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Incentivo à leitura ajuda no desempenho escolar

“Um dos momentos inesquecíveis da vida de qualquer criança é quando, pela primeira vez, ela junta uma letrinha, mais outra, e mais várias delas e começa a… ler! É uma conquista tão importante que será usufruída pelo resto de sua vida e abrirá, a cada dia, uma nova janela para o mundo”...

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Coleção Notas & Moedas do Mundo

Por bookess | Postado em Sem categoria | em 28-08-2015

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Chancelada pela National Geographic, a coleção Notas & Moedas do Mundo oferece uma viagem fascinante e divertida por meio da moeda, explorando a história e o desenvolvimento de cada país. Uma coleção única, de grande valor, que seduzirá crianças, jovens e adultos de todas as idades. A coleção é dividida em três pacotes, cada um com 17 edições e cada edição traz, além do fascículo, uma nota ou 3 moedas. Nos fascículos é contada a história do dinheiro no mundo, desde os primórdios das antigas civilizações até os dias de hoje, bem como são apresentadas as histórias específicas de cada moeda entregue na edição.

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Coleção Notas & Moedas do Mundo

Pack 1

Camboja, Zâmbia, Polônia, Índia, Brasil, Tanzânia, Afeganistão, Espanha, Iraque, Canadá, Moçambique, México, Grã-Bretanha, Uganda, Laos e Haiti.

 

 

 

 

 

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Coleção Notas & Moedas do Mundo

Pack 2

Egito, Turquia, Peru, Itália, Japão, Ilhas Cook, Romênia, Paraguai, Rússia, Israel, Vietnã, Portugal, Suriname, Hungria, China, Gâmbia e Bielorussia.

 

 

 

 

 

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Coleção Notas & Moedas do Mundo

Pack 3

Islândia, Nepal, Chile, Nicarágua, R.D. do Congo, Argentina, Estônia, Croácia, Grécia, Indonésia, Jamaica, Myamar, Coréia do Norte, Bangladesh, Áustria, Bósnia-Herzegovina e Armênia.

Entrevista com a autora Julia Donovan

Por bookess | Postado em Sem categoria | em 18-08-2015

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Entrevistamos uma das nossas autoras, Julia Donovan, com seu lançamento Reino de Sangue na Bookess. Confira!

1. Quem é Julia Donovan?

Eu diria que é o meu lado escritor, já que nós somos todos multifacetados, e cada faceta de cada um aparece dependendo do que o indivíduo quer mostrar ao mundo em cada ocasião da sua vida. Então este meu lado escritor é onde eu realmente posso demonstrar o que eu estou sentindo e pensando no momento em que eu estou escrevendo. Julia Donovan é a face e o nome para esta minha faceta na qual eu me permito discutir e expor a natureza humana do jeito como eu a conheço, com todas as suas complexidades, emoções e comportamentos únicos.

2. Quando foi que você decidiu que queria ser escritora? Como que isso começou?

Pode parecer clichê, mas eu comecei escrevendo fanfics de Harry Potter. Lá estava eu, com 12, 13 anos, lendo aqueles livros incríveis e eu pensei: eu também tenho uma história para contar, eu também posso fazer isso. Então eu comecei a escrever fanfics (e existem muitas por aí que têm realmente uma qualidade excepcional), e nelas eu descobri que este é um modo de lidar com o que eu sentia, e ainda sinto. Algum tempo depois eu passei a escrever histórias originais, geralmente no campo da fantasia, mas com um pé na realidade, e aí eu realmente descobri o meu nicho, o que eu queria fazer para conseguir lidar com as minhas impressões sobre o cotidiano e o comportamento humano.

3. Você tem algum hábito de escritor?

Não sei se é realmente um hábito de escritor, mas eu só consigo escrever quando eu estou sentada na minha cama e que não tenha nada que esteja atrapalhando a minha concentração. Uma boa xícara de café ou chá ante de começar a escrever também é algo necessário para mim nestes momentos.

4. De onde surgiu a ideia para escrever Reino de Sangue?

O livro todo é uma alegoria sobre relacionamentos familiares, responsabilidade e sobre a incerteza na hora de realmente assumir estas responsabilidades, e o que é realmente o autoconhecimento. O que acontece quando alguém tem um dever a cumprir, mas não quer fazer isso? Eu diria que a ideia surgiu a partir desta premissa, mas também com o lado de fantasia. Daí que vem o fator vampiro, que eu quis também desconstruir, já que na época em que escrevi o livro os vampiros não tinha uma imagem muito adequada na mídia. Além disso, queria mostrar também personagens femininas diferentes das que são mostradas nos livros de fantasia atualmente, que não têm suas existências baseadas apenas na busca do amor romântico com algum homem. Então, eu juntei a isso tudo o fascínio que eu sempre senti por cortes reais, como a francesa do século XVIII e a inglesa, e o livro saiu.

