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Entrevista com Elda Evelina, autora de “Arte em Cores, Formas e Letras”

Por bookess | Postado em Na mídia | Em 21-11-2013

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1. Quem é a autora Elda Evelina?

Não é muito simples responder a esta pergunta, mas posso dizer que a autora Elda Evelina é alguém que navega por várias expressões, não se restringe à autoria pelo texto.
Gosto de me expressar através da palavra escrita e falada. Também navego pela expressão em cores e formas, através das artes plásticas. As palavras e as imagens têm forte poder de expressão das emoções. Tanto quando me expresso com as palavras como quando me expresso com as cores e formas, procuro expor, de certa forma, a minha própria alma.

2. Quando você começou a escrever?

Há mais de quarenta anos. Gostava de escrever pequenos textos, mensagens, mesmo quando ainda adolescente. Expressava sentimentos e emoções com versos simples e pequenas reflexões.
Por algumas circunstâncias interrompi esse processo que, só depois de alguns anos voltou a estar presente na minha vida.
Nos anos 90 voltei a escrever algumas mensagens cujos conteúdos expunham meu sentimento sobre o viver e conviver.
Minha experiência com o escrever livros começou no final de 1993, após ter sofrido um grave acidente automobilístico. Passei por momentos importantes, experiências muito fortes e acreditei que seria muito bom compartilhar. O título é “Renascendo do Amor”.
Foi a minha primeira experiência e, a partir de então, não consegui mais parar. Foi uma oportunidade que me proporcionou aprendizado e fortalecimento interior.

3. E na Bookess, quando você começou?

Meu primeiro livro na Bookess foi com a reedição do “Renascendo do Amor”, em 2009, se não me engano.
Tão logo a Bookess se apresentou com a proposta de publicação virtual eu encontrei ali uma oportunidade maravilhosa de estender o universo no compartilhar o meu trabalho. Eu já havia publicado onze livros, sendo um com a minha experiência decorrente do acidente, um sobre prece e nove com pequenas reflexões, no formato “de bolso”.

4. Qual foi a sua motivação para começar a escrever?

Desde o início foi expressar emoções. Era como se não as pudesse conter em mim mesma, que precisavam tomar vida em forma de textos. É assim até hoje. Os sentimentos começam a tomar forma mentalmente e eu preciso expressá-los. Fico inquieta enquanto não consigo expor o que sinto e o que penso.

5. Onde você busca inspiração?

Em alguns textos a inspiração vem no próprio viver, na forma como percebo a vida, o relacionar-me com a vida e com as pessoas.
Outros textos, como nos livros “Reflexões Evangélicas” e Reflexões Evangélicas II”, a inspiração vem com a  reflexão sobre passagens contidas nos Evangelhos, nos ensinamentos de Jesus, o Cristo. Estes livros foram resultado de coletânea de textos que produzi por ocasião de palestras que profiro em alguns grupos espíritas. Os textos são distribuídos ao final da palestra para que as pessoas possam ter a oportunidade de refletir sobre o assunto oferecido.
Alguns aconteceram para compor o meu trabalho nas artes plásticas. Meus quadros tem como parte integrante um texto. Não são explicativos sobre a obra, são reflexões sobre a vida e o conviver.

6. Onde e quando você mais gosta de escrever?

Não tem momento ou lugar definidos. A inspiração pode ocorrer a qualquer momento e, por isso, mantenho sempre por perto o meu iPad. Isto hoje, há alguns anos era um bloco para notas e posteriormente um notebook.

7. Qual a sensação de ter um livro publicado?

Com relação ao primeiro é a sensação de ter realizado um sonho. A partir daí, e a cada novo livro, é a conquista de novos espaços, ampliando os horizontes de que é possível fazer novos caminhos com determinação, emoção e confiança, mas sempre com a sensação de que novo sonho se tornou realidade.

8. Qual a sua maior gratificação como escritora?

Perceber que o meu trabalho é útil de alguma forma, que pude oferecer alternativas de reflexão sobre a vida. Saber que alguém sentiu-se melhor, mais confiante com a leitura de um dos meus textos.

9. Por que você decidiu publicar na Bookess?

Quando soube da proposta do criador da Bookess eu me senti atraída a participar desse sonho. Somado a esse propósito a oportunidade de ampliar o raio de abrangência do meu trabalho.
Gosto de desafios e a Bookess era um desafio para o seu criador.
Abracei esse desafio como um desafio pessoal para mim.
A Bookess avançou, o sonho tornou-se realidade e eu me senti realizada por ter participado disso desde o seu começo. É como se a Bookess fizesse parte do meu próprio trabalho, apesar de ser o meu trabalho que passou a fazer da Bookess.

10. O que recomenda a quem queira publicar?

Ter um sonho, emocionar-se com a vida, ter determinação e fé.
Buscar sempre novos aprendizados e nunca sentir-se como tendo chegado ao fim, pois sempre haverá algo a aprender, novos sonhos a realizar, novos projetos a serem colocados em prática.
Buscar sempre o desafio de fazer melhor o que estiver ao alcance e nunca desistir se o que quiser fazer, se o seu sonho for proporcionar a transformação da vida de outras pessoas a partir da sua própria transformação.

A Equipe Bookess agradece a autora Elda pela disponibilidade, carinho e atenção!

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