Em destaque

Aniversário do Bookess

Uau, como o tempo passa rápido! Parece que foi ontem que lançamos o site e já estamos completando 1 ano de vida. Temos muito a comemorar, milhares de usuários estão cadastrados, recebemos diariamente elogios pelo site, fomos citados muitas vezes pela mídia e,...

Leia mais

Mandamentos da Publicação Digital.

Por bookess | Postado em Dicas, Na mídia | em 22-12-2011

Tags:, ,

0

A Tecnologia trouxe ao mundo literário, uma nova forma de pensar, publicar e de ser autor. Hoje você pode publicar seu livro sem custo algum e fazer uso dos instrumentos disponibilizados pela editora para a diagramação, edição e divulgação de sua obra. Você decide quanto quer ganhar em cima de cada venda. Você tem o controle, pode ser um autor ativo em todo o processo do seu livro.

Veja algumas dicas que a escritora Maurem Kayna levantou, em forma de mandamentos, que ajudam a se pensar criteriosamente em termos de Publicação Livre, Independente, Acessível.

1. Não te atreverás a autodenominar-se escritor se não puderes fazer com a mesma ênfase a declaração de que és um leitor;

2. Não tomarás em conta, para a decisão de publicar ou não, apenas a opinião de teu cônjuge, pais ou filhos, ou ainda de teus subordinados diretos;

3. Não publicarás um eBook sem antes submeter o texto à revisão gramatical e ortográfica, pelo menos uma do próprio editor de texto;

4. Não entregarás teu livro para a edição em eBook para uma editora que demonstre descaso com a forma, que não se preocupe com as diferenças de apresentação do arquivo final em diferentes dispositivos de leitura (especialmente no caso de poesia);

5. Não acreditarás que o mundo tem o dever de conhecer e reverenciar tua obra, pelo simples fato dela ter sido disponibilizada e mencionada em suas redes sociais;

6. Não elogiarás outra obra de autor independente em vão, apenas para obter retribuições;

7. Não depreciarás a obra alheia no intuito de fazer parecer maior a sua própria;

8. Não copiarás;

9. Revisarás, muitas vezes e com muita autocrítica, cada parágrafo, cada figura de linguagem, o enredo e mesmo o título antes de dar sua obra como passível de edição;

10. Não desistirás diante de qualquer dificuldade que se lhe apresente e insistirás acreditando e usando toda criatividade disponível para fazer do eBook (o seu e os demais) uma realidade acessível e prazerosa para o público leitor brasileiro (aplicável somente após rigorosa atenção aos mandamentos anteriores).

 

Fica a dica!

 

Saudações Literárias,

Equipe Bookess.

 

Publicar no Brasil!

Por bookess | Postado em Sem categoria | em 12-10-2011

Tags:, , , ,

1

Compartilhamos aqui o que um  Paulo Cavalcante, um de nossos colaboradores,  divulgou em sua rede pessoal.

 

Publicar um Livro no Brasil

 Publicar um livro no Brasil já foi tarefa mais difícil. Atualmente, com a globalização e o acesso à Internet, surgiram editoras que apostam nas pequenas tiragens ou/e impressão sob demanda. Isso torna o escritor um autopublicador.

A mais recente novidade é a Bookess que já atuava como biblioteca e editora virtual e agora anunciou a sua loja virtual, brevemente. Um sistema onde qualquer pessoa poderá vender o seu próprio livro através do site. O autor vai escolher o quanto deseja ganhar, para isso fixará um preço que considerar adequado. A Bookess receberá uma pequena porcentagem de cada venda. Neste processo, o autor terá acesso a um relatório mensal de suas vendas, onde após um valor mínimo de R$100,00 a receber, o autor terá o dinheiro depositado diretamente na sua conta. Dessa maneira, qualquer pessoa poderá realizar o sonho de publicar seu livro, vendê-lo através do site e ainda ganhar dinheiro com isso.

Algumas editoras colocam à venda os livros e até fazem a página do escritor nos seus sites. Esse tipo de divulgação é pouco, contudo.  Os percalços ainda são muitos. É preciso gostar de escrever e querer compartilhar com os leitores. Quando se assume uma autopublicação, a tarefa de divulgar o livro é do escritor. Isso concretamente.  É necessária muita coragem, perseverança e a paixão pelo ato de escrever. Entretanto, a possibilidade que surgiu através da internet faz mais sentido ainda diante de tantas barreiras impostas pelas grandes editoras.

