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Maioria dos brasileiros não conhece o e-book

A maioria dos brasileiros não conhece o livro digital. A constatação foi feita por uma pesquisa conduzida pela GfK, com 1.000 pessoas a partir dos 18 anos, de 12 regiões metropolitanas do país. O resultado mostra que 67% dos entrevistados não conhecem o livro digital. Estão menos familiarizados...

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Ler na praia – biblioteca gratuita

Por bookess | Postado em Novidades | em 23-09-2010

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Agora já é possível se bronzear lendo! Uma maneira inteligente de relaxar! No sul da França, perto de Montpellier, o governo decidiu  instalar palhoças/bibliotecas inteiramente gratuitas. Inicialmente elas foram instaladas nas praias de Carnon e Frontignan. No ano passado, só a biblioteca de Carnon, que reune 2 mil livros para crianças e adultos, além de revistas, jornais…  acolheu 20 mil leitores. O sucesso de tal iniciativa é grande e já está na sua terceira edição. Neste ano, Bezier também aderiu à ideia!


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Banners da Bookess

Por bookess | Postado em Comunicados | em 23-09-2010

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Caros autores,

Agora a Bookess disponibiliza banners para àqueles que querem divulgar a Bookess em seus blogs e sites.

Os banners foram feitos em dois tamanhos e em duas versões diferentes. Para inserir os banners no seu site, basta copiar o texto embaixo de cada banner, e colar o mesmo no código html do site.

E então? Gostaram dos novos banners da Bookess?

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Poesia concreta nos relógios de rua em SP

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-09-2010

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Foi há 31 anos que o poeta Augusto de Campos lançou a coletânea de textos Viva Vaia, mas sua obra ganhou novamente as ruas de São Paulo graças à homenagem de um jovem de 22 anos. Estudante de artes plásticas, Daniel Scandurra, conheceu o trabalho de Campos por meio de suas traduções da obra do americano John Cage. “Essa pesquisa coincidiu com a retirada da propaganda e a desativação dos relógios de rua e comecei a usá-los como suporte”, conta Scandurra.

Em abril desse ano, ele colocou sua primeira obra na rua. O poema “dormeacorda”, num relógio na avenida Dr. Arnaldo. Em seguida, veio a homenagem a Augusto de Campos com a colagem do poema Viva Vaia na rua da Consolação. Desde então, a cidade já recebeu outras 14 obras entre poemas e cubos coloridos feitos com adesivo e que chegam até a mudar de cor quando os relógios são acesos à noite. “A ideia é fazer uma intervenção amistosa. Até agora nenhum adesivo foi retirado e tive uma boa aceitação de quem já viu os trabalhos”, conta o artista que diz estar disposto a retirar os adesivos dos relógios se for necessário. “Quero mostrar que esse espaço pode ser utilizado para outros fins, que não o publicitário.”
Além de Augusto de Campos e John Cage, Scandurra diz ser influenciado pelo músico Arnaldo Antunes e se prepara para levar as colagens a outros lugares da cidade. “É legal quando a pessoa faz um trajeto que tenha os trabalhos”, diz.

Fonte: http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/1,,EMI171764-16296,00.html

O mistério continua: Agatha Christie e os quebra-cabeças policiais

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-09-2010

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Agatha Christie se descobriu escritora aos 30 anos. Até os 85, colocou no papel histórias que sempre começavam com um crime. E foi a solução surpreendente de cada quebra-cabeça policial que imortalizou a sua obra.

Ela não frequentou a escola por determinação da mãe e estudou em casa. Começou a escrever histórias para se distrair e agradar aos convidados dos pais. A menina cresceu, casou-se e trabalhou como enfermeira durante a Primeira Guerra Mundial. Somente depois disso, em 1920, lançou seu primeiro romance: O Misterioso Caso de Styles. Contando desse jeito, ninguém poderia supor que se trata da “dama do crime”, da “rainha do mistério”, Agatha Christie.

