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Conselhos literários fundamentais II

Por bookess | Postado em Novidades | Em 12-07-2011

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Busque no ritmo das pedrinhas portuguesas a exata ondulação de um capítulo. Abra o dicionário ao acaso para encontrar o adjetivo preciso. Conte o número de carros azuis que avista da janela no prazo de cinco horas para decidir quantas vezes um personagem deprimido tenta se matar antes de ter sucesso. Desventre croissants para estudar camadas de sentido. Aposte contra a máquina no futebol do Playstation o destino – ganhou, apogeu, Fitzgerald; perdeu, decadência, Faulkner – de um protagonista ególatra, seja ele astro do rock ou imperador da borracha na Manaus do século 19. Estude doutamente a borra do café, procure ancestrais desígnios pétreos nas dobras do lençol pós-insônia, contemple o ar invisível, sonde as próprias fezes. Faça cada dia de chuva puxar uma pétala do malmequer, e assim, passados sete meses, decida o desenlace romântico de herói e mocinha. Para questões de estilo, prefira roletas e dados.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/sobrescritos/conselhos-literarios-fundamentais-iv-2/


Conselhos literários fundamentais I

Por bookess | Postado em Novidades | Em 11-07-2011

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Odeie o conforto. Se estiver concentrado demais na história que está escrevendo, ligue a TV, entre num bate-papo virtual. Caso as palavras continuem a lhe jorrar dos dedos, ponha uma música, desligue o ar condicionado, abra a janela para o berreiro de freios, buzinas e motores. Sinta-se incomodado: retarde ao limite do desastre – ou mesmo, havendo disposição e necessidade para tanto, além dele – a hora de ir ao banheiro. Morra de sede, chegue a passar fome. Brigue com a sua mãe. Mande confeccionar para sua cadeira de escritório XTZO-3000 (com amortecedor inteligente) um magnífico assento de tachinhas medievais. Boicote-se: se escrever umas tantas páginas-telas que lhe agradem em particular, dê um jeito de perdê-las, negando-se como um tonto a salvar o arquivo ao fechá-lo. E então esprema a memória para reproduzi-las igualzinho, vírgula a vírgula, exceto por uma palavra que já não achará mais e cuja ausência, se tudo der certo, vai torturá-lo por horas e horas de trabalho ou trabalho nenhum, pois não se pode chamar de trabalho o tumulto de pensamento que o tomará então, o céu a estridular como se fosse partir ao meio e o computador berrando mais do que a cidade e a TV juntas jamais sonharam berrar. Nesse momento, se as instruções tiverem sido seguidas corretamente, a linguagem estará passando por você depressa demais para ser captada, zunindo, turbilhão de luz no hiperespaço. Você terá se infiltrado, como um espião ou um vírus, no coração da máquina que move um mundo de palavras sem tempo de fazer sentido. É horrível. Avance a mão, colha uma ao léu, e então comece.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/sobrescritos/conselhos-literarios-fundamentais-i/


Lançamento do livro A Quarta Dimensão

Por bookess | Postado em Comunicados | Em 15-06-2011

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Todos estão convidados para o lançamento do livro "A Quarta Dimensão" de Eduardo Capistrano, que ocorrerá no dia 20 de junho de 2011, a partir das 19 horas, no Kauf Café do Shopping Estação – Curitiba.

No evento serão vendidos exemplares limitados do livro por R$25,00!

Para maiores informações sobre o livro e compra nas versões digital e impressa, acesse: A Quarta Dimensão.


Lançamento do Livro Devaneios Literários

Por bookess | Postado em Novidades | Em 09-06-2011

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Entrevista com Mariana Collares, autora de DEVANEIOS LITERÁRIOS (Crônicas), pela Editora Bookess:

1 – O livro Devaneios Literários é um blog que se tornou livro. Poderia nos contar como surgiu essa ideia de transformar os textos do blog em uma publicação?

Para explicar isso preciso falar um pouco do blog e seu começo: O blog nasceu há seis anos – início ainda dos blogs contendo textos literários – e o fiz porque costumava mostrar aos amigos mais próximos os textos que escrevia, e que pela primeira vez me encorajava a tirar da “gaveta”, para que eles mesmos, e quando assim quisessem, pudessem dar uma espiada e me dizer o que achavam. O blog foi, assim, minha escola, minha oficina literária, e não tinha qualquer pretensão de virar livro ou atingir alguma “famosidade”, “sucesso de público e acessos”, etc. Era a minha página, que eu sequer divulgava. Então só era “achado” por acaso e por quem estivesse navegando a procura de tudo e nada.

