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A autopublicação de livros online como modelo de negócio rentável

Você sabia que quase todos os livros enviados para as editoras tradicionais não chegam a vender uma cópia sequer?  Dos poucos que são publicados, menos de 1% do total rendem ao escritor mais de US$10,000. Para se ter uma ideia, os primeiros 400 mil e-books da Amazon ainda vendem, pelo menos,...

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E-books podem ser o futuro da mídia social

Por bookess | Postado em Na mídia | em 17-12-2013

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No futuro, muito possivelmente, e-books vão agir exatamente como redes sociais. Usando-os em telefones e tablets, os livros serão facilmente compartilhados e comentados abrindo verdadeiras discussões sobre nossas passagens favoritas com os outros leitores diretamente dentro de aplicativos e-readers. Além disso, o formato de rede social permite que além dos leitores, os autores participem também compartilhando suas opiniões paralelamente a seus leitores, fomentando ainda mais as discussões.

Além de boas discussões, há ainda vantagens para os editores que poderão usar nossos comentários e opiniões para ajudá-los a tomar melhores decisões. Se você acha que a explosão da leitura digital é agora, espere para ver!

Entrevista com Elda Evelina, autora de “Arte em Cores, Formas e Letras”

Por bookess | Postado em Na mídia | em 21-11-2013

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1. Quem é a autora Elda Evelina?

Não é muito simples responder a esta pergunta, mas posso dizer que a autora Elda Evelina é alguém que navega por várias expressões, não se restringe à autoria pelo texto.
Gosto de me expressar através da palavra escrita e falada. Também navego pela expressão em cores e formas, através das artes plásticas. As palavras e as imagens têm forte poder de expressão das emoções. Tanto quando me expresso com as palavras como quando me expresso com as cores e formas, procuro expor, de certa forma, a minha própria alma.

2. Quando você começou a escrever?

Há mais de quarenta anos. Gostava de escrever pequenos textos, mensagens, mesmo quando ainda adolescente. Expressava sentimentos e emoções com versos simples e pequenas reflexões.
Por algumas circunstâncias interrompi esse processo que, só depois de alguns anos voltou a estar presente na minha vida.
Nos anos 90 voltei a escrever algumas mensagens cujos conteúdos expunham meu sentimento sobre o viver e conviver.
Minha experiência com o escrever livros começou no final de 1993, após ter sofrido um grave acidente automobilístico. Passei por momentos importantes, experiências muito fortes e acreditei que seria muito bom compartilhar. O título é “Renascendo do Amor”.
Foi a minha primeira experiência e, a partir de então, não consegui mais parar. Foi uma oportunidade que me proporcionou aprendizado e fortalecimento interior.

3. E na Bookess, quando você começou?

Meu primeiro livro na Bookess foi com a reedição do “Renascendo do Amor”, em 2009, se não me engano.
Tão logo a Bookess se apresentou com a proposta de publicação virtual eu encontrei ali uma oportunidade maravilhosa de estender o universo no compartilhar o meu trabalho. Eu já havia publicado onze livros, sendo um com a minha experiência decorrente do acidente, um sobre prece e nove com pequenas reflexões, no formato “de bolso”.

4. Qual foi a sua motivação para começar a escrever?

Desde o início foi expressar emoções. Era como se não as pudesse conter em mim mesma, que precisavam tomar vida em forma de textos. É assim até hoje. Os sentimentos começam a tomar forma mentalmente e eu preciso expressá-los. Fico inquieta enquanto não consigo expor o que sinto e o que penso.

5. Onde você busca inspiração?

Em alguns textos a inspiração vem no próprio viver, na forma como percebo a vida, o relacionar-me com a vida e com as pessoas.
Outros textos, como nos livros “Reflexões Evangélicas” e Reflexões Evangélicas II”, a inspiração vem com a  reflexão sobre passagens contidas nos Evangelhos, nos ensinamentos de Jesus, o Cristo. Estes livros foram resultado de coletânea de textos que produzi por ocasião de palestras que profiro em alguns grupos espíritas. Os textos são distribuídos ao final da palestra para que as pessoas possam ter a oportunidade de refletir sobre o assunto oferecido.
Alguns aconteceram para compor o meu trabalho nas artes plásticas. Meus quadros tem como parte integrante um texto. Não são explicativos sobre a obra, são reflexões sobre a vida e o conviver.

