Em destaque

Escritor, por quê?

Em Como e porque sou romancista, José de Alencar tenta responder denotativamente a pergunta que tantas vezes se faz aos autores. A maioria dos escritores parece dar respostas metafóricas, poéticas, até românticas. Neste livro de seus livros, nosso arqui-romancista se pergunta se não teria sido...

Leia mais

Mulheres de todos os tempos

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

377

Com o advento da escrita, o ser humano passou a se comunicar melhor e logo teve o desejo de escrever o que pensava. E foi através das letras que muitas mulheres puderam se soltar das amarras da sociedade machista, que a considerava apenas como um ser procriador. Nas poesias ou histórias fictícias, as escritoras realizavam seu desejo de sair de casa para viagens fantásticas, cheias de romance, sexo, beijos e malícias, que muitas vezes elas só vinham a conhecer através do casamento, uma vez que eram vistas apenas como supostas mães e donas-de-casa.

Cliqeue abaixo para ver a lista completa das mulheres mais influentes da literatura.

Lembranças ruins? Às vezes é melhor esquecer de tudo…

Por bookess | Postado em Novidades | em 21-09-2010

Tags:, , , , , , , , , , ,

424

A mais célebre refém das Farc, Ingrid Betancourt, escreveu um relato dramático, assustador e revoltante dos seis anos e meio em que viveu num cativeiro da guerrilha na selva colombiana. Desde que deixou o cativeiro das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), onde passou seis anos e meio, Ingrid Betancourt não conseguiu contar à sua família tudo o que passou – a brutalidade, os detalhes humilhantes, a sordidez da violência. “É difícil dar voz a certas coisas”, diz ela, com seus gestos leves e seu olhar que carrega uma mistura de meiguice e cansaço. Em fevereiro do ano passado, Ingrid começou então a escrever sobre o cativeiro na selva colombiana. Em alguns dias, escreveu furiosamente, das 8 da manhã às 4 da tarde, num jorro ininterrupto. Em outros, paralisada por uma memória dolorosa demais, não conseguia avançar. Só retomava o trabalho no dia seguinte. Depois de doze meses, escrevendo entre Nova York e Paris, onde moram seus filhos, o livro estava pronto. Ingrid distribuiu os originais entre os familiares. Sua mãe, Yolanda, telefonava todas as noites, contava o que tinha lido, chorava ao telefone, tinha pesadelos. Seu filho, Lorenzo, 22 anos, não se sentiu preparado para ler o livro. Resolveu não abri-lo. Sua filha, Mélanie, 25, atravessou cada página e, arrasada, como que pedindo desculpas, disse à mãe que nunca imaginou que o cativeiro tivesse sido tão cruel. O livro se chama: Não Há Silêncio que Não Termine – Meus Anos de Cativeiro na Selva Colombiana.

Leia mais em: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/o-diabo-vive-nesta-selva