Foi somente aos 30 anos que a escritora de livros de mistério mais famosa do mundo publicou sua primeira obra. Ao longo de sua vida, Agatha fez 66 novelas policiais, 20 peças teatrais, seis romances e mais de 150 contos. Tudo isso rendeu mais de 2 bilhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Só perdeu em volume de vendas para Bíblia.
A mestre das histórias de suspense morreu em 1976, aos 85 anos, de causas naturais e em casa. Mas é o nascimento da escritora que os fãs comemoraram, no dia 15 de setembro. Em 2010, Agatha faria 120 anos com muitas histórias de sucesso para contar e uma produção textual quase que industrial – durante 55 anos. Escreveu muito e acredita-se que teria de ter escrito mais de quatro histórias por ano para conseguir publicar tantos livros.

Mesmo depois de morta, a escritora continua  fazendo parte da vida de muita gente, seja numa simples leitura de férias ou porque a pessoa é aficionada por literatura policial. As histórias de Agatha deixaram personagens famosos na literatura, como o belga Hercule Poirot (um detetive que colocava suas “celulazinhas cinzentas do cérebro” para funcionar) e Miss Marple (a idosa que, com boa observação e muita inteligência, resolvia os mais difíceis mistérios).
A casa em que Agatha costumava passar férias, em Devon, na Inglaterra, tornou-se patrimônio do National Trust  e foi restaurada. O lugar, conhecido como Greenway House, é aberto à visitação, foi construído na década de 1950 e contém documentos e livros da família, incluindo pesquisas do segundo marido de Agatha, o arqueólogo Max Mallowan.

O contínuo sucesso da escritora tem explicação. O professor de literatura Fábio Messa afirma que, depois de Edgar Allan Poe, Agatha Christie foi a responsável por inaugurar o gênero policial britânico e inovar os parâmetros já existentes. Nos romances dela, a cena do assassinato em si, os sentimentos pelo crime não são apresentados. Ao ler o livro, o leitor se depara com uma cena de morte/ desaparecimento pronta a ser investigada e, com isso, tem um quebra-cabeça para resolver.

– Um enigma a ser decifrado, omitindo a identidade do assassino, desenvolvendo personagens detetives que se encarregavam de coletar depoimentos dos suspeitos para, geralmente, apresentarem uma ‘‘solução’’ surpreendente sobre os casos, apontando como culpado aquele personagem que, em princípio, encontrava-se fora de qualquer suspeita. Essa era a fórmula do romance policial britânico – ensina Messa.

Na opinião de Messa, o fascínio exercido pelos livros de Agatha se deve à construção do texto com elementos essenciais que atraem leitores iniciantes. São narrativas com todos os ingredientes para atrair a atenção de um leitor em formação, comenta.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3043980.xml&template=3898.dwt&edition=15521&section=1323

R$ 3 para downloads ilimitados. Como seria?

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-09-2010

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Para os pesquisadores, faltou na proposta de reforma da Lei de Direitos Autorais a regulamentação do ambiente digital. Por que não aproveitar o momento de revisão para fazer uma lei que descriminalize o P2P e garanta a remuneração dos autores?

Essa é a proposta de pesquisadores da UFRJ e do Gpopai (USP), que lançaram um site com uma petição online pela inclusão do artigo 88-B na reforma.

O pesquisador alemão Volker Ralf Grassmuck, que adaptou a proposta internacional à realidade brasileira, explica como funcionaria o modelo.

Clique abaixo para entrevista completa.

Ensino literário: Como fazer os alunos gostarem de ler?

Por bookess | Postado em Novidades | em 21-09-2010

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Se existe um tema batido e rebatido no espaço escolar é o da necessidade de formar alunos-leitores. A leitura – dizem – é fator fundamental na formação dos indivíduos. Dizem, mas não provam. Associam-na sempre a propostas e justificativas como “formar hábito”, “quem não lê, não escreve”, etc., e basta. O interessante neste caso é o que não foi dito…

Os professores leem? Os pais leem? O que leem estes grupos? A escola é incentivadora da leitura ou apenas reitera o consagrado discurso de que esta é um bem inalienável e, se não conseguirmos fazê-la penetrar no mundo da sala de aula, não haverá salvação para a escola.

