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O Incunábulo

O termo, oriundo da palavra latina incunabulum, berço, é empregado pelos bibliógrafos para designar qualquer obra impressa em qualquer lugar na época mais antiga ou no princípio da história da imprensa (…), mas, especificamente (…), a palavra aplicava-se às obras impressas na Europa no século...

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Mulheres de todos os tempos

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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Com o advento da escrita, o ser humano passou a se comunicar melhor e logo teve o desejo de escrever o que pensava. E foi através das letras que muitas mulheres puderam se soltar das amarras da sociedade machista, que a considerava apenas como um ser procriador. Nas poesias ou histórias fictícias, as escritoras realizavam seu desejo de sair de casa para viagens fantásticas, cheias de romance, sexo, beijos e malícias, que muitas vezes elas só vinham a conhecer através do casamento, uma vez que eram vistas apenas como supostas mães e donas-de-casa.

Cliqeue abaixo para ver a lista completa das mulheres mais influentes da literatura.

Os 20 grandes filmes baseados em livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Segue abaixo a lista de 20 grandes adaptações de livros que foram diretamente para os cinemas, clicando no link.

Tudo muda, tudo passa no mundo literário

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-10-2010

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Para os livros, a primeira década do século 21 viu um dos grandes terremotos culturais. Volte muitos anos atrás, e a paisagem é quase irreconhecível. Nenhuma Amazon, nem  Google, muito menos ebooks. Para onde quer que se olhasse veria-se: escritores, agentes, editores e livreiros,  transações comerciais literárias feitas como os bisavós já o faziam.

Desde o milênio, a relação entre palavras e dinheiro sofreu uma inversão quase que total. Do lado da demanda, a imprudência dos editores levou até as margens de lucro de 3%, confortáveis, para 15% suicidas. Quanto à oferta, uma minoria privilegiada de “provedores de conteúdo”, os best-sellers alcançaram fortunas que chegaram aos seis ou sete dígitos.

Esta febre, por vezes, tinha o ar de corrida do ouro, mas não foi uma pechincha para todos. No final da Segunda Guerra Mundial, havia mais de 300 livrarias em Nova York. Hoje, há menos de 30. A escala desta assombrosa transformação deixou muitos observadores como que desorientados, tais como os sobreviventes de um desastre natural.

Um novo gênero de livros, kits de sobrevivência cultural, surgiu para suprir roteiros de emergência através de um novo terreno. Cada um desses best-sellers é animado por uma necessidade de dar sentido a novas questões, muitas vezes  perturbadoras, provocadas pelo capitalismo global e pelo poder viral da internet.

Estamos à beira de um apocalipse cultural?

Antes, editores, hoje, geeks! Há um novo ambiente no ar, que passa, sim, pelo roubo dos direitos autorais (que falta de criatividade!), novas formas de ler e fazer literatura.

Os analistas culturais estão desorientados, e precisam, urgentemente, se familiarizar com este novo esquema, se não tendem a morrer de mágoa.

Não há mais tempo de olhar as prateleiras lotadas de livros e chorar sobre elas, de forma saudosista.  É tempo de identificarmos um mercado novo, saudável, como a chave para uma cultura vital e uma democracia da leitura vigorosa.

A crise é momentânea, mas é a chave para as grandes mudanças.
Livros, assim como jornais, são um fenômeno essencialmente de classe média, cujo mercado é o profissional de auto-melhoramento. Como um meio burguês, livros e seus autores dependem do nexo do dinheiro.

Muitos ainda enxergam esta revolução digital no âmbito editorial como uma ameaça profunda à tradição intelectual ocidental.

Não, não creio que  as publicações sérias vão desaparecer. Precisamos, urgentemente, voltar a nossa atenção para o novo, ainda incerto, concordo, terremoto que se avizinha.

Livro ‘mais caro do mundo’ será leiloado em Londres

Por bookess | Postado em Novidades | em 14-09-2010

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O livro que obteve o maior preço do mundo em um leilão voltará a ser colocado a venda no dia 7 de dezembro, segundo informações da BBC. Há uma década, “Birds of America”, obra de John James Audubon que reúne mil ilustrações em tamanho real de quase 500 pássaros, atingiu a marca de US$ 8,8 milhões (mais de R$ 15 milhões).