Reparei, entretanto, que os acessos estavam aumentando muito, e que entre os seguidores do blog estava o link da Bookess. Nessa época, cerca de seis anos depois de sua criação, muitas pessoas já conheciam meus textos e elas é que me diziam para publicá-los. Pensei então em pagar uma publicação, com uma tiragem tímida somente para família e amigos, para ficar guardado como mais um feito de vida de alguém que vive o cotidiano comum de todo mundo. Coisa como um álbum para o pai e a mãe, ou para colocar num retrato em plena sala. Então, num sopro de ousadia, entrei em contato com a Bookess e comecei a conversar sobre essa possibilidade. Conheci o site e vi as publicações que então lá estavam e fiz, eu mesma, o livro, diagramando e criando capa. Coisa como: “aqui estão os melhores textos (ou os que mais gosto) do blog. Levem pra casa e guardem como uma relíquia minha”.

Foi então que notei que os acessos, em um mês que havia postado o livro no site, foram muito expressivos, chegando a cerca de 1000 leituras. As pessoas começaram a entrar em contato, por e-mail e pelo site mesmo, me parabenizando e dizendo que estavam gostando e se identificando com aquilo que escrevia. Motivada por isso, entrei em contato com o site (já havia mandado o livro para outras editoras) e perguntei se haveria interesse de formarmos uma parceria para a publicação. A resposta foi “sim”.

2 – Que tipo de devaneios poderemos encontrar na sua obra? Qual a linha literária que segue?

Não cursei letras ou literatura. Ao contrário, minha formação é o direito e a vida inteira me dediquei a ele. A literatura era e é o meu amor. É por ela que me expresso, que mostro a fotografia escrita daquilo que sinto e vejo. É minha tradução do mundo.

Quando comecei a escrever com alguma freqüência, notei que ora era prosa, ora poesia, ora crônica, ora conto. Não havia, por assim dizer, um estilo bem definido. Eu me expressava e ponto. Sem forma, sem rótulo. Nós somos mesmo muito complexos para nos adequarmos a um único padrão… Por esse motivo chamei meus textos de “devaneios”, pois são divagações sobre a vida, os sentimentos, o todo que nos cerca. Ora são puros devaneios, ora são devaneios filosóficos, ora são bem humorados… Divagações de um ser em movimento.

Quanto à linha literária, li de tudo, mas o gênero em que escrevo é sempre o narrativo. Desde muito cedo leio bons livros, muito estimulada por meus pais. Mas sinto que é algo de família. Minha avó paterna, tendo estudado somente até a quarta série primária, é fã ardorosa da boa literatura e se inclui na sua biblioteca Cervantes, Dante e outras obras clássicas.

Comecei com os clássicos da literatura brasileira: José de Alencar, Machado de Assis, Érico Veríssimo, que li muito cedo, com cerca de 12 ou 13 anos de idade. Mas lia mesmo o que me davam ou me caía nas mãos da biblioteca de minha mãe – socióloga e que sempre leu muito. Então li desde Saint-Exupéry passando por Agatha Christie, Hermann Hesse, Engels, Marx, García Marquez, Tolstói e os demais russos, Cervantes, etc. Desde literatura clássica a livros sociológicos e de ciência política (meus pais sempre foram ativistas políticos de esquerda). Com o tempo, fui conhecendo gente que ainda não havia lido (Hemingway, Virgínia Woolf, Fitzgerald, Nietzsche, Sartre, Simone, Eça…). Ousei por Goethe, Dante, Santo Agostinho, Platão, Epicuro… Me aventurei com Gide, Hilda Hilst, Saramago. Na poesia Pessoa, Neruda, João Cabral, Rimbaud, Baudelaire, Drummond, Quintana, Vinícius… Na literatura mais intimista Clarice, Caio Fernando Abreu… Ora entro numa livraria e saio com Graciliano Ramos e Érico, ora saio com Ovídio ou mesmo Vargas Llosa, Galeano, Luis Fernando Veríssimo…. Minha biblioteca é ampla e eclética, assim como eu. Como não cursei literatura, me sinto na obrigação e com uma curiosidade imensa de saber e entender o estilo de cada autor. Cada época e a mente desta época retratada em cada obra. Tenho muito ainda que ler. Sinto que terei uma vida inteira e não terei lido tudo e todos. Tem muita gente boa por aí… Normalmente tenho uns cinco livros ao lado da cama e vou alternando a leitura, conforme o dia e meu estado de espírito. Nas férias, leio o tempo todo. Enfim, ler é um vício. O melhor de todos.

