Em destaque

Lançamento do livro “Retratos da Leitura no Brasil III” traça o

  O Instituto Pró-Livro acaba de lançar o livro Retratos da Leitura no Brasil III, trazendo o resultado da última pesquisa sobre o perfil leitor do brasileiro. Divulgado em março de 2012, o livro contém artigos analíticos de especialistas sobre os principais resultados do estudo. O objetivo...

Leia mais

Livros digitais ainda são uma contradição no Brasil

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-11-2010

Tags:, , , , , , , , , ,

358

O mundo dos livros digitais no Brasil começou a dar os primeiros passos. Quase toda a semana vemos um novo e-reader importado da China chegando na casa dos mil reais e as livrarias e editoras começam a firmar suas próprias lojas – a notícia recente mais interessante foi a combinação do Wi-Fi do novo Alfa, da Positivo, com atalho para lojas virtuais como da Livraria Cultura e da Saraiva. Mesmo assim, a pergunta que continua martelando a cabeça dos leitores é: por que os livros digitais são tão ou mais caros do que os livros físicos?

Grande parte das “promoções” de livros digitais no Brasil passam longe de empolgar qualquer leitor assíduo. No Ponto Frio, o livro 1822, de Laurentino Gomes, em forma de bits é vendido por R$29,90. Uma busca rápida no Google mostra que a versão impressa sai por R$27,90 no WalmartR$27,90 na Siciliano.  Já a Saraiva Digital coloca o usuário em situações irônicas: o livro digital, que em tese deveria ser mais barato por conta de sua produção, distribuição etc., consegue ser mais caro do que o mesmo livro de papel (com tinta, cola, armazenamento, entrega etc.) e na mesma livraria, como vemos na imagem acima. A diferença entre eles é mínima: um pode vir a chegar antes no seu leitor digital. O outro chega no dia seguinte, pelo menos na Grande São Paulo. Não parece uma vantagem tão absurda a ponto de levar às massas ao formato digital ou para cobrar 3 reais a mais pela obra.

Claro, esse problema não é exclusivamente nosso: nos EUA, os e-books recém-lançados costumam custar quase o mesmo preço das prateleiras. Erik Sherman, analista do mercado de e-books, disse a Wired que as pessoas superestimam os ganhos das editoras, e que o custo da produção física de um livro corresponde a apenas 15% da produção da obra. Já o escritor Larry Doyle diz que as editoras colocam os preços no alto por medo de “desvalorizar a percepção das pessoas em relação aos livros”. Lá, o problema costuma ser com os lançamentos. Aqui, com praticamente qualquer livro. E se nos EUA, terra do Kindle e do Nook, as editoras ainda não se adaptaram completamente ao mercado, é duro pensar em quanto tempo teremos um mercado mais coeso e menos contraditório no Brasil. Hoje, é difícil convencer um viciado em livros a largar o bom e velho papel pelo e-ink e seus e-books.

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/

New York Times publicará lista de e-books mais vendidos

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

Tags:, , , , , ,

162

Os e-books conseguiram outro feito: ter uma lista própria de mais vendidos no New York Times. O jornal anunciou que passará a publicar no começo de 2011 o ranking de vendas de e-books de ficção e não-ficção.

As listas de mais vendidos do NYT, publicadas desde 1935, são parâmetro de sucesso entre escritores e editores. Diversos jornais e revistas as replicam.

Em comunicado divulgado na quarta-feira , o Times disse que a decisão é um reconhecimento ao crescimento e à influência que o mercado editorial eletrônico apresenta hoje.

O editor de pesquisas do NYT, Janet Elder, disse que o jornal desenvolveu o sistema de verificação de vendas dos e-books ao longo de dois anos.

O mercado digital de livros cresceu rapidamente nos últimos três anos, desde a criação do e-reader Kindle, da Amazon, passando pelo lançamento do iPad, da Apple, e do Nook, da Barnes & Noble. As vendas de e-book cresceram quase 190% em um ano, atingindo a cifra de US$ 304,6 nos nove primeiros meses de 2010.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/11/11/new-york-times-publicara-lista-de-books-mais-vendidos-923007844.asp#top

Leitor de e-book comprado em viagem poderá ter isenção de impostos

Por bookess | Postado em Novidades | em 17-11-2010

Tags:, , , , , , ,

279

Os leitores de livros eletrônicos (e-books readers) poderão ser trazidos do Exterior por turistas brasileiros sem pagar impostos, desde que não tenham a mesma configuração de um computador, admitiu a Receita Federal na quinta-feira (5/8) à Agência Brasil.