Só são conhecidos 119 livros iguais a esse, sendo que 108 estão em posse de museus e bibliotecas. O artista demorou 12 anos para completar o seu trabalho. Audubon viajou toda a América retratando os pássaros e, em seguida, voltou para a Grã-Bretanha para imprimir os volumes e vendê-los.

Raridade de Shakespeare

Birds of America” faz parte da coleção de Lord Hesketh que também inclui uma cópia rara do Primeiro Folio de Shakespeare, que a casa de leilões Sotheby’s diz ser “o mais importante livro em toda a literatura inglesa”. Dos 750 que provavelmente foram impressos, apenas 219 são conhecidos ainda hoje em dia.

Além de “Birds of Americas” e do Shakespeare, cartas de Elizabeth I também vão fazer parte do leilão.

“Ter todos esses itens em uma mesma venda é memorável; certamente nunca aconteceu em meu tempo, em 15 anos, e o pessoal que está aqui há mais tempo não consegue lembrar de nada assim”, afirmou David Goldthorpe, especialista em livros e manuscritos de Londres da casa Sotheby’s, onde acontecerá o leilão.

Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/09/livro-mais-caro-do-mundo-sera-leiloado-em-londres.html

E se você tiver leitores?

Por bookess | Postado em Novidades | em 02-09-2010

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Sua resposta pode ser: como assim? Meu sonho é ter “o” leitorado. E as reflexões que sugiro começam no seu primeiro leitor. De qualquer forma, seja um ou inúmeros, o seu leitoril não é um elemento móvel apto a receber livro de forma inclinada, para facilitar a leitura. O leitor é uma pessoa com impressões próprias. Vamos lá, caso a caso:

1. Seu primeiro leitor, você nunca esquece ou deve esquecer…

Essa experiência está relacionada ou àquelas observações chatas a tudo que você imaginou ter escrito, ou ao comentário que lhe reconheceu como autor “profissional”. Tanto em uma situação como na outra, se você foi livre para escrever o que desejou, entregue ao outro a mesma independência. Deixe seu leitor viver as experiências dele com a sua obra, apesar de todas as controvérsias.

2. Escrevo para mim…

Uma fala muitas vezes declarada nas mesas de debates. Quando ouvimos isso, observamos a nossa volta e encontramos olhares, transbordando brilho de admiração para o autor do livro recém-começado ou recém-terminado. O que significa que: ou as palavras escritas ainda estão conquistando, ou deixaram tão estonteados de sensações os leitores presentes. São presenças ali, ouvindo você – autor, porque não basta mais saber de sua escrita, tem de procurar outras facetas suas para se identificar e se deslumbrar mais e mais. Será que o depoimento deveria ser: escrevo para você, leitor…

3. Por favor, um autógrafo? Leio tudo o que você escreve….

Isso é usual em eventos, onde autores circulam com seus agentes, editores, produtores ou colegas. Você, ali de passagem ou passeando e pronto: cai um pedido desse nos seus ouvidos. A sua maneira, volta-se para a pessoa e o que acontece? Aparece um papelzinho para guardar sua letra, uma fotocópia do seu último livro, acompanhada da caneta que receberá seu toque, ou a sua glória – seu livro para ser assinado. Não discordo que o contato do leitor aqui gera mais dúvidas do que satisfação de se relacionar… Mas e se for tudo verdade? Sua gratidão a essa suposta “verdade” pode levá-lo a viver das vendas de seus livros, palestras e afins.

4. Falem bem ou falem mal, mas falem de mim…

Seja a imprensa, as redes sociais, alunos… seja quem souber de você e de sua obra. Conforme o veículo ou grupo de pessoas que esteja comentando a seu respeito, muitas vezes nem direito a defesa terá, mas vale a pergunta: como tudo isso começou? Na sua impossibilidade de atender a todos, na sua própria personalidade, na sua mais recente obra, nas suas opiniões, enfim como o amanhã com o hoje repleto de rejeições será? Você pode fazer mais sucesso e até enriquecer. Você pode desaparecer na indiferença ou na negação — tipo: nem vem que não falo e nem escrevo sobre aquele autor.

