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Encontre a melhor forma de divulgar o seu livro

A maior dificuldade de um autor depois que ele publica o seu livro é a de divulgá-lo bem para conseguir vendê-lo. Porém, existem diversas formas de divulgar o seu livro e a questão é saber qual delas são mais eficientes. Assim, a Bookess reuniu alguns posts sobre divulgação e métodos que...

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Mulheres de todos os tempos

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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Com o advento da escrita, o ser humano passou a se comunicar melhor e logo teve o desejo de escrever o que pensava. E foi através das letras que muitas mulheres puderam se soltar das amarras da sociedade machista, que a considerava apenas como um ser procriador. Nas poesias ou histórias fictícias, as escritoras realizavam seu desejo de sair de casa para viagens fantásticas, cheias de romance, sexo, beijos e malícias, que muitas vezes elas só vinham a conhecer através do casamento, uma vez que eram vistas apenas como supostas mães e donas-de-casa.

Cliqeue abaixo para ver a lista completa das mulheres mais influentes da literatura.

Livros e desenvolvimento

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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O Ministério da Cultura, através da Fundação Biblioteca Nacional, criou o Programa de Apoio à Tradução de Autores Brasileiros, cujo objetivo é ampliar a presença de escritores no mercado internacional. O Ministério dedicou R$364 mil para o Programa em 2010 a fim de incluir vários gêneros literários, autores menos conhecidos e de regiões diversas.

Estrangeiros de países diversos têm interesse em nossas expressões culturais, mas o idioma português é para muitos uma barreira intransponível. As traduções, portanto, despertam a curiosidade na nossa produção científica e ficcional.

É preciso realizar o sonho de um mundo em que os pequenos também tenham vez e exportar visões outras que as de meia dúzia de escritores privilegiados.

Quando aumenta a leitura de livros de nossos autores e o interesse dos estrangeiros no Brasil, eles vêm para cá e financiam o turismo, geram empregos no setor e anulam as impressões falsas que tinham dos brasileiros. Este programa governamental que incentiva a tradução de livros brasileiros financia também editoras estrangeiras que, por tabela, incluem outros escritores nacionais.

Estados Unidos e França divulgam suas culturas e fortalecem suas identidades nas artes visuais. Não é à toa que turistas brasileiros pagam caro e passam horas na fila do Consulado para sacar o visto de viagem.

As políticas do Ministério da Cultura para o setor editorial, portanto,é um serviço de divulgação do Brasil no exterior que, a médio e longo prazos, converte-se em ganhos para outros setores nacionais, como o turismo.

Toda a cadeia (produção, circulação e consumo) da indústria editorial aufere benefícios de um Programa como este, desde os direitos autorais do escritor até a publicidade da obra. A cultura é o esteio de políticas públicas em países que levam o ser humano a sério.

Bruno Peron Loureiro

www.brunoperon.com.br

Tudo muda, tudo passa no mundo literário

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-10-2010

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Para os livros, a primeira década do século 21 viu um dos grandes terremotos culturais. Volte muitos anos atrás, e a paisagem é quase irreconhecível. Nenhuma Amazon, nem  Google, muito menos ebooks. Para onde quer que se olhasse veria-se: escritores, agentes, editores e livreiros,  transações comerciais literárias feitas como os bisavós já o faziam.

Desde o milênio, a relação entre palavras e dinheiro sofreu uma inversão quase que total. Do lado da demanda, a imprudência dos editores levou até as margens de lucro de 3%, confortáveis, para 15% suicidas. Quanto à oferta, uma minoria privilegiada de “provedores de conteúdo”, os best-sellers alcançaram fortunas que chegaram aos seis ou sete dígitos.

Esta febre, por vezes, tinha o ar de corrida do ouro, mas não foi uma pechincha para todos. No final da Segunda Guerra Mundial, havia mais de 300 livrarias em Nova York. Hoje, há menos de 30. A escala desta assombrosa transformação deixou muitos observadores como que desorientados, tais como os sobreviventes de um desastre natural.

Um novo gênero de livros, kits de sobrevivência cultural, surgiu para suprir roteiros de emergência através de um novo terreno. Cada um desses best-sellers é animado por uma necessidade de dar sentido a novas questões, muitas vezes  perturbadoras, provocadas pelo capitalismo global e pelo poder viral da internet.

Estamos à beira de um apocalipse cultural?

Antes, editores, hoje, geeks! Há um novo ambiente no ar, que passa, sim, pelo roubo dos direitos autorais (que falta de criatividade!), novas formas de ler e fazer literatura.

