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Sobre livros e leitores

“Minha vida tinha tomado o caminho errado, e meu contato com os homens não era mais do que um monólogo interior. Havia descido tão baixo que, se tivesse que escolher entre ficar apaixonado por uma mulher e ler um bom livro, eu preferia o livro”. KAZANTZAKIS “Eu amo (…) a humanidade, mas...

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As cores das flores

Por bookess | Postado em Novidades | em 12-08-2011

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Imaginem vocês o desafio que é tentar ensinar a uma criança com deficiência visual, valores que só estamos acostumados a repassar de forma ilustrativa, como por exemplo, o que é a cor amarela?

Em situações assim, sensibilidade e dedicação falam muito mais do que qualquer técnica pedagógica.

É impossível fazer um atendimento “especial”, individual nas escolas, sobretudo nas públicas, mas é possível dar caminhos, entender que há um aluno que precisa de outros tipos de esclarecimentos, de atenção em alguns momentos. Isso muda os rumos da humanidade!

Veja o vídeo abaixo e aprecie:

 

Fonte: http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br

Mulheres de todos os tempos

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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Com o advento da escrita, o ser humano passou a se comunicar melhor e logo teve o desejo de escrever o que pensava. E foi através das letras que muitas mulheres puderam se soltar das amarras da sociedade machista, que a considerava apenas como um ser procriador. Nas poesias ou histórias fictícias, as escritoras realizavam seu desejo de sair de casa para viagens fantásticas, cheias de romance, sexo, beijos e malícias, que muitas vezes elas só vinham a conhecer através do casamento, uma vez que eram vistas apenas como supostas mães e donas-de-casa.

Cliqeue abaixo para ver a lista completa das mulheres mais influentes da literatura.

As várias faces da (web) poesia

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-10-2010

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Questão inimaginável para gerações anteriores da poesia, o arquivamento da produção espalhada por sites, blogs e redes sociais hoje merece reflexão. Afinal, na década em que os diários virtuais se popularizaram no Brasil, boa parte dos versos disponibilizados online nunca chegou ao papel – um dos motivos pelos quais é tão pouco estudada a poesia feita na última década. “Torna-se difícil mapear a produção ciberpoética se não tivermos uma estratégia de preservação para arquivar o material que existe na internet”, diz o cearense Aquiles Alencar Brayner, curador do acervo latino-americano da British Library, no Reino Unido. Prestes a concluir mestrado sobre arquivos digitais, Brayner dará palestra a respeito na terceira edição do Simpoesia, encontro internacional que acontece do próximo dia 5 ao 7 na Casa das Rosas, em São Paulo.

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E-learning para crianças

Por bookess | Postado em Novidades | em 27-10-2010

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E-learning for kids é a proposta de uma ONG criada em 2004 com o objetivo de divulgar ferramentas para que as crianças de 5 a 12 anos aprendem e se divirtam ao mesmo tempo. http://e-learningforkids.com/

Na web podemos encontrar atividades gratuitas de várias categorias: matemática, ciência, leitura, meio ambiente, saúde, informática… muitas delas no nosso idioma, com a colaboração de pais e professores que criam e publicam novas atividades com relativa frequência.

Um excelente projeto que funciona com a cada vez mais popular gasolina dos projetos web: doações.

Fonte: Wwwhat’s new

Pesquisa: A Literatura Infantil no Processo de Desenvolvimento da Criança Pequena

Por bookess | Postado em Novidades | em 27-10-2010

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A contação e o reconto de histórias de Literatura Infantil revelam ser uma atividade interativa, potencializadora da linguagem da criança como espaço de recuperação do sujeito ator e autor de seu desenvolvimento. As crianças, enquanto interagem no mundo dos símbolos e da fantasia, expressam suas opiniões. No que diz respeito à escuta da “voz da criança” e à interação criança-criança os dados revelaram que pouco foi dado importância pela professora.

Veja o restante da notícia clicando abaixo.

Com ou sem final feliz?

Por bookess | Postado em Novidades | em 26-10-2010

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Em entrevista ao blog Prosa Online, o inglês Peter Hunt mudou a moral da história e disse não apoiar que livros para crianças sempre tenham final feliz. O mais importante, segundo ele, que é um dos maiores estudiosos da literatura infantil, é que a obra tenha muita fantasia e seja inovador. Estranhamente, ele sustenta que o livro seja subversivo e fuja da proposta fast-food. Livros assim satisfariam de imediato, “mas estão longe de ser a opção mais saudável”.

Clique abaixo para continuar lendo.

