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7 dicas para vencer o bloqueio criativo

1. Ouça música. Todo mundo sabe que a música pode ser inspiracional e muitas pessoas acreditam que um pouco de música de fundo pode ajudar a manter as ideias fluindo e a lâmpada das ideias acesa. Se você está  lutando contra o bloqueio criativo, pare por um momento e relaxe ouvindo suas músicas...

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Livros e desenvolvimento

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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O Ministério da Cultura, através da Fundação Biblioteca Nacional, criou o Programa de Apoio à Tradução de Autores Brasileiros, cujo objetivo é ampliar a presença de escritores no mercado internacional. O Ministério dedicou R$364 mil para o Programa em 2010 a fim de incluir vários gêneros literários, autores menos conhecidos e de regiões diversas.

Estrangeiros de países diversos têm interesse em nossas expressões culturais, mas o idioma português é para muitos uma barreira intransponível. As traduções, portanto, despertam a curiosidade na nossa produção científica e ficcional.

É preciso realizar o sonho de um mundo em que os pequenos também tenham vez e exportar visões outras que as de meia dúzia de escritores privilegiados.

Quando aumenta a leitura de livros de nossos autores e o interesse dos estrangeiros no Brasil, eles vêm para cá e financiam o turismo, geram empregos no setor e anulam as impressões falsas que tinham dos brasileiros. Este programa governamental que incentiva a tradução de livros brasileiros financia também editoras estrangeiras que, por tabela, incluem outros escritores nacionais.

Estados Unidos e França divulgam suas culturas e fortalecem suas identidades nas artes visuais. Não é à toa que turistas brasileiros pagam caro e passam horas na fila do Consulado para sacar o visto de viagem.

As políticas do Ministério da Cultura para o setor editorial, portanto,é um serviço de divulgação do Brasil no exterior que, a médio e longo prazos, converte-se em ganhos para outros setores nacionais, como o turismo.

Toda a cadeia (produção, circulação e consumo) da indústria editorial aufere benefícios de um Programa como este, desde os direitos autorais do escritor até a publicidade da obra. A cultura é o esteio de políticas públicas em países que levam o ser humano a sério.

Bruno Peron Loureiro

www.brunoperon.com.br

Creative Commons lança marca de domínio público

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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Quando se fala em licenciamento, há três caminhos. O do copyright, em que todos os direitos estão reservados, o do copyleft, em que alguns direitos podem ser reservados, e o do domínio público, em que simplesmente não há nenhuma restrição de uso.

As licenças Creative Commons são copyleft. Têm várias versões por esse caminho do meio: é possível optar por liberar ou impedir o remix, liberar ou impedir o uso da obra para fins comerciais, entre outras opções. A organização também tem a licença CC0, que significa que o autor renunciou aos direitos sobre o trabalho.

O domínio público é quando absolutamente nenhum direito vale mais sobre a obra. É mundial: o que está em domínio público em um país está no mundo inteiro. E para ajudar a reunir essas obras a organização acabou de lançar a Marca de Domínio Público, um símbolo que ajudará a identificar o que está em domínio público pela web. A ideia da marca é complementar a licença CC0, segundo a organização.

“É um passo adiante no caminho de se tornar o domínio público digital uma realidade”, disso o professor de direito e membro da organização Michael Carroll. A marca deverá facilitar a busca por obras livres na rede, criando um repositório mundial de obras sem copyright.

A biblioteca digital Europeana já anunciou que adotará a marca a partir de 2011.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/p2p/2010/10/15/creative-commons-lanca-marca-de-dominio-publico/

Os 20 grandes filmes baseados em livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Segue abaixo a lista de 20 grandes adaptações de livros que foram diretamente para os cinemas, clicando no link.

As várias faces da (web) poesia

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-10-2010

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Questão inimaginável para gerações anteriores da poesia, o arquivamento da produção espalhada por sites, blogs e redes sociais hoje merece reflexão. Afinal, na década em que os diários virtuais se popularizaram no Brasil, boa parte dos versos disponibilizados online nunca chegou ao papel – um dos motivos pelos quais é tão pouco estudada a poesia feita na última década. “Torna-se difícil mapear a produção ciberpoética se não tivermos uma estratégia de preservação para arquivar o material que existe na internet”, diz o cearense Aquiles Alencar Brayner, curador do acervo latino-americano da British Library, no Reino Unido. Prestes a concluir mestrado sobre arquivos digitais, Brayner dará palestra a respeito na terceira edição do Simpoesia, encontro internacional que acontece do próximo dia 5 ao 7 na Casa das Rosas, em São Paulo.

