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O Incunábulo

O termo, oriundo da palavra latina incunabulum, berço, é empregado pelos bibliógrafos para designar qualquer obra impressa em qualquer lugar na época mais antiga ou no princípio da história da imprensa (…), mas, especificamente (…), a palavra aplicava-se às obras impressas na Europa no século...

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Saiba como não perder os seus arquivos de vez

Por bookess | Postado em Dicas | em 29-01-2015

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Você é escritor. Você tem um caderno no qual faz suas anotações ao decorrer do dia e passa tudo para o computador, ou escreve tudo diretamente no computador. Tem uma pasta separada para todas as suas histórias já escritas, com todas as informações delas, desde o planejamento até o livro completo, todas com uma média de duzentas páginas. Agora, você está escrevendo uma nova história. Está na metade, atingindo a meta de pouco mais de cem páginas e…

Já era. Seu computador desliga de repente.

Você pensa: droga! Perdi tudo o que escrevi. Porque não salvei antes? Aí você se lembra que o Word salva parte do progresso mesmo quando o computador desliga e fica mais tranquilo. Então, você tenta ligar o computador. Ele não dá sinal de vida. Você desliga. Liga de novo. Ele não acende. Você começa a suar frio. Por mais de meia hora, você tenta ligar o seu computador, e ele não te responde. No dia seguinte, ou horas depois, você o leva para o técnico com a maior cara de enterro, como se tivesse acabado de perder alguém muito importante.

O técnico analisa o seu computador e vê que, na verdade, você perdeu, sim. O disco rígido já era. Ele queimou, deu pau, bateu as botas e vai precisar de um novo. “Dá para restaurar o que tinha nele?”, você pergunta, em desespero. O técnico balança a cabeça negativamente, imitando a sua cara de enterro. “Não dá, não. Perdeu tudo”. E lá se foram anos e anos de trabalho.

Esta história é familiar para você? Não? Ótimo! Porque, para mim, é. Assim como para muitos autores que não salvavam suas histórias em outras plataformas que não fossem apenas das pastas do computador. Eu precisei perder alguns anos de histórias, por mais bobinhas que fossem, para aprender que elas não devem estar salvas apenas no meu computador e, sim, em outros lugares como uma medida de segurança.

Conheça algumas formas de se prevenir de perder seus arquivos literários:

Bookess

A Bookess, além de uma editora de autopublicação, também serve como uma ferramenta para que você consiga fazer um backup dos seus arquivos, bastando colocá-los como livro no site. Além de poder ter o seu arquivo salvo, ainda que em PDF, restrito com a visualização apenas sua ou também começar a criar sua margem de leitores permitindo a visualização de outros usuários, sendo isso já um bom meio de divulgar suas histórias.

Pendrive

Pendrives podem ser seus melhores amigos, apesar de depois de algum tempo de uso ou de ser de origem duvidosa, eles serem instáveis como computadores em questão de funcionamento ou armazenamento de dados. A sugestão é trocar de pendrive a cada dois anos, porque muito possivelmente ele pode começar a travar ou, simplesmente, não funcionar mais ou não ser mais reconhecido no computador. Eu uso o pendrive constantemente, salvando histórias já terminadas e aquelas nas quais estou trabalhando atualmente; assim, poderei mexer nelas sempre que estiver inspirada e com um computador por perto.

E-mail

Uma maneira que aprendi com meu pai foi de enviar minhas histórias para o meu e-mail, atualizando o arquivo sempre que necessário. Sendo um método mais seguro, seu e-mail dificilmente vai dar pau e fazer com que você perca tudo. A sugestão é salvar seu livro, arquivo, pastas ou afins da sua história em um arquivo WinRAR ou Zip e enviar para o seu e-mail. Antes, confira sempre se o arquivo não foi corrompido quando o compilou para estes formatos. E então, dessa forma, você sempre terá o arquivo disponível no seu e-mail para baixar em qualquer lugar e salvá-lo em toda plataforma disponível. Caso faça alguma alteração, reenvie o arquivo para o seu e-mail novamente.

 Armazenamento em nuvem

As plataformas de armazenamento em nuvem são úteis e de fácil acesso, e o risco de perder seus arquivos é quase nulo. O acesso é rápido e simples, bastando entrar no site da plataforma, colocar seu login e armazenar seus arquivos. Alguns exemplos são o Dropbox, OneDrive e Google Drive. Nesses softwares, além de você poder ter acesso diretamente no site, também permitem que você tenha uma pasta na sua área de trabalho onde você poderá transferir os arquivos diretamente para lá, sem precisar entrar no site. O OneDrive é a plataforma do Hotmail, também bem usada para os usuários do site. O Google Drive é a plataforma do Google/Gmail e traz uma boa margem de espaço. Inclusive, o Google Drive, além de deixar que você salve seus arquivos, também permite que você crie seus arquivos diretamente lá, salvando a todo instante. Ou seja: você pode começar a escrever seu livro em um documento criado diretamente no Google Drive e, assim, nunca correrá o risco de perdê-lo. A desvantagem é a necessidade da internet para conseguir transferir os seus arquivos para estas plataformas. Você pode conhecer outras plataformas de armazenamento em nuvem clicando aqui.

