Em destaque

Os 10 maiores erros que escritores cometem ao fazer uma publicação d

por Guy Kawasaki Em 25 anos, eu escrevi 20 livros. Os dez primeiros foram publicados de maneira tradicional. Porém, quando a editora do meu livro Encantamento, disse que não poderia cumprir o pedido de 500 cópias de eBook, decidi que eu mesmo iria publicar o meu próximo livro, What the plus! Esta...

Leia mais

São Paulo responde por mais de 1/3 do consumo de livros no Brasil

Por bookess | Postado em Novidades | em 31-08-2010

Tags:, , , , , , ,

99

Pesquisa do Ibope Inteligência revela que São Paulo responde por 38% do total de livros comercializados no país. O Estado paulista representa 31% do PIB brasileiro.As classes A e B são responsáveis por 87% dos gastos no Estado (somente a classe B responde por 56%), enquanto a classe C responde por 12% e a DE, juntas, por 1%.Os paulistanos gastam em média, R$ 67,30 por ano com livros, a capital representa 14% do consumo desses produtos. As classes A e B representam 92% dos gastos com livros e publicações impressas na cidade. A classe C responde por 7% e a classe E por menos de 0,5%.Para Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do instituto, o livro ainda é um produto consumido pelas classes A e B. “O grande desafio do setor editorial é fazer o livro crescer na classe C, que já consome informação pela internet, mas nem tanto pelos livros”, conclui.

Fonte: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/index.php?option=com_content&view=article&id=3665:ibope-revela-que-sao-paulo-responde-por-mais-de-13-do-consumo-de-livros-no-brasil&catid=9:pesquisas&Itemid=359

Venda porta a porta de livros supera comércio via internet

Por bookess | Postado em Novidades | em 29-08-2010

Tags:, , , , , , ,

763

A venda porta a porta chama a atenção do mercado editorial, ao superar as  vendas do comércio eletrônico (e-commerce) e ficar abaixo apenas das vendas em livrarias físicas. A perspectiva para o segmento para este ano é que este nicho de venda direta tenha aumento de 10% a 15%, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que contabilizou mais de 28,8 milhões de livros vendidos na modalidade porta a porta no Brasil, em 2009.

De acordo com a diretora de Marketing da Barsa Planeta Internacional Sandra Cabral, a demanda das classes C e D fez locais como Manaus, Belém e Rondônia hoje serem a grande aposta da empresa. “Acabamos de abrir uma filial em Rondônia devida a alta demanda de lá. Não compensava mais mandar vendedores daqui para a região”, explicou.

Para o presidente da Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), Luís Antônio Torelli, a bola da vez deste segmento é a venda porta a porta por meio do cartão de crédito. “Em março deste ano fizemos uma parceria com a Redecard em que vendedores de algumas distribuidoras credenciadas têm um chip instalado no celular e realizam as vendas com os dados do cartão do cliente, pelo aparelho móvel. A transação é chamada de foneshop”, disse Torelli.

Segundo o porta-voz da ABDL, a nova opção de pagamento deve gerar um aumento entre 15% as vendas. “Antes dessa parceria perdíamos esta porcentagem em vendas devido aos populares hoje não utilizarem tanto cheque, e o carnê ter perdido a voz ativa”, alertou.

Apesar do segmento estar forte ainda no País, a expansão das lojas físicas no segmento de livrarias ainda é forte e o investimento para se manter no ranking também. A Livraria SBS, por exemplo, que hoje atua no Brasil, Argentina e Peru e envolve 60 livrarias, no primeiro semestre deste ano abriu uma loja na unidade da PUC de Brasília, e para o próximo deve inaugurar mais dois pontos de vendas na PUC de Recife e FGV em Brasília.

“Queremos crescer organicamente e continuar com o foco em vendas de livros de idiomas”, comentou a diretora da SBS, Susana Fioressi. Para ela, com a nova Classe C este ano, a rede pretende passar o ticket médio de R$ 45 para R$ 50. A SBS atua com e-commerce, porém considera ainda as vendas insignificantes.

Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=11&id_noticia=338704

O mundo é uma biblioteca

Por bookess | Postado em Novidades | em 26-07-2010

Tags:, , , , , , , ,

519

A professora de inglês Eunira Galioni está preparando um modo diferente de ocupar o tempo da sua aposentaria: trocar livros usados mundo afora. “É como se eu tivesse uma biblioteca espalhada pelo mundo, sem sair de casa.” E, melhor, quase sem gastar dinheiro. Na maioria das vezes, sem gastar nem um centavo. Nem com o correio.

Esse tipo de tribo prospera na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, é um hábito desconhecido. Seja porque pouca gente lê, seja porque as pessoas se agarram aos livros.

Mas, agora, o espaço literário mais nobre da cidade vai permitir a troca. A biblioteca Mário de Andrade, que, depois de fechada para reforma, se abre para o público nesta semana, terá um canto para as pessoas deixarem um livro para quem quiser pegá-lo e passá-lo adiante.

Leia aqui a matéria completa.