Mas a norma, que começará a valer em 1.º de outubro, poderá causar confusão, já que muitos leitores de e-books oferecem outros recursos, como o uso de jogos e o acesso à Internet.

A Instrução Normativa 1.059 da Receita Federal,  inclui como “bens de uso pessoal” isentos de impostos itens como câmeras fotográficas e celulares – classificados, pela norma, como “bens de caráter manifestamente pessoal”.

Essa interpretação, contudo, continuará a depender dos agentes alfandegários. O prazo de 1.º de outubro é necessário, segundo a Receita, para treinar esses agentes sobre as novas regras.

Configuração de PC
A Agência Brasil consultou a Receita Federal, que confirmou que leitores eletrônicos podem ser considerados de uso pessoal. Mas, para isso, eles não deverão agregar componentes que o deixem com a mesma configuração de um computador.

O subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Fausto Vieira Coutinho, explicou à agência que, “para efeitos de bagagem, não interessa se o Kindle vai ser ou não livro. A questão do livro é porque ele tem imunidade tributária e eu não posso tributar.”

“Se, no futuro, a Justiça determinar que o Kindle é um livro, a Receita não tributará. Se ele for somente um leitor de livros e substituir o seu livro de cabeceira, é considerado bem de uso pessoal e vai entrar, inclusive fora da cota. É diferente do iPad que acessa a Internet”, afirmou Coutinho.

Confusão
Categorizar os leitores de e-book em termos de funcionalidades pode, no entanto, causar alguma confusão. É que, mesmo tendo hardware específico para leitura de texto, alguns aparelhos oferecem conectividade à Internet.

Desde a segunda geração, os leitores Kindle vendidos pela Amazon recebem livros pela Internet, via rede sem fio 3G. Outros, como os Kindle mais novos e o Nook, da Barnes and Noble, conectam-se à Internet também via rede sem fio Wi-Fi.

Alguns leitores de e-book, no entanto, só podem receber livros via conexão USB. É o caso do Alfa, da Positivo Informática, que começa a ser vendido este mês no Brasil.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/

Cresce a pirataria de e-books

Por bookess | Postado em Novidades | em 17-11-2010

Tags:, , , , , ,

246

A pirataria de e-books está crescendo rapidamente, à medida que aumenta a popularidade de e-books e e-readers, segundo um estudo divulgado na quarta-feira (6).

Segundo a medição da empresa de softwares antipirataria Attributor, a procura por livros pirateados diariamente pode ser estimada acima de 3 milhões de pessoas no mundo.

Já o interesse pelos sites de compartilhamento aumentaram 50% no decorrer do último ano. Há uma migração, segundo o relatório, de sites grandes como o RapidShare para sites pequenos e de nicho.

O livro mais pirateado no mês passado, diz o estudo, é da escritora Stephanie Meyer.

Países que mais procuram livros eletrônicos pirateados são Estados Unidos (11%), Índia (11%) e México (5%). Desde o lançamento do iPad, diz o estudo, a procura aumentou em 20%.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/811263-cresce-a-pirataria-de-e-books-indica-estudo.shtml

Amazon anuncia sistema de troca de livros digitais para o Kindle

Por bookess | Postado em Novidades | em 26-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , ,

6

A empresa de varejo online Amazon anunciou uma novidade para os usuários do Kindle, seu leitor de livros digitais. A partir do final deste ano, será possível trocar títulos entre os usuários do Kindle pelo período de duas semanas.

Durante esse período, o comprador original do livro deixará de ter acesso a edição. A novidade valerá somente para alguns títulos, pois caberá à editora decidir se o livro poderá ou não ser emprestado.

O Kindle não é o primeiro leitor de livro digital que oferece essa aplicação, o leitor da Barnes & Noble, o Nook, também tem essa facilidade.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/10/22/amazon-anuncia-sistema-de-troca-de-livros-digitais-para-kindle-922850582.asp

Líder de vendas: e-books crescem 193% nas vendas

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , ,

290

Segundo pesquisas nos Estados Unidos. As vendas dos livros digitais cresceram cerca de 193% nos estados Unidos.Quando calculado o período que compreende os meses de janeiro a agosto, as vendas de e-books subiram de US$ 89,8 milhões em 2009 para US$ 263 milhões em 2010.

