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Conheça o serviço de criação de Página Personalizada

Por bookess | Postado em Comunicados, Novidades | em 31-03-2015

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Neste mês, a Bookess inaugura um novo serviço: o de Confecção de Página Personalizada.

O que é uma Página Personalizada?

A Página Personalizada é uma página online exclusiva e customizada, feita especialmente para um determinado tema. Na Bookess, usaremos ela a fim de divulgar parte do material do autor — no qual ele escolherá o que será exibido — de modo gratuito, em troca de recebermos dados simples como e-mail ou endereço de redes sociais, gerando assim mais visualizações para o livro que é exibido na página.

Por que e como um autor usaria uma Página Personalizada?

O autor pode usá-la para oferecer os primeiros capítulos de seu livro, arquivos especiais ou mesmo adicionais, cobrando apenas os dados do leitor (nome, empresa, e-mail, rede social, etc.) por estas informações e, dessa forma, divulgando seu livro e seu trabalho e atraindo cada vez mais leitores, além de também poder estar mais em sintonia com eles e saber quem está lendo o seu trabalho. A Página Personalizada comporta todos os formatos de arquivos digitais de até 20MB.

No caso de um romance, algumas sugestões de arquivos adicionais são: um trecho de seu livro, um conto que possa ter dado origem à história, um perfil detalhado do personagem, capítulos adicionais ou paralelos ao seu livro. Se seu livro é de poesias e contos, você pode disponibilizar uma parte do conteúdo, ou mesmo seus rascunhos e poemas novos que serão adicionados em futuras edições. Se seu livro é técnico, é interessante compartilhar relatórios de resultados de pesquisas, artigos que você escreveu no mesmo tema, ou materiais de estudo, como questionários e testes.

O que é necessário para confeccionar uma Página Personalizada?

Primeiramente, é necessário ter um livro publicado na Bookess. A Bookess solicitará que seja preenchido um formulário com todos os dados necessários, como: as informações sobre o livro, um título com uma chamada interessante, a data de veiculação, formulário para aquisição do produto oferecido na página, dentre outros. As imagens que são exibidas na página serão criadas pela Bookess, sendo aprovadas pelo autor antes da veiculação.

Como será realizada a divulgação da Página Personalizada?

Após a finalização da produção da Página Personalizada, iremos preparar um e-mail marketing para ser enviado para a lista de contatos de usuários da Bookess e também para a lista de e-mails que o cliente repassar à Bookess. O e-mail só é enviado após aprovação.

4 técnicas para melhorar a sua interpretação de texto

Por bookess | Postado em Dicas | em 27-03-2015

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Muitas vezes ao ler um texto encontramos dificuldades em compreendê-lo, não é mesmo? Isso ocorre com muitas pessoas, mas o que a maioria não sabe é que existem técnicas que ajudam muito na interpretação de texto, e é sobre isso que vamos falar aqui. Depois de dominar essas técnicas, certamente você vai ter facilidade em entender até os textos mais difíceis!

Primeiramente, é preciso entender como funciona o processo de interpretação. A Hermenêutica, a área da filosofia que estuda isso, diz que é preciso seguir três etapas para se obter uma leitura ou uma abordagem eficaz de um texto:

  • Pré-Compreensão: supõe-se que ao iniciar a leitura a pessoa já tenha conhecimentos prévios sobre o assunto ou área específica.
  • Compreensão: já tendo a pré-compreensão, o leitor vai se deparar com informações novas ou reconhecer as que já sabia. Através da pré-compreensão, a pessoa amarra a informação nova com a que ela já tem e capta a intencionalidade do texto.
  • Interpretação: é a resposta que o leitor dá ao texto depois de compreendê-lo, pois para haver a interpretação é preciso “conversar” com o texto. É formada então o que se chama “fusão de horizontes”: o do texto e o do leitor. A interpretação supõe um novo texto. Significa abertura, o crescimento e a ampliação para novos sentidos.

Depois de entendido o processo de interpretação de texto, seguem as dicas de como chegar nessas três etapas:

Leia com um dicionário próximo. Uma maneira de chegar à pré-compreensão é ler bastante, e ajuda muito ter um dicionário do lado para auxiliar no entendimento do significado das palavras. Se você se deparar com alguma palavra que não conhece, anote essa palavra juntamente com o significado num caderninho. Desta maneira seu vocabulário se tornará mais extenso.

