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Entrevistamos Dr. Afrânio Luiz Bastos, o autor de “Caminhos de amor e ódio”. Confira a entrevista abaixo e aproveite para comprar o livro AQUI. 1. Quem é o Dr. Afrânio Luiz Bastos? Nasci em Matipó/MG, em 05/04/1949. Sou formado em medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora,...

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Vendas seus livros na Apple

Por bookess | Postado em Comunicados | em 28-11-2011

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Querido(a) autor(a),

Já imaginou seu livro à venda em mais de 30 países pela iBookstore – Apple?

Com a Bookess, isso é possível!

Bookess e Apple? Como assim?
A Bookess agora oferece a oportunidade da venda de livros digitais através da iBookstore – Apple para mais de 30 países!

Quanto eu ganharei?
Os royalties serão distribuídos da seguinte forma:
50% Autor
30% Apple
15% Bookess
5% Distribuidora digital

O que é preciso para eu vender meu livro na iBookstore?
1.O livro deve ter sido reconhecido com o Selo Boa Escolha
2. Você deve ter o ISBN para livro digital (eISBN).
3. É preciso que o livro esteja em formato EPUB (que é um padrão internacional para e-books); nós mesmos podemos fazer esta conversão para você (ao preço promocional de R$ 119,00).

E se fizerem cópia de minha obra?
Não se preocupe com a proteção anti-cópia. Os livros vendidos na Apple possuem tecnologia de proteção DRM para iPad, iPod e iPhone.

Como terei controle das vendas? Quando receberei?
Você receberá os relatórios de vendas mensalmente e os royalties serão pagos seguindo a política atual da Bookess:
http://www.bookess.com/infos/terms-of-use/

O que faço para me inserir neste mercado mais amplo?
Mande e-mail agora mesmo para contact@bookess.com solicitando seu eISBN, se ainda não o tem, e a conversão do formato do seu livro para EPUB. Na sequência orientaremos os próximos passos.

Leve sua produção mais longe ainda! Não deixe pra depois, a tecnologia não para, a Bookess também não.

Saudações Literárias,
Equipe Bookess.

New York Times publicará lista de e-books mais vendidos

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

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Os e-books conseguiram outro feito: ter uma lista própria de mais vendidos no New York Times. O jornal anunciou que passará a publicar no começo de 2011 o ranking de vendas de e-books de ficção e não-ficção.

As listas de mais vendidos do NYT, publicadas desde 1935, são parâmetro de sucesso entre escritores e editores. Diversos jornais e revistas as replicam.

Em comunicado divulgado na quarta-feira , o Times disse que a decisão é um reconhecimento ao crescimento e à influência que o mercado editorial eletrônico apresenta hoje.

O editor de pesquisas do NYT, Janet Elder, disse que o jornal desenvolveu o sistema de verificação de vendas dos e-books ao longo de dois anos.

O mercado digital de livros cresceu rapidamente nos últimos três anos, desde a criação do e-reader Kindle, da Amazon, passando pelo lançamento do iPad, da Apple, e do Nook, da Barnes & Noble. As vendas de e-book cresceram quase 190% em um ano, atingindo a cifra de US$ 304,6 nos nove primeiros meses de 2010.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/11/11/new-york-times-publicara-lista-de-books-mais-vendidos-923007844.asp#top

Livro digital pode democratizar literatura

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

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O avanço do suporte digital, impulsionado pela febre dos e-books e dos tablets, como o fenômeno e já icônico iPad, da Apple, trouxeram um debate para o mundo da literatura: a vida online vai esmagar a existência dos livros? Para um painel de palestrantes da 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, nesta segunda-feira, a discussão precisa ir além disso. Para eles a situação é simples: o mercado de livros, como nós conhecemos, está derretendo.

A frase de efeito, porém verdadeira, foi dita pelo professor Paulo Tedesco, que, junto com Luíz Álvaro, da imprensa oficial do Estado de S. Paulo; Rafael Trombetta, escritor, pesquisador e administrador da Economia da Cultura e Marcelo Spalding, vice-presidente da Associação Gaúcha dos Escritores, discutiram o futuro e as mudanças trazidas pelo que chamaram de “livro digital”.

