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Autores com Selo Boa Escolha ganham divulgação gratuita!

Por bookess | Postado em Comunicados, Novidades | em 28-05-2015

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Sabemos que uma das coisas mais importantes para o autor da Bookess é a divulgação de seu livro. E foi pensando nisso que resolvemos ampliar novamente nossos serviços, incluindo desta vez o serviço de postagem no Facebook da Bookess, sendo um serviço gratuito e exclusivo para os autores que têm o Selo Boa Escolha em pelo menos um de seus livros.

Modelo

Modelo da Postagem para Facebook

Como funciona?

É realizada uma postagem em formato de imagem 600x600px, estilizada pela Bookess, no Facebook da Editora com a capa do livro, o título e uma chamada para compra ou leitura do livro. A postagem será organizada por ordem de serviço, e teremos um (1) livro divulgado por semana.

Para ganhar essa divulgação gratuita, basta você estar logado na sua conta da Bookess, clicar na aba de “Serviços” e selecionar o serviço de Postagem Gratuita no Facebook. Você receberá em seu e-mail um formulário de serviço no qual você deve preencher as informações necessárias para que possamos realizar a imagem para postagem. A postagem será agendada para a data mais próxima e informada para o autor, para que o mesmo possa ficar de olho e compartilhar com seus leitores!

Lembramos que este serviço apenas é válido para livros que têm o Selo Boa Escolha.

Julgando um livro pela capa: o que a mídia quer ver na capa de um livro?

Por bookess | Postado em Dicas | em 26-05-2015

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Uma checklist para as capas de seu livro

Todos os dias autores buscam uma forma de divulgar seus livros, fazê-los chegar a grandes canais da mídia tradicional ou digital. Para decidir se o livro tem chance de prender a atenção da mídia de uma maneira positiva, além do conteúdo do livro, também são analisados alguns fatores na capa do livro.

A capa, contracapa, título, subtítulo, foto do autor e todos os elementos precisam ser executados profissionalmente. Em alguns casos vemos que estes detalhes são deixados de lado, então vamos tentar ajudá-lo a entender o que a mídia procura na capa de um livro.

1. A capa foi feita por um profissional?

Contrate um designer gráfico especializado em criar capas de livros (não um filho de um conhecido que aprendeu a mexer no Photoshop). Criar uma capa é um combinado de arte e decisões projetuais que envolvem conhecimento de tendências, manipulação de imagens, composição de elementos, escolha de cores, escolha de tipografia. Além de um conhecimento indispensável em métodos e requisitos de impressão ou de apresentação, no caso de livros digitais.

A capa dita o tom do livro. Procure um profissional que trabalhará para representar criativamente o livro. Lembre-se de se certificar que sua capa funciona mesmo em tamanhos reduzidos, que é como ela aparecerá na maior parte dos sites.

De um ponto de vista publicitário, se uma capa de livro é de baixa qualidade, o público provavelmente ignorará o livro, mesmo que seja muito bem escrito por um autor famoso.

2. O título reflete a essência do livro?

Escolher o título é uma combinação de criatividade e pesquisa de mercado.

Criativamente, o título diferencia o livro? Isso é especialmente importante para trabalhos não-ficcionais, em que é essencial descrever o conteúdo do livro imediatamente. Livros de ficção permitem um pouco mais de liberdade. O título deixa claro o tom e gênero do livro para seu público-alvo? Por exemplo, é possível identificar se o livro é sério, de humor, autoajuda, infantil ou um mistério policial?

Do ponto de vista de pesquisa de mercado, busque por livros similares. O que faz deste livro diferente? Essa diferença está evidente no título? Que palavras são utilizadas para buscar livros similares? Talvez você possa utilizar essas palavras no título ou subtítulo. O livro faz parte de uma série? Então talvez você devesse criar uma marca para a série. Títulos vagos, compridos ou confusos apenas confundirão seu público.

De uma perspectiva publicitária, quando livros são apresentados para produtores, editores ou mesmo críticos, existem apenas alguns segundos para o livro e seu título chamarem a atenção.

