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Os Games na Sala de Aula

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 25-09-2017

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Cristiano Tonéis transformou prazer e lazer em conhecimento e buscou na docência um desafio de mudar o ensino por meio dos Games. Seu esforço teve enorme reconhecimento e foi vencedor do prêmio Tese 2016 da CAPES  — Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – na categoria Ensino. Hoje já faz seu pós-doutorado na UNESP e acaba de lançar Os Games na Sala de Aula, pela editora Bookess.

O autor conversou com o Blog sobre desafios do professor em sala de aula e perspectivas no ensino brasileiro. Também nesta 6ª, 29 de setembro, às 11h, Cristiano fará um Webinar ao vivo na Livraria Internacional SBS. Clique aqui e inscreva-se ➡️ https://goo.gl/zY4DtJ

Blog – Qual foi sua primeira experiência com jogos? Em que ano foi isso?

Cristiano Tonéis – Como jogador, meu primeiro contato foi com o ATARI 2600; na minha cidade (Iacanga, SP) chegou por volta de 1990; um primo tinha o videogame e jogávamos aos finais de semana.

O que fez despertar em você o interesse pelo estudo dos games?

Minha primeira formação é como técnico em processamento de dados, ou seja, fui programador de computadores (trabalhei nessa área até o ano 2000, aproximadamente) Nesse período eu cursava minha graduação em Licenciatura em Matemática (UNESP – Bauru) e algo que sempre esteve presente, então foram as tecnologias digitais e matemática. Vivenciei a chegada e popularização dos micro computadores no Brasil (1996) antes disso apesar que estarem disponíveis eram muito caros e poucas pessoas tinham condições de manter um computador em casa. Porém, na faculdade tínhamos um laboratório e apesar de não existirem jogos no espaço oferecido pela Universidade eu me interessava pela relação computação/matemática e então ao procurar um curso de mestrado em São Paulo (em 2008) por meio de uma conversa com meu ex orientador do mestrado Prof. Luis Carlos Petry (PUCSP) surgiu o assunto GAMES e Matemática, e então, a série de jogos Myst que foram minha aventura no mestrado. Depois no Doutorado eu propus uma metodologia para criação de games epistemológicos de modo multidisciplinar.

Explique qual a diferença entre Games na Educação e Gamificação do ensino?

É importante compreender a linha tênue que pode existir entre essas duas experiências possíveis também para os processos de ensino. Uma das principais diferenças está na liberdade, ou seja, um game é uma atividade livre (por adesão) eu jogo porque quero jogar! Enquanto que a gamificação, em geral, não apresenta liberdade. Outra característica da gamificação está no propósito: “mudar um processo”. Por isso envolve todo um estudo do processo que se deseja modificar, bem com dos personagens presentes ou envolvidos e o que se deseja ao final, tudo precisa ser muito claro.

Quanto ao game, mesmo que tenha propósitos educacionais, ainda deve proporcionar diversão e por isso precisamos “jogar e falar do jogo que jogamos” como qualquer outro game (jogadores falam dos seus jogos) pois nesse processo é que se encontra os caminhos para a produção de significados que vão além do próprio jogo pelo jogo.

A questão que se coloca é eu posso transformar um game em uma atividade gamificada? A resposta é pode! Se os jogadores forem obrigados a jogar, por exemplo, ou quando o “game” na verdade é um “quizz” e existe uma infinidade de maneiras de se perder as qualidades de game e o transformar em uma atividade, muitas vezes, enfadonha. Por isso o cuidado na escolha do game aliado aos objetivos e aspectos pedagógicos adjacentes.

Para as novas gerações digitais, a maioria dos professores é analógica?

Não acredito que a maioria seja analógico. O que presenciamos no nosso mundo é que ou somos nativos digitais ou somos imigrantes (isso implica em um maior ou menor grau de adesão às tecnologias digitais). O desafio, no meu ponto de vista, está no “ser com o outro” e o “ser com as tecnologias digitais”. Nesse sentido se faz necessária e urgente uma reflexão, o que proponho e faço no livro, de modo que possamos ampliar “nosso mundo vivido” com as tecnologias digitais. Não penso que minha reflexão seja absoluta ou chegue ao final com esse livro. Na verdade espero lançar um espaço para essa reflexão e que possamos agir com as tecnologias digitais também em espaços educacionais. Como diria John Dewey “A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida”. É nosso vida!

