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Site cria postal para escrever à Lindsay Lohan

"Quer dizer à prisioneira nº 2409752 (conhecida como Lindsay Lohan) o quanto você tem saudade dela? Não consegue encontrar o endereço da prisão ou algo sobre o qual escrever seus pensamento? Não se incomode. Nós fizemos o duro trabalho. Imprima, sele e envie!" Começa assim o irônico...

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Livros e desenvolvimento

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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O Ministério da Cultura, através da Fundação Biblioteca Nacional, criou o Programa de Apoio à Tradução de Autores Brasileiros, cujo objetivo é ampliar a presença de escritores no mercado internacional. O Ministério dedicou R$364 mil para o Programa em 2010 a fim de incluir vários gêneros literários, autores menos conhecidos e de regiões diversas.

Estrangeiros de países diversos têm interesse em nossas expressões culturais, mas o idioma português é para muitos uma barreira intransponível. As traduções, portanto, despertam a curiosidade na nossa produção científica e ficcional.

É preciso realizar o sonho de um mundo em que os pequenos também tenham vez e exportar visões outras que as de meia dúzia de escritores privilegiados.

Quando aumenta a leitura de livros de nossos autores e o interesse dos estrangeiros no Brasil, eles vêm para cá e financiam o turismo, geram empregos no setor e anulam as impressões falsas que tinham dos brasileiros. Este programa governamental que incentiva a tradução de livros brasileiros financia também editoras estrangeiras que, por tabela, incluem outros escritores nacionais.

Estados Unidos e França divulgam suas culturas e fortalecem suas identidades nas artes visuais. Não é à toa que turistas brasileiros pagam caro e passam horas na fila do Consulado para sacar o visto de viagem.

As políticas do Ministério da Cultura para o setor editorial, portanto,é um serviço de divulgação do Brasil no exterior que, a médio e longo prazos, converte-se em ganhos para outros setores nacionais, como o turismo.

Toda a cadeia (produção, circulação e consumo) da indústria editorial aufere benefícios de um Programa como este, desde os direitos autorais do escritor até a publicidade da obra. A cultura é o esteio de políticas públicas em países que levam o ser humano a sério.

Bruno Peron Loureiro

www.brunoperon.com.br

Creative Commons lança marca de domínio público

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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Quando se fala em licenciamento, há três caminhos. O do copyright, em que todos os direitos estão reservados, o do copyleft, em que alguns direitos podem ser reservados, e o do domínio público, em que simplesmente não há nenhuma restrição de uso.

As licenças Creative Commons são copyleft. Têm várias versões por esse caminho do meio: é possível optar por liberar ou impedir o remix, liberar ou impedir o uso da obra para fins comerciais, entre outras opções. A organização também tem a licença CC0, que significa que o autor renunciou aos direitos sobre o trabalho.

O domínio público é quando absolutamente nenhum direito vale mais sobre a obra. É mundial: o que está em domínio público em um país está no mundo inteiro. E para ajudar a reunir essas obras a organização acabou de lançar a Marca de Domínio Público, um símbolo que ajudará a identificar o que está em domínio público pela web. A ideia da marca é complementar a licença CC0, segundo a organização.

“É um passo adiante no caminho de se tornar o domínio público digital uma realidade”, disso o professor de direito e membro da organização Michael Carroll. A marca deverá facilitar a busca por obras livres na rede, criando um repositório mundial de obras sem copyright.

A biblioteca digital Europeana já anunciou que adotará a marca a partir de 2011.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/p2p/2010/10/15/creative-commons-lanca-marca-de-dominio-publico/

Biblioteca Central da UFGD promove campanha sobre cuidados com os livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 03-11-2010

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A Coordenadoria de Biblioteca Central da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) realiza nesta Semana do Livro e da Biblioteca uma campanha para estimular o cuidado no manuseio das obras para a preservação e conservação do acervo bibliográfico, procurando provocar no usuário uma reflexão sobre o tema.

Os livros sofrem um desgaste natural desde o momento em que são produzidos e com o passar dos dias vão indicando se são bastante utilizados. Porém, alguns exemplares novos do acervo são encontrados com capas danificadas, páginas arrancadas ou trechos sublinhados.

