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Museu virtual da UnB ganha nova galeria de livros

O Museu Virtual de Ciência e Tecnologia da Universidade de Brasília ganhou uma nova galeria de livros paradidáticos em sua biblioteca. São obras produzidas por alunos do curso de pedagogia que pretendem ajudar professores e alunos no ensino de ciências. As obras virtuais são destinadas a crianças...

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Mais um sucesso da Bookess! Conheça, prestigie!

Por bookess | Postado em Novidades | em 03-10-2011

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Lançamento do livro Um Sonho Distante

Por bookess | Postado em Comunicados | em 20-09-2011

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Lançamento do livro O Guia dos Meus Sonhos

Por bookess | Postado em Comunicados | em 16-08-2011

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Ocorreu ao final do mês de julho o lançamento do livro O Guia dos Meus Sonhos, da autora Luciana Lanza.

O evento foi realizado na cidade da autora, Sete Lagoas – MG, e contou com os membros do Clube de Letras de Sete Lagoas (do qual ela faz parte), e outras centenas de pessoas que foram até o local prestigiar uma das grandes autoras de sua cidade. Sessão de autógrafos, entrevistas, coquetel e apresentações musicais fizeram desta uma noite inesquecível para Luciana e para Sete Lagoas.

Veja abaixo o vídeo do evento, e confira algumas fotos.

 

Lançamento do livro A Quarta Dimensão

Por bookess | Postado em Comunicados | em 15-06-2011

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Todos estão convidados para o lançamento do livro "A Quarta Dimensão" de Eduardo Capistrano, que ocorrerá no dia 20 de junho de 2011, a partir das 19 horas, no Kauf Café do Shopping Estação – Curitiba.

No evento serão vendidos exemplares limitados do livro por R$25,00!

Para maiores informações sobre o livro e compra nas versões digital e impressa, acesse: A Quarta Dimensão.

Lançamento do Livro Devaneios Literários

Por bookess | Postado em Novidades | em 09-06-2011

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Entrevista com Mariana Collares, autora de DEVANEIOS LITERÁRIOS (Crônicas), pela Editora Bookess:

1 – O livro Devaneios Literários é um blog que se tornou livro. Poderia nos contar como surgiu essa ideia de transformar os textos do blog em uma publicação?

Para explicar isso preciso falar um pouco do blog e seu começo: O blog nasceu há seis anos – início ainda dos blogs contendo textos literários – e o fiz porque costumava mostrar aos amigos mais próximos os textos que escrevia, e que pela primeira vez me encorajava a tirar da “gaveta”, para que eles mesmos, e quando assim quisessem, pudessem dar uma espiada e me dizer o que achavam. O blog foi, assim, minha escola, minha oficina literária, e não tinha qualquer pretensão de virar livro ou atingir alguma “famosidade”, “sucesso de público e acessos”, etc. Era a minha página, que eu sequer divulgava. Então só era “achado” por acaso e por quem estivesse navegando a procura de tudo e nada.

Reparei, entretanto, que os acessos estavam aumentando muito, e que entre os seguidores do blog estava o link da Bookess. Nessa época, cerca de seis anos depois de sua criação, muitas pessoas já conheciam meus textos e elas é que me diziam para publicá-los. Pensei então em pagar uma publicação, com uma tiragem tímida somente para família e amigos, para ficar guardado como mais um feito de vida de alguém que vive o cotidiano comum de todo mundo. Coisa como um álbum para o pai e a mãe, ou para colocar num retrato em plena sala. Então, num sopro de ousadia, entrei em contato com a Bookess e comecei a conversar sobre essa possibilidade. Conheci o site e vi as publicações que então lá estavam e fiz, eu mesma, o livro, diagramando e criando capa. Coisa como: “aqui estão os melhores textos (ou os que mais gosto) do blog. Levem pra casa e guardem como uma relíquia minha”.

