Em destaque

Dicas para Autores – Parte II

Com mais de 75 mil livros publicados todo ano (sem contar e-books ou blogs), as chances de você ter escrito, estar escrevendo ou querer escrever um livro são bem grandes. Por isso esta pequena lista: 1. Reduza suas expectativas. Os autores mais felizes são aqueles que não esperam muito. 2. O melhor...

Leia mais

As várias faces da (web) poesia

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

0

Questão inimaginável para gerações anteriores da poesia, o arquivamento da produção espalhada por sites, blogs e redes sociais hoje merece reflexão. Afinal, na década em que os diários virtuais se popularizaram no Brasil, boa parte dos versos disponibilizados online nunca chegou ao papel – um dos motivos pelos quais é tão pouco estudada a poesia feita na última década. "Torna-se difícil mapear a produção ciberpoética se não tivermos uma estratégia de preservação para arquivar o material que existe na internet", diz o cearense Aquiles Alencar Brayner, curador do acervo latino-americano da British Library, no Reino Unido. Prestes a concluir mestrado sobre arquivos digitais, Brayner dará palestra a respeito na terceira edição do Simpoesia, encontro internacional que acontece do próximo dia 5 ao 7 na Casa das Rosas, em São Paulo.

Continue lendo abaixo.

Contra o analfabetismo funcional, os Clubes de Leitura

Por bookess | Postado em Novidades | em 27-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , ,

0

Vale a pena acompanhar de perto a boa experiência que vem sendo realizada em Ribeirão Preto com o uso de livros e literatura de boa qualidade para enfrentar o velho dilema do analfabetismo funcional. Lá, a Fundação Palavra Mágica abriu 40 clubes de leitura entre atuais e antigos alunos da Educação de Jovens e Adultos. Os membros dos clubes leem os livros e uma vez por mês (em alguns, toda semana) se reúnem para discutir a obra lida. Os mediadores são voluntários das faculdades de Letras e Pedagogia. Entre os apoiadores do projeto piloto, está o MEC.

Fonte: http://litinfjuv.wordpress.com/tag/estimulo-a-leitura/

Pesquisa: A Literatura Infantil no Processo de Desenvolvimento da Criança Pequena

Por bookess | Postado em Novidades | em 27-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , ,

0

A contação e o reconto de histórias de Literatura Infantil revelam ser uma atividade interativa, potencializadora da linguagem da criança como espaço de recuperação do sujeito ator e autor de seu desenvolvimento. As crianças, enquanto interagem no mundo dos símbolos e da fantasia, expressam suas opiniões. No que diz respeito à escuta da “voz da criança” e à interação criança-criança os dados revelaram que pouco foi dado importância pela professora.

Veja o restante da notícia clicando abaixo.

Com ou sem final feliz?

Por bookess | Postado em Novidades | em 26-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , ,

0

Em entrevista ao blog Prosa Online, o inglês Peter Hunt mudou a moral da história e disse não apoiar que livros para crianças sempre tenham final feliz. O mais importante, segundo ele, que é um dos maiores estudiosos da literatura infantil, é que a obra tenha muita fantasia e seja inovador. Estranhamente, ele sustenta que o livro seja subversivo e fuja da proposta fast-food. Livros assim satisfariam de imediato, “mas estão longe de ser a opção mais saudável”.

Clique abaixo para continuar lendo.

Google homenageia 30 anos do Menino Maluquinho

Por bookess | Postado em Novidades | em 25-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , ,

0

O Menino Maluquinho, conhecido personagem do escritor, jornalista e chargista mineiro Ziraldo, completa 30 anos neste domingo. Para homenageá-lo, a página inicial do Google Search brasileiro ganhou seu rosto no lugar do segundo “o” e uma panela sobre a letra “g”. No mesmo dia, Ziraldo também faz aniversário: comemora 78 anos.