3 – Quem é o público-alvo dessa proposta?

Não sei. Mas sinto que toda a gente. Como foi um livro estimulado pelo público, vejo que dentre os seguidores do blog há gente de todas as idades, orientações filosóficas, identidade social e cultural. Na maioria, os textos são crônicas sobre o cotidiano, os sentimentos, o “eu” e o “nós” – temas que considero universais e podem ser lidos por todos os que gostem desse tipo de leitura. Os textos não são longos, então vejo que agradam justamente por serem concisos, em linguagem simples, direta. Veja bem, são textos postados em um blog, que é o retrato individual de um ser. Então eles não têm uma “proposta de marketing” em si mesmos. Eles não nasceram para isso. Eles nasceram de alguém para o mundo. O fato de serem publicados é mera conseqüência de existirem e terem passado pela aprovação de muitos.

4 – Por que a escolha da Bookess como editora?

Nos achamos: eu a ela, ela a mim. Nem sabemos quem começou. Foi puro acaso. Mas depois, vendo o trabalho desenvolvido pela Bookess, comecei a gostar, a me identificar com a democratização da literatura e do pensamento, e com liberdade dada ao autor. Mais, vejo que o futuro está aí: fora das editoras tradicionais, ou com “modelos tradicionais” de vendagem e publicação de livros. A Bookess está antenada com nosso tempo e o futuro, disponibilizando e democratizando realmente o acesso à cultura e à informação. E nada melhor para um cronista do que trabalhar com quem se parece com ele…

5 – Livros baseados em diários e memórias são muito comuns, mas publicações baseadas em blogs são ainda uma novidade. Você acredita nessa nova tendência? Considera que os blogueiros podem aproveitar uma iniciativa como a sua?

Acredito muito. A internet veio e se instalou definitivamente em nosso meio social e cultural e é um espelho daquilo que somos hoje. Saímos de nosso ambiente sem termos que sair de casa, e encontramos outros seres “viajantes” nesse meio, espalhando ideias, pensamentos. Olhar a vida do outro do estreito espectro da nossa realidade nos “aumenta”, ou “aumenta” nossa perspectiva de vida. Hoje todo mundo tem página na internet, tem um blog, tem algo a dividir com o mundo. Nossas bibliotecas e nosso mundo conhecido estão migrando para a internet, para um ambiente virtual porque nossa vida real está cada vez mais “ideal”. Então blogueiros (detesto esta expressão) podem se estimular sim e se encorajar. O mundo os está lendo, vendo.

O ofício da escrita sempre foi muito solitário. E de certa forma ainda é. Mas o resultado, o que podemos estimular no público, esse é sentido imediatamente através dos blogs. É uma interação imediata com o público, com quem está nos vendo. É muito bom. Finalmente não estamos sós.

Sobre a autora:

Mariana Collares é escritora. Vive em Porto Alegre, dedicando-se à escrita literária e à carreira de formação: o direito.

Publica, cotidianamente, suas crônicas no blog DevaneiosLiterarios.blogspot.com, inaugurado em 2005, e é colunista do site Comunidade Literária Benfazeja (www.benfazeja.com.br).

Em 2010, lança seu primeiro livro de crônicas, “Devaneios Literários”, pela Ed. Bookess, com primeiro lançamento marcado para 16 de junho de 2011, na Palavraria Livros e Café (www.palavraria.com.br), em Porto Alegre/RS.


Resultado promoção ePub gratuito

Por bookess | Postado em Comunicados | Em 06-06-2011

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Queridos Autores,

É com grande satisfação que divulgamos o resultado da seleção de livros que serão transformados em formato ePub para distribuição na Livraria Cultura.
Os próximos passos são a aquisição do ISBN para livro digital junto à Biblioteca Nacional, processo estimado em 20 dias. Em seguida iniciaremos a transformação dos livros em formato ePub, estimamos o prazo para esta transformação em 30 dias. Após, estes livros serão distribuídos na Cultura.
Segue abaixo a relação dos livros. Aguardem mais novidades!