3. Um livro de não-ficção tem subtítulo?

Não ter um subtítulo em um livro de não-ficção é um enorme erro. O subtítulo ajudará o leitor a entender sobre o que é e porque a informação do livro é importante. E construir um bom subtítulo leva algum tempo.

De uma perspectiva publicitária, profissionais de mídia precisam entender rapidamente sobre o que é seu livro e os problemas que ele pode resolver.

4. A contracapa fornece um bom resumo do livro, biografia do autor e comentários?

Alguns livros não têm informação alguma na contracapa. Isso é um erro enorme. Mesmo que o livro seja vendido online. Se a contracapa está em branco, todos saberão que o livro não foi publicado profissionalmente.

Uma contracapa deve resumir o livro, e outro erro que vemos frequentemente são sinopses que falam demais sobre o livro. A meta é fazer com que as pessoas queiram ler seu livro.

Para livros técnicos, a informação profissional do autor é essencial. Assim como com o restante do livro, contrate um editor profissional para ajudar com o texto. Se você quer utilizar uma fotografia, tenha certeza que está em alta resolução, e que é uma imagem profissional que se encaixe com o tom e gênero do livro.

Se você tem comentários de pessoas renomadas na área ou de pessoas com outros títulos importantes e relevantes, considere adicionar estas informações na capa ou contracapa.

Nota final:

Na busca de inspiração para capas é sempre válido visitar livrarias e também procurar em livrarias online. Como seu livro se parece, quando comparado com os concorrentes? O tamanho, forma, cores, tons, texto e imagens definem firme e rapidamente seu livro para seu público-alvo?

Essa informação é apenas o início de um processo de marketing e design para criar o exterior de um livro. Com o crescente volume de informação, a capa é o primeiro passo para criar interesse em seu livro.

Fonte: Traduzido e livremente adaptado de BookBaby.

Encontrando tempo para escrever e criar

Por bookess | Postado em Dicas | em 15-05-2015

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Eu sei como é, encontrar uma brecha de tempo para tentar escrever um pouco… É tão difícil!

Não, na verdade não entendo isso. Você tem bastante tempo para escrever. Bastante! Tudo bem, espere um pouco. Você está um pouco bravo comigo por não lhe entender completamente, mas aguente um pouco, vou explicar.

Uma semana tem 168 horas, e eu poderia apostar que muitos de nós desperdiçamos muito mais tempo do que imaginamos. Gestão de tempo se resume a encontrar suas prioridades. Se algo é importante para você, você encontrará tempo pra isso. Então você tem que tomar uma decisão: Escrever é ou não uma prioridade? Se é, você encontrará tempo.

Eu já posso ouvir os protestos: “Mas você não sabe quão ocupado eu sou!”. Sim, eu sei. Eu entendo. Nós vivemos num universo caótico que nos faz pular de um lugar ao outro, de uma atividade a outra. Nós somos ocupados. Mas confie em mim: Se você está realmente disposto a examinar sua vida e como você está usando essas 168 horas na semana, você descobrirá que pode fazer algumas mudanças que abrirão um novo mundo de possibilidades para você.

Você poderia, digamos, sacrificar um pouco do tempo que passa atualizando o feed de notícias do Facebook e encaixar 20 a 30 minutos ininterruptos de escrita? Eu sei que você poderia.

Você poderia acordar 30 minutos mais cedo? Um adulto geralmente precisa de menos sono do que você pensa.

Depois que seus filhos vão dormir, você dedica tempo a assistir qualquer coisa na televisão? Talvez possa encontrar um pouco de tempo ali.

Onde eu quero chegar? Eu nunca conheci ninguém que não tivesse nenhuma maneira de encaixar tempo para escrever (ou trabalhar no que quer que fosse). Isso pode envolver algumas mudanças que serão desconfortáveis no começo, mas profissionais trabalham mesmo quando eles não querem, enquanto amadores encontram uma desculpa.