Foi então que notei que os acessos, em um mês que havia postado o livro no site, foram muito expressivos, chegando a cerca de 1000 leituras. As pessoas começaram a entrar em contato, por e-mail e pelo site mesmo, me parabenizando e dizendo que estavam gostando e se identificando com aquilo que escrevia. Motivada por isso, entrei em contato com o site (já havia mandado o livro para outras editoras) e perguntei se haveria interesse de formarmos uma parceria para a publicação. A resposta foi “sim”.

2 – Que tipo de devaneios poderemos encontrar na sua obra? Qual a linha literária que segue?

Não cursei letras ou literatura. Ao contrário, minha formação é o direito e a vida inteira me dediquei a ele. A literatura era e é o meu amor. É por ela que me expresso, que mostro a fotografia escrita daquilo que sinto e vejo. É minha tradução do mundo.

Quando comecei a escrever com alguma freqüência, notei que ora era prosa, ora poesia, ora crônica, ora conto. Não havia, por assim dizer, um estilo bem definido. Eu me expressava e ponto. Sem forma, sem rótulo. Nós somos mesmo muito complexos para nos adequarmos a um único padrão… Por esse motivo chamei meus textos de “devaneios”, pois são divagações sobre a vida, os sentimentos, o todo que nos cerca. Ora são puros devaneios, ora são devaneios filosóficos, ora são bem humorados… Divagações de um ser em movimento.

Quanto à linha literária, li de tudo, mas o gênero em que escrevo é sempre o narrativo. Desde muito cedo leio bons livros, muito estimulada por meus pais. Mas sinto que é algo de família. Minha avó paterna, tendo estudado somente até a quarta série primária, é fã ardorosa da boa literatura e se inclui na sua biblioteca Cervantes, Dante e outras obras clássicas.

Comecei com os clássicos da literatura brasileira: José de Alencar, Machado de Assis, Érico Veríssimo, que li muito cedo, com cerca de 12 ou 13 anos de idade. Mas lia mesmo o que me davam ou me caía nas mãos da biblioteca de minha mãe – socióloga e que sempre leu muito. Então li desde Saint-Exupéry passando por Agatha Christie, Hermann Hesse, Engels, Marx, García Marquez, Tolstói e os demais russos, Cervantes, etc. Desde literatura clássica a livros sociológicos e de ciência política (meus pais sempre foram ativistas políticos de esquerda). Com o tempo, fui conhecendo gente que ainda não havia lido (Hemingway, Virgínia Woolf, Fitzgerald, Nietzsche, Sartre, Simone, Eça…). Ousei por Goethe, Dante, Santo Agostinho, Platão, Epicuro… Me aventurei com Gide, Hilda Hilst, Saramago. Na poesia Pessoa, Neruda, João Cabral, Rimbaud, Baudelaire, Drummond, Quintana, Vinícius… Na literatura mais intimista Clarice, Caio Fernando Abreu… Ora entro numa livraria e saio com Graciliano Ramos e Érico, ora saio com Ovídio ou mesmo Vargas Llosa, Galeano, Luis Fernando Veríssimo…. Minha biblioteca é ampla e eclética, assim como eu. Como não cursei literatura, me sinto na obrigação e com uma curiosidade imensa de saber e entender o estilo de cada autor. Cada época e a mente desta época retratada em cada obra. Tenho muito ainda que ler. Sinto que terei uma vida inteira e não terei lido tudo e todos. Tem muita gente boa por aí… Normalmente tenho uns cinco livros ao lado da cama e vou alternando a leitura, conforme o dia e meu estado de espírito. Nas férias, leio o tempo todo. Enfim, ler é um vício. O melhor de todos.

3 – Quem é o público-alvo dessa proposta?