Este crescimento de 193% significa que os e-books agora representam 10% das vendas de livros nos Estados Unidos um crescimento considerável em relação a 2009, quando e-books representavam apenas 3,31% do consumo total.

A Própria Amazon anunciou que vende mais e-books do que livros de capa dura nos Estados Unidos. Onde as vendas dos livros de capa duram segundo a associação, caíram para 24% neste ano em relação ao ano passado.

Como o mercado digital está crescendo constantemente, o intuito é que todos os livros sejam digitais, embora que o cuidado vai ser maior levando em consideração a infestação dos vírus nos computadores, porém estão ficando a agilidade da leitura e a comodidade de poder levar pra onde quiser, bastando ter apenas um disco removível móvel, ou os acoplando em outros meios de distribuição de arquivos.O grande embate é como vão desenvolver os livros digitais para livrar os mesmos das pragas do mundo cibernético, não deixando os mesmos carregarem os vírus e outras pragas digitais.

Há apenas um Seth Godin

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , ,

8

O que se destacou recentemente no noticiário foi a declaração de Seth Godin de que ele não vai mais publicar livros com as editoras. Esse é outro sinal de que vai ficar cada vez mais difícil a publicação de livros comerciais, de interesse geral.

Mas ele não é o primeiro. O escritor de suspense J. A. Konrath descobriu as vantagens de lançar livros pela Amazon, para o Kindle, 16 meses atrás. Com a ajuda do público de seu próprio blog, mais os manuscritos completos que editores de Nova York não compraram, ele se viu empurrado a aprender a ganhar dinheiro com seu próprio trabalho sem uma editora.

Clique abaixo para continuar lendo.

Venda e Compre Livros Digitais na Bookess

Por bookess | Postado em Comunicados | em 29-09-2010

Tags:, , , , , , , , , , , ,

10

Caros autores,

Trazemos grandes novidades! Inovamos mais uma vez a maneira de distribuir e disponibilizar os livros dos autores Bookess.

A partir de hoje, no site da Bookess, os livros poderão ser comprados e vendidos na versão digital, os famosos e-books.

Isso mesmo! Além de você comercializar seu livro na versão impressa, sob demanda, você também pode vender a versão de seu livro digital, nos formatos PDF e MOBI. Os livros digitais vendidos na Bookess poderão ser lidos em diversos dispositivos, como iPhone, Blackberry, Kindle e iPad.

E a melhor notícia de todas: os autores receberão 70% do preço do livro digital em direitos autorais, descontadas taxas e encargos das administradoras de cartão. O futuro digital está chegando e quem ganha é o autor.

Para os autores que já tenham seus livros habilitados para a venda impressa, automaticamente habilitamos a venda em formato digital a um preço sugerido e que pode ser alterado a qualquer momento.

Confira mais esta novidade na Bookess! Habilite já a venda do seu livro digital e não esqueça de divulgar para todos os seus amigos.

Lembre-se de que a Bookess é do Autor e para o Autor.

Equipe Bookess

A privacidade nos e-Readers

Por bookess | Postado em Dicas | em 15-09-2010

Tags:, , , , , , , , , , ,

293

Quais são os seus critérios de decisão ao comprar um novo gadget? Marca? Design? Sistema operacional? Hype? Ou a maneira como eles tratam os seus dados?

Se esse não é o seu foco, a http://www.eff.org/, Eletronic Frontier Foundation  se preocupa com isso. E prepara um guia para orientar o consumidor a decidir pelo aparelho mais seguro – ou, pelo menos, saber o que acontece com seus dados toda vez que você baixa ou compra algo através dele.

A EFF atualizou seu guia sobre e-readers. E as análises são bem interessantes.

A primeira pergunta é: o aparelho pode guardar rastros das buscas por livros? Kindle e Nook guardam. Se você usa o Google Books, pior: ele guarda o endereço IP e associa a busca à conta de usuário do Google, se estiver logado. O iPad não guarda, só se o livro for comprado na iBookstore e em qualquer outra aplicação da Apple. O FBReader, leitor opensource, o Sony Reader e o Internet Archive não armazenam nada.