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Os segredos da Biblioteca

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-10-2010

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A principal guardiã da memória do Brasil e zeladora de 9 milhões de obras, a Biblioteca Nacional comemora 200 anos na próxima sexta-feira com muita história e segredos a contar. Junto a manuscritos e documentos centenários — boa parte trazida pela Família Real, em 1808 —, a instituição guarda relíquias: cartas de D. Pedro I à amante, peças únicas no mundo e livros decorados com ouro. Todo o acervo é monitorado por criterioso esquema de segurança, capaz de visualizar até o que o visitante escreve.

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Com ou sem final feliz?

Por bookess | Postado em Novidades | em 26-10-2010

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Em entrevista ao blog Prosa Online, o inglês Peter Hunt mudou a moral da história e disse não apoiar que livros para crianças sempre tenham final feliz. O mais importante, segundo ele, que é um dos maiores estudiosos da literatura infantil, é que a obra tenha muita fantasia e seja inovador. Estranhamente, ele sustenta que o livro seja subversivo e fuja da proposta fast-food. Livros assim satisfariam de imediato, “mas estão longe de ser a opção mais saudável”.

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Tudo muda, tudo passa no mundo literário

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-10-2010

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Para os livros, a primeira década do século 21 viu um dos grandes terremotos culturais. Volte muitos anos atrás, e a paisagem é quase irreconhecível. Nenhuma Amazon, nem  Google, muito menos ebooks. Para onde quer que se olhasse veria-se: escritores, agentes, editores e livreiros,  transações comerciais literárias feitas como os bisavós já o faziam.

Desde o milênio, a relação entre palavras e dinheiro sofreu uma inversão quase que total. Do lado da demanda, a imprudência dos editores levou até as margens de lucro de 3%, confortáveis, para 15% suicidas. Quanto à oferta, uma minoria privilegiada de “provedores de conteúdo”, os best-sellers alcançaram fortunas que chegaram aos seis ou sete dígitos.

Esta febre, por vezes, tinha o ar de corrida do ouro, mas não foi uma pechincha para todos. No final da Segunda Guerra Mundial, havia mais de 300 livrarias em Nova York. Hoje, há menos de 30. A escala desta assombrosa transformação deixou muitos observadores como que desorientados, tais como os sobreviventes de um desastre natural.

Um novo gênero de livros, kits de sobrevivência cultural, surgiu para suprir roteiros de emergência através de um novo terreno. Cada um desses best-sellers é animado por uma necessidade de dar sentido a novas questões, muitas vezes  perturbadoras, provocadas pelo capitalismo global e pelo poder viral da internet.

Estamos à beira de um apocalipse cultural?

Antes, editores, hoje, geeks! Há um novo ambiente no ar, que passa, sim, pelo roubo dos direitos autorais (que falta de criatividade!), novas formas de ler e fazer literatura.

Os analistas culturais estão desorientados, e precisam, urgentemente, se familiarizar com este novo esquema, se não tendem a morrer de mágoa.

Não há mais tempo de olhar as prateleiras lotadas de livros e chorar sobre elas, de forma saudosista.  É tempo de identificarmos um mercado novo, saudável, como a chave para uma cultura vital e uma democracia da leitura vigorosa.

A crise é momentânea, mas é a chave para as grandes mudanças.
Livros, assim como jornais, são um fenômeno essencialmente de classe média, cujo mercado é o profissional de auto-melhoramento. Como um meio burguês, livros e seus autores dependem do nexo do dinheiro.

Muitos ainda enxergam esta revolução digital no âmbito editorial como uma ameaça profunda à tradição intelectual ocidental.

Não, não creio que  as publicações sérias vão desaparecer. Precisamos, urgentemente, voltar a nossa atenção para o novo, ainda incerto, concordo, terremoto que se avizinha.