6. Onde e quando você mais gosta de escrever?

Não tem momento ou lugar definidos. A inspiração pode ocorrer a qualquer momento e, por isso, mantenho sempre por perto o meu iPad. Isto hoje, há alguns anos era um bloco para notas e posteriormente um notebook.

7. Qual a sensação de ter um livro publicado?

Com relação ao primeiro é a sensação de ter realizado um sonho. A partir daí, e a cada novo livro, é a conquista de novos espaços, ampliando os horizontes de que é possível fazer novos caminhos com determinação, emoção e confiança, mas sempre com a sensação de que novo sonho se tornou realidade.

8. Qual a sua maior gratificação como escritora?

Perceber que o meu trabalho é útil de alguma forma, que pude oferecer alternativas de reflexão sobre a vida. Saber que alguém sentiu-se melhor, mais confiante com a leitura de um dos meus textos.

9. Por que você decidiu publicar na Bookess?

Quando soube da proposta do criador da Bookess eu me senti atraída a participar desse sonho. Somado a esse propósito a oportunidade de ampliar o raio de abrangência do meu trabalho.
Gosto de desafios e a Bookess era um desafio para o seu criador.
Abracei esse desafio como um desafio pessoal para mim.
A Bookess avançou, o sonho tornou-se realidade e eu me senti realizada por ter participado disso desde o seu começo. É como se a Bookess fizesse parte do meu próprio trabalho, apesar de ser o meu trabalho que passou a fazer da Bookess.

10. O que recomenda a quem queira publicar?

Ter um sonho, emocionar-se com a vida, ter determinação e fé.
Buscar sempre novos aprendizados e nunca sentir-se como tendo chegado ao fim, pois sempre haverá algo a aprender, novos sonhos a realizar, novos projetos a serem colocados em prática.
Buscar sempre o desafio de fazer melhor o que estiver ao alcance e nunca desistir se o que quiser fazer, se o seu sonho for proporcionar a transformação da vida de outras pessoas a partir da sua própria transformação.

A Equipe Bookess agradece a autora Elda pela disponibilidade, carinho e atenção!

Autopublicação pode se tornar um negócio de $52 bilhões de dólares

Por bookess | Postado em Na mídia, Sem categoria | em 02-10-2013

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A indústria da Autopublicação criou um novo mercado editorial que poderá alcançar 52 bilhões de dólares, valor duas vezes maior que o da indústria tradicional de publicações de livros nos Estados Unidos, de acordo com um novo relatório da empresa de tecnologia de mídia New Publisher House.

Para chegar as suas conclusões o The State of Independence 2014 analisou dados do setor editorial, bem como as percepções dos seus executivos, Amazon e Google. O relatório também revelou que o número de aspirantes a autopublicação que terminaram suas obras é mais de cem vezes o número de verdadeiros autores já publicados.

Além disso, analisando os dados, concluiu-se que o numero de títulos autopublicados são oito vezes o número de novos títulos publicados tradicionalmente.

De acordo com James O’Toole, fouder/CEO da New Publisher House “os métodos tradicionais para medir o mercado de publicações têm escondido os reais impactos da indústria no movimento de autopublicação”.

Baseado em: https://www.mediabistro.com/appnewser/self-publishing-is-now-a-52-million-business-report_b40822#!

 

 

Bookess participa da Feira Internacional do Livro em Buenos Aires!

Por bookess | Postado em Na mídia, Novidades | em 26-04-2013

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Bookess em Buenos Aires.

A Bookess, junto com a SBS Livraria Internacional, participam da Feira Internacional do Livro de Buenos Aires, que ocorre no mês de abril e maio na capital da Argentina. Ela é um importante evento cultural e editorial da América Latina, além de ser uma das cinco maiores feiras de livro do mundo.

