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Divulgar seu livro é fundamental

Por bookess | Postado em Comunicados, Dicas, Novidades | em 23-04-2015

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Sabe aquele ditado de que “propaganda é a alma do negócio”? E é mesmo. Especialmente para o modelo de autopublicação, é essencial trabalhar na divulgação de seu livro para que mais pessoas conheçam e, assim, alavanquem suas vendas.

Pensando nessa necessidade, e acatando o pedido de alguns dos autores que fazem parte de nossa editora, ampliamos nossas opções de serviços de divulgação para o marketing digital e incluímos também opções de marketing impresso!

Conheça os serviços de Marketing que a Bookess oferece:

Pacote de Lançamento

Este pacote foi pensado e criado cuidadosamente para facilitar a vida dos autores que desejam realizar um lançamento presencial de seu livro. Ele inclui capas para mídias sociais (Facebook, Twitter e Google+), uma tiragem de 250 flyers e 100 marcadores de página, envio de um e-mail marketing divulgando o livro e seu lançamento, uma página personalizada com prévia do livro, criação do evento de lançamento no Facebook, postagem na página da Bookess e postagem neste blog sobre o livro e com entrevista com o autor.

Pacote de Divulgação Online

Focado em marketing digital, este pacote oferece ao autor a oportunidade de se destacar ainda mais, com um anúncio veiculado no Facebook, envio de e-mail marketing, criação de página personalizada e capas para mídias sociais (Facebook, Twitter, Google+) e postagem sobre o livro em nosso blog.

Capas de Mídias Sociais

As capas das mídias sociais são imagens que ficam em destaque no topo das páginas. Você pode aproveitar este espaço para divulgar seus livros e sua carreira de escritor. Oferecemos capas criadas nas medidas para as três mais populares mídias sociais: Facebook, Twitter e Google+.

Marketing para Facebook

A Bookess cria e gerencia a campanha de marketing do seu livro no Facebook aplicando 80% do valor contratado. Ao final da campanha, enviamos um relatório de acompanhamento, caso o autor deseje, para que possa entender como o investimento está sendo realizado. O serviço inclui, além do anúncio, uma postagem na página da Bookess no Facebook.

E-mail Marketing

O e-mail marketing é uma divulgação do livro por e-mail, com um layout adaptado para cada livro. O e-mail é enviado para nossa base de contatos e para os e-mails definidos pelo autor.

Marca Página

Além de ser um meio de divulgar seu livro e atrair novos leitores, o marca página pode servir como presente para seus atuais leitores.

Flyer

Você receberá uma tiragem de 250 flyers, em tamanho 10×15. Você pode distribuí-los em eventos, lojas, ou para amigos. Aproveite para falar um pouco mais sobre o seu livro e fazer com que as pessoas queiram lê-lo. Assim, você conseguirá uma aproximação maior com o leitor.

Que tal aproveitar os novos serviços ainda hoje? Clique aqui para contratar!

8 dicas para escrever diálogos melhores

Por bookess | Postado em Dicas | em 17-04-2015

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Diálogos bem escritos fazem toda a diferença. Apesar de muitas histórias serem contadas principalmente por meio da narração, quando há diálogo os personagem tornam-se mais reais, já que é possível observá-los agindo e falando, o que diz muito sobre uma pessoa. Além disso, o diálogo dá agilidade à narrativa, ajuda a construir a tensão necessária à trama e revela muito das características de cada personagem. Mas escrever bons diálogos é uma questão de paciência e técnica, por isso hoje vou mostrar oito dias para escrever diálogos melhores, que irão fortalecer a sua história.

Relacione o diálogo à cena. Não basta inserir diálogos na história. É preciso que eles estejam fundamentados em alguma cena, tenham relação com o ambiente, o cenário ao seu redor. Faz muita diferença se um casal está conversando numa lanchonete, em uma boate ou dentro de uma igreja. Não é preciso que a cada fala haja uma linha narrativa, mas nada de deixar a conversa solta no ar.