HD Externo

O HD Externo praticamente funciona como um pendrive maior, com mais capacidade e bem mais caro, mas não menos útil. A vantagem dele também é que ele também pode armazenar seus arquivos e, se o computador der pau, ele não sofrerá danos. A desvantagem é que ele também precisa ser substituído a cada dois anos, e que é tão instável quanto pendrive ou computadores. Particularmente, não confio muito em HD Externos, mas tenho amigos que não abrem mão deles.

Outros computadores

Mesmo que todos os computadores estejam sujeitos a não funcionarem mais de uma hora para a outra, é sempre bom você poder salvar suas histórias em outros computadores pessoais, caso tenha mais de um (por exemplo, um notebook e um desktop). Assim, se um computador falhar e você não utilizar nenhum dos meios de segurança apresentados anteriormente, você ainda terá suas histórias salvas em outro computador, sem problemas.

Celulares e tablets

Celulares (ou smartphones) e tablets também se tornaram uma válida medida de segurança para suas histórias. Além disso, tendo o aplicativo certo, você também pode abrir os arquivos e editá-los no seu celular ou tablet livremente, sem o uso de computadores. Porém, trate essa medida de segurança como temporária. Os cartões de memórias de ambos os dispositivos são propensos a falharem de uma hora para outra, assim como ambos os dispositivos são propensos a caírem no chão e resolverem não funcionar mais depois de uma queda. Use essa medida quando não tiver mais para onde correr, ou não estiver com a internet disponível para que possa usar outras medidas, seja de nuvem ou e-mail.

Uma última dica: usando uma plataforma ou todas, salve suas histórias com regularidade. A cada dois dias, ou um dia fixo por semana, para que tenha sempre a versão atualizada disponível caso alguma coisa aconteça ao seu computador e você perca tudo.

E aí, gostou das dicas? Sabe de mais alguma forma de salvar suas histórias do mal e velho “seu HD queimou e não tem como recuperar”? Compartilha aí!

Equipe Bookess

Post original do blog Pandora Fairel.

7 dicas para vencer o bloqueio criativo

Por bookess | Postado em Dicas | em 23-01-2015

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1. Ouça música. Todo mundo sabe que a música pode ser inspiracional e muitas pessoas acreditam que um pouco de música de fundo pode ajudar a manter as ideias fluindo e a lâmpada das ideias acesa. Se você está  lutando contra o bloqueio criativo, pare por um momento e relaxe ouvindo suas músicas favoritas. Isso lhe dará uma chance de desligar e irá limpar sua mente por um momento.

2. Pule uma parte. Não insista em escrever algo na ordem que deve ser lido. Não tem uma lei que obrigue-o a fazer sua introdução, nota do autor e prefácio antes do meio de seu livro. Sim, eles devem aparecer antes no rascunho final, mas você pode escrevê-los quando você quiser. Se você está travado em uma parte do seu livro, blog ou ensaio, deixe essa parte por um momento e volte depois. Funcionou para o príncipe William e Kate Middleton.

3. Tire uma soneca pós-café. Escritores costumam amar copos de café; e todos sabemos que ele pode momentaneamente aumentar nosso estado de alerta. Mas você sabia que beber café e imediatamente tirar um cochilo curto pode aumentar muito a sua criatividade e acabar com o bloqueio criativo? Sim. Cientistas do Reino Unido provaram que beber café antes de iniciar um cochilo de quinze minutos pode aumentar sua produtividade.

4. Peça ajuda a alguém famoso. Ok, não literalmente. Quero dizer, procure por citações famosas relacionadas ao seu trabalho que te inspirem, e te deixem irritado ou te motivem. Se você não consegue pensar em algo para escrever em resposta a um argumento que tem certo valor emocional para você, então você pode ser uma causa perdida.

5. Mude o cenário. Se seu local de trabalho atual não está lhe dando resultados, levante da cadeira e vá para outro lugar. A biblioteca, um bar lotado, uma cafeteria, o parque… Qualquer lugar exceto o que você está agora. A mudança de cenário pode reascender sua paixão e te livrar do bloqueio, e se não o fizer, pelo menos você pode pegar algo para beber.