Tirar páginas é arrancar parte da informação nele contida, muitas vezes considerada única, e isso configura “mutilação” da obra. Sublinhar o texto, além de danificar o livro, destaca uma informação que pode ser importante para ele e não ser importante para seu colega.

Em uma biblioteca está depositada a memória da humanidade, o registro de uma época, e, além disso, no caso do acervo bibliográfico da UFGD configura ainda um patrimônio público, cabendo a todos da comunidade acadêmica a sua preservação.

A Biblioteca Central está fazendo uma pequena mostra de alguns livros danificados e distribuindo junto ao balcão de atendimento marcadores de páginas com as mensagens que estimulam estes cuidados.

Fonte: http://www.ufgd.edu.br/noticias/biblioteca-central-da-ufgd-promove-campanha-sobre-cuidados-com-os-livros

Lançamento do livro 'O Teatro Mágico em Palavras II – Diálogos'

Por bookess | Postado em Comunicados | em 03-11-2010

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Lançamento do livro 'O Teatro Mágico em Palavras II - Diálogos', 09 de novembro, em SP!Na próxima terça-feira, 09 de novembro de 2010, Maíra Viana lança seu quarto livro, “O Teatro Mágico em Palavras II – Diálogos”. O evento acontecerá na Casa Jaya (ver serviço abaixo), com a participação de Gabi Veiga, Wilians Marques, Galldino, Rober Tosta, Ivan Parente e Fernando Anitelli.

“A idéia é promover um sarau de leitura de alguns textos do novo livro, interpretados pelos amigos da trupe. O Fernando, acompanhado de violino e percussão, irá nos presentear com algumas canções também. Vai ser uma noite deliciosa! Quero ver todo mundo por lá”, convida a escritora.

No primeiro livro da série ‘O Teatro Mágico em Palavras’, os textos de Maíra eram inspirados nas canções de Fernando Anitelli. Nesse volume dois, os textos dialogam com as músicas. ‘’A idéia é expandir, acrescentar e pensar junto com o que é cantado’’, conta a escritora.

Nesse novo trabalho, Maíra narra a trajetória dos cidadãos de papelão em desorganizada maioria; a história do menino que se apequena para caber dentro do uniforme escolar; o plano de vôo de uma borboleta sem asas; a travessura de um Deus danado; a odisséia da menina-cigarra, que sai pelo mundo em busca de algo que ainda não consegue nominar; o drama do Sol que se descobre funcionário condenado ao ato de se fazer brilhar; entre outras narrativas que beiram o cotidiano e o fantástico de maneira sensível, sutil e questionadora.

O livro traz ainda, em seu posfácio, trechos de diálogos trocados por e-mail entre Maíra e Fernando, que datam da época em que nem se conheciam pessoalmente. O ano era 2004 e pelas e-cartas documentadas nas últimas páginas da obra, o público leitor acompanha o início dessa grande irmandade que existe entre a autora e o músico – além de entrar, de mansinho, na intimidade e no processo criativo de ambos.

“O Teatro Mágico em Palavras II” se propõe a um diálogo não só musical e literário, mas também visual, pelas mãos talentosas do ilustrador Rodrigo Franco, que mantém a linha regionalista da xilogravura, marca já registrada do projeto.

Serviço:
Evento: Lançamento do Livro “O Teatro Mágico em Palavras II”
Data: 09/11/2010 (terça-feira)
Local: Casa Jaya – R. Capote Valente, 305, Pinheiros – www.casajaya.com.br
Horário de abertura da Casa: 19h00
Horário do Evento: das 20h00 até às 22h00
Entrada: R$5,00
Reserve sua entrada: enviar nome e sobrenome para contato@mairaviana.com.br

Fonte: http://www.mairaviana.com.br/lerNoticia.php?idnoticia=39

É lendo que se escreve

Por bookess | Postado em Novidades | em 03-11-2010

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Um volume transportável, composto por páginas encadernadas, contendo texto manuscrito ou impresso e/ou imagens e que forma uma publicação unitária (ou foi concebido como tal) ou a parte principal de um trabalho literário, científico ou outro. Enfim: Livro.

