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New York Times publicará lista de e-books mais vendidos

Os e-books conseguiram outro feito: ter uma lista própria de mais vendidos no New York Times. O jornal anunciou que passará a publicar no começo de 2011 o ranking de vendas de e-books de ficção e não-ficção. As listas de mais vendidos do NYT, publicadas desde 1935, são parâmetro de sucesso...

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Mandamentos da Publicação Digital.

Por bookess | Postado em Dicas, Na mídia | em 22-12-2011

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A Tecnologia trouxe ao mundo literário, uma nova forma de pensar, publicar e de ser autor. Hoje você pode publicar seu livro sem custo algum e fazer uso dos instrumentos disponibilizados pela editora para a diagramação, edição e divulgação de sua obra. Você decide quanto quer ganhar em cima de cada venda. Você tem o controle, pode ser um autor ativo em todo o processo do seu livro.

Veja algumas dicas que a escritora Maurem Kayna levantou, em forma de mandamentos, que ajudam a se pensar criteriosamente em termos de Publicação Livre, Independente, Acessível.

1. Não te atreverás a autodenominar-se escritor se não puderes fazer com a mesma ênfase a declaração de que és um leitor;

2. Não tomarás em conta, para a decisão de publicar ou não, apenas a opinião de teu cônjuge, pais ou filhos, ou ainda de teus subordinados diretos;

3. Não publicarás um eBook sem antes submeter o texto à revisão gramatical e ortográfica, pelo menos uma do próprio editor de texto;

4. Não entregarás teu livro para a edição em eBook para uma editora que demonstre descaso com a forma, que não se preocupe com as diferenças de apresentação do arquivo final em diferentes dispositivos de leitura (especialmente no caso de poesia);

5. Não acreditarás que o mundo tem o dever de conhecer e reverenciar tua obra, pelo simples fato dela ter sido disponibilizada e mencionada em suas redes sociais;

6. Não elogiarás outra obra de autor independente em vão, apenas para obter retribuições;

7. Não depreciarás a obra alheia no intuito de fazer parecer maior a sua própria;

8. Não copiarás;

9. Revisarás, muitas vezes e com muita autocrítica, cada parágrafo, cada figura de linguagem, o enredo e mesmo o título antes de dar sua obra como passível de edição;

10. Não desistirás diante de qualquer dificuldade que se lhe apresente e insistirás acreditando e usando toda criatividade disponível para fazer do eBook (o seu e os demais) uma realidade acessível e prazerosa para o público leitor brasileiro (aplicável somente após rigorosa atenção aos mandamentos anteriores).

 

Fica a dica!

 

Saudações Literárias,

Equipe Bookess.

 

Publicar no Brasil!

Por bookess | Postado em Sem categoria | em 12-10-2011

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Compartilhamos aqui o que um  Paulo Cavalcante, um de nossos colaboradores,  divulgou em sua rede pessoal.

 

Publicar um Livro no Brasil

 Publicar um livro no Brasil já foi tarefa mais difícil. Atualmente, com a globalização e o acesso à Internet, surgiram editoras que apostam nas pequenas tiragens ou/e impressão sob demanda. Isso torna o escritor um autopublicador.

A mais recente novidade é a Bookess que já atuava como biblioteca e editora virtual e agora anunciou a sua loja virtual, brevemente. Um sistema onde qualquer pessoa poderá vender o seu próprio livro através do site. O autor vai escolher o quanto deseja ganhar, para isso fixará um preço que considerar adequado. A Bookess receberá uma pequena porcentagem de cada venda. Neste processo, o autor terá acesso a um relatório mensal de suas vendas, onde após um valor mínimo de R$100,00 a receber, o autor terá o dinheiro depositado diretamente na sua conta. Dessa maneira, qualquer pessoa poderá realizar o sonho de publicar seu livro, vendê-lo através do site e ainda ganhar dinheiro com isso.

Algumas editoras colocam à venda os livros e até fazem a página do escritor nos seus sites. Esse tipo de divulgação é pouco, contudo.  Os percalços ainda são muitos. É preciso gostar de escrever e querer compartilhar com os leitores. Quando se assume uma autopublicação, a tarefa de divulgar o livro é do escritor. Isso concretamente.  É necessária muita coragem, perseverança e a paixão pelo ato de escrever. Entretanto, a possibilidade que surgiu através da internet faz mais sentido ainda diante de tantas barreiras impostas pelas grandes editoras.

