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10 Motivos porque prefiro os livros impressos…

Por bookess | Postado em Na mídia | em 17-02-2012

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A cada dia que evolui a tecnologia, mais avançam os livros digitais, a tal ponto de alguns estudiosos profetizarem o fim dos livros impressos, o que para este blogueiro seria algo imperdoável, pois listo abaixo 10 razões das quais me fazem adorar o livro, com o velho e bom papel:

1 - Estimula os sentidos: Pode um livro num leitor digital estimular um maior número de sentidos que o impresso? A frieza do material do leitor não é estimulante, e o máximo que nos exige é forçar a visão [pois no meu caso, não consigo ler com naturalidade em computadores e e-reader's]. Já no livro impresso, temos a maravilhosa sensação ao tatear suas folhas de papel, a visão nos causa deleite quando em nossa frente temos digna obra, e sem falar no cheiro. Sim, o cheiro. Talvez o dia que Kindle e Ipad possam emanar o cheiro que possui um livro quando nos chega em mãos, aí sim talvez, mas somente talvez possa mudar de ideia;

2 - Estimula a curiosidade: Tem uma coisa que adoro fazer quando estou lendo um livro: a espiadela. Vez por outra urge a necessidade de simplesmente folear o livro avançando descompromissadamente algumas páginas, para depois retornar ao ponto em que estava. Não que eu leia, mas gosto de folear o livro, uma tarefa das mais chatas, caso se esteja lendo um livro digital;

3 - Quase eternos: Não, não quero dizer eu livros impressos duram pra sempre, mas quantas relíquias temos espalhados pelas bibliotecas do mundo, em total segurança? Da mesma forma não quero dizer que e-books não são eternos, mas para alguém com um bom percentual de loucura, não é difícil tecer teorias da conspiração, como minha grande preocupação de que muito em breve o conhecimento da humanidade  estará num único lugar: nas nuvens! Na web. E aí amigo, é só derrubar a web que babaus. Quero ver mesmo é queimarem todas as bibliotecas do mundo!

4 - Concentração: Sei que talvez seja uma coisa só minha [ou não], mas não consigo ter o mesmo nível de concentração lendo um e-book, quanto a um livro impresso. Talvez seja minha visão, mas o fato é que raramente consegui seguir lendo algo virtualmente, com raras exceções.

5 - Bom presente: Livros impressos são presenteáveis. Você vai a livraria, escolhe, manda fazer um bonito embrulho, e ali está um bom presente. Pronto para ser aberto, para ser explorado pelo receptor. Cá entre nós, não se presenteiam e-books. Se compartilham, apenas. Escolha o mesmo exemplar de uma obra, escolhe 2 amigos e presenteie um com o e-book, outro com o livro impresso, e veja em quem mais marcará o presente;

6 - Portabilidade: As favas que e-readers são portáteis. Leve-o para uma longa peregrinação onde não haja tomadas para recarregá-los que você descobrirá o que falo. Já os livros podem ir onde você quiser, por quanto tempo quiser, até mesmo num possível caos apocalíptico, entre um esconderijo e outro. você poderá manter sua leitura em dia;

7 - Não agride o meio ambiente: Ou pelo menos não agride da forma que muitos dizem, ou mais que a costela do churrasco de domingo. Tem aquele que usa o ecologicamente correto para pregar a extinção dos livros impressos. Ora bolas, e aparelhos de e-readers e computadores também não utilizam recursos naturais? Além disso, as árvores que tombam para virar nosso cheirosos livros não são da Mata Atlântica, ou da Amazônica como uns deixam a entender, e sim de plantios comerciais, para este devido fim. Portanto não culpe-se quando comprar aquele cobiçado livro de 900 páginas;

8 - É uma ótima decoração: E ó, isso só vale para quem leu os livros que têm na estante. E não dá pra negar o ar clássico e culto que uma estante entupida de livros pode dar pro seu lar;

9 - O livro te convida: Não sei se com outros acontece o mesmo, mas o fato é que nenhum e-book é capaz de chamar seu leitor para a leitura como um livro impresso. O e-book é silenciado quando seus aparelhos estão em off, o que jamais acontece com um livro impresso. Ele pode estar em seu lugar na estante, ou jogado sobre uma mesa, ou outro lugar, e é você passar por ele, e é chamado para leitura. Um mínimo deslize seu contemplando sua capa, e pronto deixa o que ia fazer, e recomeça a leitura;

10 - Projeto Traçar: Sim, se tem quem defenda nossas veneráveis tartarugas marinhas, aqui comprometo-me a lançar e apoiar o projeto Traçar, defendendo a não extinção de nossas traças, abastecendo minha biblioteca, para alimentar a elas, e ao meu cérebro. Salvem as traças! Antes elas roerem um pedacinho do seu livro, que a sua camiseta!