Não abuse dos dialetos e expressões. É comum utilizar dialetos para dar personalidade a um personagem, especialmente se ele vem de uma região ou cultura diferente. Mas é preciso evitar a tentação de abusar desse recurso sob a pena de tornar o texto difícil de ler. Uma palavra ou expressão de vez em quando é suficiente para que o leitor entenda qual a sua ideia. Essa dica também serve para apresentar personagens com baixo nível educacional e pouco domínio da língua.

Evite que um único personagem fale demais. Em diálogos reais, não é comum que alguém fique falando muito tempo sem interrupção, a menos que seja alguma situação específica, como uma palestra ou apresentação. Por isso, não coloque seu personagem falando ininterruptamente, isso cansa o leitor. Interrompa o fluxo com perguntas de outros personagens, que podem estar pedindo alguma explicação. Caso seja necessário mostrar que o personagem falou por muito tempo, apresente o início e o final e intercale com passagens narrativas.

Caracterize cada personagem com uma voz distinta. Pessoas falam de formas diferentes. Coloque isso em seus personagens para diferenciar os diálogos. Por exemplo: um adolescente de 13 anos se expressa diferentemente de um senhor de 70. Algumas pessoas falam muito, outras, pouco. Diferentes regiões impingem diferentes formas de falar e pode ser que algum de seus personagens tenha algum vício de linguagem, como repetir sempre alguma expressão.

Aprenda a utilizar os silêncios. Um silêncio bem utilizado é um ótimo recurso narrativo. Há situações em que o que NÃO é dito tem mais poder do que o que É dito. Quando um personagem fica sem palavras, se recusa a responder ou mesmo a conversar com alguém, o leitor imediatamente percebe que há alguma situação estranha entre eles. Isso sem que haja necessidade de explicações ou descrições.

Não é necessário reproduzir todas as etapas do diálogo, como os “olás” e os “até logo”. Diálogos devem soar o mais reais possíveis, mas isso não significa que você precisa reproduzir todas as partes de uma conversa. Os “olás” e outras expressões convencionais, que não acrescentam em nada à trama, podem (e devem) ser eliminados. Isso dará mais ritmo ao diálogo.

Coloque seus personagens discordando ou sendo contrariados. Se durante os diálogos seus personagens ficarem concordando entre si, além de não acrescentar nada à história ainda torna a cena chata para o leitor. Os diálogos devem mover a trama para frente, e isso é propiciado pelas contraposições que existem nas pessoas reais. Reproduza-as em sua narrativa.

Ouça as pessoas ao seu redor para saber como elas falam. Quer tornar os seus personagens os mais realísticos possíveis? Então observe como as pessoas interagem na vida real. Quando sair, deixe os fones de ouvido em casa e preste atenção às pessoas conversando ao seu redor. Como os diálogos acontecem? É muito mais comum observarmos as pessoas interrompendo uma as outras do que esperando que acabe para a outra começar a falar.

Exercício: que tal colocar em prática as oito dicas acima? Então escreva uma cena de aproximadamente três páginas apenas com diálogos. Por meio das falas você deve apresentar o cenário, a situação e os próprios personagens. Por exemplo: um homem e uma mulher conversando em um restaurante; o objetivo da mulher é dispensar o homem, mas ele não quer de jeito nenhum terminar o relacionamento.

Fonte: Ronize Aline

Você sabe escrever para jovens?

Por bookess | Postado em Dicas | em 09-04-2015

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Em sua essência, livros juvenis são para e sobre adolescentes e pré-adolescentes, geralmente entre 12 e 18 anos. Entretanto, mais da metade dos livros juvenis vendidos são comprados por maiores de 18 anos.

Muitos autores de sucesso dizem que não há segredo em escrever para adolescentes. Um bom texto é um bom texto; personagens críveis e histórias interessantes são cruciais, independente de quem seja seu público. Mas alguns autores de livros juvenis também dirão que tem algo particularmente satisfatório em escrever para adolescentes: eles frequentemente respondem com mais intensidade que os adultos às histórias com as quais se identificam.