E para começar a conversa, não encontrei esta definição em um tradicional dicionário da língua portuguesa, apenas digitei a palavra “livro” em meu computador e em segundos apareceram 25 milhões de resultados para ela.

Abri a primeira opção e pronto: encontrei o que queria.

Assunto resolvido, porém muitos sentimentos me foram tirados com esta atitude: sentimento saudoso de folhear várias páginas e encontrar o que preciso, do cheiro de “história” no pó daquele exemplar da Barsa (lembra?), de me sentar em uma cadeira e no silêncio entrar em tantos mundos que só um bom livro me é capaz de revelar.

Clique abaixo para continuar lendo.

Escritor, por quê?

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Em Como e porque sou romancista, José de Alencar tenta responder denotativamente a pergunta que tantas vezes se faz aos autores. A maioria dos escritores parece dar respostas metafóricas, poéticas, até românticas. Neste livro de seus livros, nosso arqui-romancista se pergunta se não teria sido a “leitura contínua e repetida de novelas e romances que primeiro [lhe] imprimiu no espírito” o desejo de ser escritor dessa forma literária de sua predileção.

Ora ou outra esbarro também na pergunta, embora eu seja um projeto de escritor. Escrevo meus versinhos, uns continhos curtos, agora crônicas e tenho cá uns esqueletos de romances. No meu blog/site, a indicação escritor é mais um desejo, uma pretensão e uma presunção que necessariamente uma verdade. Mas fico tentado a refletir sobre esta pergunta, feita nestes termos ou de forma parafrásica: Por que você escreve?

Veja o restante da matéria clicando abaixo.

Em livro, britânico cego e surdo conta suas aventuras

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Aventuras de Tony Giles incluem voo de asa delta sobre a praia de São Conrado, no Rio de Janeiro, em 2004

Um britânico de 32 anos, deficiente visual e auditivo, com apenas 20% de audição em consequência de problemas genéticos, está lançando um livro no qual conta suas aventuras em viagens pelo mundo.

Tony Giles, que leva uma vida totalmente independente apesar das deficiências, já visitou mais de 50 países, muitos deles viajando sozinho com uma mochila nas costas.

Continue lendo no link abaixo.

Os 20 grandes filmes baseados em livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Segue abaixo a lista de 20 grandes adaptações de livros que foram diretamente para os cinemas, clicando no link.

Quais foram os livros mais vendidos no mundo

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-10-2010

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Estima-se que até hoje já tenham sido vendidos 11 milhões de exemplares da versão integral da Bíblia, 12 milhões de novos testamentos e 400 milhões de brochuras com fragmentos dos textos originais.

Depois dela, vem o Alcorão, livro sagrado do Islamismo, seguido do Livro Vermelho, do líder comunista chinês Mao-Tse-Tung.

O quarto lugar parece estar com o livro Scouting for Boys (Escotismo para Rapazes), escrito em 1908 por Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, militar inglês que deu origem ao Escotismo.

Fonte: http://www.ead.pt/blog/?p=338

A Origem do Papel

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-10-2010

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Antes da criação do papel, em alguns paises e/ou grupos humanos existiram maneiras curiosas do homem se expressar através da escrita. Na Índia, usavam as folhas de palmeiras, os esquimós utilizavam ossos de baleia e dentes de foca. Na China os livros eram feitos com conchas e cascos de tartaruga e posteriormente em bambu e seda. Estes dois últimos antecederam a descoberta do papel. Entre outros povos era comum o uso da pedra, barro e até mesmo a casca das arvores. As matérias primas mais famosas e próximas do papel foram o papiro e o pergaminho. O primeiro, o papiro, foi inventado pelos egípcios e apesar de sua fragilidade, milhares de documentos em papiro chegaram até nos. O pergaminho era muito mais resistente, pois se tratava de pele de animal, geralmente carneiro, bezerro ou cabra e tinham um custo muito elevado. Os Maias e os Astecas guardavam seus livros de matemática, astronomia e medicina em cascas de árvores, chamadas de "tonalamatl".

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