E aí está a chave. Arrisco dizer que encontrar o tempo não é o problema, é a desculpa que oculta o real motivo pelo qual você não quer fazê-lo: Medo.
Ainda assim, algumas dicas sobre gestão de tempo nunca é demais.

ESCREVA TODO DIA! Ou não.

Eu não acho que você precise escrever todo dia. Sacrilégio?

O importante é que você escreva. Se tentar escrever todo dia significa que você fica tão frustrado pelo horário e logística que um dia você escreveu só 43 palavras e todas foram tão ruins que você queria se atirar da janela, então é melhor se afastar um pouco e escolher uma rotina que se encaixe com seu dia a dia. Talvez três vezes por semana, ou apenas uma. O mais importante é que você decida quando e onde você vai escrever e que você o faça.

Escrever precisa se tornar um hábito. Se para você isso significa uma vez por semana, tudo bem, mas quando chegar o dia de escrever, não crie desculpas, sente e escreva.

“Mas então como sei que é pouco?” Essa é uma escolha pessoal. Depende de sua meta, de em que ponto você está na sua carreira de escritor e de seus outros compromissos. Se você espera um dia viver de sua escrita, então você provavelmente vai ter que se aproximar da rotina diária. Eu escrevo por três (às vezes quatro) horas por dia, quatro dias na semana. Essa é a rotina que funciona para mim. Escolha uma que funciona para você agora e mantenha-se nela.

E aqui vai um grande segredo: você pode sempre mudar sua rotina. Eu imagino que quando se tornar um hábito, você vai querer adicionar mais tempo para escrever. Mas se a rotina que escolheu para começar não está funcionando, você sempre pode ajustá-la para menos tempo também.

 

RESERVANDO TEMPO PARA ESCREVER, MESMO?

Vocês, artistas, podem ter um problema existencial com horários. “Isso mata minha arte! Eu tenho que esperar a inspiração!”.

Quero apresentar dois pontos:

O primeiro ponto é que o profissional não espera (e geralmente não pode esperar) a inspiração chegar para começar a trabalhar. Ele começa a trabalhar e espera que a inspiração apareça. E ela aparecerá.

Mas eu te entendo, artista. Você precisa de um pouco mais de liberdade. Está tudo bem, você pode ter. Mas você não pode abrir mão do compromisso.

E o segundo ponto: Em vez de encarar como “eu vou escrever a cada três dias às 9 da manhã”, sua meta pode ser um pouco mais maleável. Diga a si mesmo que ao final da semana você terá mais 500 palavras em seu livro. Ou talvez 5 novas páginas em seu roteiro. Sem menção de horário, apenas uma meta e uma margem de tempo para atingí-la.

A chave para trabalhar assim é fazer metas inteligentes. Elas têm de ser específicas para um projeto, mensuráveis, realistas e com limite de tempo.

É realmente importante estabelecer uma meta realista. Isso anda lado a lado com a ideia de escrever todo dia e depois se sentir mal porque não pode fazê-lo no momento. Não seja muito mole consigo mesmo, mas não crie metas impossíveis como finalizar um livro em um mês, quando você não terminou nem o primeiro capítulo em 20 dias. Você não está numa corrida, e não deve se comparar com ninguém exceto você mesmo.

Metas pequenas e curtas são melhores. Então nada de “vou terminar meu livro em seis meses”. Isso é completamente possível, mas sem checkpoints para comemorar no caminho, você está se arriscando a perder o foco e o compromisso. Se você não vai trabalhar com uma rotina, ataque seus projetos em pedaços mensuráveis.

E agora, o que você está esperando? Aposto que você tem um pouco de tempo agora mesmo para escrever. Vá!

Fonte: Justin McLachlan

De autores para autores: dicas para escrever ficção

Por bookess | Postado em Dicas | em 08-05-2015

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Só isso de dicas? Isso deve ser bem fácil de seguir. Vou ter uma obra de arte escrita até o fim do mês!

Ou não.

O problema aqui é que cada autor tem dicas diferentes. Escrever é um processo de descoberta e você precisará encontrar suas próprias dicas e regras enquanto você escreve. Então, provavelmente, você vai querer quebrar suas regras assim que elas se solidificarem.