A Feira, que começou em 1975, está em sua 39ª edição, com a temática sobre a  cidade de Amsterdã. Esse ano será a primeira vez que a literatura contemporânea brasileira terá uma presença significativa, tendo Vinicius de Moraes entre os homenageados. Na comitiva brasileira, escritores como Milton Hatoum e Luiz Ruffato comparecerão. O cantor Toquinho também fará sua participação no evento, com um show ao ar livre.

Você pode conferir a programação completa da Feira neste site. Ela acontece até 13 de maio.

Confira mais algumas fotos abaixo da Bookess e SBS marcando presença nesse importante evento internacional!

Autor da Bookess recebe o prêmio Literarte de Cultura 2013!

Por bookess | Postado em Na mídia, Novidades | em 24-04-2013

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 João Drummond, autor da Bookess, recebe o prêmio Literarte de Cultura 2013.

O Prêmio tem por objetivo valorizar a cultura brasileira adaptada à atual sociedade e  nasceu para auxiliar os escritores e artistas plásticos a apresentar suas criações e obras ao público, propagando sua produção no mundo.

Alguns critérios reconhecidos pelo Prêmio são o talento, criatividade, empreendedorismo, respeito e companheirismo e apoio cultural do autor.

A equipe Bookess o parabeniza pela sua conquista! Você pode encontrar obras de João Drummond em nosso site, clicando aqui.

Felipe Kummer fala sobre seu livro no programa “Gente em evidência”

Por bookess | Postado em Na mídia | em 13-12-2012

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Felipe Kummer fala sobre o processo de construção do seu livro “Lá não existem Flores – Busca Hereditária de Frederico Otto Kummer, uma investigação de Felipe Kummer” no programa “Gente em evidência – nº26”.

Na entrevista, Felipe fala da busca das origens da família Kummer, dentro e fora do país, das vicissitudes da vida familiar e das dificuldades que encontrou para reconstruir sua própria história.

Segundo o autor, o título “é uma metáfora para as dificuldades da vida”.

Ótima dica de leitura, o livro “Lá não existem Flores – Busca Hereditária de Frederico Otto Kummer, uma investigação de Felipe Kummer” está disponível no site da Bookess

A doce (e difícil) arte de criar com as palavras

Por bookess | Postado em Na mídia | em 03-12-2012

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Engana-se aquele que acredita que o ofício do escritor consiste em sentar-se, escolher um tema e pôr-se a escrever sobre ele.

Há quem escreva de acordo com as listas de best sellers para garantir um produto vendável.

Não critico. Respeito todos os tipos de escritores.

Os bons para mim, no entanto, não escolhem temas. São por eles escolhidos e trazem ao mundo, não um produto, mas a síntese entre este e a sua própria alma.

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 http://youtu.be/IvRb_nNN8Tc

http://www.bookess.com/profile/larissa.siriani/

 

Os Escritores são, acima de tudo, contadores de histórias

Por bookess | Postado em Na mídia | em 24-05-2012

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Praticamente ninguém resiste a uma boa história. Os escritores têm o dom de escrevê-las e as ferramentas mais poderosas para criar uma história de sucesso: uma folha em branco e criatividade pulsante. Pelo fato do livro tradicional ser uma mídia que não requer recursos como áudio e imagens – o que a princípio pode parecer uma desvantagem – faz com que o autor consiga focar no enredo, o principal para criar uma boa história. E, por mais que a tecnologia evolua, uma boa história sempre será a fonte principal para atrair leitores e conquistar formadores de opinião. Por isso, a literatura é a arte suprema.

Um desafio simples para os editores: livros para Gana

Por bookess | Postado em Na mídia | em 08-05-2012

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Laura Hazard Owen tem uma ótima visão sobre o que está acontecendo com a Worldreader (organização sem fins lucrativos que tem como missão levar a literatura digital aos habitantes de países pobres). Dê a uma criança um Kindle (ou outro leitor digital) e a vida dela está mudada. E isso não acontece só em Gana, como também no Quênia e igualmente em Uganda.