Há apenas um Seth Godin

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-10-2010

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O que se destacou recentemente no noticiário foi a declaração de Seth Godin de que ele não vai mais publicar livros com as editoras. Esse é outro sinal de que vai ficar cada vez mais difícil a publicação de livros comerciais, de interesse geral.

Mas ele não é o primeiro. O escritor de suspense J. A. Konrath descobriu as vantagens de lançar livros pela Amazon, para o Kindle, 16 meses atrás. Com a ajuda do público de seu próprio blog, mais os manuscritos completos que editores de Nova York não compraram, ele se viu empurrado a aprender a ganhar dinheiro com seu próprio trabalho sem uma editora.

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Venda e Compre Livros Digitais na Bookess

Por bookess | Postado em Comunicados | em 29-09-2010

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Caros autores,

Trazemos grandes novidades! Inovamos mais uma vez a maneira de distribuir e disponibilizar os livros dos autores Bookess.

A partir de hoje, no site da Bookess, os livros poderão ser comprados e vendidos na versão digital, os famosos e-books.

Isso mesmo! Além de você comercializar seu livro na versão impressa, sob demanda, você também pode vender a versão de seu livro digital, nos formatos PDF e MOBI. Os livros digitais vendidos na Bookess poderão ser lidos em diversos dispositivos, como iPhone, Blackberry, Kindle e iPad.

E a melhor notícia de todas: os autores receberão 70% do preço do livro digital em direitos autorais, descontadas taxas e encargos das administradoras de cartão. O futuro digital está chegando e quem ganha é o autor.

Para os autores que já tenham seus livros habilitados para a venda impressa, automaticamente habilitamos a venda em formato digital a um preço sugerido e que pode ser alterado a qualquer momento.

Confira mais esta novidade na Bookess! Habilite já a venda do seu livro digital e não esqueça de divulgar para todos os seus amigos.

Lembre-se de que a Bookess é do Autor e para o Autor.

Equipe Bookess

Direito e Literatura

Por bookess | Postado em Novidades | em 23-09-2010

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Já estão disponíveis para serem assistidas na íntegra pelo Youtube as reportagens do programa Justiça em Questão? Sobre direito e literatura. O programa é exibido semanalmente em rede nacional pela TV Justiça (Canal 7 da Net, Canal 6 da OiTV ou Canal 117 da Sky) e para a região metropolitana de BH, na TV Horizonte (Canal 19 UHF) e na TV Comunitária (Canal 6 da Net ou Canal 13 da OiTV).

Na reportagem de Marcelo Almeida, especialistas analisam os limites na construção de um livro biográfico e destacam o que a legislação diz a respeito. Se um escritor fizer uma obra sobre a vida de uma pessoa pública, o argumento da invasão de privacidade pode ser considerado para proibir a publicação do livro? Isso aconteceu com a obra sobre a vida do cantor Roberto Carlos. Para alguns, a biografia é um patrimônio pessoal? O repórter entrevistou escritores, entre eles Ruy Castro e Paulo César Araújo. A reportagem trata também do projeto de lei sobre biografias em tramitação no Congresso.

Já na reportagem de Fernanda Miguez, o assunto é o mercado editorial para livros que contam histórias de crimes com grande repercussão na mídia e o interesse do público por essas publicações. A equipe viajou até São Paulo para entrevistar a escritora Ilana Casoy, autora de diversas obras sobre casos de Justiça, como o assassinato do casal Richthofen e o júri dos acusados pela morte de Isabella Nardoni.

A relação entre direito e literatura, dos livros de papel para os digitais. É a análise proposta pela reportagem de Eduardo Klein. Novos aparelhos têm chegado ao mercado para concorrer com o tradicional livro de papel. Mas poucos sabem que esse avanço tecnológico pode colocar em risco a propriedade do livro comprado. Você confere o que são os e-books e como a Justiça pode atuar na era da literatura digital.

O programa Justiça em Questão é produzido há cinco anos pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Os telespectadorehttp://www.direito2.com.br/tjmg/2010/set/18/veja-programa-sobre-direito-e-literaturas podem enviar críticas e sugestões pelo e-mail: justicaemquestao@tjmg.jus.br

Fonte: http://www.direito2.com.br/tjmg/2010/set/18/veja-programa-sobre-direito-e-literatura