Em destaque

“Porque é que um bom livro é uma porta secreta”

Nesse ano, a TEDx — conferência que traz assuntos como tecnologia, entretenimento e design — reuniu dez autores com palestras incríveis sobre a escrita e o desenvolvimento de um livro. Confira uma das palestras da TEDx, por Mac Barnett: Porque é que um bom livro é uma porta secreta.

Leia mais

Escritor, por quê?

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , ,

279

Em Como e porque sou romancista, José de Alencar tenta responder denotativamente a pergunta que tantas vezes se faz aos autores. A maioria dos escritores parece dar respostas metafóricas, poéticas, até românticas. Neste livro de seus livros, nosso arqui-romancista se pergunta se não teria sido a “leitura contínua e repetida de novelas e romances que primeiro [lhe] imprimiu no espírito” o desejo de ser escritor dessa forma literária de sua predileção.

Ora ou outra esbarro também na pergunta, embora eu seja um projeto de escritor. Escrevo meus versinhos, uns continhos curtos, agora crônicas e tenho cá uns esqueletos de romances. No meu blog/site, a indicação escritor é mais um desejo, uma pretensão e uma presunção que necessariamente uma verdade. Mas fico tentado a refletir sobre esta pergunta, feita nestes termos ou de forma parafrásica: Por que você escreve?

Veja o restante da matéria clicando abaixo.

Os segredos da Biblioteca

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , ,

57

A principal guardiã da memória do Brasil e zeladora de 9 milhões de obras, a Biblioteca Nacional comemora 200 anos na próxima sexta-feira com muita história e segredos a contar. Junto a manuscritos e documentos centenários — boa parte trazida pela Família Real, em 1808 —, a instituição guarda relíquias: cartas de D. Pedro I à amante, peças únicas no mundo e livros decorados com ouro. Todo o acervo é monitorado por criterioso esquema de segurança, capaz de visualizar até o que o visitante escreve.

Clique abaixo para continuar lendo.

Escritor, por quê?

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , ,

612

Em Como e porque sou romancista, José de Alencar tenta responder denotativamente a pergunta que tantas vezes se faz aos autores. A maioria dos escritores parece dar respostas metafóricas, poéticas, até românticas. Neste livro de seus livros, nosso arqui-romancista se pergunta se não teria sido a “leitura contínua e repetida de novelas e romances que primeiro [lhe] imprimiu no espírito” o desejo de ser escritor dessa forma literária de sua predileção.

Clique abaixo para continuar lendo.

Um futuro para o bibliotecário sem os livros impressos

Por bookess | Postado em Novidades | em 25-08-2010

Tags:, , , , , , , ,

637

Durante a minha formação dediquei minhas pesquisas e exercício profissional a compreender qual seria o papel da Biblioteconomia na sociedade em um mundo sem Bibliotecas.

Durante esta busca, acabei desencantando-me da academia, saí da Biblioteca Especializada em que trabalhei de 2004 a 2007 e comecei a trabalhar com o que acredito ser uma espécie de profissional pós-biblioteconomia.

O que seria este pós-bibliotecário? É um profissional que percebeu que as Bibliotecas são apenas um meio, uma instituição importante que tem por objetivo garantir e preservar a autonomia e intelectual e estimular a colaboração e a formação de comunidades entre os cidadãos. Independente da existência ou não das Bibliotecas, enquanto este ethos for preservado, o importante não será perdido e a profissão continuará encontrando novos caminhos para justificar a sua existência na sociedade. Esta é a minha interpretação sobre o “preservar o cunho liberal e humanista da profissão, fundamentado na liberdade de investigação científica e na dignidade da pessoa humana” no código de ética profissional do Bibliotecário.

De certa forma a Biblioteconomia no Brasil perdeu-se. Na década de 90 ela teve a chance de reinventar-se, mas seguiu um caminho triste. Um dos elementos representativos é a introdução do conceito de Unidades de Informação, como forma de ampliar o escopo de atuação dos Bibibliotecários e Documentalistas – mas que representa técnica sem ethos. Muitos perderam-se (ou encontraram-se) em temas e tendências como Gestão da Informação, Gestão do Conhecimento e Arquitetura da Informação. Alguns mais interessados começaram a buscar a Biblioteca 2.0 – até eu durante a graduação – mas restringiram o buzz 2.0 a ferramentas.

Qual seria o futuro para o Bibliotecário sem os livros impressos? Eu realmente não posso prever em definitivo, mas irei propor algumas alternativas, e apresentar um pouco do caminho profissional que segui, na segunda parte deste post.

Por: Fabiano Caruso

Fonte: http://fabianocaruso.com