Paulo Cavalcante

Autor do livro Mensagens de Fé

http://twitter.com/p_cavalcante

Nook Color – Novo e-reader de Tela Colorida

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

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Pode parecer um pouco estranho e inusitado para um eletrônico que se propõe a ser um e-reader, mas o NookColor, novo leitor de livros digitais da livraria americana Barnes & Noble, tem tela colorida e não o tradicional e-ink. O uso dessa tecnologia causou alguma polêmica na última terça-feira (26) dia do anúncio.

Além de possuir tela colorida, o NookColor também é sensível ao toque e possui uma série de novas funções. Ainda assim, a palavra “paradoxo” consegue definir bem este novo gadget. Ele funciona com Android, mas não tem acesso aos aplicativos do Marketplace; tem tela colorida e brilhante, mas é um e-reader.

Outro ponto negativo que pesa muito na escolha de um novo leitor de livros digitais é a autonomia da bateria. Na versão anterior, o usuário poderia passar até 10 dias sem precisar carregar o e-reader. No NookColor a duração não passa de 8 horas de leitura contínua.

Fonte: http://www.melhornotebook.org/2010/10/28/nook-color-novo-e-reader-de-tela-colorida/

Museu virtual da UnB ganha nova galeria de livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

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O Museu Virtual de Ciência e Tecnologia da Universidade de Brasília ganhou uma nova galeria de livros paradidáticos em sua biblioteca. São obras produzidas por alunos do curso de pedagogia que pretendem ajudar professores e alunos no ensino de ciências. As obras virtuais são destinadas a crianças com idade entre 6 a 12 anos. Os interessados podem fazer download do material gratuitamente.

Há materiais sobre biodiversidade, cerrado, tecnologia. Os interessados podem debater e discutir a utilização do material em fóruns com outros professores. A proposta do grupo responsável pela confecção dos livros é facilitar e baratear o acesso a materiais didáticos por professores. Até o fim do semestre, mais dez títulos deverão fazer parte do catálogo.

O site do museu também oferece exposições virtuais e sugestões de atividades lúdicas para que professores façam com seus alunos em sala, como a criação de um insetário, por exemplo.

Fonte: http://www.portaluniversidade.com.br/noticias/

Livros e desenvolvimento

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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O Ministério da Cultura, através da Fundação Biblioteca Nacional, criou o Programa de Apoio à Tradução de Autores Brasileiros, cujo objetivo é ampliar a presença de escritores no mercado internacional. O Ministério dedicou R$364 mil para o Programa em 2010 a fim de incluir vários gêneros literários, autores menos conhecidos e de regiões diversas.

Estrangeiros de países diversos têm interesse em nossas expressões culturais, mas o idioma português é para muitos uma barreira intransponível. As traduções, portanto, despertam a curiosidade na nossa produção científica e ficcional.

É preciso realizar o sonho de um mundo em que os pequenos também tenham vez e exportar visões outras que as de meia dúzia de escritores privilegiados.

Quando aumenta a leitura de livros de nossos autores e o interesse dos estrangeiros no Brasil, eles vêm para cá e financiam o turismo, geram empregos no setor e anulam as impressões falsas que tinham dos brasileiros. Este programa governamental que incentiva a tradução de livros brasileiros financia também editoras estrangeiras que, por tabela, incluem outros escritores nacionais.

Estados Unidos e França divulgam suas culturas e fortalecem suas identidades nas artes visuais. Não é à toa que turistas brasileiros pagam caro e passam horas na fila do Consulado para sacar o visto de viagem.

As políticas do Ministério da Cultura para o setor editorial, portanto,é um serviço de divulgação do Brasil no exterior que, a médio e longo prazos, converte-se em ganhos para outros setores nacionais, como o turismo.

Toda a cadeia (produção, circulação e consumo) da indústria editorial aufere benefícios de um Programa como este, desde os direitos autorais do escritor até a publicidade da obra. A cultura é o esteio de políticas públicas em países que levam o ser humano a sério.

Bruno Peron Loureiro

www.brunoperon.com.br

Creative Commons lança marca de domínio público

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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Quando se fala em licenciamento, há três caminhos. O do copyright, em que todos os direitos estão reservados, o do copyleft, em que alguns direitos podem ser reservados, e o do domínio público, em que simplesmente não há nenhuma restrição de uso.

