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7 livros que ferraram a humanidade (ou quase)

Quais livros prejudicaram, em vez de ajudar a humanidade? Teóricos equivocados podem causar grandes prejuízos. Já tivemos livros que incentivavam a matança de mulheres consideradas bruxas, defendiam a inferioridade de certas nacionalidades, diziam que as mulheres eram menos inteligentes que os homens....

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Livros digitais ainda são uma contradição no Brasil

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-11-2010

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O mundo dos livros digitais no Brasil começou a dar os primeiros passos. Quase toda a semana vemos um novo e-reader importado da China chegando na casa dos mil reais e as livrarias e editoras começam a firmar suas próprias lojas – a notícia recente mais interessante foi a combinação do Wi-Fi do novo Alfa, da Positivo, com atalho para lojas virtuais como da Livraria Cultura e da Saraiva. Mesmo assim, a pergunta que continua martelando a cabeça dos leitores é: por que os livros digitais são tão ou mais caros do que os livros físicos?

Grande parte das “promoções” de livros digitais no Brasil passam longe de empolgar qualquer leitor assíduo. No Ponto Frio, o livro 1822, de Laurentino Gomes, em forma de bits é vendido por R$29,90. Uma busca rápida no Google mostra que a versão impressa sai por R$27,90 no WalmartR$27,90 na Siciliano.  Já a Saraiva Digital coloca o usuário em situações irônicas: o livro digital, que em tese deveria ser mais barato por conta de sua produção, distribuição etc., consegue ser mais caro do que o mesmo livro de papel (com tinta, cola, armazenamento, entrega etc.) e na mesma livraria, como vemos na imagem acima. A diferença entre eles é mínima: um pode vir a chegar antes no seu leitor digital. O outro chega no dia seguinte, pelo menos na Grande São Paulo. Não parece uma vantagem tão absurda a ponto de levar às massas ao formato digital ou para cobrar 3 reais a mais pela obra.

Claro, esse problema não é exclusivamente nosso: nos EUA, os e-books recém-lançados costumam custar quase o mesmo preço das prateleiras. Erik Sherman, analista do mercado de e-books, disse a Wired que as pessoas superestimam os ganhos das editoras, e que o custo da produção física de um livro corresponde a apenas 15% da produção da obra. Já o escritor Larry Doyle diz que as editoras colocam os preços no alto por medo de “desvalorizar a percepção das pessoas em relação aos livros”. Lá, o problema costuma ser com os lançamentos. Aqui, com praticamente qualquer livro. E se nos EUA, terra do Kindle e do Nook, as editoras ainda não se adaptaram completamente ao mercado, é duro pensar em quanto tempo teremos um mercado mais coeso e menos contraditório no Brasil. Hoje, é difícil convencer um viciado em livros a largar o bom e velho papel pelo e-ink e seus e-books.

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/

Livro digital pode democratizar literatura

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

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O avanço do suporte digital, impulsionado pela febre dos e-books e dos tablets, como o fenômeno e já icônico iPad, da Apple, trouxeram um debate para o mundo da literatura: a vida online vai esmagar a existência dos livros? Para um painel de palestrantes da 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, nesta segunda-feira, a discussão precisa ir além disso. Para eles a situação é simples: o mercado de livros, como nós conhecemos, está derretendo.

A frase de efeito, porém verdadeira, foi dita pelo professor Paulo Tedesco, que, junto com Luíz Álvaro, da imprensa oficial do Estado de S. Paulo; Rafael Trombetta, escritor, pesquisador e administrador da Economia da Cultura e Marcelo Spalding, vice-presidente da Associação Gaúcha dos Escritores, discutiram o futuro e as mudanças trazidas pelo que chamaram de “livro digital”.

É bastante comum relacionar a popularização da internet e de aparelhos para leitura de material online ao trágico “fim” da literatura, da maneira como o mundo a conheceu até hoje. O ponto ao qual se foge, no entanto, é que o papel é um suporte. Ele não é, por si só, arte. A ferramenta não carrega o conteúdo. Do mesmo modo, o digital não apaga a arte da escrita literária. Ele é apenas uma nova maneira de apresentar o mesmo conteúdo.

O momento atual é de mudanças, sem dúvidas. E todas elas apontam para uma única direção: o despertar do autor como um indíviduo independente da editora. O “negócio” da literatura continua ativo na medida em que o autor se liberta das amarras e passa a entender que lucro é a obra tornar-se acessível aos leitores. “A internet proporciona, além da escrita, braços e pernas para a literatura individual ter vida própria”, afirmou Trombetta.

Como lembra Spalding, o que um autor de literatura quer é que as pessoas leiam seus livros. Se se lançar independentemente, sem a sombra de uma grande coorporação, pode garantir que mais pessoas tenham acesso à obra, então este é o caminho.