Presente de criança

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-10-2010

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O dia do aniversário de qualquer pessoa é uma data sempre muito  especial, por mais que algumas pessoas tentem negar esta verdade. Ganhar um presente nesta data torna o dia ainda mais marcante.Para oferecer um mimo exclusivo aos filhos de amigos, o escritor William Faulkner escreveu o livro A Árvore dos Desejos. Nele, inseriu uma história alusiva à data. Uma gentileza que, convenhamos, deixaria qualquer adulto feliz – sim, adulto, porque criança ainda não entende o poder dos textos de Faulkner. O ganhador do Nobel de Literatura de 1949, autor de romances, novelas e contos, tem obras-primas como O Som e Fúria (1929) e Luz de Agosto (1932).Interessante  ler um  livro infantil com efeitos de perspectiva, que revelam a pequenez do personagem diante da imensa floresta. Dá até para adivinhar quando a narrativa do livro começa: justamente no dia do aniversário da protagonista. Quando a menina acorda (ou continua dormindo), um novo mundo se abre a sua volta. É meio como “o buraco em que Alice cai”, em Alice no País das Maravilhas. Neste espaço tudo é diferente e estranho. Ao lado de crianças que ela nunca viu, segue em uma jornada inesquecível rumo à árvore dos desejos. A caravana encontra seres estranhos que brincam com o verdadeiro e o imaginário. Faulkner entendia muito do imaginário infantil. Um bom livro para quem deseja conhecer mais sobre este magnífico autor.

Livros digitais para crianças

Por bookess | Postado em Novidades | em 25-09-2010

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Imagine a cena: uma criança pede para que os pais leiam um livro para ela dormir, mas não é um livro de papel, é um livro eletrônico. Um livro que lhe permite, por exemplo, fazer cócegas num personagem, testar o próprio recorde na rapidez da leitura, ou completar um labirinto.

Os editores estão cada vez mais se utilizando das inúmeras aplicações dos softwares especiais para livros infantis digitais. Eles estão se especializando nos cuidados com fotos, cores, vídeos, telas sensíveis ao toque e interatividade.
O lançamento de vários livros digitais  só vêm  mostrar  o quão rapidamente o cenário das publicações digitais voltadas ao mercado infantil está mudando. Enquanto romances e outros livros, que dependem apenas de texto podem ser vendidos facilmente no padrão e-book, os livros infantis de imagens são bem mais complexos de serem feitos.

O mercado literário infantil veio abrir um mundo de possibilidades ilimitadas. Livros infantis precisam de funcionalidade, algo comum em aplicações de jogos e filmes.

Leia mais: http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704285104575491863029792640.html

Pequenos, sim, mas levados a sério

Por bookess | Postado em Novidades | em 02-09-2010

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Nos congressos de profissionais ligados ao livro para crianças, as sessões menos concorridas são as que apresentam conferencistas falando sobre teoria e crítica, diz o estudioso inglês Peter Hunt, de 65 anos, uma autoridade em literatura infanto-juvenil. Hunt, professor emérito da Universidade Cardiff, pai de quatro filhas, todas grandes leitoras incentivadas por ele, conta que escreveu sua última obra numa época em que um maremoto de teorias cobria as estantes das bibliotecas universitárias britânicas, isto é, no começo de 1990, sete anos antes do fenômeno Harry Potter, que não entraria na lista dos favoritos do professor – ele gosta mais de Rudyard Kipling, Quentin Blake e Arthur Ransome. Hunt, aliás, escreveu seu livro justamente para acabar com a crítica intuitiva e vaga de gente que considera a literatura infantil simples e inferior à destinada ao público adulto.

O professor também sempre desconfiou de pedagogos que lhe recomendavam não deixar os livros para criança cair nas mãos dos departamentos de literatura das universidades, assumindo uma injustificável posição anti-intelectual. Há algo errado com acadêmicos que não consideram a teoria da literatura infantil digna de nota, observa. Esse anti-intelectualismo, diz ele, ultrapassa a fronteira acadêmica para dominar até mesmo as associações e federações de livros para crianças, que influenciam as compras governamentais de obras destinadas a escolares, funcionando às vezes como censores – é histórico o caso da ilustradora alemã Rotraut Susanne Berner, que há três anos, por sugestão de seu editor americano, recusou retirar de seu livro infantil a figura de um homem nu, tendo a publicação suspensa. Num país como o Brasil, em que o governo compra um em cada três livros vendidos pelas editoras, pode-se imaginar as proporções do desastre comercial dessa interferência.