Fonte: http://listasliterarias.blogspot.com/2012/02/10-motivos-por-que-prefiro-livros.html

Escrevendo com Paulo Coelho IV

Por bookess | Postado em Na mídia | em 14-02-2012

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Nos vídeos anteriores de Paulo Coelho foi falado sobre idéias, inspiração, dificuldade de resumir as idéias e experiências em páginas, e este, o último da série, será sobre a parte mais difícil, escrever o livro.

Para este processo dar certo é necessário ter disciplina. Coelho confessa que sente vontade de entrar no Facebook, e-mail… Mas obrigue-se a sentar e escrever um pouco e as idéias começarão a fluir.

Ao final tem um vídeo utilizado pelos editores alemães para a divulgação de "O Aleph".

Relatos de um Autor

Por bookess | Postado em Na mídia | em 13-02-2012

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No post de hoje iremos publicar uma entrevista feita com o escritor Eduardo Capistrano sobre sua carreira e seus livros. Buscamos mostrar sua história como escritor para trazer aos nossos leitores uma nova experiência, com ideias e sugestões.


1) Como você se descobriu como escritor?

Eduardo: Desenvolvi um gosto pelas línguas desde a infância. E meus passatempos sempre envolveram a apreciação de estórias de diversos tipos, na leitura, nos filmes, até nos jogos. Gostava de criar cenários, enredos e personagens, e eventualmente passei a planejar narrativas próprias. A vontade de compartilhar essas narrativas, aprender como contá-las através das letras, me tornou um escritor.

2) Quantos livros já escreveu? De onde veio a inspiração para cada um deles?

Eduardo: A princípio escrevia os contos sem pensar em livros. Quando reuni uma quantidade razoável de textos "publicáveis", pensei em uma coletânea de contos afins. Em 2006 publiquei "Histórias Estranhas", com 13 contos fantásticos. Para um segundo livro, pensei em fazer uma coletânea temática. Em 2011 lancei meu primeiro livro pela Bookess, "A Quarta Dimensão" de contos sobre o Tempo.

3) Você costuma realizar lançamentos dos seus livros? Por que acha importante?

Eduardo: Sim. Acho importante porque passei a ver os livros como uma conclusão para os textos incluídos neles. Um desfecho. Sinto também aquilo do livro como um "filho", um pedaço do escritor que ganha vida própria. O lançamento é, para mim, a oportunidade de celebrar a conclusão de um trabalho e apresentar o resultado ao mundo.

4) Você é um dos autores que vende livros em outros países pela Bookess. Você tem ideia de quem são os leitores internacionais de seus livros? Como você encara essa nova oportunidade?

Eduardo: Soube que "A Quarta Dimensão" foi vendido em Portugal. Fiquei realmente feliz. O livro eletrônico permite distribuição muito além do que seria possível para o livro impresso de um autor iniciante como eu. Para alguém que quer que suas histórias sejam lidas, como eu, alcançar o máximo de leitores potenciais é essencial, e as livrarias eletrônicas permitem exatamente isso.

5) Como você divulga seus livros? (blog, booktrailer, twitter, etc..)

Eduardo: Criei um blog como um diário de publicação, com todos os passos que tomei para publicar "A Quarta Dimensão". A ideia era documentar os passos para ajudar outros autores iniciantes. Fiquei feliz de que várias postagens ajudaram (especialmente "Fazendo uma Ficha Catalográfica"). Atualizo meu blog com progressos e notícias e as divulgo no mural da Bookess e nas redes sociais (Facebook, Orkut, Twitter, Skoob) de que participo exclusivamente com esse fim. Procuro contato com resenhadores e divulgadores pela internet. Colaboro também com a Revista Lama que é uma proposta de produção conjunta entre escritores e artistas visuais, onde posso expor meu trabalho e divulgar as obras já lançadas. Além dos lançamentos, de que já tratamos.

6) Há algum livro "no forno" para 2012? 

Eduardo: Vou começar o ano lançando a segunda edição de "Histórias Estranhas". Em agosto lançarei "Adolpho Werneck – Vida e Obra", contendo biografia e poemas de meu bisavô, poeta simbolista e fundador da Academia Paranaense de Letras. Estou publicando os poemas na grafia original no blog. Pretendo lançar ambos pela Bookess. Tenho ainda planos para pelo menos mais três livros próprios.

Biografia:
Eduardo Capistrano nasceu em Curitiba, Paraná, no ano de 1980. Bacharel pela Faculdade de Direito de Curitiba, é autor de "Histórias Estranhas" (2007) e "A Quarta Dimensão" (2011). Conheça suas obras e entre em contato através de seu blog em http://edcapistrano.blogspot.com.

Escrevendo com Paulo Coelho III

Por bookess | Postado em Na mídia | em 10-02-2012

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No terceiro vídeo de sua série “Memórias de um Livro”, Paulo Coelho fala sobre a inspiração.