Recente pesquisa da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo com alunos da rede revela que 65% dos entrevistados dizem aprender mais com o uso da internet, e 59% apontam a importância do acesso ao laboratório de informática. Mais de 70% dos entrevistados tem entre 11 e 13 anos.  Em sua opinião, esse elevado índice por conteúdo tecnológico sensibiliza os professores ? Em quais aspectos práticos?

É um pouco assustador pensar em “laboratório de informatica” se a finalidade desse “local” for apenas “uma janela para a internet”. A ideia de laboratório de informatica , hoje, deveria ser pensada a partir do propósito de se produzir tecnologia e não apenas consumí-la. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas até o final de 2017 o Brasil terá um smartphone por habitante (o que não significa que todos tenham celulares) mas denota o “consumo e o acesso” a essa tecnologia. Outra pesquisa do IBGE mostra que  “celular se consolida como o principal meio de acesso à internet no Brasil”. A questão está em como utilizar essa tecnologia e o que ela está oferecendo em termos de possibilidades e espaços para reflexão, o que é possível desenvolver, inovar e articular.

Agora, pensando na sua pergunta, temos uma lei federal (Lei Nº 4.131/2008) que proíbe  a utilização de celulares, videogames e “aparelhos eletrônicos” em escolas publicas ou privadas. Isso sim é um problema que impede o professor de se sensibilizar e repensar sua prática docente e sua própria vivencia “no ser com o digital”. Por isso se faz necessário uma reflexão séria e um olhar cientifico sobre as novas tecnologias. Digo científico não como algo abstrato, mas como novas possibilidades que emergem diante de nós!

Durante as aulas, o que passa pela cabeça do professor quando vê seus alunos mais interessados em seus smartphones?  Age ou reage? 

Se ao menos fosse “Age (of Mythology)”  eu ainda ficaria feliz 🙂 . Brincadeiras à parte quero dizer que a tecnologia já está lá, por que não podemos re-agir de modo que nossa ação seja transpassada por essa tecnologia? Não se trata aqui de “fazer as mesmas coisas só que agora com as tecnologias digitais”. Não! Se trata de mudar o agir, porque a tecnologia muda o meu “modo de ser no mundo” e isso engloba todo um novo universo de questões como “o que é avaliação? como avaliar? somente conteúdo e currículo resolvem tudo?” O que não podemos é continuar remendando retalhos. Toda inovação carrega consigo uma “nova ação”.

Nesse contexto, como você define autoridade docente em sala de aula?

Cada pergunta difícil professor! Vale nota? kkkk Vou buscar essa explicação na etimologia da palavra, o termo “autoridade” vem do grego exousia (εξουσία) que também pode ser traduzido por “poder”. Em termos gerais, exousia é a “liberdade para agir”. No latim não temos uma palavra com esse sentido e, por isso, como a língua portuguesa (“filha do latim”) também “bebeu nas fontes gregas”, no latim o mais próximo seria sinônimo de “poder” (latim auctorĭtas, -ātis), o que a meu ver se distanciaria e muito do que você quer perguntar!

Eu acredito que o professor, enquanto professor, precisa se sentir pronto para um contínuo exercício da produção de conhecimentos, superando desse modo as celeumas e quimeras do senso comum de “autoridade em sala de aula”.

Você pode citar algum resultado  de mudança significativa de criação de novos paradigmas educacionais por parte do Ministério da Educação ou mesmo das Secretarias Estaduais e Municipais de Ensino? 

O game “Trilha Cultural”, disponível para download gratuito nos sistemas Android e IOS, para todos os alunos da rede, é um projeto iniciado em 2016 e faz parte do projeto “Aprendendo com Arte”, realizado pela Fundação Volkswagen, em parceria com o Instituto Arte na Escola e o governo de São Paulo. Existem muitos projetos piloto, alguns eu inclusive cito no livro como o projeto NAVE (Núcleo Avançado em Educação) e inúmeros outros projetos e oficinas de produção de games com o scratch, por exemplo, ou o rpg maker, entre outros. No entanto essas ações governamentais são ainda tímidas e  isoladas, por isso a necessidade de irmos além.

Quais seus projetos futuros como professor? 