A grande sacada, aqui, é repensar o modelo de negócios. Para os palestrantes, o autor precisa entender o suporte online, colocar-se em primeiro plano e enxergar maneiras de aproveitar o potencial que este meio pode oferecer. De acordo com eles, a internet pode até ser uma ameaça para as editoras, no que se refere às questões de lucro. Mas, para os autores, o mundo digital é uma janela de oportunidades.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4781289-EI12882,00.html

Franceses elegem livro em protesto a Sarkozy

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

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Os franceses, tirante o Alain Prost e o Zidane, são geniais! Deram-nos a Revolução, o conceito dos três poderes e mais um monte de coisas que formaram o mundo ocidental. E, agora, protestam contra o presidente deles, elegendo um livro como símbolo desse ato.

O livro em questão é La Princesse de Clèves [leia o resumo], escrito em 1678, pela Madame de La Fayette. Trata-se de um daqueles romanções bem ao estilo da época. Uma mulher se casa por conveniência, mas se apaixona por outro homem. O livro não foi escolhido à toa. Sarkozy, ao que parece, não é lá muito amigo das letras e declarou que o livro c´est une merde. E o que aconteceu? As vendas do livro foram parar na estratosfera. Até já foram produzidos botons, com a frase “Eu sou leitor de La Princesse de Clèves.

Uma coisa interessante é que este livro é utilizado como literatura escolar para os jovens franceses. Cada vez mais o Sarkozy se afunda na merde, ao proferir suas opiniões a respeito da obra e isso vem desde 2006, conforme o artigo Qui veut tuer la Princesse de Clèves?, do Le Monde. O seu ibope não é dos maiores e ele não percebeu ainda que, em época de crise e em véspera de greve geral, como aconteceu na França, não se pode falar algo que sirva como combustível para a massa inflamar os protestos. Estão lembrados delle, que vivia berrando: “Não me deixem só”? Dizia que tinha aquilo roxo… E o que aconteceu? Os cara-pintadas foram para a rua e elle teve que pedir o boné.

Nos tempos do sonho comunista, esquerdista que se prezava agitava o livrinho vermelho do Mao em praça pública, mesmo sabendo que aquilo representaria um mal para a sua saúde.

A coisa está de tal forma fervendo na terra do Asterix, que, recentemente, pediram a um grupo de intelectuais para listarem seus 10 livros preferidos. La Princesse de Clèves ficou em terceiro lugar na contagem geral, superando até mesmo livros de Marcel Proust e James Joyce.

Leia mais: http://recantodaspalavras.com.br/2009/03/21/franceses-elegem-livro-em-protesto-a-sarkozy/#ixzz15aHi1G3q

Livros digitais estão mudando paradigmas do mercado de literatura

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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O avanço do suporte digital, impulsionado pela febre dos e-books e dos tablets, como o fenômeno e já icônico iPad, da Apple, trouxeram um debate para o mundo da literatura: a vida online vai esmagar a existência dos livros? Para um painel de palestrantes que se reuniram na 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, a discussão precisa ir além disso. Para eles a situação é simples: o mercado de livros, como nós conhecemos, está derretendo.

A frase de efeito, porém verdadeira, foi dita pelo professor Paulo Tedesco, que, junto com Luíz Álvaro, do setor de marketing do jornal Folha de S. Paulo; Rafael Trombetta, escritor, pesquisador e administrador da Economia da Cultura e Marcelo Spalding, vice-presidente da Associação Gaúcha dos Escritores, discutiram o futuro e as mudanças trazidas pelo que chamaram de “livro digital”.

É bastante comum relacionar a popularização da internet e de aparelhos para leitura de material online ao trágico “fim” da literatura, da maneira como o mundo a conheceu até hoje. O ponto ao qual se foge, no entanto, é que o papel é um suporte. Ele não é, por si só, arte. A ferramenta não carrega o conteúdo. Do mesmo modo, o digital não apaga a arte da escrita literária. Ele é apenas uma nova maneira de apresentar o mesmo conteúdo.

O momento atual é de mudanças, sem dúvidas. E todas elas apontam para uma única direção: o despertar do autor como um indíviduo independente da editora. O “negócio” da literatura continua ativo na medida em que o autor se liberta das amarras e passa a entender que lucro é a obra tornar-se acessível aos leitores. “A internet proporciona, além da escrita, braços e pernas para a literatura individual ter vida própria”, afirmou Trombetta.

Como lembra Spalding, o que um autor de literatura quer é que as pessoas leiam seus livros. Se se lançar independentemente, sem a sombra de uma grande coorporação, pode garantir que mais pessoas tenham acesso à obra, então este é o caminho.

A grande sacada, aqui, é repensar o modelo de negócios. Para os palestrantes, o autor precisa entender o suporte online, colocar-se em primeiro plano e enxergar maneiras de aproveitar o potencial que este meio pode oferecer. De acordo com eles, a internet pode até ser uma ameaça para as editoras, no que se refere às questões de lucro. Mas, para os autores, o mundo digital é uma janela de oportunidades.

