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O direito autoral como monopólio

A revista The Economist publicou um editorial criticando a desmedida dos atuais termos de proteção Copyright and Wrong, (08/05/2010). Muitos leitores se perguntaram como uma revista liberal poderia se juntar aos ativistas que defendem os bens comuns numa cruzada pela reforma radical do direito autoral....

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Os Games na Sala de Aula

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 25-09-2017

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Cristiano Tonéis transformou prazer e lazer em conhecimento e buscou na docência um desafio de mudar o ensino por meio dos Games. Seu esforço teve enorme reconhecimento e foi vencedor do prêmio Tese 2016 da CAPES  — Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – na categoria Ensino. Hoje já faz seu pós-doutorado na UNESP e acaba de lançar Os Games na Sala de Aula, pela editora Bookess.

O autor conversou com o Blog sobre desafios do professor em sala de aula e perspectivas no ensino brasileiro. Também nesta 6ª, 29 de setembro, às 11h, Cristiano fará um Webinar ao vivo na Livraria Internacional SBS. Clique aqui e inscreva-se ➡️ https://goo.gl/zY4DtJ

Blog – Qual foi sua primeira experiência com jogos? Em que ano foi isso?

Cristiano Tonéis – Como jogador, meu primeiro contato foi com o ATARI 2600; na minha cidade (Iacanga, SP) chegou por volta de 1990; um primo tinha o videogame e jogávamos aos finais de semana.

O que fez despertar em você o interesse pelo estudo dos games?

Minha primeira formação é como técnico em processamento de dados, ou seja, fui programador de computadores (trabalhei nessa área até o ano 2000, aproximadamente) Nesse período eu cursava minha graduação em Licenciatura em Matemática (UNESP – Bauru) e algo que sempre esteve presente, então foram as tecnologias digitais e matemática. Vivenciei a chegada e popularização dos micro computadores no Brasil (1996) antes disso apesar que estarem disponíveis eram muito caros e poucas pessoas tinham condições de manter um computador em casa. Porém, na faculdade tínhamos um laboratório e apesar de não existirem jogos no espaço oferecido pela Universidade eu me interessava pela relação computação/matemática e então ao procurar um curso de mestrado em São Paulo (em 2008) por meio de uma conversa com meu ex orientador do mestrado Prof. Luis Carlos Petry (PUCSP) surgiu o assunto GAMES e Matemática, e então, a série de jogos Myst que foram minha aventura no mestrado. Depois no Doutorado eu propus uma metodologia para criação de games epistemológicos de modo multidisciplinar.

Explique qual a diferença entre Games na Educação e Gamificação do ensino?

É importante compreender a linha tênue que pode existir entre essas duas experiências possíveis também para os processos de ensino. Uma das principais diferenças está na liberdade, ou seja, um game é uma atividade livre (por adesão) eu jogo porque quero jogar! Enquanto que a gamificação, em geral, não apresenta liberdade. Outra característica da gamificação está no propósito: “mudar um processo”. Por isso envolve todo um estudo do processo que se deseja modificar, bem com dos personagens presentes ou envolvidos e o que se deseja ao final, tudo precisa ser muito claro.

Quanto ao game, mesmo que tenha propósitos educacionais, ainda deve proporcionar diversão e por isso precisamos “jogar e falar do jogo que jogamos” como qualquer outro game (jogadores falam dos seus jogos) pois nesse processo é que se encontra os caminhos para a produção de significados que vão além do próprio jogo pelo jogo.

A questão que se coloca é eu posso transformar um game em uma atividade gamificada? A resposta é pode! Se os jogadores forem obrigados a jogar, por exemplo, ou quando o “game” na verdade é um “quizz” e existe uma infinidade de maneiras de se perder as qualidades de game e o transformar em uma atividade, muitas vezes, enfadonha. Por isso o cuidado na escolha do game aliado aos objetivos e aspectos pedagógicos adjacentes.

Para as novas gerações digitais, a maioria dos professores é analógica?

Não acredito que a maioria seja analógico. O que presenciamos no nosso mundo é que ou somos nativos digitais ou somos imigrantes (isso implica em um maior ou menor grau de adesão às tecnologias digitais). O desafio, no meu ponto de vista, está no “ser com o outro” e o “ser com as tecnologias digitais”. Nesse sentido se faz necessária e urgente uma reflexão, o que proponho e faço no livro, de modo que possamos ampliar “nosso mundo vivido” com as tecnologias digitais. Não penso que minha reflexão seja absoluta ou chegue ao final com esse livro. Na verdade espero lançar um espaço para essa reflexão e que possamos agir com as tecnologias digitais também em espaços educacionais. Como diria John Dewey “A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida”. É nosso vida!

Recente pesquisa da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo com alunos da rede revela que 65% dos entrevistados dizem aprender mais com o uso da internet, e 59% apontam a importância do acesso ao laboratório de informática. Mais de 70% dos entrevistados tem entre 11 e 13 anos.  Em sua opinião, esse elevado índice por conteúdo tecnológico sensibiliza os professores ? Em quais aspectos práticos?