A seguir uma lista das oito melhores dicas dos especialistas deste ramo:

Pense como um adolescente

Rainbow Rowell nunca teve como objetivo escrever para adolescentes. Seu primeiro livro, Anexos, foi para e sobre adultos e, apesar de Eleanor & Park ser uma história de adolescentes, sua abordagem foi a mesma. Apenas após o romance ser concluído foi que ela descobriu que seria um livro de literatura juvenil.

O que claramente torna Eleanor & Park um livro juvenil não é que os personagens principais são adolescentes. É que o romance via o mundo pelos olhos dos adolescentes. O narrador não está observando nada que os personagens também não estão. É a mesma qualidade (a falta de distanciamento da narrativa) que levou muitos escritores a colocarem O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger no gênero juvenil.

Veronica Roth, autora de Divergente, menciona que sempre que seus personagens tomam uma decisão muito adulta, sem ter aprendido sobre isso, ela volta para ter certeza que está permitindo que seus personagens errem, como deveriam fazer nessa idade. Quando a perspectiva adulta invade a literatura juvenil, os leitores perceberão.

Encontre a “verdade emocional” da experiência adolescente

O romance hilário e triste de John Green, A Culpa É das Estrelas, não é uma história distópica pós-apocalíptica como Divergente ou Jogos Vorazes, mas as vidas de seus protagonistas dificilmente são iguais a de seus leitores, que provavelmente não têm câncer e não viajam a Amsterdã para encontrar autores reclusos. Ainda assim o livro foi um bestseller por 46 semanas.

Mas eles não precisam se identificar completamente. A característica principal é a verdade emocional, diz David Levithan. “Mesmo que não sejam os mesmos que os personagens, eles estão lindado com coisas — problemas com o que eles são, o que deveriam ser, o que deveriam ou não fazer — que todos nós ligamos, cada um a uma maneira. Em Jogos Vorazes, mesmo que nunca estejamos no lugar de Katniss, as decisões que ela toma fazem sentido emocional para nós — mesmo quando ela toma as erradas”.

Uma boa referência de cultura pop ajuda bastante

Uma razão pela qual A Culpa É das Estrelas é familiar para jovens é o fato de que Hazel, como tantos outros, é fã de America’s Next Top Model. E essa referência nos ajuda a entender Hazel como uma adolescente.

E seu personagem pode se interessar pela cultura pop e outras coisas mais complexas. “Adolescentes não fazem distinção entre cultura boa e ruim como nós adultos fazemos”, diz John Green.

Rowell diz que tenta escolher coisas que as pessoas ainda reconhecerão em cinco anos. Com a velocidade que as coisas mudam, alguns assuntos não tão populares hoje podem morrer completamente quando seu livro for publicado.

Consiga opiniões de adolescentes reais

Jodi Picoult escreveu quase duas dúzias de livros, muitos que se concentram em adolescentes memoráveis como protagonistas. Mas foi no ano passado que ela escreveu um livro especificamente para jovens, uma coautoria com sua filha adolescente, Samanta van Leer.

Não há necessidade de convidar um adolescente para uma coautoria, mas conversar com adolescentes e ouvir suas opiniões pode ser de grande valia para sua história.

Use gírias ao seu próprio risco

Quanto mais os autores tentam capturar exatamente a fala dos adolescentes, mais arriscam alienar e distrair seus leitores.

O problema é que seu livro durará mais do que a vida útil do conjunto de linguagem adolescente, que muda geralmente a cada quatro anos. Então, além de parecer defasado, vai parecer que você está se esforçando demais.

Não pare

Quando o autor da série Arrepios perguntou porque tantos adultos liam seus livros, mesmo quando voltados ao público juvenil, a resposta que recebeu foi de que era pela maneira que a história se desenrolava.

Muitas vezes autores de livros juvenis são livres para guiar suas histórias em vez de construir sentenças bem elaboradas para impressionar seus leitores com suas habilidades.