Meus projetos envolvem prosseguir em pesquisas que incentivem a proposta de games também em ambientes educacionais. Também começo a planejar e a pensar na presença dos games no ensino superior, uma nova aventura! Além disso, tenho o game que eu comecei a produzir, juntamente com um amigo, Gabriel Marques, professor de modelagem e animação 3D, em meu doutoramento, e que pretendo dar continuidade. Projetos não faltam e parcerias serão sempre bem vindas

Que recado você deixa aos seus colegas e alunos?

Não desanimar diante do tempo, às vezes “as coisas demoram para acontecer”. Fazer o que estiver ao nosso alcance, o possível. Um esforço conjunto certamente já é melhor que esforço algum ou apenas esperar. Olhar para o futuro é começar a agir agora e nunca deixar de buscar no passado e no presente as experiencias que estão acontecendo. Para ampliar nosso mundo vivido é necessário nos ampliarmos nele no mesmo movimento (de percepção a compreensão e expressão – linguagens) e nelas as linguagens das novas mídias (os games).

Espero que possa contribuir para essa dilatação em nosso mundo, pois somos co-sujeitos nesse processo. Vamos jogar?


Anote em sua agenda – Webinar com Cristiano Tonéis – 29 de setembro às 11h
OS GAMES NA SALA DE AULA: Games na Educação ou a Gamificação da Educação?
AUTOR: Cristiano N. Tonéis
EDITORA: Bookess
QUANTO: R$ 49,94 com frete gratuito (163 págs.)
ONDE COMPRAR: https://goo.gl/RJ5qeG

Conheça Gustavo Costa, autor de Amores Fluídos

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 08-09-2017

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Entrevistamos Igor Assunção, o autor de “O mistério do Canibal”. Confira a entrevista abaixo e aproveite para ler um trecho do livro gratuitamente AQUI.

 1. Quem é Gustavo Costa?

Pernambucano nascido em Recife, adotado por São Paulo e viajante pelo Brasil e pelo mundo.

2. Quando foi que você decidiu escrever o livro? Como isso começou?

O desejo de escrever nasceu muito cedo e cresceu a partir da adolescência com os primeiros amores, alegrias e tristezas. Com o tempo, tornou-se hábito passar ao papel as observações da vida.

3. Você tem algum hábito “de escritor”?

Tenho como hábito anotar algumas palavras que descrevem a essência de uma observação ou situação e deixo que a mente a processe sem pressa. Algum tempo depois, estas palavras aparecem em forma de poema ou um pequeno conto. Alguns processamentos levam meses.

4. Como você se mantém inspirado para escrever?

Manter o espírito observando e deslumbrando-se com a vida todos os dias.

5. Qual a sensação de publicar seu livro?

Publicar um livro é uma responsabilidade muito grande. Podemos ficar frustados com uma baixa aceitação ou ficarmos deslumbrado caso contrário. O importante é mantermos a humildade, manter a motivação de escrever e viver com paixão por tudo que fazemos, desejando sempre ajudar o leitor a também viver assim.

6. Por que você decidiu publicar na Bookess?

Embora já publicasse em meu Blog, muitos leitores incentivaram-me a publicar em forma de livro. Pesquisei as melhores opções e decidi pela Bookess.

7. Deseja deixar alguma mensagem para os leitores e futuros escritores?

Vivi (e vivo) situações que podem ser iguais a de alguns leitores ou escritores. A forma que utilizo para registrar e eternizar estas situações depende das lentes e filtros que utilizei. Logo o que escrevo pode ser uma experiência para o leitor ou escritor que possuem seus próprios filtros e lentes, uma vez que existirão diferentes sensações sobre uma mesma situação vivenciada individualmente.

8. Além de escritor, você tem alguma outra profissão? E hobbies?

Sou Engenheiro, Mestre e Doutorando em Engenharia Naval (POLI – USP), o que levou-me a trabalhar com Transporte Marítimo e Logística. Este lado cartesiano e balanceado com viagens de moto e corrida e natação nas praias.

9. Para escrever: computador ou caneta?

Primeiro a caneta e depois do trabalho quase finalizado, o computador. Ando sempre com um bloco de rascunho e uma caneta.

10. Livro físico ou eBook?

Os dois, para atender o desejo dos diferentes leitores.

11. Escrever é…

Parafraseando um Mestre… Para viver devemos Pensar, Verbalizar e Executar nossos desejos. Escrever é registrar este ciclo fundamental.