É um pouco assustador pensar em “laboratório de informatica” se a finalidade desse “local” for apenas “uma janela para a internet”. A ideia de laboratório de informatica , hoje, deveria ser pensada a partir do propósito de se produzir tecnologia e não apenas consumí-la. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas até o final de 2017 o Brasil terá um smartphone por habitante (o que não significa que todos tenham celulares) mas denota o “consumo e o acesso” a essa tecnologia. Outra pesquisa do IBGE mostra que  “celular se consolida como o principal meio de acesso à internet no Brasil”. A questão está em como utilizar essa tecnologia e o que ela está oferecendo em termos de possibilidades e espaços para reflexão, o que é possível desenvolver, inovar e articular.

Agora, pensando na sua pergunta, temos uma lei federal (Lei Nº 4.131/2008) que proíbe  a utilização de celulares, videogames e “aparelhos eletrônicos” em escolas publicas ou privadas. Isso sim é um problema que impede o professor de se sensibilizar e repensar sua prática docente e sua própria vivencia “no ser com o digital”. Por isso se faz necessário uma reflexão séria e um olhar cientifico sobre as novas tecnologias. Digo científico não como algo abstrato, mas como novas possibilidades que emergem diante de nós!

Durante as aulas, o que passa pela cabeça do professor quando vê seus alunos mais interessados em seus smartphones?  Age ou reage? 

Se ao menos fosse “Age (of Mythology)”  eu ainda ficaria feliz 🙂 . Brincadeiras à parte quero dizer que a tecnologia já está lá, por que não podemos re-agir de modo que nossa ação seja transpassada por essa tecnologia? Não se trata aqui de “fazer as mesmas coisas só que agora com as tecnologias digitais”. Não! Se trata de mudar o agir, porque a tecnologia muda o meu “modo de ser no mundo” e isso engloba todo um novo universo de questões como “o que é avaliação? como avaliar? somente conteúdo e currículo resolvem tudo?” O que não podemos é continuar remendando retalhos. Toda inovação carrega consigo uma “nova ação”.

Nesse contexto, como você define autoridade docente em sala de aula?

Cada pergunta difícil professor! Vale nota? kkkk Vou buscar essa explicação na etimologia da palavra, o termo “autoridade” vem do grego exousia (εξουσία) que também pode ser traduzido por “poder”. Em termos gerais, exousia é a “liberdade para agir”. No latim não temos uma palavra com esse sentido e, por isso, como a língua portuguesa (“filha do latim”) também “bebeu nas fontes gregas”, no latim o mais próximo seria sinônimo de “poder” (latim auctorĭtas, -ātis), o que a meu ver se distanciaria e muito do que você quer perguntar!

Eu acredito que o professor, enquanto professor, precisa se sentir pronto para um contínuo exercício da produção de conhecimentos, superando desse modo as celeumas e quimeras do senso comum de “autoridade em sala de aula”.

Você pode citar algum resultado  de mudança significativa de criação de novos paradigmas educacionais por parte do Ministério da Educação ou mesmo das Secretarias Estaduais e Municipais de Ensino? 

O game “Trilha Cultural”, disponível para download gratuito nos sistemas Android e IOS, para todos os alunos da rede, é um projeto iniciado em 2016 e faz parte do projeto “Aprendendo com Arte”, realizado pela Fundação Volkswagen, em parceria com o Instituto Arte na Escola e o governo de São Paulo. Existem muitos projetos piloto, alguns eu inclusive cito no livro como o projeto NAVE (Núcleo Avançado em Educação) e inúmeros outros projetos e oficinas de produção de games com o scratch, por exemplo, ou o rpg maker, entre outros. No entanto essas ações governamentais são ainda tímidas e  isoladas, por isso a necessidade de irmos além.

Quais seus projetos futuros como professor? 

Meus projetos envolvem prosseguir em pesquisas que incentivem a proposta de games também em ambientes educacionais. Também começo a planejar e a pensar na presença dos games no ensino superior, uma nova aventura! Além disso, tenho o game que eu comecei a produzir, juntamente com um amigo, Gabriel Marques, professor de modelagem e animação 3D, em meu doutoramento, e que pretendo dar continuidade. Projetos não faltam e parcerias serão sempre bem vindas

Que recado você deixa aos seus colegas e alunos?

Não desanimar diante do tempo, às vezes “as coisas demoram para acontecer”. Fazer o que estiver ao nosso alcance, o possível. Um esforço conjunto certamente já é melhor que esforço algum ou apenas esperar. Olhar para o futuro é começar a agir agora e nunca deixar de buscar no passado e no presente as experiencias que estão acontecendo. Para ampliar nosso mundo vivido é necessário nos ampliarmos nele no mesmo movimento (de percepção a compreensão e expressão – linguagens) e nelas as linguagens das novas mídias (os games).