Como foi dito anteriormente, o livro “O Aleph” começou a ser escrito com um NÃO, mas desta palavra veio a inspiração. Coelho deixou-se levar como se estivesse em um barco no mar sendo guiado pelo vento ao seu destino.

Revelou que o segredo é ter a ideia básica do livro mas se deixar levar pelas outras que vão surgindo ao longo do processo da escrita.

Escrevendo com Paulo Coelho II

Por bookess | Postado em Na mídia | em 07-02-2012

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Continuando a série de vídeos de Paulo Coelho:

Em On Writing (II): The Puzzle, ele fala como escolher o assunto que quer compartilhar, confidenciando que escreve sobre aqueles que já teve tempo suficiente para digeri-lo, como quatro anos para "O Aleph".

Na sequência revela como compactou sua experiência e depois como fez o mais difícil, ao seu ponto de vista, colocou-a em prática no livro, começando com um surpreendente "Não".

 

Escrevendo com Paulo Coelho

Por bookess | Postado em Na mídia | em 04-02-2012

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Paulo Coelho publicou recentemente em seu Blog quatro vídeos explicando o processo de escrita de um livro e utilizou como exemplo o seu livro "O Aleph".

Hoje, iremos publicar o primeiro vídeo da série:

Em On Writing (I), Coelho tenta explicar de onde vem a inspiração afirmando que precisa viver para escrever – "todos os meus livros são reflexos da minha experiência". Conta como uma viagem de quatro meses, sem destino, em um momento entediante da sua vida, tornou-se depois de quatro anos um livro de sucesso.

Mandamentos da Publicação Digital.

Por bookess | Postado em Dicas, Na mídia | em 22-12-2011

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A Tecnologia trouxe ao mundo literário, uma nova forma de pensar, publicar e de ser autor. Hoje você pode publicar seu livro sem custo algum e fazer uso dos instrumentos disponibilizados pela editora para a diagramação, edição e divulgação de sua obra. Você decide quanto quer ganhar em cima de cada venda. Você tem o controle, pode ser um autor ativo em todo o processo do seu livro.

Veja algumas dicas que a escritora Maurem Kayna levantou, em forma de mandamentos, que ajudam a se pensar criteriosamente em termos de Publicação Livre, Independente, Acessível.

1. Não te atreverás a autodenominar-se escritor se não puderes fazer com a mesma ênfase a declaração de que és um leitor;

2. Não tomarás em conta, para a decisão de publicar ou não, apenas a opinião de teu cônjuge, pais ou filhos, ou ainda de teus subordinados diretos;

3. Não publicarás um eBook sem antes submeter o texto à revisão gramatical e ortográfica, pelo menos uma do próprio editor de texto;

4. Não entregarás teu livro para a edição em eBook para uma editora que demonstre descaso com a forma, que não se preocupe com as diferenças de apresentação do arquivo final em diferentes dispositivos de leitura (especialmente no caso de poesia);

5. Não acreditarás que o mundo tem o dever de conhecer e reverenciar tua obra, pelo simples fato dela ter sido disponibilizada e mencionada em suas redes sociais;

6. Não elogiarás outra obra de autor independente em vão, apenas para obter retribuições;

7. Não depreciarás a obra alheia no intuito de fazer parecer maior a sua própria;

8. Não copiarás;

9. Revisarás, muitas vezes e com muita autocrítica, cada parágrafo, cada figura de linguagem, o enredo e mesmo o título antes de dar sua obra como passível de edição;

10. Não desistirás diante de qualquer dificuldade que se lhe apresente e insistirás acreditando e usando toda criatividade disponível para fazer do eBook (o seu e os demais) uma realidade acessível e prazerosa para o público leitor brasileiro (aplicável somente após rigorosa atenção aos mandamentos anteriores).

 

Fica a dica!

 

Saudações Literárias,

Equipe Bookess.

 

Facebook quer mais!

Por bookess | Postado em Comunicados, Dicas, Na mídia | em 09-12-2011

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Se fossem reunidos em uma só pátria, os 800 milhões de usuários do Facebook formariam o terceiro mais populoso país do planeta. Nessa nação, as regras são determinadas por Mark Zuckerberg, de apenas 27 anos, criador e CEO da maior rede social do planeta. Há poucos dias, ele veio a público para anunciar mudanças que vão tocar a vida de todas as pessoas que utilizam o site – o que inclui 28 milhões brasileiros, entusiastas de redes.

Para Zuckerberg e seu time, que comandam a rede a partir de Palo Alto, na Califórnia, as mudanças representam a tentativa de atingir um objetivo audacioso: transformar o Facebook em uma espécie de internet dentro da internet, um ambiente onde usuários podem realizar quase todas as suas atividades.