Não sei. Mas sinto que toda a gente. Como foi um livro estimulado pelo público, vejo que dentre os seguidores do blog há gente de todas as idades, orientações filosóficas, identidade social e cultural. Na maioria, os textos são crônicas sobre o cotidiano, os sentimentos, o “eu” e o “nós” – temas que considero universais e podem ser lidos por todos os que gostem desse tipo de leitura. Os textos não são longos, então vejo que agradam justamente por serem concisos, em linguagem simples, direta. Veja bem, são textos postados em um blog, que é o retrato individual de um ser. Então eles não têm uma “proposta de marketing” em si mesmos. Eles não nasceram para isso. Eles nasceram de alguém para o mundo. O fato de serem publicados é mera conseqüência de existirem e terem passado pela aprovação de muitos.

4 – Por que a escolha da Bookess como editora?

Nos achamos: eu a ela, ela a mim. Nem sabemos quem começou. Foi puro acaso. Mas depois, vendo o trabalho desenvolvido pela Bookess, comecei a gostar, a me identificar com a democratização da literatura e do pensamento, e com liberdade dada ao autor. Mais, vejo que o futuro está aí: fora das editoras tradicionais, ou com “modelos tradicionais” de vendagem e publicação de livros. A Bookess está antenada com nosso tempo e o futuro, disponibilizando e democratizando realmente o acesso à cultura e à informação. E nada melhor para um cronista do que trabalhar com quem se parece com ele…

5 – Livros baseados em diários e memórias são muito comuns, mas publicações baseadas em blogs são ainda uma novidade. Você acredita nessa nova tendência? Considera que os blogueiros podem aproveitar uma iniciativa como a sua?

Acredito muito. A internet veio e se instalou definitivamente em nosso meio social e cultural e é um espelho daquilo que somos hoje. Saímos de nosso ambiente sem termos que sair de casa, e encontramos outros seres “viajantes” nesse meio, espalhando ideias, pensamentos. Olhar a vida do outro do estreito espectro da nossa realidade nos “aumenta”, ou “aumenta” nossa perspectiva de vida. Hoje todo mundo tem página na internet, tem um blog, tem algo a dividir com o mundo. Nossas bibliotecas e nosso mundo conhecido estão migrando para a internet, para um ambiente virtual porque nossa vida real está cada vez mais “ideal”. Então blogueiros (detesto esta expressão) podem se estimular sim e se encorajar. O mundo os está lendo, vendo.

O ofício da escrita sempre foi muito solitário. E de certa forma ainda é. Mas o resultado, o que podemos estimular no público, esse é sentido imediatamente através dos blogs. É uma interação imediata com o público, com quem está nos vendo. É muito bom. Finalmente não estamos sós.

Sobre a autora:

Mariana Collares é escritora. Vive em Porto Alegre, dedicando-se à escrita literária e à carreira de formação: o direito.

Publica, cotidianamente, suas crônicas no blog DevaneiosLiterarios.blogspot.com, inaugurado em 2005, e é colunista do site Comunidade Literária Benfazeja (www.benfazeja.com.br).

Em 2010, lança seu primeiro livro de crônicas, “Devaneios Literários”, pela Ed. Bookess, com primeiro lançamento marcado para 16 de junho de 2011, na Palavraria Livros e Café (www.palavraria.com.br), em Porto Alegre/RS.

Bookess lança livro em parceria com Sebrae

Por bookess | Postado em Comunicados | em 15-02-2011

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"Eu quero ser empresário…Rico!" é um livro que surpreende ao ampliar os horizontes do leitor, o fazendo compreender a importância de não se contentar em ser apenas um pequeno empreendedor. Por que não investir em planejamento estratégico e se tornar um empresário emergente bem sucedido?

No próximo dia 23 de fevereiro, a partir das 19h, o autor Joel Fernandes recebe os leitores no lançamento de seu terceiro livro, Eu quero ser empresário…Rico! – Sua empresa muito além do sufoco do dia a dia, na sede do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina – CRCSC, em Florianópolis.

O autor Joel Fernandes utiliza todo o seu expertise para propor um conceito inovador no que se refere à postura de investidor quando se está diante do próprio negócio.

“Há oito anos tenho estudado o motivo pelo qual a maioria das empresas brasileiras não se torna rica. A obra mostra a transformação de empreendedores que sabem trabalhar, mas não sabem ganhar dinheiro, em empresários com espírito investidor”, explica o autor quando indagado sobre a inspiração da publicação.