12. Para finalizar, nos conte um pouco sobre seu livro

Este livro foi escrito como um registro da vida utilizando meus filtros e lentes. Desejo que a sua leitura desperte novas sensações ao leitor, que utilizando suas próprias lentes e filtros, possa, talvez, reviver instantâneos de sua vida.

Leia um trecho gratuitamente de Amores Fluídos ou adquira seu exemplar.

Conheça “Caminhos de Amor e Ódio”, escrito pelo Dr. Afrânio Luiz Bastos

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 27-04-2016

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Caminhos de amor e ódio

Entrevistamos Dr. Afrânio Luiz Bastos, o autor de “Caminhos de amor e ódio”. Confira a entrevista abaixo e aproveite para comprar o livro AQUI.

1. Quem é o Dr. Afrânio Luiz Bastos?
Nasci em Matipó/MG, em 05/04/1949. Sou formado em medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, pós-graduado em Nefrologia pela Fundação Oswaldo Aranha, Rio de Janeiro. Atualmente moro em Santos, litoral Paulista, onde trabalho.

2. Quando você decidiu escrever um livro? Como isso começou?
Inicialmente, por insistência de meu filho mais velho, comecei a escrever um blog onde eu contava minhas experiências na medicina. Meu blog tinha muitos seguidores e muitos deles me abordavam sugerindo que eu fizesse daqueles contos, um livro. Assim o fiz e fiquei muito feliz tendo um livro, o meu livro, em minhas mãos. A felicidade foi tanta que resolvi continuar escrevendo.

3. Você tem algum hábito “de escritor”?
Escrevo ouvindo música romântica. Escrevo pouco por dia mas escrevo todo dia. Normalmente eu mesmo me emociono com o que escrevo e, naturalmente, guardo com mais carinho as escritas que me emocionam.

4. Como você se mantém inspirado para escrever?
Eu me inspiro observando a minha volta, ouvindo ou lendo frases soltas, ouvindo música. Cada música é um livro resumido que se ouve e se emociona muitas vezes. Uma ideia puxa outra. Eu escrevo todo dia.

5. Qual a sensação de publicar seus livros?
É uma sensação muito boa. De não deixar se perder no tempo nossos pensamentos e nossos sentimentos… É como se fizéssemos na areia da praia um castelo, não de areia, de cimento talvez… A onda não vai apagar.

6. Por que você decidiu publicar na Bookess?
Por recomendação de meu filho que é escritor já há algum tempo e sempre se deu bem e gostou do sistema da Bookess…

7. Deseja deixar alguma mensagem para os leitores e futuros escritores?
Para os leitores, que leiam muito, sintam o tato do livro, sintam o cheiro do livro, absorvam as mensagens implícitas. Grifem frases bonitas e/ou emocionantes e as transcrevam para serem lidas mais vezes do que o necessário. Depois escrevam, escrevam muito e terão o prazer de ler seu próprio livro. Isso é fantástico!

8. Para escrever: computador ou caneta?
Computador.

9. Livro físico ou eBook?
Livro físico.

10. Para você, o que é escrever?
Para mim, escrever é transferir para livros ou revistas pensamentos e sentimentos para que outros tenham a oportunidade de os compartilhar e se emocionar com nossas emoções.

11. Para finalizar, conte um pouco sobre seu livro
Após ver seus pais e irmãos caminhando pelo tempo, sofrendo decepções e dores, um jovem fugiu de sua terra, constituiu uma família e teve um filho que se tornou oficial da Marinha do Brasil. Este oficial casou-se e teve uma filha. Certo dia, enquanto estava em manobras na Marinha, sua esposa fugiu com seu superior roubando sua filhinha… Enlouquecido, sem muito raciocinar ele percorreu o país em busca de sua filha por mais de trinta anos… Será que ele a encontrou? O leitor percorrerá juntamente com ele lindos e emocionantes caminhos torcendo pelo sucesso de sua busca.

 

Conheça os outros livros do autor!

Conheça “Crônicas de Domária”, de L. C. Lopes

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 25-04-2016

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Crônicas de Domária

Entrevistamos L. C. Lopes, o autor de “Crônicas de Domária”. Confira a entrevista abaixo e baixe gratuitamente um trecho do livro.