Paulo Cavalcante

Autor do livro Mensagens de Fé

http://twitter.com/p_cavalcante

Resultado da Promoção ""Conte-nos a emoção de publicar seu primeiro livro"

Por bookess | Postado em Comunicados | em 24-01-2011

Tags:, , ,

2

Encerramos a promoção "Conte-nos a emoção de publicar seu primeiro livro" com textos incríveis de autores com muita história pra contar. O melhor relato, escolhido por nossa equipe, foi do autor do Moçambique – Jofredino Faife – com o texto A propósito de memórias de um carteiro, que receberá de presente um book trailer.

O livro do Jofredino, Memórias de um carteiro, foi o vencedor do prémio Fundac Rui de Noronha 2008, em Moçambique. Um dos prémios Nacionais anualmente atribuídos pelo Governo no campo literário. Veja o texto abaixo:

Por vezes não importa porque inciamos um caminho. É como se nos encaminhássemos numa via de sentido único. Estamos condenados a seguir em frente. Então inventámos um motivo, por pequeno e frágil que seja, para seguir. Seguimos, mais incertos do que certos, movidos, talvés pelo medo de ser breve, de não ser eterno, de adiar promessas que fizemos a nós mesmos, de letárgicos, deixar os nossos sonhos escorrerem-nos pelas mãos.

Meti-me a caminho, meia dúzia de anos faz. Quase sem querer, criou-se um universo paralelo de letras que combinadas ao acaso geraram movimento, sons e tons, cores e formas, aromas e silêncios estridentes. Cedo me apercebí que estava condenado a escrever. Escrevi. E quando nada mais havia por escrever, inventei palavras. No final, havia inventado para mim mesmo, qualquer coisa fortemente influenciada pelas pessoas que encontrava, pela música que escutava (bossa nova, jazz, afro, spirtuals, marrabenta e alguma coisa mais), pelas cores que via, pelos aromas que sentia, pelos livros que lia, pelo mundo que eu sonhava.

Não era apenas um romance que havia inventado. Cada página era como se me tivesse sido arracanda com dor de dentro. Era eu mesmo que me reiventava. Memórias de um carteiro havia se tornado a janela virtual, míope, por onde havia captado, lido, sentido, pintado e fotografado este e outros mundos… com tinta e papel.

Em Setembro de 2008, Memórias de um carteiro, então apenas um entre outros exemplares submetidos a um concurso literário, foi eleito vencedor. Quando tudo era um facto consumando, me apercebi que por vezes ganhar prémios – por mais importantes que eles sejam – não basta para abrir portas a um livro escrito por um adolescente duma cidade periférica. Não pude abrir as portas de uma editora, nem convecer um editor a ler o texto pelo menos.

O tempo passou, taciturno, cruelmente obrigando-me a partir para a Itália – o país que me acolhe hoje – a fim de caçar outras histórias, sonhar outros livros, bater em portas que talvéz se abram. Mas eu sempre soube que não podia seguir em frente enquanto não fizesse as pazes com o meu passado mal resolvido. Precisava desesperadamente de fechar um capítulo, para começar outro. Por força do acaso, faz dois meses que conheci a Bookess, onde publiquei Memórias de um carteiro. Era só para ter algumas cópias, para partilhar com alguns amigos antes de começar o projecto novo em que estou trabalhando.

O retorno foi mais do que esperei. O que antes havia sido acaso, pelos acasos que gerou, hoje é uma escolha. Sim. A bookess é minha editora de escolha. Por me ajudar a sonhar, por partilhar os meus sonhos e por me mostrar que como eu, por este mundo fora há alguém sonhado livros e esperando por uma janela de oportunidade para que outros os leiam. Só eu, e todos quanto algum dia se colocaram o desafio de escrever um livro, sabemos quão importante é ter uma editora que acredite na gente. Obrigado à Bookess por existir e por me ajudar a partilhar o meu livro, pelo menos, com os meus parentes e amigos.

Esta é a história de Memórias de um carteiro. E em parte, a minha história também.

Este relato e todos os outros enviados foram reunidos em um só texto, que você pode ler e divulgar através deste link.

A Bookess agradece a todos os autores que enviarem seus textos.