O jornal The Guardian perguntou a um grupo de autores notáveis quais são suas melhores dicas para escrever ficção. Separamos algumas dicas abaixo:

Elmore Leonard

Usar advérbios é um pecado mortal. Nunca comece um livro com a descrição do tempo. Se é apenas para criar uma atmosfera, e não uma reação do personagem ao tempo, você não quer se estender tanto.

Nunca use outro verbo que não “disse” para apresentar um diálogo.

Minha regra mais importante resume todas as 10: se soa como escrita, e não como fala, eu reescrevo.

Diana Athill

Corte: apenas limpando todas as palavras dispensáveis, as palavras necessárias podem se manifestar completamente.

Margaret Atwood

Você nunca pode ler seu próprio livro com a ansiedade inocente que vem com a primeira página de um novo livro, porque você escreveu aquilo. Você esteve nos bastidores. Então peça a um amigo ou dois que deem uma lida antes de enviar a alguma editora.

Roddy Doyle

Seja gentil com você mesmo. Encha as páginas o mais rápido que puder: espaço duplo ou mesmo letra maior. Cada página nova é um pequeno triunfo…

…Até você chegar na página 50. Aí se acalme e comece a se preocupar com a qualidade. O nervosismo faz parte do trabalho.

Tenha um dicionário de sinônimos, mas o mantenha longe de você, em algum lugar que você tenha trabalho de pegá-lo. Provavelmente as palavras que vierem à sua cabeça serão boas o suficiente.

Mude de ideia. Boas ideias frequentemente são repreendidas por melhores ideias.

Helen Dunmore

Encerre a escrita de um dia quando você ainda quer continuar.

Geoff Dyer

Mantenha um diário. O maior arrependimento da minha vida é que eu nunca mantive um diário.

Tenha arrependimentos. Eles são combustível que se traduzem em desejo nas páginas.

Escreva todo dia. Torne escrever suas observações um hábito e logo isso se transformará em instinto. Essa é a regra mais importante e, naturalmente, e não a sigo.

Anne Enright

Apenas escritores ruins pensam que seu trabalho é muito bom.

Descrições são difíceis. Lembre-se que toda descrição é uma opinião sobre o mundo. Ache um lugar para se colocar.

Imagine que você está morrendo. Se você tivesse uma doença terminal, você terminaria este livro? Por que não? O que incomoda essa pessoa com apenas 10 semanas de vida é o que está errado em seu livro. Então mude isso. Pare de discutir com você mesmo e mude. Viu? Fácil. E ninguém teve que morrer.

Richard Ford

Não leia suas resenhas.

Não beba e escreva ao mesmo tempo.

Jonathan Franzen

Escreva em terceira pessoa, a menos que uma voz de primeira pessoa se destaque irresistivelmente.

Verbos interessantes raramente são interessantes.

Esther Freud

Corte as metáforas. Em meu primeiro livro eu prometi à mim mesmo que não usaria nenhuma e escorreguei em um pôr-do-sol no capítulo 11. Eu ainda me envergonho quando leio.

Não espere por inspiração. Disciplina é a chave.

Confie em seu leitor. Nem tudo precisa ser explicado. Se você realmente sabe de algo, e dá vida a isso, eles também saberão.

Joyce Carol Oates

Não tente antecipar um “leitor ideal”. Pode haver um, mas ele ou ela está lendo outra pessoa.

Tenha em mente Oscar Wilde: “Um pouco de sinceridade é perigoso, e uma grande quantidade é absolutamente fatal”.

Mantenha um coração leve e esperançoso, mas espere pelo pior.

Zadie Smith

Não romantize sua “vocação”. Ou você consegue escrever boas frases, ou não consegue. Não há “vida de escritor”. O que importa é o que você deixa na página.

Espere um pouco entre escrever e editar.

Colm Tóibín

Termine tudo o que você começar.

Se você tem que ler para se manter animado, leia biografias de autores que ficaram loucos.

Fonte: The Guardian