Espero que possa contribuir para essa dilatação em nosso mundo, pois somos co-sujeitos nesse processo. Vamos jogar?


Anote em sua agenda – Webinar com Cristiano Tonéis – 29 de setembro às 11h
OS GAMES NA SALA DE AULA: Games na Educação ou a Gamificação da Educação?
AUTOR: Cristiano N. Tonéis
EDITORA: Bookess
QUANTO: R$ 49,94 com frete gratuito (163 págs.)
ONDE COMPRAR: https://goo.gl/RJ5qeG

Conheça Gustavo Costa, autor de Amores Fluídos

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 08-09-2017

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Entrevistamos Igor Assunção, o autor de “O mistério do Canibal”. Confira a entrevista abaixo e aproveite para ler um trecho do livro gratuitamente AQUI.

 1. Quem é Gustavo Costa?

Pernambucano nascido em Recife, adotado por São Paulo e viajante pelo Brasil e pelo mundo.

2. Quando foi que você decidiu escrever o livro? Como isso começou?

O desejo de escrever nasceu muito cedo e cresceu a partir da adolescência com os primeiros amores, alegrias e tristezas. Com o tempo, tornou-se hábito passar ao papel as observações da vida.

3. Você tem algum hábito “de escritor”?

Tenho como hábito anotar algumas palavras que descrevem a essência de uma observação ou situação e deixo que a mente a processe sem pressa. Algum tempo depois, estas palavras aparecem em forma de poema ou um pequeno conto. Alguns processamentos levam meses.

4. Como você se mantém inspirado para escrever?

Manter o espírito observando e deslumbrando-se com a vida todos os dias.

5. Qual a sensação de publicar seu livro?

Publicar um livro é uma responsabilidade muito grande. Podemos ficar frustados com uma baixa aceitação ou ficarmos deslumbrado caso contrário. O importante é mantermos a humildade, manter a motivação de escrever e viver com paixão por tudo que fazemos, desejando sempre ajudar o leitor a também viver assim.

6. Por que você decidiu publicar na Bookess?

Embora já publicasse em meu Blog, muitos leitores incentivaram-me a publicar em forma de livro. Pesquisei as melhores opções e decidi pela Bookess.

7. Deseja deixar alguma mensagem para os leitores e futuros escritores?

Vivi (e vivo) situações que podem ser iguais a de alguns leitores ou escritores. A forma que utilizo para registrar e eternizar estas situações depende das lentes e filtros que utilizei. Logo o que escrevo pode ser uma experiência para o leitor ou escritor que possuem seus próprios filtros e lentes, uma vez que existirão diferentes sensações sobre uma mesma situação vivenciada individualmente.

8. Além de escritor, você tem alguma outra profissão? E hobbies?

Sou Engenheiro, Mestre e Doutorando em Engenharia Naval (POLI – USP), o que levou-me a trabalhar com Transporte Marítimo e Logística. Este lado cartesiano e balanceado com viagens de moto e corrida e natação nas praias.

9. Para escrever: computador ou caneta?

Primeiro a caneta e depois do trabalho quase finalizado, o computador. Ando sempre com um bloco de rascunho e uma caneta.

10. Livro físico ou eBook?

Os dois, para atender o desejo dos diferentes leitores.

11. Escrever é…

Parafraseando um Mestre… Para viver devemos Pensar, Verbalizar e Executar nossos desejos. Escrever é registrar este ciclo fundamental.

12. Para finalizar, nos conte um pouco sobre seu livro

Este livro foi escrito como um registro da vida utilizando meus filtros e lentes. Desejo que a sua leitura desperte novas sensações ao leitor, que utilizando suas próprias lentes e filtros, possa, talvez, reviver instantâneos de sua vida.

Leia um trecho gratuitamente de Amores Fluídos ou adquira seu exemplar.

Conheça “Caminhos de Amor e Ódio”, escrito pelo Dr. Afrânio Luiz Bastos

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 27-04-2016

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Caminhos de amor e ódio

Entrevistamos Dr. Afrânio Luiz Bastos, o autor de “Caminhos de amor e ódio”. Confira a entrevista abaixo e aproveite para comprar o livro AQUI.

1. Quem é o Dr. Afrânio Luiz Bastos?
Nasci em Matipó/MG, em 05/04/1949. Sou formado em medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, pós-graduado em Nefrologia pela Fundação Oswaldo Aranha, Rio de Janeiro. Atualmente moro em Santos, litoral Paulista, onde trabalho.

2. Quando você decidiu escrever um livro? Como isso começou?
Inicialmente, por insistência de meu filho mais velho, comecei a escrever um blog onde eu contava minhas experiências na medicina. Meu blog tinha muitos seguidores e muitos deles me abordavam sugerindo que eu fizesse daqueles contos, um livro. Assim o fiz e fiquei muito feliz tendo um livro, o meu livro, em minhas mãos. A felicidade foi tanta que resolvi continuar escrevendo.