Um abraço.
Equipe Bookess

MinC divulga selecionados para o edital de livros em formatos acessíveis

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , ,

0

O Ministério da Cultura publicou no dia 25 de outubro, no Diário Oficial da União (Seção1, páginas 24/25) portaria com o resultado final do Edital de Fomento à Produção, Difusão e Distribuição de Livros em Formato Acessível. Com a disponibilização de verba adicional e avaliação de recursos dos não-classificados, o número de selecionados passou de sete para 10, totalizando R$ 1,23 milhão.

As 10 instituições selecionadas deverão cadastrar o projeto contemplado no Portal dos Convênios SICONV (www.convenios.gov.br), no período de 25 de outubro a 24 de novembro de 2010. Aqueles que não cadastrarem suas propostas serão automaticamente desclassificados.

Na primeira categoria, voltada para a criação de centros de produção de livros acessíveis, foram contemplados quatro propostas. O Instituto de Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha apresentou o projeto que visa implantar um Centro de Produção de Livros em Formato Acessível para pessoas com deficiência visual no Nordeste, com capacidade para publicação de 10 títulos por mês em Braille e outros 10 títulos por mês em formato Daisy ou Voz Sintetizada. O Instituto Sul Matogrossense para Cegos “Florivaldo Vargas” também irá implantar um centro, com mesma capacidade de produção, voltado para atender o Centro-Oeste. Já o Instituto dos Cegos do Brasil Central vai ampliar o serviço de adaptação e transição de títulos para o Sistema Braille, diversificando a produção acessível para os formatos DAISY e Voz, com capacidade para, no mínimo, 12 matrizes de títulos ao mês. Por sua vez, a Associação de e para Cegos do Pará irá implantar um Centro de Produção de Livros em Formato Acessível para pessoas com deficiência visual para atender a região Norte.

Na segunda categoria, destinada a fomentar a produção e a distribuição dos livros, foram selecionados três projetos. A Fundação Dorina Nowill para Cegos, com o projeto Ler sem Ver, pretende publicar, reproduzir e distribuir gratuitamente 90 kits literários contendo 68 títulos em formato acessível. Com o recurso do edital, o Centro SUVAG de Pernambuco pretende publicar, reproduzir e distribuir 700 exemplares do livro O Olhar Tátil: 12 Gravuras de Gilvan Samico. Já a Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS) vai produzir 40 novos títulos literários, falados em voz sintetizada, 40 novos títulos literários em formato Daisy e 10 novos títulos literários em formato Braille. Além disso, vai replicar e distribuir 2.000 exemplares em voz sintetizada, 2.000 exemplares em Daisy e 100 exemplares em Braille.

A terceira categoria do edital é destinada à capacitação e difusão. Nesta categoria foram selecionados três projetos. A Fundação Dorina Nowill para Cegos irá capacitar profissionais de três organizações indicadas pela ONCB (Organização Nacional de Cegos do Brasil) e pelo Ministério da Cultura para produção e reprodução de livros acessíveis em dois formatos: livros digitais DAISY e livros falados com voz sintetizada (VS). A Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (LARAMARA) irá capacitar 25 profissionais de diferentes segmentos para fazerem uso da Audiodescrição no desenvolvimento de suas funções. Por sua vez, a ACERGS irá desenvolver e implantar o portal da Rede Nacional de Produção do Livro Acessível e capacitar dois administradores da rede por centro de produção.

A previsão do MinC é que todos os projetos selecionados sejam iniciados em dezembro deste ano. A lista completa dos selecionados está no link Editais do site do ministério.

Fonte: Ministério da Cultura

Nook Color – Novo e-reader de Tela Colorida

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , ,

0

Pode parecer um pouco estranho e inusitado para um eletrônico que se propõe a ser um e-reader, mas o NookColor, novo leitor de livros digitais da livraria americana Barnes & Noble, tem tela colorida e não o tradicional e-ink. O uso dessa tecnologia causou alguma polêmica na última terça-feira (26) dia do anúncio.

Além de possuir tela colorida, o NookColor também é sensível ao toque e possui uma série de novas funções. Ainda assim, a palavra “paradoxo” consegue definir bem este novo gadget. Ele funciona com Android, mas não tem acesso aos aplicativos do Marketplace; tem tela colorida e brilhante, mas é um e-reader.

Outro ponto negativo que pesa muito na escolha de um novo leitor de livros digitais é a autonomia da bateria. Na versão anterior, o usuário poderia passar até 10 dias sem precisar carregar o e-reader. No NookColor a duração não passa de 8 horas de leitura contínua.