Claro que não sabemos como uma criança lê, se ela o faz como uma experiência literária ou funcional, mas não vejo razão para que os livros de criança recebam menos atenção que uma obra de Shakespeare. Um olhar adulto nem sempre é perfeito para decretar o que vale ou não. Crianças, diz, diferem da norma e isso é o que faz a literatura infantil transgredir sempre. Mesmo não dispondo de instrumentos para analisar a linguagem dos livros, a fantasia da criança é maior, insubordinada.

Um clichê que ele vê finalmente excluído em nossa época, de autores transgressores como Kitty Crowter, é aquele que supõe ser o final feliz desejado pela criança. Ele não é garantia que a obra vá exercer alguma influência positiva sobre ela. Claro, não acho uma boa ideia escrever sobre doenças terminais para o público infantil, responde, ao se referir a livros como Vovô Esqueceu Meu Nome, de Nancy Grünewald, sobre um ancião que sofre do mal de Alzheimer. No entanto, como contar a uma criança sobre o trágico episódio da bomba atômica de Hiroshima?, pergunta. Devemos ou não escrever sobre o assunto? Hunt parece concordar com o acadêmico e terapeuta australiano Huch Crago, defensor da tese de que roteiro, personagem e tema não têm tanta importância quando se discute a experiência literária da criança, que não seria afetada por um final feliz ou escapista. Numa primeira fase de desenvolvimento, alerta Hunt, a criança de fato prefere uma história com desfecho e que a normalidade seja restabelecida. Os clássicos seguem essa norma, particularmente os vitorianos, acrescenta.Mas, em tempos de internet, quando a criança pode interferir nas histórias, controlar o que lê e até mudar um roteiro, a autoridade do autor não é mais a mesma.

Não dá para ser simplista numa questão dessas, mas também não dá para aceitar a linguagem uniformizada que o mercado editorial pretende impor às crianças de hoje, critica, referindo-se aos simulacros de Harry Potter que inundam o mercado há mais de uma década. São os críticos, segundo ele, os culpados por criar um cenário intelectual propício à produção de textos imitadores da saga de Harry Potter escrita pela britânica J. K. Rowling. A escolha das crianças apenas segue a ideologia de quem escreve sobre literatura infantil. Nem mais, nem menos. Ontem foi Harry Potter. Hoje são vampiros assexuados.

Hunt desconfia que uma nova onda moralista, traduzida na revisão de clássicos, vire um tsunami, considerando as “adaptações” que editoras inglesas encomendam a autores de best sellers como Pedro Coelho, de Beatrix Potter (cuja versão original com os desenhos da autora foi lançada no Brasil pela editora Lótus do Saber). Ele lembra que a escritora, morta em 1943, chegou a ser procurada por um editor que lhe sugeriu reescrever seu livro com “palavras simples o bastante para uma criança entender”. A réplica de Beatrix não foi muito educada. Ela, a exemplo de seus leitores, preferiu a anarquia de seus coelhos infernizando a vida de seu Gregório, o horticultor.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100828/not_imp601563,0.php

Sobre a Literatura Infantil

Por bookess | Postado em Novidades | em 27-08-2010

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A literatura infantil surgiu no século XVII, no intuito de educar as crianças moralmente.

Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado o dia internacional do livro infantil, que é comemorado na data de seu nascimento, 02 de abril; em virtude das inúmeras histórias criadas por ele.

Dentre as mais conhecidas mundialmente estão “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia” e “As Roupas Novas do Imperador”.

A data é conhecida e comemorada mundialmente, em mais de sessenta países, como forma de incentivar e despertar nas crianças o gosto pela leitura.

Tanto os clássicos da literatura infantil quanto os livros somente ilustrados, proporcionaram o desenvolvimento do imaginário das crianças, bem como o aspecto cognitivo, desenvolvendo seu aprendizado em várias áreas da vida.

As histórias reportam valores morais e éticos, que levam o sujeito a repensar suas atitudes do cotidiano, numa reflexão que pode modificar sua ação, tornando-a melhor enquanto pessoa.

Segundo Humberto Eco – escritor, filósofo e linguista italiano – a literatura infantil traz sentido aos fatos que acontecem na vida, envolvendo as crianças. Dessa forma, “qualquer passeio pelos mundos ficcionais tem a mesma função de um brinquedo infantil.

As crianças brincam com a boneca, cavalinho de madeira ou pipa a fim de se familiarizar com as leis físicas do universo e com os atos que realizarão um dia”.

Todos os anos a Internacional Board on Books for Young People, oferece o troféu “Hans Christian”, como sendo o prêmio Nobel desse gênero, algumas escritoras brasileiras já foram homenageadas, como Lygia Bojunga, no ano de 1982, e Ana Maria Machado, em 2000.

Por Jussara de Barros

Fontehttp://leredezleiafavela.blogspot.com