3. Você tem algum hábito “de escritor”?
Escrevo ouvindo música romântica. Escrevo pouco por dia mas escrevo todo dia. Normalmente eu mesmo me emociono com o que escrevo e, naturalmente, guardo com mais carinho as escritas que me emocionam.

4. Como você se mantém inspirado para escrever?
Eu me inspiro observando a minha volta, ouvindo ou lendo frases soltas, ouvindo música. Cada música é um livro resumido que se ouve e se emociona muitas vezes. Uma ideia puxa outra. Eu escrevo todo dia.

5. Qual a sensação de publicar seus livros?
É uma sensação muito boa. De não deixar se perder no tempo nossos pensamentos e nossos sentimentos… É como se fizéssemos na areia da praia um castelo, não de areia, de cimento talvez… A onda não vai apagar.

6. Por que você decidiu publicar na Bookess?
Por recomendação de meu filho que é escritor já há algum tempo e sempre se deu bem e gostou do sistema da Bookess…

7. Deseja deixar alguma mensagem para os leitores e futuros escritores?
Para os leitores, que leiam muito, sintam o tato do livro, sintam o cheiro do livro, absorvam as mensagens implícitas. Grifem frases bonitas e/ou emocionantes e as transcrevam para serem lidas mais vezes do que o necessário. Depois escrevam, escrevam muito e terão o prazer de ler seu próprio livro. Isso é fantástico!

8. Para escrever: computador ou caneta?
Computador.

9. Livro físico ou eBook?
Livro físico.

10. Para você, o que é escrever?
Para mim, escrever é transferir para livros ou revistas pensamentos e sentimentos para que outros tenham a oportunidade de os compartilhar e se emocionar com nossas emoções.

11. Para finalizar, conte um pouco sobre seu livro
Após ver seus pais e irmãos caminhando pelo tempo, sofrendo decepções e dores, um jovem fugiu de sua terra, constituiu uma família e teve um filho que se tornou oficial da Marinha do Brasil. Este oficial casou-se e teve uma filha. Certo dia, enquanto estava em manobras na Marinha, sua esposa fugiu com seu superior roubando sua filhinha… Enlouquecido, sem muito raciocinar ele percorreu o país em busca de sua filha por mais de trinta anos… Será que ele a encontrou? O leitor percorrerá juntamente com ele lindos e emocionantes caminhos torcendo pelo sucesso de sua busca.

 

Conheça os outros livros do autor!

Conheça “O mistério do Canibal” e a entrevista com o autor Igor Assunção!

Por bookess | Postado em Entrevistas | em 10-12-2015

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O Mistério do Canibal - Igor Assunção

Entrevistamos Igor Assunção, o autor de “O mistério do Canibal”. Confira a entrevista abaixo e aproveite para ler um trecho do livro gratuitamente AQUI.

1. Quem é Igor Assunção?
Igor Assunção, 36 anos, é um jovem advogado criminalista, professor e escritor, nascido em Itamaraju/BA (registrado em Pedro Canário/ES), e residente em Eunápolis/BA.

2. Quando foi que você decidiu escrever o livro? Como isso começou?
Comecei a escrever esse livro no leito de um hospital, enquanto aguardava minha esposa se recuperar de uma cirurgia. Como já tinha pensado em escrever sobre casos em que atuei, decidi começar pelo mistério do canibal.

3. Você tem algum hábito “de escritor”?
Eu leio bastante. Sou amante da literatura brasileira e, especial, da literatura baiana. Adoro comprar livros.

4. Como você se mantém inspirado para escrever?
Gosto de ligar a TV para me concentrar. Preciso de algum barulho de coisas (não de pessoas) para conseguir ficar concentrado.

5. Qual a sensação de publicar seu livro?
Estou muito feliz em publicar “O Mistério do Canibal”. É o meu segundo livro, porém o primeiro em forma de romance. Estou muito ansioso. Quero que as pessoas leiam, comentem, critiquem, identifiquem-se com os personagens e, acima de tudo, tentem tirar suas próprias conclusões sobre a motivação para o crime, meu maior objetivo.

6. Por que você decidiu publicar na Bookess?
Pesquisei bastante e verifiquei que a Bookess poderia me dar maior visibilidade. Desde o início o atendimento ao escritor foi excelente e me empolgou mais ainda. Já estou na metade do segundo livro nessa linha.

7. Deseja deixar alguma mensagem para os leitores e futuros escritores?
Escrevam. Leiam. A leitura serve de impulso para a escrita. Quando tiver alguma ideia, escreva. Não perca tempo. Escreva textos isolados. Tente identificar em pessoas próximas a você algumas características que fariam dela um excelente personagem. Enquanto escritor, deixe sua imaginação fluir, sem medo, sem receio e sem pudor. Enquanto leitor, permita-se mergulhar na criatividade alheia.