O primeiro balanço deste barco: na escola, trabalha-se com..

Lembranças ruins? Às vezes é melhor esquecer de tudo…

Por bookess | Postado em Novidades | em 21-09-2010

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A mais célebre refém das Farc, Ingrid Betancourt, escreveu um relato dramático, assustador e revoltante dos seis anos e meio em que viveu num cativeiro da guerrilha na selva colombiana. Desde que deixou o cativeiro das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), onde passou seis anos e meio, Ingrid Betancourt não conseguiu contar à sua família tudo o que passou – a brutalidade, os detalhes humilhantes, a sordidez da violência. “É difícil dar voz a certas coisas”, diz ela, com seus gestos leves e seu olhar que carrega uma mistura de meiguice e cansaço. Em fevereiro do ano passado, Ingrid começou então a escrever sobre o cativeiro na selva colombiana. Em alguns dias, escreveu furiosamente, das 8 da manhã às 4 da tarde, num jorro ininterrupto. Em outros, paralisada por uma memória dolorosa demais, não conseguia avançar. Só retomava o trabalho no dia seguinte. Depois de doze meses, escrevendo entre Nova York e Paris, onde moram seus filhos, o livro estava pronto. Ingrid distribuiu os originais entre os familiares. Sua mãe, Yolanda, telefonava todas as noites, contava o que tinha lido, chorava ao telefone, tinha pesadelos. Seu filho, Lorenzo, 22 anos, não se sentiu preparado para ler o livro. Resolveu não abri-lo. Sua filha, Mélanie, 25, atravessou cada página e, arrasada, como que pedindo desculpas, disse à mãe que nunca imaginou que o cativeiro tivesse sido tão cruel. O livro se chama: Não Há Silêncio que Não Termine – Meus Anos de Cativeiro na Selva Colombiana.

Leia mais em: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/o-diabo-vive-nesta-selva

Outubro: Curitiba será palco da festa da literatura

Por bookess | Postado em Comunicados | em 21-09-2010

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Quem percorrer os corredores do Estação Convention Center entre os dias 1° e 10 de outubro vai se deparar com o mundo mágico da Literatura. A 1.ª Bienal do Livro Paraná pretende aflorar o gosto dos paranaenses pela leitura trazendo para Curitiba um evento de grande porte – a exemplo dos realizados em outras cidades brasileiras –, marcado pela qualidade na programação e por atrações sob medida para toda a família. As atividades vão dos bate-papos com autores consagrados ao Fórum de Literatura Infantil.

“Nossa Bienal do Livro terá atenção concentrada na progra­ma­­ção cultural, não será apenas uma feira de livros”, diz Andréia Res­­pold, vice-presidente da Fagga|GL events – empresa or­­ganizadora que já realiza bienais no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Segundo ela, o objetivo é conquistar novos e velhos leitores de todas as idades. “Será um programa para a família, com espaços dedicados também às crianças, para investir na formação de leitores.”

Evento invade mundo virtual

Vai longe o tempo em que o livro disputava espaço com a internet. E é justamente no mundo virtual que a Bienal do Livro quer buscar mais participantes. Para isso, a organização do evento marcou seu território nas redes sociais. A Bienal tem perfis no Orkut, Facebook e Twitter. “Nessas ferramentas vamos trabalhar com teasers sobre as novidades que poderão ser vistas no evento em outubro, instigando o público a participar. Além das informações, estamos planejando sorteios de livros para nossos seguidores”, diz Tatiana Zaccaro, gerente do Núcleo Bienal do Livro da Fagga|GL events.

Outro meio será o Flickr, que servirá para compartilhar imagens da cobertura do evento durante o período em que ele estiver acontecendo.

Inimiga?

Além de utilizar a internet como meio de divulgação, o evento pretende discutir a relação da rede com a Literatura impressa. Nos bate-papos do Café Literário, um dos temas abordados será “Literatura Digital, e-books e o leitor do futuro: há uma revolução em curso?”. A discussão será realizada no dia 2 de outubro, às 16 horas, e contará com os escritores Sérgio Rodrigues e Adriana Lisboa.