Lançado em 1980, o livro O Menino Maluquinho se tornou um dos maiores fenômenos editoriais da história da literatura brasileira, com mais de 2,5 milhões de exemplares vendidos. Em sua 100ª edição, o livro já foi adaptado para teatro, quadrinhos, ópera infantil, videogame e cinema.

Ziraldo ganhou destaque nos anos 60 com o lançamento da primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor, A Turma do Pererê. Durante a ditadura militar (1964-1984), fundou, com outros humoristas, o jornal O Pasquim. Os quadrinhos para adultos, com destaque para The Supermãe e Mineirinho – o Comequieto, também estão entre os grandes sucessos do autor.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/google-homenageia-30-anos-do-menino-maluquinho

O Livro – O Filho – A Árvore

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , ,

0

A célebre frase: “Ter um filho – plantar uma arvore – escrever um livro”, é sempre lembrada como representativa de um projeto completo de vida.

Talvez não reflita a resposta adequada, no que se refere à realização pessoal, em um plano mais generalizado.

Continue lendo abaixo.

Escritor, por quê?

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , ,

0

Em Como e porque sou romancista, José de Alencar tenta responder denotativamente a pergunta que tantas vezes se faz aos autores. A maioria dos escritores parece dar respostas metafóricas, poéticas, até românticas. Neste livro de seus livros, nosso arqui-romancista se pergunta se não teria sido a “leitura contínua e repetida de novelas e romances que primeiro [lhe] imprimiu no espírito” o desejo de ser escritor dessa forma literária de sua predileção.

Clique abaixo para continuar lendo.

Com a ajuda da tecnologia, ficou mais fácil ser escritor?

Por bookess | Postado em Novidades | em 21-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , ,

0

Vejo e não vejo diferença. Os elementos com que se trabalha para produzir literatura permanecem os mesmos: a palavra (no geral), a música (para o lirismo), a memória (para a narrativa) e o homem (como o objeto de investigação), dramas, paixões, afetos etc continuam os mesmos. Com ou sem tecnologia. Não me parece haver diferença entre o ribeirinho que, ciumento e certo de ter sido deixado, se suicida (para causar sei-lá-o-quê na esposa?) e o japonês que, ciumento e certo de ter sido trocado por outro, liga a webcam, entra no chat com a namorada e se mata na frente dela.

Também não vejo muita diferença entre o escritor que "luta com as palavras" com um toco de lápis perto de um toco de vela mas, mesmo cheio de ideias, as palavras não veem, e um escritor diante de um notebook tamborilando na mesa sem conseguir escrever. Tanto num caso como no outro, a tecnologia não ajuda nem atrapalha. Por outro lado, a circulação e a transmissão de ideias e informações, a facilidade com que nos deparamos com uma realidade que causa assombro, e novas possibilidades técnicas de uso da palavra terminam por fazer a tarefa do escritor ser outra, o compromisso ser outro e em outro nível. Tudo também vai depender do que o autor quer para si. Mas uma ressalva é necessária, são muitos brasis.

Desde o Brasil da tv digital ao Brasil que usa ferro de brasa. Ainda existem muitos brasis onde a tecnologia não chegou, e mesmo tendo chegado, mesmo o governo tendo enviado através de projetos computadores e antenas para captar o sinal, tem dia que falta energia, tem dia que o sinal da antena não funciona e se funciona a banda larga existe só nos relatórios, falta quem instale o software, quando tem quem instale, falta quem dê manutenção no soft e também no hardware, falta quem abra a sala, falta escola de informática, etc. Não estou falando que isso ocorre em Belém. Mas isso não é exclusividade do Pará. Ou seja, com a tecnologia e sendo um escritor que tenta ter conhecimento da realidade local dos interiores, das cidades interioranas (pelo menos do norte-nordeste), mas também estabelecendo contato com as realidades brasileiras dos grandes centros, é importante ter em mente um pensamento bipolar, dicotômico sobre a tecnologia.