8. Se você não fosse escritor, você seria…
Um eterno leitor.

9. Para escrever: computador ou caneta?
Ambos. Tenho vários escritos à mão, bem como vários textos arquivados em um backup.

10. Livro físico ou e-book?
Prefiro o livro físico, mas me permito adquirir uns e-books de vez em quando.

11. Escrever é…
Libertar-se.

12. Para finalizar, nos conte um pouco sobre seu livro
O Mistério do Canibal conta a história de João, um ajudante de pedreiro, residente em Belo Horizonte, que viaja para o sul da Bahia para uma festa de Micareta. Em meio a uma festa, drogas, bebidas, sexo e religião, ocorre um crime que choca a população. Um ato de canibalismo. O que teria provocado esse ato? drogas? bebidas? interferências espirituais? transtorno mental? Assim é “O Mistério do Canibal”. Uma intrigante estória que precisa ser desvendada pelos leitores.

 

Leia um trecho gratuitamente de O Mistério do Canibal ou adquira seu exemplar.

Lançamento do Livro Devaneios Literários

Por bookess | Postado em Novidades | em 09-06-2011

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Entrevista com Mariana Collares, autora de DEVANEIOS LITERÁRIOS (Crônicas), pela Editora Bookess:

1 – O livro Devaneios Literários é um blog que se tornou livro. Poderia nos contar como surgiu essa ideia de transformar os textos do blog em uma publicação?

Para explicar isso preciso falar um pouco do blog e seu começo: O blog nasceu há seis anos – início ainda dos blogs contendo textos literários – e o fiz porque costumava mostrar aos amigos mais próximos os textos que escrevia, e que pela primeira vez me encorajava a tirar da “gaveta”, para que eles mesmos, e quando assim quisessem, pudessem dar uma espiada e me dizer o que achavam. O blog foi, assim, minha escola, minha oficina literária, e não tinha qualquer pretensão de virar livro ou atingir alguma “famosidade”, “sucesso de público e acessos”, etc. Era a minha página, que eu sequer divulgava. Então só era “achado” por acaso e por quem estivesse navegando a procura de tudo e nada.

Reparei, entretanto, que os acessos estavam aumentando muito, e que entre os seguidores do blog estava o link da Bookess. Nessa época, cerca de seis anos depois de sua criação, muitas pessoas já conheciam meus textos e elas é que me diziam para publicá-los. Pensei então em pagar uma publicação, com uma tiragem tímida somente para família e amigos, para ficar guardado como mais um feito de vida de alguém que vive o cotidiano comum de todo mundo. Coisa como um álbum para o pai e a mãe, ou para colocar num retrato em plena sala. Então, num sopro de ousadia, entrei em contato com a Bookess e comecei a conversar sobre essa possibilidade. Conheci o site e vi as publicações que então lá estavam e fiz, eu mesma, o livro, diagramando e criando capa. Coisa como: “aqui estão os melhores textos (ou os que mais gosto) do blog. Levem pra casa e guardem como uma relíquia minha”.

Foi então que notei que os acessos, em um mês que havia postado o livro no site, foram muito expressivos, chegando a cerca de 1000 leituras. As pessoas começaram a entrar em contato, por e-mail e pelo site mesmo, me parabenizando e dizendo que estavam gostando e se identificando com aquilo que escrevia. Motivada por isso, entrei em contato com o site (já havia mandado o livro para outras editoras) e perguntei se haveria interesse de formarmos uma parceria para a publicação. A resposta foi “sim”.

2 – Que tipo de devaneios poderemos encontrar na sua obra? Qual a linha literária que segue?

Não cursei letras ou literatura. Ao contrário, minha formação é o direito e a vida inteira me dediquei a ele. A literatura era e é o meu amor. É por ela que me expresso, que mostro a fotografia escrita daquilo que sinto e vejo. É minha tradução do mundo.

Quando comecei a escrever com alguma freqüência, notei que ora era prosa, ora poesia, ora crônica, ora conto. Não havia, por assim dizer, um estilo bem definido. Eu me expressava e ponto. Sem forma, sem rótulo. Nós somos mesmo muito complexos para nos adequarmos a um único padrão… Por esse motivo chamei meus textos de “devaneios”, pois são divagações sobre a vida, os sentimentos, o todo que nos cerca. Ora são puros devaneios, ora são devaneios filosóficos, ora são bem humorados… Divagações de um ser em movimento.

Quanto à linha literária, li de tudo, mas o gênero em que escrevo é sempre o narrativo. Desde muito cedo leio bons livros, muito estimulada por meus pais. Mas sinto que é algo de família. Minha avó paterna, tendo estudado somente até a quarta série primária, é fã ardorosa da boa literatura e se inclui na sua biblioteca Cervantes, Dante e outras obras clássicas.