Fonte: http://www.melhornotebook.org/2010/10/28/nook-color-novo-e-reader-de-tela-colorida/

Museu virtual da UnB ganha nova galeria de livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

Tags:, , , , , , , , , ,

0

O Museu Virtual de Ciência e Tecnologia da Universidade de Brasília ganhou uma nova galeria de livros paradidáticos em sua biblioteca. São obras produzidas por alunos do curso de pedagogia que pretendem ajudar professores e alunos no ensino de ciências. As obras virtuais são destinadas a crianças com idade entre 6 a 12 anos. Os interessados podem fazer download do material gratuitamente.

Há materiais sobre biodiversidade, cerrado, tecnologia. Os interessados podem debater e discutir a utilização do material em fóruns com outros professores. A proposta do grupo responsável pela confecção dos livros é facilitar e baratear o acesso a materiais didáticos por professores. Até o fim do semestre, mais dez títulos deverão fazer parte do catálogo.

O site do museu também oferece exposições virtuais e sugestões de atividades lúdicas para que professores façam com seus alunos em sala, como a criação de um insetário, por exemplo.

Fonte: http://www.portaluniversidade.com.br/noticias/

Livros e desenvolvimento

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , ,

0

O Ministério da Cultura, através da Fundação Biblioteca Nacional, criou o Programa de Apoio à Tradução de Autores Brasileiros, cujo objetivo é ampliar a presença de escritores no mercado internacional. O Ministério dedicou R$364 mil para o Programa em 2010 a fim de incluir vários gêneros literários, autores menos conhecidos e de regiões diversas.

Estrangeiros de países diversos têm interesse em nossas expressões culturais, mas o idioma português é para muitos uma barreira intransponível. As traduções, portanto, despertam a curiosidade na nossa produção científica e ficcional.

É preciso realizar o sonho de um mundo em que os pequenos também tenham vez e exportar visões outras que as de meia dúzia de escritores privilegiados.

Quando aumenta a leitura de livros de nossos autores e o interesse dos estrangeiros no Brasil, eles vêm para cá e financiam o turismo, geram empregos no setor e anulam as impressões falsas que tinham dos brasileiros. Este programa governamental que incentiva a tradução de livros brasileiros financia também editoras estrangeiras que, por tabela, incluem outros escritores nacionais.

Estados Unidos e França divulgam suas culturas e fortalecem suas identidades nas artes visuais. Não é à toa que turistas brasileiros pagam caro e passam horas na fila do Consulado para sacar o visto de viagem.

As políticas do Ministério da Cultura para o setor editorial, portanto,é um serviço de divulgação do Brasil no exterior que, a médio e longo prazos, converte-se em ganhos para outros setores nacionais, como o turismo.

Toda a cadeia (produção, circulação e consumo) da indústria editorial aufere benefícios de um Programa como este, desde os direitos autorais do escritor até a publicidade da obra. A cultura é o esteio de políticas públicas em países que levam o ser humano a sério.

Bruno Peron Loureiro

www.brunoperon.com.br

Creative Commons lança marca de domínio público

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , ,

0

Quando se fala em licenciamento, há três caminhos. O do copyright, em que todos os direitos estão reservados, o do copyleft, em que alguns direitos podem ser reservados, e o do domínio público, em que simplesmente não há nenhuma restrição de uso.

As licenças Creative Commons são copyleft. Têm várias versões por esse caminho do meio: é possível optar por liberar ou impedir o remix, liberar ou impedir o uso da obra para fins comerciais, entre outras opções. A organização também tem a licença CC0, que significa que o autor renunciou aos direitos sobre o trabalho.

O domínio público é quando absolutamente nenhum direito vale mais sobre a obra. É mundial: o que está em domínio público em um país está no mundo inteiro. E para ajudar a reunir essas obras a organização acabou de lançar a Marca de Domínio Público, um símbolo que ajudará a identificar o que está em domínio público pela web. A ideia da marca é complementar a licença CC0, segundo a organização.

“É um passo adiante no caminho de se tornar o domínio público digital uma realidade”, disso o professor de direito e membro da organização Michael Carroll. A marca deverá facilitar a busca por obras livres na rede, criando um repositório mundial de obras sem copyright.