5. Palestras e eventos sempre atrapalham minha criação; sou escritor, gosto do meu canto e das minhas histórias…

Bom, se você já se pensou assim: optar pelo leitor ou pela criação, então, já não é só você que quer saber de suas histórias. Era você que me garantiu lá em cima que queria “o leitorado”? Pondere agora como vai atendê-lo… Vão pagar para te ver de longe (porque não conseguirão te ouvir de perto)? Só vai a determinados eventos e a outros nem pensar? E se naquele exato local em que não deseja ir nem recebendo nem pagando estiver lhe esperando o comprador da primeira edição inteira de seu livro ou apenas um agente ou editor internacional com a oferta dos seus sonhos ou o repórter do melhor jornal de livros do mundo?

Você tem certeza de que deseja leitores?

Por: Marisa Moura

Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=59613

Os Dez Escritores Mais Bem Pagos do Mundo

Por bookess | Postado em Novidades | em 01-09-2010

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James Patterson, autor de thrillers, lidera a lista dos escritores mais bem pagos publicada pela revista Forbes no seu site Forbes.com, cujo estudo se baseia tanto nas receitas das vendas de livros como da venda de direitos de adaptação para cinema e televisão, desde 1 de Junho de 2009 até Junho passado. Patterson surge em primeiro lugar com receitas de 70 milhões de dólares (55,1 milhões de euros). Naquela soma incluem-se o último acordo do escritor de entregar 17 livros até final de 2012 por cerca de 100 milhões de dólares.

Aos 63 anos, Patterson já escreveu mais de meia centena de best sellers e vendeu para cima de 170 milhões de exemplares no mundo inteiro, criando uma marca que alcança Hollywood e engloba a televisão, revistas de banda-desenhada e videojogos.

No top ten dos escritores mais bem pagos figura também Stephanie Meyer, autora da saga Crepúsculo, com 40 milhões de dólares (31,5 milhões de euros) embora sem ter publicado qualquer novo livro no período de tempo considerado pelo estudo da Forbes.

Aparece também o eterno best-seller Stephen King, na terceira posição, com 34 milhões de dólares (26,76 milhões de euros) o que inclui os 8 milhões de dólares que ganhou pelas vendas de obras anteriores já publicadas. O seu último livro, A Cúpula, publicado em Novembro, já vendeu mais de 600 mil cópias. Em Portugal, a Bertrand publicou este mês, daquele autor, a obra Metade Sombria.

Em quarto lugar, surge outra clássica dos best-sellers, a escritora Danielle Steel, que ganhou 32 milhões de dólares (25,2 milhões de euros). Abaixo, aparece o escritor britânico Ken Follett, com 15,7 milhões de euros e cuja aclamada novela de 1989 Os pilares da Terra (publicada em dois volumes pela Editorial Presença) foi adaptada a uma mini-série televisiva nos EUA.

O autor norte-americano Dean Koontz foi o sexto, averbando 18 milhões de dólares (14,2 milhões), enquanto que a autora de romance e aventura Janet Evanovich alcançou os 16 milhões de dólares (12, 6 milhões).

A lista dos dez escritores mais bem pagos do Mundo fica completa com John Grisham (autor de thriller editado pela Temas e Debates), a romântica Nicholas Sparks (Editorial Presença) (e a prolífica britânica J.K.Rowling, autora da saga Harry Potter (Editorial Presença) e que lucrou 10 milhões de dólares no ano passado… sem publicar uma linha!

Fonte: http://jn.sapo.pt/blogs/babel/archive/2010/08/26/os-dez-escritores-mais-bem-pagos-do-mundo.aspx

Livros de espiritualidade entre os mais vendidos

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-07-2010

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De acordo com uma pesquisa realizada por uma importante revista semanal dedicada aos profissionais do ramo literário, a Livres Hebdo, os livros que falam sobre Deus estão entre os mais vendidos no país.

Dos dez mais vendidos, três abordam o tema, apesar de não estarem todos classificados como teologia. Os títulos desses três livros são “Comment Jésus est devenu Dieu“, “L’Ouvrage D’Alix de Saint André” e “Le Visage de Dieu“.

Os contextos e os assuntos secundários das histórias são variados, mas todos tratam da existência de Deus. A pesquisa ainda mostra que as maiores vendas não são as das livrarias especializadas em religião, mas das livrarias que oferecem um panorama mais amplo de obras literárias.

A Bookess também têm muitos autores que abordam em seus livros o tema Religião e Espiritualidade, vale a pena conferir!

Fonte: http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=407279