É bastante comum relacionar a popularização da internet e de aparelhos para leitura de material online ao trágico “fim” da literatura, da maneira como o mundo a conheceu até hoje. O ponto ao qual se foge, no entanto, é que o papel é um suporte. Ele não é, por si só, arte. A ferramenta não carrega o conteúdo. Do mesmo modo, o digital não apaga a arte da escrita literária. Ele é apenas uma nova maneira de apresentar o mesmo conteúdo.

O momento atual é de mudanças, sem dúvidas. E todas elas apontam para uma única direção: o despertar do autor como um indíviduo independente da editora. O “negócio” da literatura continua ativo na medida em que o autor se liberta das amarras e passa a entender que lucro é a obra tornar-se acessível aos leitores. “A internet proporciona, além da escrita, braços e pernas para a literatura individual ter vida própria”, afirmou Trombetta.

Como lembra Spalding, o que um autor de literatura quer é que as pessoas leiam seus livros. Se se lançar independentemente, sem a sombra de uma grande coorporação, pode garantir que mais pessoas tenham acesso à obra, então este é o caminho.

A grande sacada, aqui, é repensar o modelo de negócios. Para os palestrantes, o autor precisa entender o suporte online, colocar-se em primeiro plano e enxergar maneiras de aproveitar o potencial que este meio pode oferecer. De acordo com eles, a internet pode até ser uma ameaça para as editoras, no que se refere às questões de lucro. Mas, para os autores, o mundo digital é uma janela de oportunidades.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4781289-EI12882,00.html

Livros digitais estão mudando paradigmas do mercado de literatura

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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O avanço do suporte digital, impulsionado pela febre dos e-books e dos tablets, como o fenômeno e já icônico iPad, da Apple, trouxeram um debate para o mundo da literatura: a vida online vai esmagar a existência dos livros? Para um painel de palestrantes que se reuniram na 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, a discussão precisa ir além disso. Para eles a situação é simples: o mercado de livros, como nós conhecemos, está derretendo.

A frase de efeito, porém verdadeira, foi dita pelo professor Paulo Tedesco, que, junto com Luíz Álvaro, do setor de marketing do jornal Folha de S. Paulo; Rafael Trombetta, escritor, pesquisador e administrador da Economia da Cultura e Marcelo Spalding, vice-presidente da Associação Gaúcha dos Escritores, discutiram o futuro e as mudanças trazidas pelo que chamaram de “livro digital”.

É bastante comum relacionar a popularização da internet e de aparelhos para leitura de material online ao trágico “fim” da literatura, da maneira como o mundo a conheceu até hoje. O ponto ao qual se foge, no entanto, é que o papel é um suporte. Ele não é, por si só, arte. A ferramenta não carrega o conteúdo. Do mesmo modo, o digital não apaga a arte da escrita literária. Ele é apenas uma nova maneira de apresentar o mesmo conteúdo.

O momento atual é de mudanças, sem dúvidas. E todas elas apontam para uma única direção: o despertar do autor como um indíviduo independente da editora. O “negócio” da literatura continua ativo na medida em que o autor se liberta das amarras e passa a entender que lucro é a obra tornar-se acessível aos leitores. “A internet proporciona, além da escrita, braços e pernas para a literatura individual ter vida própria”, afirmou Trombetta.

Como lembra Spalding, o que um autor de literatura quer é que as pessoas leiam seus livros. Se se lançar independentemente, sem a sombra de uma grande coorporação, pode garantir que mais pessoas tenham acesso à obra, então este é o caminho.

A grande sacada, aqui, é repensar o modelo de negócios. Para os palestrantes, o autor precisa entender o suporte online, colocar-se em primeiro plano e enxergar maneiras de aproveitar o potencial que este meio pode oferecer. De acordo com eles, a internet pode até ser uma ameaça para as editoras, no que se refere às questões de lucro. Mas, para os autores, o mundo digital é uma janela de oportunidades.

Fonte: http://www.jb.com.br/

Leitor de e-book comprado em viagem poderá ter isenção de impostos

Por bookess | Postado em Novidades | em 17-11-2010

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Os leitores de livros eletrônicos (e-books readers) poderão ser trazidos do Exterior por turistas brasileiros sem pagar impostos, desde que não tenham a mesma configuração de um computador, admitiu a Receita Federal na quinta-feira (5/8) à Agência Brasil.