6. Pergunte a você mesmo: “quem se importa?”. Ao menos que você esteja escrevendo um diário pessoal que não será lido por ninguém além de você, você provavelmente tem uma audiência e essas pessoas estão esperando para ler algo vindo de você. Pergunte a você mesmo o que eles querem saber. Isso o ajudará a focar em ângulos diferentes e abordar o tópico de um ponto de vista diferente.

7. Escreva sobre outra coisa. Às vezes você pode estar preso em um mundo sem palavras porque você tem outras coisas em sua mente. Esqueça a tarefa do momento e se permita escrever sobre o que você está pensando. Isso irá ajudá-lo a descarregar suas preocupações e focar novamente. Você nunca sabe, escrever o que você está sentindo pode produzir um material inédito.

Autopublicação: por onde começar

Por bookess | Postado em Dicas | em 12-01-2015

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Writing Tools

A autopublicação vem crescendo muito no Brasil pois os autores reconhecem a oportunidade de publicar com facilidade e maior rapidez do que seria com uma editora tradicional.

Mas entra a questão: se quero autopublicar, como posso começar?

A autopublicação não é muito diferente de qualquer outro meio de publicação; ela é, sem dúvidas, uma iniciativa mais empreendedora porque o responsável pelas principais decisões é o próprio autor. Mas, da mesma forma, ela segue os mesmos passos de uma publicação tradicional.

O primeiro passo, após finalizar o seu livro, é realizar uma revisão própria nele. O que é uma revisão própria? É a revisão que o próprio autor faz em seu livro a fim de encontrar pequenos erros: gramaticais ou ortográficos, trechos que ficaram a desejar, cortar uma coisa aqui ou ali; ou seja, uma lapidação do seu original. É interessante que você compartilhe ele com outras pessoas (parentes, professores, pessoas que realmente gostem de ler) para que consiga aperfeiçoar ainda mais o seu livro. Justamente por você estar se autopublicando, você dificilmente terá um editor à sua disposição fazendo sugestões ou alterações ou cortes. Então, tudo isso é exclusivamente com você.

Após terminar de lapidar o seu livro, sugerimos contratar profissionais de serviços editoriais para que editem seu livro adequadamente nos formatos digital e impresso, fornecendo a estética de um livro profissional. Ao menos que você seja formado em letras, que trabalhe com revisão, ou que seja designer para fazer sua capa e diagramação, sugiro que você não siga a linha do faça-você-mesmo. Por mais que seja bacana você pode falar para alguém “fiz tudo sozinho no meu livro”, geralmente, esses livros são os que menos vendem (para além dos parentes e amigos). Um dos obstáculos da autopublicação é a aceitação dos leitores. Para eles, você é um autor que precisou pagar ou fazer tudo por conta própria para publicar o seu livro, o que significa que seu livro é ruim. Então, se você quer chamar a atenção dos leitores, precisa de um bom serviço editorial para o seu livro. Uma capa bonita, uma diagramação cativante e uma revisão impecável, serviços dignos de uma grande editora. Não deixe de contratar um triângulo editorial que é os serviços de capa, diagramação e revisão. Não contratar, além do mais, é um dos grandes erros da autopublicação. Justamente por o seu livro ser publicado de maneira independente, ele precisa se destacar e chamar a atenção, afinal, os leitores julgam pela capa.

Tão logo os serviços editoriais contratados estiverem prontos, você precisará publicar o seu livro. A Bookess oferece uma plataforma de autopublicação que permite a publicação do seu livro no formato digital e/ou impresso, não gerando nenhum custo a você. Basta você criar sua conta e publicar seu livro de forma simples e rápida e sem burocracia.

No entanto, antes mesmo de publicar, você precisa fazer o marketing do seu livro, ou seja, divulgá-lo. Dificilmente divulgar o seu livro no dia que lançá-lo irá gerar uma boa margem de leitores e alcance de sucesso da noite para o dia. Então, é interessante, e até mesmo aconselhável, que o marketing dele comece a ser realizado pelo menos com um mês de antecedência, para um bom planejamento e abordagem. Para os autores, a Bookess oferece os serviços editoriais e de marketing ideais para que você consiga divulgar seu livro a um público de mais de quarenta mil autores e leitores: e-mail marketing e marketing no Facebook. Outra maneira interessante de você divulgar o seu livro é realizar um Book Tour, onde você selecionará blogueiros e enviará seu livro para um deles, que irá ler, resenhar e repassar para o próximo blogueiro.

Autopublique você também. E conte conosco!

Equipe Bookess

Post original do blog Pandora Fairel.