Embora muitos assumam que a literatura juvenil seja escrita de forma simples pela dificuldade de compreensão do público quando, na verdade, a simplicidade e imediatismo deste estilo simples ajudam os escritores a desenvolverem a voz de seus personagens.

Literatura juvenil pode ser sombria

Enquanto muitos acreditam que, ao escrever para jovens, os livros devem se manter em um contexto feliz, quase que como contos de fadas, outros tantos abordam assuntos como morte, drogas ou estupros. Temos como exemplo o livro Os Treze Porquês, de Jay Asher, sobre uma adolescente que se suicida e envia fitas para seus colegas explicando seus motivos.

O que deve mudar é o modo de apresentar os assuntos, que depende da idade que o autor pretende alcançar.

Encontre o “grão da esperança”

Nem todo livro tem um “felizes para sempre”, alguns livros sequer respondem as perguntas levantadas durante a narrativa. Mas quase sempre há um ponto de otimismo em literatura juvenil; um amadurecimento ou desenvolvimento com o qual o leitor pode se identificar, ou o “grão da esperança”.

Incluir a perspectiva de que há um motivo para acordar no dia seguinte não é o mesmo que um sermão sobre otimismo, é apenas parte de uma história autêntica. Os problemas aparecem, você atinge o fundo do poço, mas então você luta contra isso e supera, você encontra uma maneira de sobreviver. A literatura juvenil reflete isso.

5 dicas para você escrever melhor

Por bookess | Postado em Dicas | em 03-04-2015

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Embora muitas pessoas acreditem que escrever seja um dom, a prática também pode ser muito útil em alguns casos. Para escrever bem, não é preciso muito. Basta ter uma boa ideia e seguir práticas simples. Não acredita? Confira as dicas:

Ninguém quer ler porcarias. É claro que o conceito de “porcarias” é bastante subjetivo, mas se você mesmo considera um assunto desnecessário, por que falar dele? Procure assuntos que despertem interesse — não só para você, mas também para o seu público. Quanto mais você se interessa sobre o que vai dizer, melhor poderá falar sobre. Portanto, antes de iniciar um texto, pense: será que alguém está interessado em saber disso?

Antes de ser esperto, seja claro. Um texto cheio de estilo não serve para nada se as pessoas não conseguem entender o que você está dizendo. Preocupe-se, primeiro, em fazer com que os seus leitores entendam perfeitamente o conteúdo do texto, para, só então, pensar em adicionar palavras difíceis e afins.

Conte histórias, não estatísticas. Embora os dados sejam fundamentais para validar a veracidade do seu texto, as pessoas se interessam muito mais por histórias. Experiências que você — ou alguém que você conhece — viveu contam muito mais do que um aglomerado de números no meio da página. O que você precisa fazer, então, é dar um jeito de inserir as estatísticas dentro da história. Isso não é difícil, basta encontrar o gancho certo para trazer determinada informação à tona.

Leve em conta sua audiência. Você não deve ser hipócrita a ponto de omitir as próprias opiniões para agradar a sua audiência: lembre-se de que alguém há de concordar com você. Contudo, você também não precisa bancar o “do contra” e se opor a qualquer afirmação que vem sendo feita. Antes de começar o seu texto, pense em como os seus leitores vão receber aquela informação. Você não precisa dizer exatamente o que eles querem ouvir, mas pode abordar os assuntos que mais geram interesse neles. Essa é uma boa saída para ser honesto e, ainda assim, agradar.

A escolha de palavras importa. Assim como o estilo, a escolha de palavras não ajuda em nada se o texto não tiver conteúdo. Lembre-se de que talvez as pessoas não tenham o mesmo conhecimento de vocabulário que você possui. Por que encher um texto de termos grandes e complicados se você pode simplificar a vida de quem está lendo? Prefira sempre a saída mais simples, isso não é sinônimo de texto pobre, não se preocupe.

Fonte: Universia Brasil