Comecei com os clássicos da literatura brasileira: José de Alencar, Machado de Assis, Érico Veríssimo, que li muito cedo, com cerca de 12 ou 13 anos de idade. Mas lia mesmo o que me davam ou me caía nas mãos da biblioteca de minha mãe – socióloga e que sempre leu muito. Então li desde Saint-Exupéry passando por Agatha Christie, Hermann Hesse, Engels, Marx, García Marquez, Tolstói e os demais russos, Cervantes, etc. Desde literatura clássica a livros sociológicos e de ciência política (meus pais sempre foram ativistas políticos de esquerda). Com o tempo, fui conhecendo gente que ainda não havia lido (Hemingway, Virgínia Woolf, Fitzgerald, Nietzsche, Sartre, Simone, Eça…). Ousei por Goethe, Dante, Santo Agostinho, Platão, Epicuro… Me aventurei com Gide, Hilda Hilst, Saramago. Na poesia Pessoa, Neruda, João Cabral, Rimbaud, Baudelaire, Drummond, Quintana, Vinícius… Na literatura mais intimista Clarice, Caio Fernando Abreu… Ora entro numa livraria e saio com Graciliano Ramos e Érico, ora saio com Ovídio ou mesmo Vargas Llosa, Galeano, Luis Fernando Veríssimo…. Minha biblioteca é ampla e eclética, assim como eu. Como não cursei literatura, me sinto na obrigação e com uma curiosidade imensa de saber e entender o estilo de cada autor. Cada época e a mente desta época retratada em cada obra. Tenho muito ainda que ler. Sinto que terei uma vida inteira e não terei lido tudo e todos. Tem muita gente boa por aí… Normalmente tenho uns cinco livros ao lado da cama e vou alternando a leitura, conforme o dia e meu estado de espírito. Nas férias, leio o tempo todo. Enfim, ler é um vício. O melhor de todos.

3 – Quem é o público-alvo dessa proposta?

Não sei. Mas sinto que toda a gente. Como foi um livro estimulado pelo público, vejo que dentre os seguidores do blog há gente de todas as idades, orientações filosóficas, identidade social e cultural. Na maioria, os textos são crônicas sobre o cotidiano, os sentimentos, o “eu” e o “nós” – temas que considero universais e podem ser lidos por todos os que gostem desse tipo de leitura. Os textos não são longos, então vejo que agradam justamente por serem concisos, em linguagem simples, direta. Veja bem, são textos postados em um blog, que é o retrato individual de um ser. Então eles não têm uma “proposta de marketing” em si mesmos. Eles não nasceram para isso. Eles nasceram de alguém para o mundo. O fato de serem publicados é mera conseqüência de existirem e terem passado pela aprovação de muitos.

4 – Por que a escolha da Bookess como editora?

Nos achamos: eu a ela, ela a mim. Nem sabemos quem começou. Foi puro acaso. Mas depois, vendo o trabalho desenvolvido pela Bookess, comecei a gostar, a me identificar com a democratização da literatura e do pensamento, e com liberdade dada ao autor. Mais, vejo que o futuro está aí: fora das editoras tradicionais, ou com “modelos tradicionais” de vendagem e publicação de livros. A Bookess está antenada com nosso tempo e o futuro, disponibilizando e democratizando realmente o acesso à cultura e à informação. E nada melhor para um cronista do que trabalhar com quem se parece com ele…

5 – Livros baseados em diários e memórias são muito comuns, mas publicações baseadas em blogs são ainda uma novidade. Você acredita nessa nova tendência? Considera que os blogueiros podem aproveitar uma iniciativa como a sua?

Acredito muito. A internet veio e se instalou definitivamente em nosso meio social e cultural e é um espelho daquilo que somos hoje. Saímos de nosso ambiente sem termos que sair de casa, e encontramos outros seres “viajantes” nesse meio, espalhando ideias, pensamentos. Olhar a vida do outro do estreito espectro da nossa realidade nos “aumenta”, ou “aumenta” nossa perspectiva de vida. Hoje todo mundo tem página na internet, tem um blog, tem algo a dividir com o mundo. Nossas bibliotecas e nosso mundo conhecido estão migrando para a internet, para um ambiente virtual porque nossa vida real está cada vez mais “ideal”. Então blogueiros (detesto esta expressão) podem se estimular sim e se encorajar. O mundo os está lendo, vendo.

O ofício da escrita sempre foi muito solitário. E de certa forma ainda é. Mas o resultado, o que podemos estimular no público, esse é sentido imediatamente através dos blogs. É uma interação imediata com o público, com quem está nos vendo. É muito bom. Finalmente não estamos sós.

Sobre a autora:

Mariana Collares é escritora. Vive em Porto Alegre, dedicando-se à escrita literária e à carreira de formação: o direito.

Publica, cotidianamente, suas crônicas no blog DevaneiosLiterarios.blogspot.com, inaugurado em 2005, e é colunista do site Comunidade Literária Benfazeja (www.benfazeja.com.br).