Faça paráfrases. A paráfrase é uma explicação ou uma nova apresentação do texto, onde são seguidas as ideias do texto sem copiá-lo. Para isso é necessária a compreensão do mesmo; esse um ótimo exercício de interpretação de texto. Existem vários tipos de paráfrases, mas, para o vestibulando, recomenda-se o estudo das seguintes:

  • Paráfrase-resumo: sublinhe as ideias principais, depois identifique as palavras-chave e faça um resumo. Resumir é escrever com as suas palavras as ideias principais do texto.
  • Paráfrase-resenha: além de resumir, você deve dar suas opiniões sobre o texto e justificá-las.
  • Paráfrase-esquema: texto esquematizado em tópicos ou pequenas frases com as ideias principais do texto lido.

Leia no papel. Um estudo realizado em 2014 comprovou que pessoas que leram pequenas histórias de mistério em um Kindle, um tipo de leitor digital, foram consideravelmente piores ao elencar a ordem dos eventos do que os que leram a história em papel. Os pesquisadores explicam que isso se dá por não poderem virar as páginas ou controlar o texto fisicamente por meio de dobras, sublinhados e anotações. Isso limita a experiência sensorial e reduz a memória de longo prazo do texto, assim prejudicando a capacidade de interpretação. Por isso, sempre prefira textos impressos.

Reserve um tempo do seu dia para ler devagar. Recomenda-se separar entre 30 a 45 minutos diários para ler, mas isso deve ser feito longe de dispositivos tecnológicos, já que esses podem causar distrações. Assim, é possível fazer uma leitura linear, que é a maneira como nosso cérebro lia antes da internet, aproveitando a vantagem de detalhes sensoriais. A capacidade de ler longas sequências é perdida se não a usamos; separando esse tempo para leitura, o cérebro recupera a capacidade de realizar a leitura linear. E esse é só um dos muitos benefícios da leitura, que além de exercitar o cérebro traz conhecimento, reduz o estresse e melhora a concentração.

Lembrando que a prática leva à perfeição. Então, se você ler bastante usando essas dicas com certeza estará preparado para ler e compreender diversos textos.

Fonte: Canal do Ensino

Como você sabe que terminou de escrever seu romance?

Por bookess | Postado em Dicas | em 24-03-2015

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Quando você termina de escrever o primeiro rascunho de seu manuscrito, há uma grande chance de que ele NÃO está pronto. Na verdade, se você espera que seu livro será permanentemente uma perfeição, ele nunca estará “pronto”.

Pense em você mesmo mais como um pai que inevitavelmente verá uma criança em crescimento como um processo em andamento. Dali dez anos, depois de editar e publicar profissionalmente seu livro, você acordará no meio da noite com alguma nova ideia para o livro. “Ahhh”, você pensará, “como pude deixar isso de lado? Teria feito tanta diferença! Mas, que pena. Não há como voltar atrás agora”.

Claro, você poderia esperar dez anos para publicar seu livro, mas quem garante que depois de vinte anos você não terá a mesma experiência de “como pude deixar isso de fora”? Tem um momento em que “bom o suficiente” é bom o suficiente. Então, como você sabe que chegou neste momento?

Está terminado?

Todo autor precisa responder essa pergunta para si mesmo. Enquanto você amadurece como artista e tem uma infinidade de novas experiências, seus gostos irão mudar também, o que também significa que sua opinião sobre seu próprio trabalho também irá mudar. É bastante comum se envergonhar por um livro que você escreveu mesmo que poucos anos antes. Mas um livro, somado ao seu conteúdo, é um registro de onde você esteve em seu desenvolvimento como um autor. Para saber quão longe você viajou, você tem que fazer alguns registros (em forma de trabalhos publicados).

Então, uma boa forma de saber se você terminou de escrever o seu livro é perguntar a você mesmo: isso é algo que eu estaria orgulhoso de mostrar ao mundo AGORA? Claro, meus gostos e estilo podem mudar nos próximos anos, e eu posso achar mais coisas para melhorar ele se aguentar por mais algum tempo, mas eu não quero ser um pai superprotetor. Em algum momento tenho que deixar estes passarinhos saírem do ninho para ver se eles caem ou voam por conta própria.

Você pode conhecer esta frase, que tem sido atribuída a várias personalidades:

“Uma obra de arte nunca estará finalizada, apenas abandonada.”