Um dos custos dessa instituição é comprar e-books para os Kindles que eles estão dando para os estudantes. Sério?

Diga-me porque um editor deste mundo privilegiado está cobrando por esses livros digitais… o custo operacional é zero, e o custo de oportunidade é extremamente pequeno. Por outro lado, é uma ótima chance para promover o mercado, para encorajar a literatura sem custos aos editores, e para levar educação e os livros aos lugares onde eles são escassos.

O que acontece com as empresas que publicam livros e com os autores envolvidos se mil ou dez mil crianças crescessem lendo seus livros? (Sem mencionar o impacto que causaria nas crianças e no mundo…).

Agora a verdadeira pergunta: quais editoras vão se prontificar a liberar o seu catálogo? Se você é um autor, pergunte ao seu editor. E se você é um editor (mesmo um gigante de Nova Iorque – e especialmente um gigante em Nova Iorque) essa é uma ótima chance para dizer sim, vá em frente!

Para mais informações, acesse.

Artigo escrito por Seth Godin e adaptado por Bookess.

Conversando sobre pirataria…

Por bookess | Postado em Na mídia | em 01-05-2012

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As editoras estão gastando um tempão discutindo sobre DRM (digital rights management) para e-books. Dizem que é uma das armas para combater a pirataria, e estão decididas em fazer com que haja bloqueios sobre os seus livros publicados.

Existem inúmeros debates interessantes sobre se o DRM ajuda ou prejudica as vendas. Sem mencionar o fato de não saber se os bloqueios ainda funcionam da maneira que deveriam (não funcionam).

Para mim, entretanto, a noção interessante é sobre a pirataria dos livros em si.

Quantas pessoas prefeririam um disco rígido com 10 mil músicas a um com 10 mil livros? Nós estamos sedentos por um e quase ignorando a possibilidade do outro. O que você, afinal, faria com 10.000 livros?

Os softwares são pirateados porque em poucos minutos o usuário economiza centenas ou milhares de dólares e se sente tranqüilo com isso, porque eles parecem excessivamente caros para algumas pessoas. Isso é roubo de propriedade intelectual, mas um tanto tentador.

Já a música é pirateada porque muitas pessoas têm um desejo insaciável em ouvi-las, o tempo todo, preferencialmente com uma variedade infinita.

Mas e os livros?

Livros são livres para se ler nas livrarias, mas quase não existe nenhuma interação para fora dali.  Os livros são livres para ler em confortáveis sofás nestas livrarias, mas não há várias pessoas sentadas ao lado lendo o dia todo.

Livros levam um grande tempo para ler, requerem um comprometimento do leitor e são relativamente baratos. E a maioria das pessoas não lê por diversão. Ou seja, muitos dos insumos necessários para uma comunidade de pirataria vibrante estão faltando.

Como disse o famoso Tim O’Reilly, livros não possuem problemas de pirataria, eles possuem um problema de obscuridade. Nunca encontrei um autor que não quisesse que cada vez mais pessoas pudessem ler o seu livro. Nenhum. Por outro lado, Peter Gabriel e outras estrelas do rock raramente sentem a mesma coisa. Já escrevi inúmeros e-books grátis para leitura (esse é um deles) e mesmo quando eu queria pirataria ilimitada, isso não aconteceu.

As editoras de livros estão se atrapalhando nos seus esforços de marketing porque elas estão preocupadas com que 1% dos seus títulos seja pirateado. Elas têm pesadelos com crianças lendo nas salas de aula cópias de livros ou com seções inteiras de uma empresa lendo uma única cópia de R$49,00 de um livro de capa dura.

Mas o pensamento pequeno sobre o mercado do livro não é o futuro – é o pensamento aberto. E no mundo do pensamento aberto, superar a obscuridade é o único e maior problema. Se somente a pirataria fosse o problema…

Artigo escrito por Seth Godin e adaptado por Bookess.