Os analistas culturais estão desorientados, e precisam, urgentemente, se familiarizar com este novo esquema, se não tendem a morrer de mágoa.

Não há mais tempo de olhar as prateleiras lotadas de livros e chorar sobre elas, de forma saudosista.  É tempo de identificarmos um mercado novo, saudável, como a chave para uma cultura vital e uma democracia da leitura vigorosa.

A crise é momentânea, mas é a chave para as grandes mudanças.
Livros, assim como jornais, são um fenômeno essencialmente de classe média, cujo mercado é o profissional de auto-melhoramento. Como um meio burguês, livros e seus autores dependem do nexo do dinheiro.

Muitos ainda enxergam esta revolução digital no âmbito editorial como uma ameaça profunda à tradição intelectual ocidental.

Não, não creio que  as publicações sérias vão desaparecer. Precisamos, urgentemente, voltar a nossa atenção para o novo, ainda incerto, concordo, terremoto que se avizinha.

Há apenas um Seth Godin

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-10-2010

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O que se destacou recentemente no noticiário foi a declaração de Seth Godin de que ele não vai mais publicar livros com as editoras. Esse é outro sinal de que vai ficar cada vez mais difícil a publicação de livros comerciais, de interesse geral.

Mas ele não é o primeiro. O escritor de suspense J. A. Konrath descobriu as vantagens de lançar livros pela Amazon, para o Kindle, 16 meses atrás. Com a ajuda do público de seu próprio blog, mais os manuscritos completos que editores de Nova York não compraram, ele se viu empurrado a aprender a ganhar dinheiro com seu próprio trabalho sem uma editora.

Clique abaixo para continuar lendo.

Venda e Compre Livros Digitais na Bookess

Por bookess | Postado em Comunicados | em 29-09-2010

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Caros autores,

Trazemos grandes novidades! Inovamos mais uma vez a maneira de distribuir e disponibilizar os livros dos autores Bookess.

A partir de hoje, no site da Bookess, os livros poderão ser comprados e vendidos na versão digital, os famosos e-books.

Isso mesmo! Além de você comercializar seu livro na versão impressa, sob demanda, você também pode vender a versão de seu livro digital, nos formatos PDF e MOBI. Os livros digitais vendidos na Bookess poderão ser lidos em diversos dispositivos, como iPhone, Blackberry, Kindle e iPad.

E a melhor notícia de todas: os autores receberão 70% do preço do livro digital em direitos autorais, descontadas taxas e encargos das administradoras de cartão. O futuro digital está chegando e quem ganha é o autor.

Para os autores que já tenham seus livros habilitados para a venda impressa, automaticamente habilitamos a venda em formato digital a um preço sugerido e que pode ser alterado a qualquer momento.

Confira mais esta novidade na Bookess! Habilite já a venda do seu livro digital e não esqueça de divulgar para todos os seus amigos.

Lembre-se de que a Bookess é do Autor e para o Autor.

Equipe Bookess

Direito e Literatura

Por bookess | Postado em Novidades | em 23-09-2010

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Já estão disponíveis para serem assistidas na íntegra pelo Youtube as reportagens do programa Justiça em Questão? Sobre direito e literatura. O programa é exibido semanalmente em rede nacional pela TV Justiça (Canal 7 da Net, Canal 6 da OiTV ou Canal 117 da Sky) e para a região metropolitana de BH, na TV Horizonte (Canal 19 UHF) e na TV Comunitária (Canal 6 da Net ou Canal 13 da OiTV).

Na reportagem de Marcelo Almeida, especialistas analisam os limites na construção de um livro biográfico e destacam o que a legislação diz a respeito. Se um escritor fizer uma obra sobre a vida de uma pessoa pública, o argumento da invasão de privacidade pode ser considerado para proibir a publicação do livro? Isso aconteceu com a obra sobre a vida do cantor Roberto Carlos. Para alguns, a biografia é um patrimônio pessoal? O repórter entrevistou escritores, entre eles Ruy Castro e Paulo César Araújo. A reportagem trata também do projeto de lei sobre biografias em tramitação no Congresso.

Já na reportagem de Fernanda Miguez, o assunto é o mercado editorial para livros que contam histórias de crimes com grande repercussão na mídia e o interesse do público por essas publicações. A equipe viajou até São Paulo para entrevistar a escritora Ilana Casoy, autora de diversas obras sobre casos de Justiça, como o assassinato do casal Richthofen e o júri dos acusados pela morte de Isabella Nardoni.

