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Um desafio simples para os editores: livros para Gana

Laura Hazard Owen tem uma ótima visão sobre o que está acontecendo com a Worldreader (organização sem fins lucrativos que tem como missão levar a literatura digital aos habitantes de países pobres). Dê a uma criança um Kindle (ou outro leitor digital) e a vida dela está mudada. E isso...

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Maioria dos brasileiros não conhece o e-book

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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A maioria dos brasileiros não conhece o livro digital. A constatação foi feita por uma pesquisa conduzida pela GfK, com 1.000 pessoas a partir dos 18 anos, de 12 regiões metropolitanas do país.

O resultado mostra que 67% dos entrevistados não conhecem o livro digital. Estão menos familiarizados com o e-book, as pessoas das classes C e D (76%), habitantes do Nordeste do país (74%), mulheres (72%) e pessoas entre 45 e 55 anos (72%). O estudo mostra que os jovens entre 18 e 24 anos são os que mais conhecem esta tecnologia.

A maioria também aposta em vida longa para os livros impressos. Os mais otimistas quanto à longevidade do papel são as pessoas entre 25 e 34 anos (81%). Por outro lado, os entrevistados com idade acima de 56 anos são os que mais preveem o fim do livro tradicional.

Apesar de ainda pouco conhecido, o leitor digital é um objeto de desejo. A maioria dos entrevistados que conhecem esta ferramenta eletrônica de leitura, 56%, pretende adquiri-la se o preço for acessível.

No primeiro lugar entre os possíveis compradores estão as pessoas da região Nordeste do país e das classes C e D. Já para a maioria das pessoas com mais de 56 anos, a compra de um e-book não é prioridade.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164052-16382,00-MAIORIA+DOS+BRASILEIROS+NAO+CONHECE+O+EBOOK.html

Livros foram escritos para conectar pessoas

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

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Enterrar o nariz em um livro é uma espécie de isolamento?

"Acho estranho perguntar sobre isso?", Michael Hughes, um Associado de comunicação na Universidade Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em Baltimore, disse de seu IPAD, que ele usa para ler uma mistura de romance e ficção. "É quase como ter um bebê recém-nascido nas mãos". Usuário do IPad há quatro meses, Hughes disse que as pessoas se aproximam mais dele; do que quando estava com o nariz enfiado num livro. “Naquela época ninguém se aproximava de mim.As pessoas se aproximam e pedem para vê-lo, tocá-lo, e eu gosto disso", disse ele. "Isso raramente acontece com os livros feitos de árvores sacrificadas."

Com o preço dos e-readers caindo,

Kindle sem impostos

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-08-2010

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Os leitores de livros eletrônicos (e-readers) estão incluídos na Instrução Normativa 1.059 da Receita Federal que desonera de Imposto de Importação (IPI) alguns produtos trazidos do exterior por turistas brasileiros para uso pessoal. A nova norma vale a partir de 1º de outubro, quando entra em vigor. Ela estabelece que bens considerados de uso pessoal estão isentos de tributos, exceto computadores pessoais e filmadoras.

Consultada, a Receita Federal informou que os e-readers somente serão considerados de uso pessoal se não tiverem a mesma configuração de um computador. Assim, o Kindle se enquadra entre os produtos que podem ser trazidos para o Brasil como bens de uso pessoal, sem a necessidade de pagamento de imposto.

"Para efeito de bagagem, não interessa se o Kindle vai ser ou não livro. A questão do livro é porque ele tem imunidade tributária e eu não posso tributar. Se, no futuro, a Justiça determinar que o Kindle é um livro, a Receita não tributará", disse o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais, Fausto Vieira Coutinho. Entretanto, o iPad, por ter configuração similar a de um computador portátil, não está incluído na nova norma. Com informações da Agência Brasil.

Organização quer oferecer Kindles para crianças em Gana

Por bookess | Postado em Novidades | em 23-08-2010

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A Worldreader, uma organização filantrópica, quer entregar um Kindle na mão de cada criança de Gana, na África.

Fundada por David Rischer, ex-vice-presidente da Amazon, a organização está encabeçando o projeto por acreditar na força do aparelho e nas melhorias sociais que o Kindle pode trazer. Ela entende que o acesso mais fácil aos livros digitais pode ajudar a diminuir as estatísticas de analfabetismo em países em desenvolvimento.

Risher deixou a Amazon antes mesmo que o Kindle tivesse sido lançado, mas viu no produto a possibilidade de oferecer uma grande diversidade de livros em áreas do planeta onde um exemplar impresso pode levar até seis meses para chegar às mãos dos estudantes.

"Há uma grande diferença entre ser capaz de ler algum título entre os dez livros que você tem ou que alguém doou, e poder ter em suas mãos um livro pelo qual você está realmente interessado", esclareceu Rischer em entrevista para o blog Digits, do The Wall Street Journal.

"Quando combinamos esse baixíssimo custo de distribuição dos livros com a queda dos preços dos aparelhos, esses são os ingredientes certos para fazer algo realmente especial", declarou o fundador da Worldreader.

No início deste ano, a organização pôde fazer um piloto do projeto, com alguns Kindles doados e eles perceberam que os aparelhos são realmente úteis na sala de aula, em especial para leituras de ficção que sejam um pouco mais demoradas. "Fazer com que os livros sejam tão acessíveis quanto receber uma ligação no celular realmente modifica a forma como eles vêem a leitura", revelou Risher.

A Worldreader conta com apenas oito funcionários em tempo real. A organização, em parceria com o governo de Gana, agora pretende estender o projeto para 300 crianças do ensino médio.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4609027-EI15607,00-Organizacao+quer+oferecer+Kindles+para+criancas+em+Gana.html