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Venda e Compre Livros Digitais na Bookess

Por bookess | Postado em Comunicados | em 29-09-2010

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Caros autores,

Trazemos grandes novidades! Inovamos mais uma vez a maneira de distribuir e disponibilizar os livros dos autores Bookess.

A partir de hoje, no site da Bookess, os livros poderão ser comprados e vendidos na versão digital, os famosos e-books.

Isso mesmo! Além de você comercializar seu livro na versão impressa, sob demanda, você também pode vender a versão de seu livro digital, nos formatos PDF e MOBI. Os livros digitais vendidos na Bookess poderão ser lidos em diversos dispositivos, como iPhone, Blackberry, Kindle e iPad.

E a melhor notícia de todas: os autores receberão 70% do preço do livro digital em direitos autorais, descontadas taxas e encargos das administradoras de cartão. O futuro digital está chegando e quem ganha é o autor.

Para os autores que já tenham seus livros habilitados para a venda impressa, automaticamente habilitamos a venda em formato digital a um preço sugerido e que pode ser alterado a qualquer momento.

Confira mais esta novidade na Bookess! Habilite já a venda do seu livro digital e não esqueça de divulgar para todos os seus amigos.

Lembre-se de que a Bookess é do Autor e para o Autor.

Equipe Bookess

A privacidade nos e-Readers

Por bookess | Postado em Dicas | em 15-09-2010

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Quais são os seus critérios de decisão ao comprar um novo gadget? Marca? Design? Sistema operacional? Hype? Ou a maneira como eles tratam os seus dados?

Se esse não é o seu foco, a http://www.eff.org/, Eletronic Frontier Foundation  se preocupa com isso. E prepara um guia para orientar o consumidor a decidir pelo aparelho mais seguro – ou, pelo menos, saber o que acontece com seus dados toda vez que você baixa ou compra algo através dele.

A EFF atualizou seu guia sobre e-readers. E as análises são bem interessantes.

A primeira pergunta é: o aparelho pode guardar rastros das buscas por livros? Kindle e Nook guardam. Se você usa o Google Books, pior: ele guarda o endereço IP e associa a busca à conta de usuário do Google, se estiver logado. O iPad não guarda, só se o livro for comprado na iBookstore e em qualquer outra aplicação da Apple. O FBReader, leitor opensource, o Sony Reader e o Internet Archive não armazenam nada.

Quatro dos serviços analisados também podem rastrear e guardar os dados sobre compras de livros: Google Books, Kindle, o Nook e o Sony Reader. O iPad também pode, no caso das compras na iBook store.

E com quem essa informação pode ser compartilhada? No caso do Google Books, Kindle, Nook e Sony, os dados podem ser usados para fins legais e com os seus próprios produtos – do Google, Amazon, Barners & Noble e Sony, respectivamente. No caso do iPad, além desses casos, a informação pode ser compartilhada com parceiros estratégicos da Apple. O FBReader e o Internet Archive não coletam dados.

A pergunta mais importante é se os dados coletados podem ser compartilhados sem o consentimento do usuário. E, no caso do Kindle, Nook, Sony Reader e iPad, a resposta é sim. O usuário deve optar por não revelar suas informações para fins promocionais ou marketing. O Google Books faz pergunta inversa: o usuário deve optar se quer ceder suas informações, ou não.

Eles podem monitorar o que você está lendo e ligar isso de volta à você? A resposta é sim, para o Google Books e para o Kindle. E não para os demais (os termos de uso do iPad, por exemplo, diz que toda a informação coletada não é identificável).

Outra: o aparelho é compatível apenas com os livros adquiridos na eBook store associada? Apenas o Kindle tem essa restrição: lê apenas arquivos com uma determinada extensão proprietária. Os demais suportam outros formatos, como PDF.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/a-privacidade-nos-e-readers/

Quem são os leitores de quadrinhos nos E-Readers?

Por bookess | Postado em Novidades | em 02-09-2010

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Os quadrinhos digitais estão passando por grandes mudanças. Os distribuidores se preocupam pela perda de clientes. Os editores sonham conseguir novos leitores, ou manter cativos o seu fiel público leitor ( HQ impressa). Mas, como?