A relação entre direito e literatura, dos livros de papel para os digitais. É a análise proposta pela reportagem de Eduardo Klein. Novos aparelhos têm chegado ao mercado para concorrer com o tradicional livro de papel. Mas poucos sabem que esse avanço tecnológico pode colocar em risco a propriedade do livro comprado. Você confere o que são os e-books e como a Justiça pode atuar na era da literatura digital.

O programa Justiça em Questão é produzido há cinco anos pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Os telespectadorehttp://www.direito2.com.br/tjmg/2010/set/18/veja-programa-sobre-direito-e-literaturas podem enviar críticas e sugestões pelo e-mail: justicaemquestao@tjmg.jus.br

Fonte: http://www.direito2.com.br/tjmg/2010/set/18/veja-programa-sobre-direito-e-literatura

Direito Autoral, E-books e o Futuro Imprevisível

Por bookess | Postado em Novidades | em 11-09-2010

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Era uma vez os direitos autorais, que eram muito simples.Só havia o livro: a capa dura, o miolo, uma criatura de elite, a livraria e a biblioteca. O autor era considerado sortudo, se tivesse ultrapassado os portais das editoras e assinado um contrato de direitos autorias até que o livro fosse impresso, e que, no caso, valeria até a sua morte.

Algumas editoras tinham amigos livreiros no exterior e, através de coreespondência, ou viagem ao exterior, ocasionalmente um livro era traduzido e publicado num outro país, e a editora repassava uma parcela pequena para o autor. Quando os agentes se envolviam nisso, contemplavam, ainda,  um novo fluxo de receita, em potencial, nos direitos autorais de estrangeiros e, experientes, começaram a moldá-los e mantiveram-nos para o autor (apesar das objeções extenuantes dos editores naquele momento). O que nos leva à questão do momento: onde os direitos autorias do e-book vão acabar? OS REVOLUCIONÁRIOS ESTÃO ÀS PORTAS?

Regularização do xerox nas universidades

Por bookess | Postado em Novidades | em 11-09-2010

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Afinal, a cópia de livros, prática comum nas universidades brasileiras, é ilegal ou não? A atual Lei do Direito Autoral, LDA, no seu artigo 46, inciso II, permite a reprografia de apenas “pequenos trechos”, mas não especifica o tamanho. No entanto, o que se vê nas escolas brasileiras é a proliferação de copiadoras, que pagam apenas taxas mensais para a permissão do uso do espaço e da utilização desse tipo de serviço pelos estudantes que, na maioria das vezes, copiam obras inteiras e não apenas parte.

“O novo texto traz um dispositivo que incentiva os autores e as editoras a disponibilizarem suas obras para reprodução por serviços reprográficos comerciais, como as copiadoras das universidades”, informa Samuel Barrichello, coordenador-geral de Regulação em Direitos Autorais do Ministério da Cultura. No entanto, segundo ele, a redação da nova lei trará um capitulo inteiro [o de número IX] sobre a reprografia, e nele constará a exigência do licenciamento das obras para a cópia, com a garantia do pagamento de uma retribuição a autores e editores.

De acordo com Barrichello..

Autor despreza editoras tradicionais e vende direto para fãs

Por bookess | Postado em Novidades | em 03-09-2010

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Em uma significante deserção para o mercado editorial, o best-seller Seth Godin está deixando para trás sua tradicional editora, a Portfolio, após uma série de livros e planos, para vender seus trabalhos futuros diretamente para seus fãs. Ele disse que agora tem tanto contato com seus consumidores, relação construída especialmente em seu blog, que ele não precisa mais de uma editoria convencional. Godin planeja lançar títulos em e-books, impressão sob demanda, audiolivro, aplicativos, PDFs e podcasts. “Editoras são muito úteis para autores que não sabem quem lê seus livros”, disse. “O que a internet me propiciou, e a muitos outros, foi a oportunidade de conhecer os meus leitores”. Não está claro quantos best-sellers seguirão Seth Godin – e se seguirão. No entanto, sua saída da Portfolio, do grupo Penguin, acontece em um momento crítico para a indústria. Com tantos novos títulos passando menos tempo nas listas de mais vendidos, editoras estão cada vez mais dependentes de nomes como o de Godin, que vendem muito. Seu último livro, Linchpin: Are You Indispensable? já vendeu mais de 50 mil cópias desde janeiro.

Fonte: Publicado originalmente em The Wall Street Journal | Por Jeffrey