Mas a norma, que começará a valer em 1.º de outubro, poderá causar confusão, já que muitos leitores de e-books oferecem outros recursos, como o uso de jogos e o acesso à Internet.

A Instrução Normativa 1.059 da Receita Federal,  inclui como “bens de uso pessoal” isentos de impostos itens como câmeras fotográficas e celulares – classificados, pela norma, como “bens de caráter manifestamente pessoal”.

Essa interpretação, contudo, continuará a depender dos agentes alfandegários. O prazo de 1.º de outubro é necessário, segundo a Receita, para treinar esses agentes sobre as novas regras.

Configuração de PC
A Agência Brasil consultou a Receita Federal, que confirmou que leitores eletrônicos podem ser considerados de uso pessoal. Mas, para isso, eles não deverão agregar componentes que o deixem com a mesma configuração de um computador.

O subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Fausto Vieira Coutinho, explicou à agência que, “para efeitos de bagagem, não interessa se o Kindle vai ser ou não livro. A questão do livro é porque ele tem imunidade tributária e eu não posso tributar.”

“Se, no futuro, a Justiça determinar que o Kindle é um livro, a Receita não tributará. Se ele for somente um leitor de livros e substituir o seu livro de cabeceira, é considerado bem de uso pessoal e vai entrar, inclusive fora da cota. É diferente do iPad que acessa a Internet”, afirmou Coutinho.

Confusão
Categorizar os leitores de e-book em termos de funcionalidades pode, no entanto, causar alguma confusão. É que, mesmo tendo hardware específico para leitura de texto, alguns aparelhos oferecem conectividade à Internet.

Desde a segunda geração, os leitores Kindle vendidos pela Amazon recebem livros pela Internet, via rede sem fio 3G. Outros, como os Kindle mais novos e o Nook, da Barnes and Noble, conectam-se à Internet também via rede sem fio Wi-Fi.

Alguns leitores de e-book, no entanto, só podem receber livros via conexão USB. É o caso do Alfa, da Positivo Informática, que começa a ser vendido este mês no Brasil.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/

Cresce a pirataria de e-books

Por bookess | Postado em Novidades | em 17-11-2010

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A pirataria de e-books está crescendo rapidamente, à medida que aumenta a popularidade de e-books e e-readers, segundo um estudo divulgado na quarta-feira (6).

Segundo a medição da empresa de softwares antipirataria Attributor, a procura por livros pirateados diariamente pode ser estimada acima de 3 milhões de pessoas no mundo.

Já o interesse pelos sites de compartilhamento aumentaram 50% no decorrer do último ano. Há uma migração, segundo o relatório, de sites grandes como o RapidShare para sites pequenos e de nicho.

O livro mais pirateado no mês passado, diz o estudo, é da escritora Stephanie Meyer.

Países que mais procuram livros eletrônicos pirateados são Estados Unidos (11%), Índia (11%) e México (5%). Desde o lançamento do iPad, diz o estudo, a procura aumentou em 20%.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/811263-cresce-a-pirataria-de-e-books-indica-estudo.shtml

E-books e tablets são apostas quentes em 2011

Por bookess | Postado em Novidades | em 12-11-2010

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A consolidação dos vídeos sob demanda na internet e a possibilidade de pagamento, por parte de empresas, pelas informações contidas em páginas pessoais de sites de relacionamento estão entre as cinco principais tendências em tecnologia para 2011, segundo um relatório divulgado nesta semana por uma organização americana.

As outras três grandes tendências citadas pelo relatório, publicado anualmente pela Associação dos Consumidores de Produtos Eletrônicos (CEA, na sigla em inglês), são o uso de tecnologia verde, de aplicativos para smartphones e de banda larga móvel e 4G.

Outros temas quentes no setor atualmente –como os tablets (iPad), a tecnologia em 3D e os livros eletrônicos– não ganharam o mesmo destaque na relação divulgada pela CEA.

“A indústria tecnológica está sempre mudando, evoluindo e inovando”, disse, Gary Shapiro, presidente da CEA. Para Shapiro, as ideias citadas no relatório estão “revolucionando nossas vidas e tendo impacto no mercado”.

Segundo o documento, a vida atualmente está tão ligada à tecnologia que é difícil determinar se a tecnologia está nos guiando ou se é o contrário.