1. Quem é L C Lopes?
Sou carioca, 31 anos, aficionado por literatura de ficção, RPG e video-games. Desde jovem me interesso por criar histórias e mundos paralelos que utilizava para jogar com meus amigos, e toda inspiração vinha de grandes filmes e jogos que marcaram minha geração. Também sou fotógrafo de paisagens (o que ajuda bastante na criação dos cenários) e nas horas vagas me distraio também desenhando.

2. Quando foi que você decidiu escrever o livro? Como isso começou?
Decidi escrever a partir de uma inspiração que tive para jogar a minha última campanha de RPG com alguns amigos. Como eu já ia criar os cenários, resolvi elaborar um pouco mais e transformar numa crônica. Nas primeiras páginas a imaginação fluiu e eu gostei muito do resultado, me comprometendo a escrever todo dia um pouco. Depois de alguns meses eu já tinha um livro inteiro nas mãos.

3. Você tem algum hábito “de escritor”?
Além de escrever sempre um pouquinho, frequentemente, uma coisa que me ajuda muito é me concentrar e ficar sozinho ouvindo músicas épicas enquanto escrevo, para ficar mais imerso em Domária. Depois disso, as horas passam e você nem sente!

4. Como você se mantém inspirado para escrever?
Eu gosto muito de filmes, séries, jogos e outros livros que tenham similaridade com os assuntos que eu curto. Então, quando as pessoas acham que estou apenas fazendo algo divertido e inocente, na verdade estou me inspirando para escrever. Qualquer coisa vale: desde uma cena de uma série até um artefato ou um personagem específico.

5. Qual a sensação de publicar seu livro?
Uma das melhores sensações que já tive até hoje. Sou uma pessoa que gosta muito de criar e fico muito realizado quando faço algo relevante e útil. Quando terminei o livro senti uma alegria muito intensa. Queria contar para todo mundo! Quando recebi meu primeiro livro em papel nas mãos foi uma sensação indescritível.

6. Por que você decidiu publicar na Bookess?
Eu quis optar pela autopublicação já que estava apenas começando. Pesquisei algumas opções aqui no Brasil e achei que a Bookess oferecia um ótimo custo-benefício com um site amigável e um processo bastante simples. Achei fundamental o oferecimento do livro em papel, já que muitos amigos ainda preferem o livro físico do que o virtual.

7. Deseja deixar alguma mensagem para os leitores e futuros escritores?
Sim, claro! Para os leitores: o primeiro livro do Crônicas de Domária é perfeito para quem procura uma trama misteriosa, cercada de conspirações e reviravoltas. Os personagens tem personalidades bastante fortes e marcantes, e a ação também não fica em segundo plano. Quem gosta de literaturas famosas como Harry Potter e Senhor dos Anéis vai gostar bastante. Para os futuros escritores: acreditem e nunca desistam. Eu jamais pensei que eu poderia escrever um livro, mas a minha vontade me levou a isso. Durante o trajeto, vocês vão encontrar dificuldades, mas assim como para os heróis, elas são passageiras.

8. Além de escritor, você tem alguma outra profissão? E hobbies?
Eu também sou analista de sistemas e fotógrafo profissional de paisagens e viagens. A segunda ainda não é uma profissão que eu possa contar para pagar minhas contas, mas estou melhorando. Nas horas vagas gosto de jogar video-game, desenhar e viajar para conhecer novos lugares, povos e culturas.

9. Para escrever: computador ou caneta?
Computador. Para pequenas coisas e inspirações momentâneas eu prefiro a caneta, mas não há nada como o conforto da formatação automática, corrigir os erros, substituir frases de forma quase automática. Para grandes textos, prefiro a comodidade do meu PC.

10. Livro físico ou eBook?
Agora você me pegou! Eu ainda gosto e tenho muitos livros físicos, principalmente aqueles que são meus favoritos. Porém, estou cada vez mais lendo eBooks pela praticidade e até mesmo falta de espaço! Acho que dá um empate técnico aqui.

11. Escrever é…
Brincar de Deus. Quando estou escrevendo, sinto que tenho todo o controle sobre o que posso criar, fazer, expressar. Às vezes, quando paro no meio de um texto, fico imaginando se eu tomasse uma direção completamente diferente para um pequeno fato. A história toda poderia mudar! Isso é bem surpreendente e genial. Acho que quando estou nesse estado criativo, é o mais próximo que posso ficar de estar em plenitude, fazendo o que sei fazer de melhor.