Os anos de observação da classe empresarial deram subsídios para que Joel traçasse um perfil mais apurado do mercado brasileiro. “Ao contrário do que se observa na trajetória dos empresários europeus, no Brasil as pessoas abrem empresas e se contentam quando elas suprem suas necessidades financeiras básicas”, afirma.

A linha filosófica utilizada pelo autor, tanto na análise do comportamento empresarial quanto na construção do enredo do livro, é inspirada nas teorias do filósofo francês Maurice Merleau-Ponty, ávido estudioso dos fenômenos que rondam o comportamento humano.

O conteúdo desenvolvido nos 12 capítulos do livro é um estímulo aos profissionais que desejam fazer de suas empresas não apenas uma fonte de sobrevivência, e sim, uma poderosa ferramenta de gerar lucros.

Sobre o evento

O lançamento do livro Eu quero ser empresário…Rico! Sua empresa muito além do sufoco do dia a dia (Editora BOOKESS, 220 pág., R$ 34,00), do autor Joel Fernandes, será no dia 23 de fevereiro, às 19h, na sede do CRCSC, Av. Osvaldo Cabral, nº 1.900, no Centro de Florianópolis. O evento é gratuito.

Fonte: http://www.deolhonailha.com.br

Todo dia me atiro do térreo #tuiteira – Data de lançamento

Por bookess | Postado em Comunicados | em 08-02-2011

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Editado pela Bookess e com apoio editorial e assessoria de imprensa da Timbro Comunicação, o livro “Todo dia me Atiro do Térreo – #tuiteira”, de Lula Falcão, terá lançamento em São Paulo no dia 14 de fevereiro, as 19 horas, no Bar Barão de Itararé, bairro Bela Vista.

Clique na imagem para ampliar o release.

Compareça, faça parte deste grande lançamento da Editora Bookess.

Abertas inscrições para lançamento de livros na FCBadesc

Por bookess | Postado em Comunicados | em 03-02-2011

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A Fundação Cultural Badesc recebe até 28 de fevereiro, propostas para lançamentos de livros para o período de abril a dezembro de 2011. Os autores interessados devem enviar um ofício solicitando uma data e uma cópia da obra para a sede da Fundação. O material será avaliado por uma comissão e os títulos selecionados serão lançados em coquetéis promovidos pela casa. A participação é livre para qualquer gênero literário. O material poderá ser entregue na recepção do prédio da Fundação, de segunda a sexta, das 13 às 19h.

Por correio, o material deve ser enviado para o endereço abaixo:

Edital 2011 Lançamento de Livros
Fundação Cultural Badesc

Rua Visconde de Ouro Preto, 216
Centro – Florianópolis
CEP: 88020-040

Para maiores informações e contato, acesse: Fundação Cultural Badesc

Lançamento – o primeiro voo do jornalista Lula Falcão no campo da ficção literária

Por bookess | Postado em Comunicados | em 25-01-2011

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O ritmo frenético, o excesso de informação e a extinção das fronteiras da intimidade da vida virtual serviram de inspiração para o primeiro voo do jornalista Lula Falcão no campo da ficção literária. Repórter experiente, com passagens pela revista Veja e jornal Estado de São Paulo, o autor se mostra dono de um olhar afiado para captar as angústias do seu tempo, construindo a personagem Maria Lúcia a partir do seu círculo de amizade.

"É um personagen urbano, que eu peguei de várias pessoas que conheço. Misturei tudo e criei um personagem de ficção", explica Falcão. Maria Lúcia primeiro surgiu postando rápidas reflexões no blog lulafalcao.blogspot.com e logo conquistou o interesse dos leitores. Agora os relatos da personagem chegam condensados em versão impressa, sob o título Todo dia me atiro do térreo … tuiteira.