“A cada nova geração que usa a tecnologia de forma rotineira desde muito cedo, esta relação será cada vez mais próxima, fazendo que, no futuro, ambas as partes sejam invisíveis”, afirma o relatório.

TECNOLOGIA E PRIVACIDADE

Sean Murphy, analista da CEA, alerta que as companhias que queiram utilizar informações pessoais colocadas online (em sites de relacionamento, por exemplo), deverão pagar por estas informações.

Murphy afirma, no entanto, que “a exploração de dados chegou para ficar. Há muito dinheiro em jogo para imaginar o contrário”.

Frente aos problemas que o tema da privacidade gerou em sites como o Facebook, Murphy diz que o assunto continuará em alta em 2011, mas com a possibilidade de gerar ambições econômicas entre os usuários.

“As companhias vão usar este modelo, pois [o uso destes dados pessoais] se converte em uma transação na qual o consumidor autoriza o uso de suas informações como parte de um acordo de negócios”, afirmou.

A organização de defesa de consumidores americana Consumers Watchdog disse à BBC que a ideia é positiva e acrescenta que, atualmente, as empresas “olham por cima do seu ombro quando você está on-line e você não tem ideia de que suas informações estão sendo compartilhadas”.

FUTURO DO VÍDEO

De acordo com o relatório da CEA, 2011 será o ano da consolidação da tendência do vídeo sob demanda do usuário. Isto significa, segundo a associação, que “os consumidores vão se relacionar mais com programas, conteúdos e shows individuais do que com os canais ou agregadores que os transmitem”.

O documento da CEA afirma ainda que os usuários vão “descobrir o conteúdo de forma proativa, vão recomendá-lo e assisti-lo em seu próprio tempo e no dispositivo de sua preferência, e não por meio de uma programação predeterminada”.

A associação americana destaca também em seu relatório anual uma mudança de atitude no consumidor de vídeo, que tem origem na chegada do HD, a alta definição. Os usuários que assistem vídeos na internet, segundo a CEA, passaram do estágio em que assistiam apenas vídeos curtos para assistir programas de televisão ou filmes pela web.

Neste sentido, a CEA afirma que empresas como Apple, Google ou Amazon estão na vanguarda com os produtos que estão lançando para que, por meio de aplicativos, o conteúdo em vídeo possa ser visto na TV ou em dispositivos portáteis.

BANDA LARGA MÓVEL E 4G

O relatório da CEA dá como certa que a era dos smartphones já chegou, mas afirma também que em 2011 a conectividade com a internet por meio dos celulares começará a ser uma tendência importante.

A lógica é que mais pessoas serão atraídas para o mercado dos novos aparelhos e as pessoas vão começar a se desfazer dos cabos, dando preferência a tecnologia sem fios.

A introdução das redes de telefonia 4G, uma versão mais rápida que a 3G, também poderá fazer com que alguns usuários abandonem as conexões tradicionais de internet para conectar todos seus aparelhos de casa através da rede de celular.

A associação americana afirma que a porcentagem que fará esta mudança ainda será pequena, levando em conta que a infraestrutura poderia não atender as necessidades de internautas que gostam de jogos on-line ou transmitir muitos vídeos.

Mas, a CEA espera que, para 2016, uma grande porcentagem de pessoas adote a tecnologia 4G e a banda larga móvel em casa.

TECNOLOGIA VERDE

A tecnologia será mais verde em 2011, segundo a Associação dos Consumidores de Produtos Eletrônicos.

A analista da associação, Jessica Booth, acredita que o preço alto da energia, a crise econômica e o apoio do governo dos Estados Unidos a inovações tecnológicas, trarão uma avalanche de criatividade “verde” na indústria.

“A tecnologia verde dá aos consumidores uma solução para sua voracidade energética frente a uma crise econômica e de recursos”, afirmou.

A analista acredita que existirão mais opções de produtos ecológicos no mercado, pois as condições implicam que, pela primeira vez, a tendência “verde” também é um negócio.

FUTURO DOS APLICATIVOS

Os aplicativos nos telefones inteligentes estão mudando a indústria e criando um novo modelo na internet. E a CEA acredita que esta tendência vai continuar crescendo em 2011.