Muitos já estão lendo quadrinhos quase que exclusivamente em seus IPads. Mas curioso mesmo é o que se passa na mente das pessoas. Muitos leitores foram cativados ainda durante o Ensino Fundamental. Depois levaram o costume à faculdade, onde tiveram acesso às séries completas, e cada  vez melhor apresentadas graficamente. Um show de desenhos e cores, com histórias cada vez mais surpreendentemente adequadas à realidade.
A maioria que ainda compra as versões em papel esperam ansiosamente pela chegada das últimas novidades.

Mas ler HQ no IPad é outra história.

Dá para sentir a animação. É tudo mais vivo e real! Há um movimento, há maior fluxo de arte entre uma cena e outra. O importante, na HQ de IPad, é imaginar os conteúdos.
Os consumidores de HQ nos IPads estão perdidamente apaixonados por essa nova plataforma. A nova experiência com uma visualização mais dinâmica é prazerosa; os conteúdo online disponíveis também têm melhorado, com paineis de resolução mais alta e  zoom. Só o fato de eles não se preocuparem com a questão do armazenamento, ou da manutenção  compensa, e muito, a mudança da versão em  papel para a de um e-reader.
Os leitores norte-americanos já estão lendo cerca de 20 HQs mensais, com conteúdos disponibilizados pela Marvel Comics, DC, entre outras grandes empresas que optaram pela distribuição deles. Além do fato de, agora, o leitor poder acessar séries completas clássicas, como é o caso do Homem de Ferro, por exemplo.

Versão em papel ou digital, essas coisas são realmente preocupantes. E o mercado tem investido muito nisso.
O fascínio, no final das contas, continua sendo pelo conteúdo, e não pelo aplicativo que torna a história legível. A tecnologia e as ferramentas estão avançando, mas ainda há uma magia em se ter os livros nas mãos, colorido, pesado, pronto para ser lido e guardado na estante.  O IPad (e certamente outros dispositivos similares),  podem tirar vantagem ao não terem de esperar para fazerem grandes mudanças e não ter que armazenar a mídia fisicamente. O mundo quer ler, ouvir, interagir. Mas o mundo não pode  ficar preso a modelos antigos. Há espaço para criar, recriar e seguir em frente.

A Bookess acredita neste novo mundo e aposta na nova geração de quadrinistas.

Maioria dos brasileiros não conhece o e-book

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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A maioria dos brasileiros não conhece o livro digital. A constatação foi feita por uma pesquisa conduzida pela GfK, com 1.000 pessoas a partir dos 18 anos, de 12 regiões metropolitanas do país.

O resultado mostra que 67% dos entrevistados não conhecem o livro digital. Estão menos familiarizados com o e-book, as pessoas das classes C e D (76%), habitantes do Nordeste do país (74%), mulheres (72%) e pessoas entre 45 e 55 anos (72%). O estudo mostra que os jovens entre 18 e 24 anos são os que mais conhecem esta tecnologia.

A maioria também aposta em vida longa para os livros impressos. Os mais otimistas quanto à longevidade do papel são as pessoas entre 25 e 34 anos (81%). Por outro lado, os entrevistados com idade acima de 56 anos são os que mais preveem o fim do livro tradicional.

Apesar de ainda pouco conhecido, o leitor digital é um objeto de desejo. A maioria dos entrevistados que conhecem esta ferramenta eletrônica de leitura, 56%, pretende adquiri-la se o preço for acessível.

No primeiro lugar entre os possíveis compradores estão as pessoas da região Nordeste do país e das classes C e D. Já para a maioria das pessoas com mais de 56 anos, a compra de um e-book não é prioridade.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164052-16382,00-MAIORIA+DOS+BRASILEIROS+NAO+CONHECE+O+EBOOK.html

Livros foram escritos para conectar pessoas

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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Enterrar o nariz em um livro é uma espécie de isolamento?

"Acho estranho perguntar sobre isso?", Michael Hughes, um Associado de comunicação na Universidade Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em Baltimore, disse de seu IPAD, que ele usa para ler uma mistura de romance e ficção. "É quase como ter um bebê recém-nascido nas mãos". Usuário do IPad há quatro meses, Hughes disse que as pessoas se aproximam mais dele; do que quando estava com o nariz enfiado num livro. “Naquela época ninguém se aproximava de mim.As pessoas se aproximam e pedem para vê-lo, tocá-lo, e eu gosto disso", disse ele. "Isso raramente acontece com os livros feitos de árvores sacrificadas."

Com o preço dos e-readers caindo,