Através dos pequenos posts, a personagem revela os bastidores da sua rotina vazia em frente ao computador, expondo sua trajetória de solidão conectada à rede. Aos 35 anos, Maria Lúcia não poupa sarcasmo para descrever a falta de sentido da sua vida, cuja carreira de atriz foi progressivamente lhe levando para os bastidores da produção cultural, no ritmo das rugas do tempo. "Apesar dos problemas, ela vai levando, pisando na jaca e chutando o balde", brinca Falcão.

Entre projetos para as leis de incentivo, bebedeiras, casos amorosos fracassados e sexo virtual, a narradora despeja seus arrependimentos em pílulas fáceis de engolir, mas que trazem como efeito colateral pontadas de desassossego. Mérito do autor, que soube captar a desilusão de uma geração com fome de tudo e passar isso através da despretensão dos textos lançados na internet, provocando uma leitura alucinante, de uma pegada só. Consciente do ritmo acelarado dos seus interlocutores, Falcão explora o olhar corrosivo da personagem para descrever, em pratos rasos depouco mais de 140 toques, as profundezas da angústia das pessoas que vivem pelas redes sociais e salas virtuais de bate-papo.

Publicado pela Bookess, a edição traz apresentação de Adriana Falcão, orelha escrita por Xico Sá e projeto gráfico assinado por Pedrinho Fonseca. Após a noite de autógrafos no Recife, o título será lançado em São Paulo e no Rio. Segundo o autor, a expectativa é de que a obra saia em formato digital.

Livro no site da Editora Bookess: Todo Dia me Atiro do Térreo #tuiteira

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br

Livros digitais ainda são uma contradição no Brasil

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-11-2010

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O mundo dos livros digitais no Brasil começou a dar os primeiros passos. Quase toda a semana vemos um novo e-reader importado da China chegando na casa dos mil reais e as livrarias e editoras começam a firmar suas próprias lojas – a notícia recente mais interessante foi a combinação do Wi-Fi do novo Alfa, da Positivo, com atalho para lojas virtuais como da Livraria Cultura e da Saraiva. Mesmo assim, a pergunta que continua martelando a cabeça dos leitores é: por que os livros digitais são tão ou mais caros do que os livros físicos?

Grande parte das “promoções” de livros digitais no Brasil passam longe de empolgar qualquer leitor assíduo. No Ponto Frio, o livro 1822, de Laurentino Gomes, em forma de bits é vendido por R$29,90. Uma busca rápida no Google mostra que a versão impressa sai por R$27,90 no WalmartR$27,90 na Siciliano.  Já a Saraiva Digital coloca o usuário em situações irônicas: o livro digital, que em tese deveria ser mais barato por conta de sua produção, distribuição etc., consegue ser mais caro do que o mesmo livro de papel (com tinta, cola, armazenamento, entrega etc.) e na mesma livraria, como vemos na imagem acima. A diferença entre eles é mínima: um pode vir a chegar antes no seu leitor digital. O outro chega no dia seguinte, pelo menos na Grande São Paulo. Não parece uma vantagem tão absurda a ponto de levar às massas ao formato digital ou para cobrar 3 reais a mais pela obra.

Claro, esse problema não é exclusivamente nosso: nos EUA, os e-books recém-lançados costumam custar quase o mesmo preço das prateleiras. Erik Sherman, analista do mercado de e-books, disse a Wired que as pessoas superestimam os ganhos das editoras, e que o custo da produção física de um livro corresponde a apenas 15% da produção da obra. Já o escritor Larry Doyle diz que as editoras colocam os preços no alto por medo de “desvalorizar a percepção das pessoas em relação aos livros”. Lá, o problema costuma ser com os lançamentos. Aqui, com praticamente qualquer livro. E se nos EUA, terra do Kindle e do Nook, as editoras ainda não se adaptaram completamente ao mercado, é duro pensar em quanto tempo teremos um mercado mais coeso e menos contraditório no Brasil. Hoje, é difícil convencer um viciado em livros a largar o bom e velho papel pelo e-ink e seus e-books.

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/