Atualmente existem mais de 400 mil aplicativos disponíveis para vários celulares, em uma série de sistemas operacionais. E a vantagem é que estes aplicativos transformam um simples telefone celular em um videogame ou uma revista.

E, para repetir o sucesso em outros dispositivos, como televisores, os aplicativos terão que repetir esta fórmula, de conseguir transformar aparelhos em algo mais.

“O futuro dos aplicativos continuará gerando impacto e definindo a indústria da tecnologia de consumo”, conclui a CEA.

HP inicia oferta de tablet com Windows nos Estados Unidos

Por bookess | Postado em Novidades | em 26-10-2010

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A Hewlett-Packard (HP) iniciou a oferta de seu novo tablet, chamado Slate 500, aumentando o grupo de rivais do iPad, da Apple.

O portátil, que possui tela sensível ao toque de 8,9 polegadas e sistema operacional Windows é exibido no site da empresa por US$ 799.

A empresa ainda promete lançar, no início de 2011, um tablet com o novo sistema operacional Web OS 2.0, fruto da aquisição da Palm pela HP por US$ 1,2 bilhão.  O sistema foi apresentado no início da semana juntamente com o novo smartphone Palm Pre 2.

Com o Slate, a HP aumenta a lista de concorrentes da Apple no segmento de tablets, que já conta com equipamentos com o sistema Android, do Google – Galaxy Tab, da Samsung, e Streak, da Dell -, além do PlayBook, da Research In Motion, fabricante dos smartphones BlackBerry, com sistema próprio.

A HP informou que também pretende incentivar o uso do tablet no mercado corporativo. A estratégia começa a ser explorada pela operadora AT&T, a partir de 28 de outubro, com ofertas do iPad a empresas nos Estados Unidos.

O Slate conta com espaço de armazenamento de 64 Gigabytes, câmera frontal e traseira para realização de videoconferências e acesso Wi-Fi a redes sem fio, mas não é compatível com redes 3G. O modelo equivalente do iPad custa US$ 699 no mercado americano.

Segundo a HP Brasil, ainda não há previsão de chegada do Slate ao país.

Em novembro, a Samsung promete lançar o Galaxy Tab no mercado brasileiro, com o preço sugerido de R$ 2.699. O iPad, já homologado pela Anatel, ainda não tem data de lançamento local.

Fonte: http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/10/hp-inicia-oferta-de-tablet-com-windows-nos-estados-unidos.html

Líder de vendas: e-books crescem 193% nas vendas

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-10-2010

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Segundo pesquisas nos Estados Unidos. As vendas dos livros digitais cresceram cerca de 193% nos estados Unidos.Quando calculado o período que compreende os meses de janeiro a agosto, as vendas de e-books subiram de US$ 89,8 milhões em 2009 para US$ 263 milhões em 2010.

Este crescimento de 193% significa que os e-books agora representam 10% das vendas de livros nos Estados Unidos um crescimento considerável em relação a 2009, quando e-books representavam apenas 3,31% do consumo total.

A Própria Amazon anunciou que vende mais e-books do que livros de capa dura nos Estados Unidos. Onde as vendas dos livros de capa duram segundo a associação, caíram para 24% neste ano em relação ao ano passado.

Como o mercado digital está crescendo constantemente, o intuito é que todos os livros sejam digitais, embora que o cuidado vai ser maior levando em consideração a infestação dos vírus nos computadores, porém estão ficando a agilidade da leitura e a comodidade de poder levar pra onde quiser, bastando ter apenas um disco removível móvel, ou os acoplando em outros meios de distribuição de arquivos.O grande embate é como vão desenvolver os livros digitais para livrar os mesmos das pragas do mundo cibernético, não deixando os mesmos carregarem os vírus e outras pragas digitais.

Um improvável santuário de livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-09-2010

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A nova biblioteca tem 12 mil livros em mais de duas dezenas de línguas, todos de autores holandeses. Peter Rasenberg não conseguia se lembrar da última vez que havia lido um livro por prazer. Assim, foi com alguma surpresa que o professor canadense encontrou-se em uma enorme poltrona, absorto em uma coleção de histórias curtas tirada da estante de uma biblioteca que encontrou escondida no meio de lojas entre o posto de controle de passaportes e o balcão de check-in.

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