5. Como você se mantém inspirada para escrever seus livros?

Na maioria, livros, séries e filmes. Às vezes me inspiro por saídas de roteiros que acho legais, às vezes apenas por cenas que são impactantes para mim ou que me dão um estalo e então começo a pensar em toda uma história por trás daquela cena; mas podem ser várias outras coisas que vejo ou noto nestes lugares. E com os livros dos meus autores favoritos, Neil Gaiman e Chuck Palahniuk, que escreveram quase todos os meus livros preferidos. Mas, principalmente, o próprio cotidiano e a minha própria vida. Coisas que sinto, vejo, escuto, coisas com as quais não concordo e cujas soluções tento imaginar. Basicamente, o mundo no qual vivo e como me relaciono com ele.

6. Qual a sensação de ter um livro publicado?

É incrível, é um sonho realizado para mim. Eu já estou acostumada com o meio digital, trabalho nesta área, mas para uma autora ver o seu livro físico, bem ali para que eu possa tocar e ver, é diferente de vê-lo como um arquivo no computador, uma coisa intangível. É emocionante, saber que aquilo que eu escrevi está disponível para que outras pessoas possam ler e talvez, com sorte, refletir sobre os pontos que eu levantei no livro sob uma perspectiva diferente.

7. Por que você decidiu publicar na Bookess?

Eu já conhecia o site, e adorei a proposta de autopublicação por demanda. Acho que no mercado editorial brasileiro atual não há praticamente nenhum espaço para autores nacionais (principalmente iniciantes) quase nenhum, o que é no mínimo irônico. Aí quando o escritor tenta resolver o problema sozinho, se autopublicando por outras editoras menores e independentes, um valor completamente além da sua realidade financeira é cobrado e no final ele acaba com uma quantidade enorme de edições guardadas do seu livro que não foram compradas, em algum lugar da sua casa e esquecidas para serem lembradas apenas como uma fonte de prejuízo. Então, por o autor não se sentir incentivado a mandar o seu original para uma editora convencional, a Bookess é uma ótima alternativa. Além do mais, a opção de publicar digitalmente também é uma ótima alternativa para o leitor que está cada vez mais digital. E ao mesmo tempo, o autor tema  oportunidade de ver o seu livro finalmente publicado, sob os seus próprios termos.

8. Deseja deixar alguma mensagem para os leitores e futuros escritores?

Eu espero que leiam, e que gostem do que eu escrevi, pois o trabalho do escritor é principalmente para o seu leitor. De um modo, vocês são os nossos chefes, e nós escrevemos tanto para nós mesmos quanto para vocês, para que com a sua leitura nós possamos nos comunicar e talvez compartilhar opiniões e sentimentos mesmo através da distância física. E para os futuros escritores, acreditem em vocês mesmos e nas suas capacidades, não deixem de escrever alguma coisa só por medo de receber críticas ruins ou por não acharem que têm talento o bastante para escrever um livro inteiro. Leiam mais livros, busquem mais fontes de inspiração, não desistam apenas pelo pensamento que suas obras nunca serão publicadas, pois vocês podem, sim, ainda ver os seus livros, as suas criações como coisas tangíveis nas suas mãos.

9. Se você não fosse escritora, você seria…

Provavelmente o que eu sou agora, jornalista. Acho que eu teria alguma ligação com criação de textos, pois esta é realmente uma parte de quem eu sou.

10. Para escrever: computador ou caneta?

Caneta é mais rápido para escrever, principalmente quando as ideias vêm rápido demais e não dá tempo de ligar o computador. Mas ultimamente eu tenho usado bastante o computador para escrever então acho que usar os dois igualmente é o mais inteligente no meu caso.

11. Livro físico ou eBook?

Eu gosto dos dois, cada um tem suas próprias qualidades. eBooks são realmente mais práticos e mais rápidos pra alguém como eu que tem uma rotina agitada, mas ainda assim a sensação de ter um livro nas suas mãos, poder virar as páginas, sentir o toque do papel sob seus dedos é inigualável.

12. Escrever é…

É completamente aterrorizante, pois é um ato onde você se expõe totalmente para o seu leitor, está aberto a todo tipo de críticas sobre o que você escreveu, sente e pensa. E é completamente gratificante, pois é um modo muito catártico de lidar com o que acontece com você e o mundo ao seu redor. Essa catarse é necessária, pelo menos para mim, para que eu possa existir harmonicamente no mundo em que vivemos atualmente, e escapar um pouco da realidade. Então, de muitas maneiras, escrever para mim é um jeito de sobreviver aos acontecimentos e desafios que são postos na minha vida.

Leia um trecho gratuitamente de Reino de Sangue ou adquira seu exemplar.