A biblioteca digital Europeana já anunciou que adotará a marca a partir de 2011.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/p2p/2010/10/15/creative-commons-lanca-marca-de-dominio-publico/

Biblioteca Central da UFGD promove campanha sobre cuidados com os livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 03-11-2010

Tags:, , , , , , , , , ,

0

A Coordenadoria de Biblioteca Central da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) realiza nesta Semana do Livro e da Biblioteca uma campanha para estimular o cuidado no manuseio das obras para a preservação e conservação do acervo bibliográfico, procurando provocar no usuário uma reflexão sobre o tema.

Os livros sofrem um desgaste natural desde o momento em que são produzidos e com o passar dos dias vão indicando se são bastante utilizados. Porém, alguns exemplares novos do acervo são encontrados com capas danificadas, páginas arrancadas ou trechos sublinhados.

Tirar páginas é arrancar parte da informação nele contida, muitas vezes considerada única, e isso configura “mutilação” da obra. Sublinhar o texto, além de danificar o livro, destaca uma informação que pode ser importante para ele e não ser importante para seu colega.

Em uma biblioteca está depositada a memória da humanidade, o registro de uma época, e, além disso, no caso do acervo bibliográfico da UFGD configura ainda um patrimônio público, cabendo a todos da comunidade acadêmica a sua preservação.

A Biblioteca Central está fazendo uma pequena mostra de alguns livros danificados e distribuindo junto ao balcão de atendimento marcadores de páginas com as mensagens que estimulam estes cuidados.

Fonte: http://www.ufgd.edu.br/noticias/biblioteca-central-da-ufgd-promove-campanha-sobre-cuidados-com-os-livros

Lançamento do livro 'O Teatro Mágico em Palavras II – Diálogos'

Por bookess | Postado em Comunicados | em 03-11-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , ,

0

Lançamento do livro 'O Teatro Mágico em Palavras II - Diálogos', 09 de novembro, em SP!Na próxima terça-feira, 09 de novembro de 2010, Maíra Viana lança seu quarto livro, “O Teatro Mágico em Palavras II – Diálogos”. O evento acontecerá na Casa Jaya (ver serviço abaixo), com a participação de Gabi Veiga, Wilians Marques, Galldino, Rober Tosta, Ivan Parente e Fernando Anitelli.

“A idéia é promover um sarau de leitura de alguns textos do novo livro, interpretados pelos amigos da trupe. O Fernando, acompanhado de violino e percussão, irá nos presentear com algumas canções também. Vai ser uma noite deliciosa! Quero ver todo mundo por lá”, convida a escritora.

No primeiro livro da série ‘O Teatro Mágico em Palavras’, os textos de Maíra eram inspirados nas canções de Fernando Anitelli. Nesse volume dois, os textos dialogam com as músicas. ‘’A idéia é expandir, acrescentar e pensar junto com o que é cantado’’, conta a escritora.

Nesse novo trabalho, Maíra narra a trajetória dos cidadãos de papelão em desorganizada maioria; a história do menino que se apequena para caber dentro do uniforme escolar; o plano de vôo de uma borboleta sem asas; a travessura de um Deus danado; a odisséia da menina-cigarra, que sai pelo mundo em busca de algo que ainda não consegue nominar; o drama do Sol que se descobre funcionário condenado ao ato de se fazer brilhar; entre outras narrativas que beiram o cotidiano e o fantástico de maneira sensível, sutil e questionadora.

O livro traz ainda, em seu posfácio, trechos de diálogos trocados por e-mail entre Maíra e Fernando, que datam da época em que nem se conheciam pessoalmente. O ano era 2004 e pelas e-cartas documentadas nas últimas páginas da obra, o público leitor acompanha o início dessa grande irmandade que existe entre a autora e o músico – além de entrar, de mansinho, na intimidade e no processo criativo de ambos.

“O Teatro Mágico em Palavras II” se propõe a um diálogo não só musical e literário, mas também visual, pelas mãos talentosas do ilustrador Rodrigo Franco, que mantém a linha regionalista da xilogravura, marca já registrada do projeto.

Serviço:
Evento: Lançamento do Livro “O Teatro Mágico em Palavras II”
Data: 09/11/2010 (terça-feira)
Local: Casa Jaya – R. Capote Valente, 305, Pinheiros – www.casajaya.com.br
Horário de abertura da Casa: 19h00
Horário do Evento: das 20h00 até às 22h00
Entrada: R$5,00
Reserve sua entrada: enviar nome e sobrenome para contato@mairaviana.com.br

Fonte: http://www.mairaviana.com.br/lerNoticia.php?idnoticia=39