Fonte: http://www.jb.com.br/

Entrevista com Regina Monge

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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Quem é Regina Monge? E o que você poderia nos contar sobre você?

Gostaria de dizer, antes de mais nada, que é um prazer poder conceder essa entrevista ao blog Bibliomania e compartilhar um pouco da minha vida com todos os leitores que por aqui passam.

Sou uma geminiana típica, com ascendente em Libra envolta nos mundo da comunicação e dos relacionamentos e sempre envolvida em várias coisas ao mesmo tempo, a curiosidade é a minha companheira do dia a dia.

Adoro a experimentação da mudança, conhecer pessoas, trocar experiências, novos lugares, novos pratos…, tenho 43 anos e nasci no interior de São Paulo, num dos menores municípios do Estado, a estância turística de Águas de São Pedro. Saí de lá aos 21 anos e vim para São Paulo, onde vivo até hoje.

Sou formada em Comunicação, com especialização em Propaganda e MBA em Marketing e trabalho, desde 1993 com essa atividade. Em 2009, finalizei um curso de extensão sobre História e Linguagem do Cinema, outra paixão, além da literatura e constituí minha própria agência, ainda em formação, e que requer toda a minha atenção neste momento. Para quem quiser visitá-la, o site éwww.vertscomunicacao.com.br

Para ler a entrevista completa, clique abaixo.

Mulheres de todos os tempos

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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Com o advento da escrita, o ser humano passou a se comunicar melhor e logo teve o desejo de escrever o que pensava. E foi através das letras que muitas mulheres puderam se soltar das amarras da sociedade machista, que a considerava apenas como um ser procriador. Nas poesias ou histórias fictícias, as escritoras realizavam seu desejo de sair de casa para viagens fantásticas, cheias de romance, sexo, beijos e malícias, que muitas vezes elas só vinham a conhecer através do casamento, uma vez que eram vistas apenas como supostas mães e donas-de-casa.

Cliqeue abaixo para ver a lista completa das mulheres mais influentes da literatura.

Escritor, por quê?

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Em Como e porque sou romancista, José de Alencar tenta responder denotativamente a pergunta que tantas vezes se faz aos autores. A maioria dos escritores parece dar respostas metafóricas, poéticas, até românticas. Neste livro de seus livros, nosso arqui-romancista se pergunta se não teria sido a “leitura contínua e repetida de novelas e romances que primeiro [lhe] imprimiu no espírito” o desejo de ser escritor dessa forma literária de sua predileção.

Ora ou outra esbarro também na pergunta, embora eu seja um projeto de escritor. Escrevo meus versinhos, uns continhos curtos, agora crônicas e tenho cá uns esqueletos de romances. No meu blog/site, a indicação escritor é mais um desejo, uma pretensão e uma presunção que necessariamente uma verdade. Mas fico tentado a refletir sobre esta pergunta, feita nestes termos ou de forma parafrásica: Por que você escreve?

Veja o restante da matéria clicando abaixo.

Os 20 grandes filmes baseados em livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Segue abaixo a lista de 20 grandes adaptações de livros que foram diretamente para os cinemas, clicando no link.

As várias faces da (web) poesia

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-10-2010

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Questão inimaginável para gerações anteriores da poesia, o arquivamento da produção espalhada por sites, blogs e redes sociais hoje merece reflexão. Afinal, na década em que os diários virtuais se popularizaram no Brasil, boa parte dos versos disponibilizados online nunca chegou ao papel – um dos motivos pelos quais é tão pouco estudada a poesia feita na última década. “Torna-se difícil mapear a produção ciberpoética se não tivermos uma estratégia de preservação para arquivar o material que existe na internet”, diz o cearense Aquiles Alencar Brayner, curador do acervo latino-americano da British Library, no Reino Unido. Prestes a concluir mestrado sobre arquivos digitais, Brayner dará palestra a respeito na terceira edição do Simpoesia, encontro internacional que acontece do próximo dia 5 ao 7 na Casa das Rosas, em São Paulo.

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Contra o analfabetismo funcional, os Clubes de Leitura

Por bookess | Postado em Novidades | em 27-10-2010

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Vale a pena acompanhar de perto a boa experiência que vem sendo realizada em Ribeirão Preto com o uso de livros e literatura de boa qualidade para enfrentar o velho dilema do analfabetismo funcional. Lá, a Fundação Palavra Mágica abriu 40 clubes de leitura entre atuais e antigos alunos da Educação de Jovens e Adultos. Os membros dos clubes leem os livros e uma vez por mês (em alguns, toda semana) se reúnem para discutir a obra lida. Os mediadores são voluntários das faculdades de Letras e Pedagogia. Entre os apoiadores do projeto piloto, está o MEC.

Fonte: http://litinfjuv.wordpress.com/tag/estimulo-a-leitura/