Com isso em mente, aqui estão alguns critérios que você deve considerar antes de “abandonar” seu livro para um mundo de leitores:

  1. Você completou todos os pontos necessários da história que inclui em seu planejamento?
  2. Você tirou alguma parte do livro, algum diálogo ou alguma descrição que te deixa envergonhado? Nem todos os momentos em seu livro precisam ser espetaculares, mas você deveria tirar coisas embaraçosas (especialmente clichês).
  3. Você conferiu se não há problemas de continuidade ou lógica?
  4. Seus personagens tem motivações críveis?
  5. Você buscou leitores beta, grupos de escrita, workshops ou um editor de desenvolvimento para te ajudar a se livrar dos excessos desnecessários e ressaltar os pontos fortes de seu livro?
  6. O começo do seu livro parece com algo que vai convidar e instigar as pessoas a continuarem lendo?

Se você respondeu sim para todas essas questões, então você pode estar pronto para publicar seu livro.

Post original adaptado do site BookBaby

Como Expressar Pensamentos de Personagens

Por bookess | Postado em Dicas | em 13-03-2015

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Os pensamentos das personagens retumbam no papel com tamanho vigor que são capazes de envolver cada um dos seus atentos leitores. Um fluxo de pensamentos avassaladores, regurgitamento de tensas inquietações – não há segmento da narrativa que possa exprimir tamanha intensidade das personagens quanto a descrição de seus pensamentos. No entanto, sua importância é exatamente proporcional à sua dificuldade em compô-la.

Os autores precisam dominar esta arte e criar pensamentos intensos para suas personagens, pois este é um dos elementos mais poderosos para envolver seus leitores. Mas como fazer isso? E como expressar os pensamentos de uma maneira eficaz nas páginas de um livro?

Reconheça o Vigor dos Pensamentos

Jovens escritores costumam encarar os pensamentos de suas personagens como características chatas e entediantes da narrativa. Não se engane. Este tipo de conceito só lhe aponta uma direção sombria: o empobrecimento dos seus textos.

Uma narrativa interessante precisa estar alicerçada sobre o equilíbrio de bons diálogos, ações envolventes e… pensamentos intensos. Quando se constrói pensamentos assim, sob este princípio, você irá perceber que esta característica se tornará o elixir da narrativa. A personalidade de sua personagem se esparrama pelas páginas do seu livro tal como seria impossível se não existissem tais descrições.

Assim, reformule seus conceitos e aprenda a valorizar o pensamento de suas personagens. Aproveite este recurso para verter cada átomo de angústia, alegria ou fobia que as envolve. Seus leitores não querem somente saber o que suas personagens andam fazendo ou dizendo. Mas também o que elas pensam de tudo o que rodeia seu universo.

Expresse os Pensamentos Dela Com a Voz Dela

Seu estilo literário está impregnado em cada palavra, linha e parágrafos dispostos nas páginas. Até aí, excelente! Mas na hora de expressar os pensamentos de sua personagem, o que você faz? Grita com a mesma voz com que descreve os acontecimentos? Delete e reconsidere. Expressar pensamentos é o solene momento em que você precisa emudecer, e deixar a personagem falar. Tal como acontece com a construção de diálogos, você só deve escrever os pensamentos de sua personagem quando for capaz de ouvir a voz dela dentro de sua cabeça.

Como Escrever e Pontuar Pensamentos

Qual a melhor forma de escrever os pensamentos das personagens, expressando-os no tocante à pontuação?

Diversos recursos podem ser utilizados. No entanto, alguns são mais eficientes do que outros – o que não deveria surpreender.

Diferentes autores utilizam diferentes formas de expressar os pensamentos. Por exemplo, você poderá se deparar com o uso de itálico e aspas. No entanto, quanto menos formatado for seu livro, mais envolvente será a narrativa. Assim, desaconselho itálicos, sublinhados, negritos e quaisquer outros recursos em um livro para expressar pensamentos. Eles emporcalham as páginas, e tendem a distrair os leitores, arrancando-os repentinamente da narrativa.

Se estiver realizando uma narração do ponto de vista da personagem, não há necessidade de se preocupar com pontuações. Os pensamentos podem estar incorporados à narração, como no exemplo abaixo (sem o itálico, obviamente):

“Diante da visão estarrecedora, perdeu o fôlego. Como afinal foi parar naquele pardieiro?”

Note que a segunda frase incorpora o pensamento da personagem diante da situação, embora este seja expresso pelo autor.

No entanto, em uma narrativa limitada, onde o escritor precisa da expressão clara de sua personagem, uma das melhores opções seria:

“Diante da visão estarrecedora, perdeu o fôlego. Como afinal vim parar neste pardieiro, pensou.”

Não permita que pontuações e formatações distraiam seus leitores. Quanto mais aglutinado estiver os pensamentos e a narrativa mais impactante será o resultado.