Abraços,
Equipe Bookess


Adquira o seu ISBN via Bookess

Por bookess | Postado em Comunicados | Em 29-05-2011

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O número de ISBN é uma identificação internacional de tí­tulos de livros, em forma de códigos de barra para fácil leitura em todos os lugares, que confere credibilidade e profissionalismo à  obra.

É essencial para a manutenção dos direitos autorais, e permite que o livro seja vendido em qualquer lugar do mundo.
Para poder adquirir o número de ISBN do seu livro, nós enviamos à  Biblioteca Nacional um Formulário de Solicitação, juntamente com o pagamento do registro.

O valor do registro do ISBN custa R$ 43,00 (quarenta e três reais), e é pago apenas uma vez por livro no formato impresso e R$ 43,00 (quarenta e três reais) adicionais no formato digital.

O registro ficará cadastrado para sempre com o nome do autor e do livro solicitantes somente naquela edição. Caso o livro seja amplamente modificado, um novo ISBN é requerido.
Os dados necessários para o preenchimento do formulário de cada livro são:

- Título e subtítulo (se houver).
- Nome completo do autor.
- Nacionalidade do autor.
- Código do Assunto do livro (que é classificado pelo próprio autor através deste link).
- Link para o livro no site Bookess.
- ISBN para livro impresso, digital ou ambos?

A conta para depósito da taxa é:

Bookess Editora Ltda Me.
Banco do Brasil
Agência: 3191-7
Conta Corrente: 19527-8
CNPJ: 10587637/0001-80

Quando o depósito for feito, você pode nos enviar uma imagem do depósito digitalizada, ou o número do depósito para que possamos confirmá-lo. O prazo para retirada do ISBN varia entre 60-90 dias.
Sempre que necessário, não deixe de entrar em contato.

Abraço,

Equipe Bookess


6a edição do Prêmio Off Flip de Literatura abre inscrições

Por bookess | Postado em Comunicados | Em 18-04-2011

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Já estão abertas as inscrições para o Prêmio Off Flip de Literatura 2011. Embora seja uma ação independente, sem vínculo com a curadoria ou produção da Flip, ocorre paralelamente e conta com a parceria da Festa Literária para sua divulgação.

O Prêmio Off Flip já teve como participantes autores iniciantes e consagrados, e conquistou reconhecimento no Brasil e no exterior. Dividido nas categorias poesia e conto, abarca textos de autores residentes no Brasil, brasileiros que vivem no exterior e escritores de países lusófonos.

Os vencedores serão contemplados, nessa sexta edição do concurso, com prêmios em dinheiro, ingressos para as mesas da Flip e estadia em Paraty. Os 30 textos finalistas serão publicados em uma coletânea pelo Selo Off Flip.

As inscrições vão até o dia 30 de abril de 2011 e devem ser feitas pelo correio. O regulamento pode ser lido no site do evento: www.premio-offflip.net.

A premiação ocorre durante a 9a Flip – Festa Literário Internacional de Paraty, entre os dias 6 e 10 de julho. Os prêmios vão de passeios e viagens à valores em dinheiro de até R$2500,00.


Inscrições para o Prêmio Portugal Telecom de Literatura

Por bookess | Postado em Comunicados | Em 04-03-2011

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De 1º a 27 de março, estão abertas as inscrições para a 9ª edição do Prêmio Portugal Telecom. Editores e/ou escritores podem inscrever seus livros no site:www.premioportugaltelecom.com.br. O Prêmio contempla anualmente as obras literárias de escritores de língua portuguesa (independentemente da sua nacionalidade), desde que tenham sido publicadas no Brasil.

Os prêmios são de R$ 100 mil ao primeiro colocado, R$ 35 mil ao segundo e R$ 15 mil ao terceiro e cada um recebe também um troféu desenhado pelo artista plástico Paulo Von Poser.