Do lado do usuário, o plano do Facebook permitirá assistir a filmes, ouvir músicas e ler notícias provenientes de serviços como Netflix e Spotify, que oferecem conteúdos por demanda. Além disso, haverá espaço ilimitado para que cada usuário construa, em uma Linha do Tempo, uma biografia virtual. Entender as mudanças é algo fundamental para a vida on-line – e também off-line – dos cadastrados.

Fonte:  Revista Veja, outubro de 2011.

 

 

Eles começaram suas carreiras auto-publicando ..

Por bookess | Postado em Na mídia, Novidades | em 30-06-2010

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Você sabia que muitos escritores famosos iniciaram as suas carreiras auto-publicando seus livros? A lista é imensa: Margaret Atwood, L. Frank Baum, William Blake, Ken Blanchard, Robert Bly, Elizabeth Barrett Browning, Lord Byron, Willa Cather, Pat Conroy, Stephen Crane, E. E. Cummings, W.E.B. DuBois, Alexander Dumas, T.S. Eliot, Lawrence Ferlinghetti, Benjamin Franklin, Zane Grey, Thomas Hardy, E. Lynn Harris, Nathaniel Hawthorne, Ernest Hemingway, Robinson Jeffers, Spencer Johnson, Stephen King, Rudyard Kipling, Louis L'Amour, D.H. Lawrence, Rod McKuen, Marlo Morgan, John Muir, Anais Nin, Thomas Paine, Tom Peters, Edgar Allen Poe, Alexander Pope, Beatrix Potter, Ezra Pound, Marcel Proust, Irma Rombauer, Carl Sandburg, Robert Service, George Bernard Shaw, Percy Bysshe Shelley, Upton Sinclair, Gertrude Stein, William Strunk, Alfred Lord Tennyson, Henry David Thoreau, Leo Tolstoi, Mark Twain, Walt Whitman e Virginia Woolf.

Publicar o próprio livro não é uma ideia nova; nova é a tecnologia da impressão sob demanda para se chegar a resultados gráficos cada vez mais formidáveis!

Os maiores escritores do mundo já sabiam que só vencia neste restrito mundo editorial quem arriscasse e saísse a vender seus livros. Muitos dos escritores citados nunca puderam sobreviver, de modo decente, de seus livros (somente os seus herdeiros), pois viviam num tempo em que a comunicação humana era muito lenta, se comparada à de hoje. Graças à internet qualquer pessoa pode escrever e enviar o seu livro para a Bookess, por exemplo, e recebê-lo com toda a comodidade em sua casa, de 1 a 1 milhão de livros prontos, tudo isso em questão de poucos dias.

Vale a pena experimentar e acreditar no próprio talento e se arriscar no mundo da escrita! Olhando para o exemplo que estes escritores nos deixaram, quando auto-publicarem seus livros, temos de lhes agradecer  pelo legado que nos deixaram. Eles acreditaram naquilo em que escreviam e correram atrás de seus sonhos, os sonhos de verem seus livros publicados e lidos por milhões de pessoas no mundo inteiro!

Fonte: http://www.selfpublishinghalloffame.com/

Melinda Roberts – Escritora e blogueira de sucesso

Por bookess | Postado em Na mídia, Novidades | em 30-06-2010

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Melinda Roberts, autora de “Mommy Confidential Adventures from the Wonderbelly of Motherworld” tem uma história de vida cheia de imprevistos e recheada de bom-humor.

Melinda, depois de viver capítulos da própria vida bem agitados escreveu um livro e começou a percorrer a via-crúcis de muitos escritores: bateu nas portas de três editoras e teve o seu livro recusado por todas elas. Um deles chegou a lhe dizer: “Seu livro é fantástico, engraçadíssimo, mas vou passar mal se ler mais um livro de memórias”.

O que poderia ser o fim da carreira de muitos escritores, para Melinda estas péssimas críticas serviram de incentivo. Uma grande escritora estava nascendo naquele momento.Sabendo que as suas histórias seriam valiosas para muitas mães ela investiu na impressão sob demanda, começou a divulgar o seu livro num blog, saiu às ruas, e, de boca-em-boca, na vizinhança, ia vendendo o seu livro. Resultado: vendeu mais de 300 cópias em pouquíssimo tempo! Isso foi lhe trazendo visibilidade na região em que morava.

Os jornais começaram a lhe requisitar entrevistas… e os livros continuavam a vender. Até que um dia ela foi convidada a falar sobre as desventuras do que é ser mãe no Oprah Winfrey Show… aí as vendas do seu livro subiram ao topo da lista. Até hoje Melinda se surpreeende com o sucesso que obteve, pois jamais imaginou o que uma boa ideia e um livro poderiam fazer.

Fontes: http://wonderbelly.com/about/

http://wonderbelly.com/media/