Para ser escritor na região norte (mesmo morando numa capital como Belém) creio que é uma obrigação reconhecer a importância que a tecnologia tem para a circulação e transmissão de ideias e informações, mas também reconhecer o quanto comunidades estão (a despeito de se afirmar que estão conectadas e interligadas, ou até por isso mesmo) cada vez mais isoladas. (Você já deve ter percebido que sempre que estou viajando há demora nas respostas dos emails.) Não dá para escrever somente em sites e blogs, os informativos impressos e os livros são até mesmo uma necessidade.

Por: Abílio Pacheco

Fonte: http://www.paulacajaty.com

Retratos de um Nobel

Por bookess | Postado em Novidades | em 21-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , ,

0

É o prêmio mais desejado e o mais compensador dos panteões literários. Uns ganharam e nunca mais se recompuseram de tanta glória. Outros são todos os anos citados pelas agências de apostas e nunca chegam lá. Há ainda os que foram ostensivamente ignorados pela Academia Sueca (mas não pela posteridade), os que receberam o prémio mas caíram no esquecimento, os que o recusaram e os que foram escolhidos, suspeita-se, por razões mais políticas do que artísticas. Eis uma breve viagem aos domínios do Nobel da Literatura.

Veja a notícia completa clicando aqui.

Fonte: Revista LER

Tudo muda, tudo passa no mundo literário

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-10-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , ,

0

Para os livros, a primeira década do século 21 viu um dos grandes terremotos culturais. Volte muitos anos atrás, e a paisagem é quase irreconhecível. Nenhuma Amazon, nem  Google, muito menos ebooks. Para onde quer que se olhasse veria-se: escritores, agentes, editores e livreiros,  transações comerciais literárias feitas como os bisavós já o faziam.

Desde o milênio, a relação entre palavras e dinheiro sofreu uma inversão quase que total. Do lado da demanda, a imprudência dos editores levou até as margens de lucro de 3%, confortáveis, para 15% suicidas. Quanto à oferta, uma minoria privilegiada de "provedores de conteúdo”, os best-sellers alcançaram fortunas que chegaram aos seis ou sete dígitos.

Esta febre, por vezes, tinha o ar de corrida do ouro, mas não foi uma pechincha para todos. No final da Segunda Guerra Mundial, havia mais de 300 livrarias em Nova York. Hoje, há menos de 30. A escala desta assombrosa transformação deixou muitos observadores como que desorientados, tais como os sobreviventes de um desastre natural.

Um novo gênero de livros, kits de sobrevivência cultural, surgiu para suprir roteiros de emergência através de um novo terreno. Cada um desses best-sellers é animado por uma necessidade de dar sentido a novas questões, muitas vezes  perturbadoras, provocadas pelo capitalismo global e pelo poder viral da internet.

Estamos à beira de um apocalipse cultural?

Antes, editores, hoje, geeks! Há um novo ambiente no ar, que passa, sim, pelo roubo dos direitos autorais (que falta de criatividade!), novas formas de ler e fazer literatura.

Os analistas culturais estão desorientados, e precisam, urgentemente, se familiarizar com este novo esquema, se não tendem a morrer de mágoa.

Não há mais tempo de olhar as prateleiras lotadas de livros e chorar sobre elas, de forma saudosista.  É tempo de identificarmos um mercado novo, saudável, como a chave para uma cultura vital e uma democracia da leitura vigorosa.

A crise é momentânea, mas é a chave para as grandes mudanças.
Livros, assim como jornais, são um fenômeno essencialmente de classe média, cujo mercado é o profissional de auto-melhoramento. Como um meio burguês, livros e seus autores dependem do nexo do dinheiro.

Muitos ainda enxergam esta revolução digital no âmbito editorial como uma ameaça profunda à tradição intelectual ocidental.

Não, não creio que  as publicações sérias vão desaparecer. Precisamos, urgentemente, voltar a nossa atenção para o novo, ainda incerto, concordo, terremoto que se avizinha.