Bookess lança livro em parceria com Sebrae

Por bookess | Postado em Comunicados | em 15-02-2011

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“Eu quero ser empresário…Rico!” é um livro que surpreende ao ampliar os horizontes do leitor, o fazendo compreender a importância de não se contentar em ser apenas um pequeno empreendedor. Por que não investir em planejamento estratégico e se tornar um empresário emergente bem sucedido?

No próximo dia 23 de fevereiro, a partir das 19h, o autor Joel Fernandes recebe os leitores no lançamento de seu terceiro livro, Eu quero ser empresário…Rico! – Sua empresa muito além do sufoco do dia a dia, na sede do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina – CRCSC, em Florianópolis.

O autor Joel Fernandes utiliza todo o seu expertise para propor um conceito inovador no que se refere à postura de investidor quando se está diante do próprio negócio.

“Há oito anos tenho estudado o motivo pelo qual a maioria das empresas brasileiras não se torna rica. A obra mostra a transformação de empreendedores que sabem trabalhar, mas não sabem ganhar dinheiro, em empresários com espírito investidor”, explica o autor quando indagado sobre a inspiração da publicação.

Os anos de observação da classe empresarial deram subsídios para que Joel traçasse um perfil mais apurado do mercado brasileiro. “Ao contrário do que se observa na trajetória dos empresários europeus, no Brasil as pessoas abrem empresas e se contentam quando elas suprem suas necessidades financeiras básicas”, afirma.

A linha filosófica utilizada pelo autor, tanto na análise do comportamento empresarial quanto na construção do enredo do livro, é inspirada nas teorias do filósofo francês Maurice Merleau-Ponty, ávido estudioso dos fenômenos que rondam o comportamento humano.

O conteúdo desenvolvido nos 12 capítulos do livro é um estímulo aos profissionais que desejam fazer de suas empresas não apenas uma fonte de sobrevivência, e sim, uma poderosa ferramenta de gerar lucros.

Sobre o evento

O lançamento do livro Eu quero ser empresário…Rico! Sua empresa muito além do sufoco do dia a dia (Editora BOOKESS, 220 pág., R$ 34,00), do autor Joel Fernandes, será no dia 23 de fevereiro, às 19h, na sede do CRCSC, Av. Osvaldo Cabral, nº 1.900, no Centro de Florianópolis. O evento é gratuito.

Fonte: http://www.deolhonailha.com.br

Lançamento – o primeiro voo do jornalista Lula Falcão no campo da ficção literária

Por bookess | Postado em Comunicados | em 25-01-2011

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O ritmo frenético, o excesso de informação e a extinção das fronteiras da intimidade da vida virtual serviram de inspiração para o primeiro voo do jornalista Lula Falcão no campo da ficção literária. Repórter experiente, com passagens pela revista Veja e jornal Estado de São Paulo, o autor se mostra dono de um olhar afiado para captar as angústias do seu tempo, construindo a personagem Maria Lúcia a partir do seu círculo de amizade.

“É um personagen urbano, que eu peguei de várias pessoas que conheço. Misturei tudo e criei um personagem de ficção”, explica Falcão. Maria Lúcia primeiro surgiu postando rápidas reflexões no blog lulafalcao.blogspot.com e logo conquistou o interesse dos leitores. Agora os relatos da personagem chegam condensados em versão impressa, sob o título Todo dia me atiro do térreo … tuiteira.

Através dos pequenos posts, a personagem revela os bastidores da sua rotina vazia em frente ao computador, expondo sua trajetória de solidão conectada à rede. Aos 35 anos, Maria Lúcia não poupa sarcasmo para descrever a falta de sentido da sua vida, cuja carreira de atriz foi progressivamente lhe levando para os bastidores da produção cultural, no ritmo das rugas do tempo. “Apesar dos problemas, ela vai levando, pisando na jaca e chutando o balde”, brinca Falcão.

Entre projetos para as leis de incentivo, bebedeiras, casos amorosos fracassados e sexo virtual, a narradora despeja seus arrependimentos em pílulas fáceis de engolir, mas que trazem como efeito colateral pontadas de desassossego. Mérito do autor, que soube captar a desilusão de uma geração com fome de tudo e passar isso através da despretensão dos textos lançados na internet, provocando uma leitura alucinante, de uma pegada só. Consciente do ritmo acelarado dos seus interlocutores, Falcão explora o olhar corrosivo da personagem para descrever, em pratos rasos depouco mais de 140 toques, as profundezas da angústia das pessoas que vivem pelas redes sociais e salas virtuais de bate-papo.

Publicado pela Bookess, a edição traz apresentação de Adriana Falcão, orelha escrita por Xico Sá e projeto gráfico assinado por Pedrinho Fonseca. Após a noite de autógrafos no Recife, o título será lançado em São Paulo e no Rio. Segundo o autor, a expectativa é de que a obra saia em formato digital.