As licenças Creative Commons são copyleft. Têm várias versões por esse caminho do meio: é possível optar por liberar ou impedir o remix, liberar ou impedir o uso da obra para fins comerciais, entre outras opções. A organização também tem a licença CC0, que significa que o autor renunciou aos direitos sobre o trabalho.

O domínio público é quando absolutamente nenhum direito vale mais sobre a obra. É mundial: o que está em domínio público em um país está no mundo inteiro. E para ajudar a reunir essas obras a organização acabou de lançar a Marca de Domínio Público, um símbolo que ajudará a identificar o que está em domínio público pela web. A ideia da marca é complementar a licença CC0, segundo a organização.

“É um passo adiante no caminho de se tornar o domínio público digital uma realidade”, disso o professor de direito e membro da organização Michael Carroll. A marca deverá facilitar a busca por obras livres na rede, criando um repositório mundial de obras sem copyright.

A biblioteca digital Europeana já anunciou que adotará a marca a partir de 2011.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/p2p/2010/10/15/creative-commons-lanca-marca-de-dominio-publico/

Biblioteca Central da UFGD promove campanha sobre cuidados com os livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 03-11-2010

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A Coordenadoria de Biblioteca Central da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) realiza nesta Semana do Livro e da Biblioteca uma campanha para estimular o cuidado no manuseio das obras para a preservação e conservação do acervo bibliográfico, procurando provocar no usuário uma reflexão sobre o tema.

Os livros sofrem um desgaste natural desde o momento em que são produzidos e com o passar dos dias vão indicando se são bastante utilizados. Porém, alguns exemplares novos do acervo são encontrados com capas danificadas, páginas arrancadas ou trechos sublinhados.

Tirar páginas é arrancar parte da informação nele contida, muitas vezes considerada única, e isso configura “mutilação” da obra. Sublinhar o texto, além de danificar o livro, destaca uma informação que pode ser importante para ele e não ser importante para seu colega.

Em uma biblioteca está depositada a memória da humanidade, o registro de uma época, e, além disso, no caso do acervo bibliográfico da UFGD configura ainda um patrimônio público, cabendo a todos da comunidade acadêmica a sua preservação.

A Biblioteca Central está fazendo uma pequena mostra de alguns livros danificados e distribuindo junto ao balcão de atendimento marcadores de páginas com as mensagens que estimulam estes cuidados.

Fonte: http://www.ufgd.edu.br/noticias/biblioteca-central-da-ufgd-promove-campanha-sobre-cuidados-com-os-livros

Escritor, por quê?

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Em Como e porque sou romancista, José de Alencar tenta responder denotativamente a pergunta que tantas vezes se faz aos autores. A maioria dos escritores parece dar respostas metafóricas, poéticas, até românticas. Neste livro de seus livros, nosso arqui-romancista se pergunta se não teria sido a “leitura contínua e repetida de novelas e romances que primeiro [lhe] imprimiu no espírito” o desejo de ser escritor dessa forma literária de sua predileção.

Ora ou outra esbarro também na pergunta, embora eu seja um projeto de escritor. Escrevo meus versinhos, uns continhos curtos, agora crônicas e tenho cá uns esqueletos de romances. No meu blog/site, a indicação escritor é mais um desejo, uma pretensão e uma presunção que necessariamente uma verdade. Mas fico tentado a refletir sobre esta pergunta, feita nestes termos ou de forma parafrásica: Por que você escreve?

Veja o restante da matéria clicando abaixo.

Em livro, britânico cego e surdo conta suas aventuras

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Aventuras de Tony Giles incluem voo de asa delta sobre a praia de São Conrado, no Rio de Janeiro, em 2004

Um britânico de 32 anos, deficiente visual e auditivo, com apenas 20% de audição em consequência de problemas genéticos, está lançando um livro no qual conta suas aventuras em viagens pelo mundo.

Tony Giles, que leva uma vida totalmente independente apesar das deficiências, já visitou mais de 50 países, muitos deles viajando sozinho com uma mochila nas costas.

Continue lendo no link abaixo.

Os 20 grandes filmes baseados em livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Segue abaixo a lista de 20 grandes adaptações de livros que foram diretamente para os cinemas, clicando no link.