Quatro dos serviços analisados também podem rastrear e guardar os dados sobre compras de livros: Google Books, Kindle, o Nook e o Sony Reader. O iPad também pode, no caso das compras na iBook store.

E com quem essa informação pode ser compartilhada? No caso do Google Books, Kindle, Nook e Sony, os dados podem ser usados para fins legais e com os seus próprios produtos – do Google, Amazon, Barners & Noble e Sony, respectivamente. No caso do iPad, além desses casos, a informação pode ser compartilhada com parceiros estratégicos da Apple. O FBReader e o Internet Archive não coletam dados.

A pergunta mais importante é se os dados coletados podem ser compartilhados sem o consentimento do usuário. E, no caso do Kindle, Nook, Sony Reader e iPad, a resposta é sim. O usuário deve optar por não revelar suas informações para fins promocionais ou marketing. O Google Books faz pergunta inversa: o usuário deve optar se quer ceder suas informações, ou não.

Eles podem monitorar o que você está lendo e ligar isso de volta à você? A resposta é sim, para o Google Books e para o Kindle. E não para os demais (os termos de uso do iPad, por exemplo, diz que toda a informação coletada não é identificável).

Outra: o aparelho é compatível apenas com os livros adquiridos na eBook store associada? Apenas o Kindle tem essa restrição: lê apenas arquivos com uma determinada extensão proprietária. Os demais suportam outros formatos, como PDF.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/a-privacidade-nos-e-readers/

Quem são os leitores de quadrinhos nos E-Readers?

Por bookess | Postado em Novidades | em 02-09-2010

Tags:, , , , , , , , , ,

0

Os quadrinhos digitais estão passando por grandes mudanças. Os distribuidores se preocupam pela perda de clientes. Os editores sonham conseguir novos leitores, ou manter cativos o seu fiel público leitor ( HQ impressa). Mas, como?

Muitos já estão lendo quadrinhos quase que exclusivamente em seus IPads. Mas curioso mesmo é o que se passa na mente das pessoas. Muitos leitores foram cativados ainda durante o Ensino Fundamental. Depois levaram o costume à faculdade, onde tiveram acesso às séries completas, e cada  vez melhor apresentadas graficamente. Um show de desenhos e cores, com histórias cada vez mais surpreendentemente adequadas à realidade.
A maioria que ainda compra as versões em papel esperam ansiosamente pela chegada das últimas novidades.

Mas ler HQ no IPad é outra história.

Dá para sentir a animação. É tudo mais vivo e real! Há um movimento, há maior fluxo de arte entre uma cena e outra. O importante, na HQ de IPad, é imaginar os conteúdos.
Os consumidores de HQ nos IPads estão perdidamente apaixonados por essa nova plataforma. A nova experiência com uma visualização mais dinâmica é prazerosa; os conteúdo online disponíveis também têm melhorado, com paineis de resolução mais alta e  zoom. Só o fato de eles não se preocuparem com a questão do armazenamento, ou da manutenção  compensa, e muito, a mudança da versão em  papel para a de um e-reader.
Os leitores norte-americanos já estão lendo cerca de 20 HQs mensais, com conteúdos disponibilizados pela Marvel Comics, DC, entre outras grandes empresas que optaram pela distribuição deles. Além do fato de, agora, o leitor poder acessar séries completas clássicas, como é o caso do Homem de Ferro, por exemplo.

Versão em papel ou digital, essas coisas são realmente preocupantes. E o mercado tem investido muito nisso.
O fascínio, no final das contas, continua sendo pelo conteúdo, e não pelo aplicativo que torna a história legível. A tecnologia e as ferramentas estão avançando, mas ainda há uma magia em se ter os livros nas mãos, colorido, pesado, pronto para ser lido e guardado na estante.  O IPad (e certamente outros dispositivos similares),  podem tirar vantagem ao não terem de esperar para fazerem grandes mudanças e não ter que armazenar a mídia fisicamente. O mundo quer ler, ouvir, interagir. Mas o mundo não pode  ficar preso a modelos antigos. Há espaço para criar, recriar e seguir em frente.

A Bookess acredita neste novo mundo e aposta na nova geração de quadrinistas.