas cópias em mãos caso você encontre alguém que pareça interessado em sua escrita. Quando você publica eBooks e físicos, você se coloca em posição de alcançar a mais ampla audiência.

2. Estabelecer legitimidade aos olhos de seus leitores, bem como profissionais da indústria. Muitos na indústria não levam a sério títulos que são apenas eletrônicos. Alguns assumem que se um livro é disponível apenas no formato digital, ele pode não ser bom o suficiente para ter uma tiragem impressa. Sempre há esperança que essa atitude vá mudar nos próximos cinco anos, enquanto eBooks se tornam cada vez mais populares, mas, por enquanto, o livro impresso ainda é o padrão.

3. Tome vantagem de oportunidade de publicidade adicional. Existem vários blogs de literatura e sites de resenhas que vão escrever sobre seu eBook. E há várias ferramentas de recomendação que indexarão seu eBook em suas bases de dados. Mas, com a facilidade da publicação digital, há um inchaço no mercado de eBooks. Por este motivo, muitos revisores, críticos, editores, produtores de mídia e apresentadores de podcasts sobre livros só escrevem sobre livros impressos. Isso volta ao sentimento de legitimidade mencionado no item 2.

 

eBook ou impresso?

A resposta é simples: ambos.

De fato, é provável que um autor independente precise ter, como Richard Nash diz, “um produto para todos, um preço para todos”, não apenas um eBook e impressão de edição regular, mas também uma edição em capa dura autografada para fãs, um eBook expandido com material suplementar para seus leitores mais dedicados e mais.

Uma amostra grátis do primeiro capítulo, ou um eBook barato pode funcionar como uma porta de entrada para seu trabalho, mas uma vez que eles estiverem viciados, seus leitores devem poder comprar seu trabalho no formato que eles escolherem. Tenha certeza que você está atendendo às necessidades de seus leitores. É assim que você é pago, no final de tudo.

Texto original de BookBaby, traduzido e adaptado pela Bookess.

22 dicas da Pixar de como tornar a sua história interessante!

Por bookess | Postado em Dicas | em 05-12-2014

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Você sabe como fazer um personagem e uma história cativante? A Pixar nos mostra 22 dicas de como tornar a sua história interessante! Confira:

  1. Você admira um personagem por tentar, mais do que pelo sucesso.
  2. Você deve se lembrar o que é importante para você como leitor, não o que é divertido de fazer como um escritor. Essas podem ser coisas muito diferentes.
  3. Tentar se manter no tema é importante, mas você não vai ver sobre o que a história verdadeiramente é até o fim. Agora reescreva.
  4. Era uma vez ____. Todo dia, ____. Um dia ____. Por causa disso, ___. E por isso, ___. Até que finalmente _____.
  5. Simplifique. Foque. Combine personagem. Pule sobre desvios. Você sentirá que está perdendo coisas importantes, mas isso vai te libertar.
  6. No que o seu personagem é bom? No que ele fica confortável? Jogue a eles o polo oposto. Desafie-os. Como eles lidam com isso?
  7. Resolva seu final antes que você desenvolva o meio. É sério. Finais são difíceis, comece a trabalhar no seu antes.
  8. Termine sua história, deixe-a mesmo que não esteja perfeita. Em um mundo perfeito você poderia ter os dois, mas supere. E faça melhor da próxima vez.
  9. Quando você está preso, faça uma lista do que NÃO acontecerá a seguir. Muitas vezes o material para se soltar vai aparecer.
  10. Destrinche histórias que você goste. O que você gosta nelas é parte de você, você precisa reconhecer antes de usar.
  11. Colocar no papel te permite começar a consertar. Se continuar em sua cabeça, uma ideia perfeita, você nunca dividirá com ninguém.
  12. Ignore a primeira coisa que vier em sua mente. E a segunda, terceira, quarta e quinta. Tire as escolhas óbvias da frente. Se surpreenda.
  13. Dê opiniões aos seus personagens. Você pode gostar de personagens passivos e maleáveis enquanto escreve, mas é veneno para seu público.
  14. Por que você precisa contar ESTA história? Qual é a crença em que você alimenta esta história? Este é o coração da história.
  15. Se você fosse seu personagem, nessa situação, como você se sentiria? Honestidade dá credibilidade à situações irreais.
  16. Quais são as chances? Dê-nos motivos para torcer para seu personagem. O que acontece se eles não forem bem sucedidos? Apresente as chances contra.
  17. Nenhum trabalho é desperdiçado. Se não está dando certo, deixe para lá e continue; vai voltar se for útil depois.
  18. Você tem que se conhecer: a diferença entre fazer o seu melhor e enrolar. Histórias são testes, não refinamento.
  19. Coincidências para deixar seus personagens em maus bocados são ótimas; coincidências para livrá-los disso, são trapaça.
  20. Exercite: pegue os blocos construtivos de um filme/livro que você não gosta. Como você reorganiza eles em algo que você gosta?
  21. Você tem que se identificar com suas situações e personagens. Não basta só descrevê-los como “legais”. O que faz VOCÊ agir dessa forma?
  22. Qual é a essência da sua história? Se você sabe disso, você pode construir a partir daí.