Conclusão

Dominar a expressividade dos pensamentos de uma personagem é uma arte. Não deve ser encarado com despeito, uma tarefa enfadonha. Os pensamentos das personagens é o âmago de uma narrativa, independentemente de serem utilizados pontos de vista onisciente ou limitado.

Assim, faça com que seus leitores entendam cada motivação, cada elemento emocional sendo desenvolvido nas entranhas de suas personagens. Deixe que eles se justifiquem, por piores que sejam seus argumentos. Se seus leitores estiverem ansiosos por saber o que suas personagens pensam de tudo o que lhes acontece, você pode ter a certeza de que criou uma narrativa intensa e verdadeira.

Fonte: http://corrosiva.com.br/

 

O homem que ensinou um milhão de pessoas a escrever bem

Por bookess | Postado em Dicas | em 09-03-2015

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Há mais de uma década, quando eu estava procurando por livros que pudessem me ensinar a ser um escritor melhor, eu encontrei “On writing well: The Classic Guide to Writing Nonfiction“, de William Zinsser.

Eu rapidamente devorei — não, espere, risque isso — Eu li com calma e metodicamente, digerindo cada sentença do livro, destacando frases e fazendo notas nas margens, e desenhando estrelas nos cantos das páginas para me lembrar onde encontrar suas porções de sabedoria.

Sua abordagem combina elementos de aristocrata de universidade da Ivy League com o tom curto e direto de vendedor de jornais em Nova Iorque. Este tom era tudo que eu precisava no momento que eu estava editando enormes volumes de livros com linguagens de negócios e sintaxe complexa.

Claro, eu li outros livros sobre escrever livros, e escolhi várias estratégias e técnicas úteis deles.

Mas o livro de Zinsser mudou tudo para mim. Com a nova visão que ele implantou em meu cérebro, eu pude ver com mais claridade do que nunca o que havia de errado com a maneira de escrever dos livros que eu estava editando. Eu podia encontrar o problema mais facilmente em sentenças e resolvê-los aplicando as ferramentas e princípios que ele me forneceu.

A primeira edição de “On writing well” foi publicada em 1976, quando ele era um professor de escrita em Yale, um trabalho que ele aceitou depois de uma carreira bem-sucedida como jornalista e autor de diversos livros.

A capa da edição de 30 anos — lançada em 2006 — nos diz que “mais de um milhão de cópias foram vendidas”. Daí eu extrapolei que Zinsser ensinou mais de um milhão de pessoas em como se tornarem escritores melhores. E enquanto eu posso ser apenas um em um milhão, eu me sinto privilegiado de me incluir como um de seus alunos.

E aqui está o por que William Zinsser é um dos melhores treinadores de escrita de todos os tempos:

Ele vai te ensinar a escrever bem. Se você seguir seus conselhos, e praticar, você vai aprender a escrever melhor (ou, pelo menos, melhor do que você escreve agora).

Ele é um artesão da mais alta classe. Ele se importa muito com a mecânica de escrever bem, e é tão rigoroso quanto qualquer professor de escrita deve ser. Mas ele também presta atenção igualmente ao estilo e voz, e fala sobre o valor de fazer a prosa cantar.

Parafraseando George Bernard Shaw, Zinsser não consegue apenas fazer, ele também consegue ensinar. Eu, junto com outros mais de um milhão, nos beneficiamos de seu presente por ter tomado um tópico complexo e fracionado-o, tornando-o não só inteligível como também prazeroso.

Ele nunca desiste. William Zinsser tem 92 anos de idade e mesmo sofrendo com a degeneração de sua visão por conta de um glaucoma, ele continua ensinando as pessoas a escrever bem. Isso é inspirador.

O segredo de escrever bem é resumir cada frase em seus componentes mais limpos. Toda palavra que não tem função, cada palavra longa que poderia ser uma palavra curta, cada advérbio que carrega o mesmo significado que já está no verbo… Estes são mil e um adulterantes que enfraquecem a força da frase.

Por Glenn Leibowitz

Encontre a melhor forma de divulgar o seu livro

Por bookess | Postado em Dicas | em 06-03-2015

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A maior dificuldade de um autor depois que ele publica o seu livro é a de divulgá-lo bem para conseguir vendê-lo. Porém, existem diversas formas de divulgar o seu livro e a questão é saber qual delas são mais eficientes.
Assim, a Bookess reuniu alguns posts sobre divulgação e métodos que podem te ajudar a aumentar a venda de seus livros. Confira!

Equipe Bookess.