Para mais informações, acesse: http://www.premioportugaltelecom.com.br/Default.aspx?tabid=62


Plágio é crime!, por Mariana Collares

Por bookess | Postado em Novidades | Em 04-03-2011

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Ok, você adorou o texto! Ele te traduziu, ou traduziu teus sentimentos, ou tuas vontades, ou teus sonhos. Ele até parece teu!!! Parece feitinho pra ti, pra caber certinho na tua boca, na tua página de relacionamentos na Internet, no teu blog! Tudo muito legal se não fosse o anti-critério de colocar teu nome embaixo dele. Não faça isso! É feio, é passível de tudo, desde danos morais a cadeia! Ok. Cadeia é demais. Mas dá uma boa pena alternativa. E na reincidência, dá cadeia mesmo. Qual a tua diferença para os caras que furtam e roubam? Nenhuma. Você se APROPRIOU de algo que não criou. Fez teu o que não é teu, mas é do mundo. Dito por alguém um dia, num dia inspirado, que não foi ganho de presente. Inspiração é igual a trabalho árduo. Não nasce do nada! Vem de anos e anos de leitura e pensamento. De anos de imaginação posta em prática e nada de preguiça. De anos de estudo e transpiração para chegar a criar algo que valha para o mundo – esse que tá aí pra admirar o belo, o inovador, o emocionante! Então não copie! Não ponha teu nome em algo que não criaste. Em algo que nunca foi teu! Mesmo que seja algo que poderias dizer com a maior naturalidade! Plágio é crime! Plágio indica mau-caráter. Plágio é falta de criatividade, de vergonha na cara. Sabe aspas? “ASPAS” servem para citar. Depois delas vem o ponto e depois o nome do autor. Pode ser? Leia, divirta-se, cite, sem problemas. Mas não atribua algo que não é teu a ti mesmo ou a alguém ao revés do autor. Mostre que tens talento, ao menos pra escolher as palavras bonitas para enfeitar teu blog-espaço. Se elas não são tuas “formalmente falando”, elas se fazem tuas. Mas não as roube. Use-as com critério. Com educação. Com dignidade. Difícil? Não. Fácil pra quem entende o valor de uma bela criação, qualquer que seja. Todo mundo já criou algo de seu pro mundo. Então pense nisso e não entre nessa de PlÁGIO. Esta autora agradece.

Escrito por: Mariana Collares

Fonte: http://devaneiosliterarios.blogspot.com/2011/02/plagio-e-crime.html


Bookess lança livro em parceria com Sebrae

Por bookess | Postado em Comunicados | Em 15-02-2011

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"Eu quero ser empresário…Rico!" é um livro que surpreende ao ampliar os horizontes do leitor, o fazendo compreender a importância de não se contentar em ser apenas um pequeno empreendedor. Por que não investir em planejamento estratégico e se tornar um empresário emergente bem sucedido?

No próximo dia 23 de fevereiro, a partir das 19h, o autor Joel Fernandes recebe os leitores no lançamento de seu terceiro livro, Eu quero ser empresário…Rico! – Sua empresa muito além do sufoco do dia a dia, na sede do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina – CRCSC, em Florianópolis.

O autor Joel Fernandes utiliza todo o seu expertise para propor um conceito inovador no que se refere à postura de investidor quando se está diante do próprio negócio.

“Há oito anos tenho estudado o motivo pelo qual a maioria das empresas brasileiras não se torna rica. A obra mostra a transformação de empreendedores que sabem trabalhar, mas não sabem ganhar dinheiro, em empresários com espírito investidor”, explica o autor quando indagado sobre a inspiração da publicação.

Os anos de observação da classe empresarial deram subsídios para que Joel traçasse um perfil mais apurado do mercado brasileiro. “Ao contrário do que se observa na trajetória dos empresários europeus, no Brasil as pessoas abrem empresas e se contentam quando elas suprem suas necessidades financeiras básicas”, afirma.

A linha filosófica utilizada pelo autor, tanto na análise do comportamento empresarial quanto na construção do enredo do livro, é inspirada nas teorias do filósofo francês Maurice Merleau-Ponty, ávido estudioso dos fenômenos que rondam o comportamento humano.

O conteúdo desenvolvido nos 12 capítulos do livro é um estímulo aos profissionais que desejam fazer de suas empresas não apenas uma fonte de sobrevivência, e sim, uma poderosa ferramenta de gerar lucros.

Sobre o evento

O lançamento do livro Eu quero ser empresário…Rico! Sua empresa muito além do sufoco do dia a dia (Editora BOOKESS, 220 pág., R$ 34,00), do autor Joel Fernandes, será no dia 23 de fevereiro, às 19h, na sede do CRCSC, Av. Osvaldo Cabral, nº 1.900, no Centro de Florianópolis. O evento é gratuito.

Fonte: http://www.deolhonailha.com.br