Livro no site da Editora Bookess: Todo Dia me Atiro do Térreo #tuiteira

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br

Livros digitais ainda são uma contradição no Brasil

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-11-2010

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O mundo dos livros digitais no Brasil começou a dar os primeiros passos. Quase toda a semana vemos um novo e-reader importado da China chegando na casa dos mil reais e as livrarias e editoras começam a firmar suas próprias lojas – a notícia recente mais interessante foi a combinação do Wi-Fi do novo Alfa, da Positivo, com atalho para lojas virtuais como da Livraria Cultura e da Saraiva. Mesmo assim, a pergunta que continua martelando a cabeça dos leitores é: por que os livros digitais são tão ou mais caros do que os livros físicos?

Grande parte das “promoções” de livros digitais no Brasil passam longe de empolgar qualquer leitor assíduo. No Ponto Frio, o livro 1822, de Laurentino Gomes, em forma de bits é vendido por R$29,90. Uma busca rápida no Google mostra que a versão impressa sai por R$27,90 no WalmartR$27,90 na Siciliano.  Já a Saraiva Digital coloca o usuário em situações irônicas: o livro digital, que em tese deveria ser mais barato por conta de sua produção, distribuição etc., consegue ser mais caro do que o mesmo livro de papel (com tinta, cola, armazenamento, entrega etc.) e na mesma livraria, como vemos na imagem acima. A diferença entre eles é mínima: um pode vir a chegar antes no seu leitor digital. O outro chega no dia seguinte, pelo menos na Grande São Paulo. Não parece uma vantagem tão absurda a ponto de levar às massas ao formato digital ou para cobrar 3 reais a mais pela obra.

Claro, esse problema não é exclusivamente nosso: nos EUA, os e-books recém-lançados costumam custar quase o mesmo preço das prateleiras. Erik Sherman, analista do mercado de e-books, disse a Wired que as pessoas superestimam os ganhos das editoras, e que o custo da produção física de um livro corresponde a apenas 15% da produção da obra. Já o escritor Larry Doyle diz que as editoras colocam os preços no alto por medo de “desvalorizar a percepção das pessoas em relação aos livros”. Lá, o problema costuma ser com os lançamentos. Aqui, com praticamente qualquer livro. E se nos EUA, terra do Kindle e do Nook, as editoras ainda não se adaptaram completamente ao mercado, é duro pensar em quanto tempo teremos um mercado mais coeso e menos contraditório no Brasil. Hoje, é difícil convencer um viciado em livros a largar o bom e velho papel pelo e-ink e seus e-books.

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/

New York Times publicará lista de e-books mais vendidos

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

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Os e-books conseguiram outro feito: ter uma lista própria de mais vendidos no New York Times. O jornal anunciou que passará a publicar no começo de 2011 o ranking de vendas de e-books de ficção e não-ficção.

As listas de mais vendidos do NYT, publicadas desde 1935, são parâmetro de sucesso entre escritores e editores. Diversos jornais e revistas as replicam.

Em comunicado divulgado na quarta-feira , o Times disse que a decisão é um reconhecimento ao crescimento e à influência que o mercado editorial eletrônico apresenta hoje.

O editor de pesquisas do NYT, Janet Elder, disse que o jornal desenvolveu o sistema de verificação de vendas dos e-books ao longo de dois anos.

O mercado digital de livros cresceu rapidamente nos últimos três anos, desde a criação do e-reader Kindle, da Amazon, passando pelo lançamento do iPad, da Apple, e do Nook, da Barnes & Noble. As vendas de e-book cresceram quase 190% em um ano, atingindo a cifra de US$ 304,6 nos nove primeiros meses de 2010.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/11/11/new-york-times-publicara-lista-de-books-mais-vendidos-923007844.asp#top

Entrevista com Regina Monge

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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Quem é Regina Monge? E o que você poderia nos contar sobre você?

Gostaria de dizer, antes de mais nada, que é um prazer poder conceder essa entrevista ao blog Bibliomania e compartilhar um pouco da minha vida com todos os leitores que por aqui passam.

Sou uma geminiana típica, com ascendente em Libra envolta nos mundo da comunicação e dos relacionamentos e sempre envolvida em várias coisas ao mesmo tempo, a curiosidade é a minha companheira do dia a dia.

Adoro a experimentação da mudança, conhecer pessoas, trocar experiências, novos lugares, novos pratos…, tenho 43 anos e nasci no interior de São Paulo, num dos menores municípios do Estado, a estância turística de Águas de São Pedro. Saí de lá aos 21 anos e vim para São Paulo, onde vivo até hoje.

Sou formada em Comunicação, com especialização em Propaganda e MBA em Marketing e trabalho, desde 1993 com essa atividade. Em 2009, finalizei um curso de extensão sobre História e Linguagem do Cinema, outra paixão, além da literatura e constituí minha própria agência, ainda em formação, e que requer toda a minha atenção neste momento. Para quem quiser visitá-la, o site éwww.vertscomunicacao.com.br

Para ler a entrevista completa, clique abaixo.