12. Para finalizar, conte um pouco sobre seu livro
Esse livro é o primeiro de uma intrigante série onde um despertar está acontecendo no mundo de Domária. A magia sempre foi utilizada pelos antigos, mas depois de grandes problemas ela foi proibida e represada por séculos. Um jovem ladrão, que deseja mudar de vida junto com a sua irmã, serve de estopim para um dos acontecimentos AP que vão mudar o mundo.
A história prima sempre pelo equilíbrio de forças. Nada existiria se não fosse o seu oposto. A coragem e o medo, a escuridão e a luz, a verdade e a enganação. No fim das contas, tudo se equilibra. Até quando há o excesso de algo que parece ser bom, isso não o é. Vamos mostrar isso ao longo do(s) livro(os) com o caráter dos personagens, eventos e acontecimentos.

 

Leia um trecho gratuitamente de Crônicas de Domária ou adquira seu exemplar.

Conheça “O mistério do Canibal” e a entrevista com o autor Igor Assunção!

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 10-12-2015

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O Mistério do Canibal - Igor Assunção

Entrevistamos Igor Assunção, o autor de “O mistério do Canibal”. Confira a entrevista abaixo e aproveite para ler um trecho do livro gratuitamente AQUI.

1. Quem é Igor Assunção?
Igor Assunção, 36 anos, é um jovem advogado criminalista, professor e escritor, nascido em Itamaraju/BA (registrado em Pedro Canário/ES), e residente em Eunápolis/BA.

2. Quando foi que você decidiu escrever o livro? Como isso começou?
Comecei a escrever esse livro no leito de um hospital, enquanto aguardava minha esposa se recuperar de uma cirurgia. Como já tinha pensado em escrever sobre casos em que atuei, decidi começar pelo mistério do canibal.

3. Você tem algum hábito “de escritor”?
Eu leio bastante. Sou amante da literatura brasileira e, especial, da literatura baiana. Adoro comprar livros.

4. Como você se mantém inspirado para escrever?
Gosto de ligar a TV para me concentrar. Preciso de algum barulho de coisas (não de pessoas) para conseguir ficar concentrado.

5. Qual a sensação de publicar seu livro?
Estou muito feliz em publicar “O Mistério do Canibal”. É o meu segundo livro, porém o primeiro em forma de romance. Estou muito ansioso. Quero que as pessoas leiam, comentem, critiquem, identifiquem-se com os personagens e, acima de tudo, tentem tirar suas próprias conclusões sobre a motivação para o crime, meu maior objetivo.

6. Por que você decidiu publicar na Bookess?
Pesquisei bastante e verifiquei que a Bookess poderia me dar maior visibilidade. Desde o início o atendimento ao escritor foi excelente e me empolgou mais ainda. Já estou na metade do segundo livro nessa linha.

7. Deseja deixar alguma mensagem para os leitores e futuros escritores?
Escrevam. Leiam. A leitura serve de impulso para a escrita. Quando tiver alguma ideia, escreva. Não perca tempo. Escreva textos isolados. Tente identificar em pessoas próximas a você algumas características que fariam dela um excelente personagem. Enquanto escritor, deixe sua imaginação fluir, sem medo, sem receio e sem pudor. Enquanto leitor, permita-se mergulhar na criatividade alheia.

8. Se você não fosse escritor, você seria…
Um eterno leitor.

9. Para escrever: computador ou caneta?
Ambos. Tenho vários escritos à mão, bem como vários textos arquivados em um backup.

10. Livro físico ou e-book?
Prefiro o livro físico, mas me permito adquirir uns e-books de vez em quando.

11. Escrever é…
Libertar-se.

12. Para finalizar, nos conte um pouco sobre seu livro
O Mistério do Canibal conta a história de João, um ajudante de pedreiro, residente em Belo Horizonte, que viaja para o sul da Bahia para uma festa de Micareta. Em meio a uma festa, drogas, bebidas, sexo e religião, ocorre um crime que choca a população. Um ato de canibalismo. O que teria provocado esse ato? drogas? bebidas? interferências espirituais? transtorno mental? Assim é “O Mistério do Canibal”. Uma intrigante estória que precisa ser desvendada pelos leitores.

 

Leia um trecho gratuitamente de O Mistério do Canibal ou adquira seu exemplar.