A bienal na internet

Site: www.bienaldolivroparana.com.br

Twitter: www.twitter.com/bienaldolivropr

Facebook: www.facebook.com/bienaldolivropr

Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13403591586045515353

Um curso para quem quer escrever guias de viagem

Por bookess | Postado em Comunicados | em 18-09-2010

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O Viajante ministrará em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo o curso Travel-Writer, a partir do qual é selecionado o pessoal que irá viajar e escrever para os seus guias de viagem (edições sobre a Europa, América do Sul e Sul do Brasil).

Na capital gaúcha, o curso ocorrerá em duas turmas: pela manhã, de 13 a 17 de setembro, e no fim de semana de 17 a 19 de setembro.

Público-alvo

- Estudantes e profissionais interessados em viajar e escrever para veículos de turismo, em especial guias de viagem

- Escritores em potencial que desejam escrever (e publicar) livros de relatos de viagem

- Viajantes que desejam aproveitar melhor as suas viagens

- Viajantes a fim de participar dos próximos guias O Viajante, colaborando com pesquisa e textos produzidos a partir de viagens

Instrutor

Zizo Asnis

- Editor-chefe e idealizador dos Guias O Viajante (Europa, América do Sul, Argentina, Chile, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), a mais vendida série de guia de viagens desenvolvida no Brasil

- Editor do site oviajante.com, há 11 anos na internet

- Publicitário, jornalista, pós-graduado em Marketing pela ESPM/RS

- Atual colaborador da revista Lonely Planet, contribui esporadicamente para jornais (Folha de S.Paulo, Estadão, Zero Hora), revistas (Viagem e Turismo, Viaje Mais, Veja) e programas de TV (Mais Você, de Ana Maria Braga, Fantástico, com o quadro "Te Quiero América")

- Como viajante, morou três anos em Londres e já percorreu América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e norte da África

Objetivos

- Aguçar a percepção em viagens

- Entender o que é a cultura mochileira e viajante

- Aprender a avaliar hotéis, restaurantes e atrações turísticas

- Compreender as linguagens e distintos formatos da literatura de viagem

- Dominar técnicas de redação em textos e relatos de viagem

- Conhecer o mercado de turismo editorial

- Habilitar-se a trabalhar como Travel-Writer para os Guias O Viajante

Programa

- A cultura viajante

- Travel-Writer: o que é ser um “viajante-escritor”

- A verdadeira boa viagem

- O bem mais precioso do século 21: a informação

- Literatura viajante – relatos de aventuras

- O mercado de turismo editorial – guias, jornais, revistas, sites e as novas mídias

- Revistas – qualquer um pode escrever?

- Desenvolvimento de guias de viagem

- Pesquisa em cidades e países

- Textos de viagem – um olhar crítico

- Quer ser um viajante de O Viajante?

Carga-horária: 18 horas

Para mais informações, escolha a cidade de seu interesse.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/recortesdeviagem/2010/09/09/um-curso-para-quem-quer-escrever-guias-de-viagem/?topo=13,2,18,,,77

Livros digitais superam livros impressos em vendas

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-09-2010

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Segundo a coluna Epicenter da revista on-line Wired, os livros digitais foram superados pela primeira vez no mês de julho em vendas o número de livros impressos, mas esses não são números absolutos, mas os números são da Amazon que é campeã de vendas em livros on-line assim talvez no mundo todo ainda falte algo.

Segundo o site da Amazon, sem dar números absolutos, as vendas foram, foram para cada 100 livros de capa dura 143 ao longo do segundo trimestre, e a taxa de aceleração cresceu no mês passado, a Amazon vendendo 180 e-books para cada 100 de capa dura.

Curiosamente este dado vem no momento que Umberto Eco lança um livro para defender a idéia que o livro impresso não vai morrer, segue a velha lógica do discurso de uma mídia ou outra, Platão se preocupava com o surgimento da escrita, o surgimento do Rádio e da TV seguiram a mesma lógica e agora a Web, bastaria pesquisar números para entender que é uma mídia E a outra e este preconceito estaria superado, mas é da natureza humana não querer sair da região de conforto.