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Entrevistamos Dr. Afrânio Luiz Bastos, o autor de “Caminhos de amor e ódio”. Confira a entrevista abaixo e aproveite para comprar o livro AQUI. 1. Quem é o Dr. Afrânio Luiz Bastos? Nasci em Matipó/MG, em 05/04/1949. Sou formado em medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora,...

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Livros digitais ainda são uma contradição no Brasil

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-11-2010

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O mundo dos livros digitais no Brasil começou a dar os primeiros passos. Quase toda a semana vemos um novo e-reader importado da China chegando na casa dos mil reais e as livrarias e editoras começam a firmar suas próprias lojas – a notícia recente mais interessante foi a combinação do Wi-Fi do novo Alfa, da Positivo, com atalho para lojas virtuais como da Livraria Cultura e da Saraiva. Mesmo assim, a pergunta que continua martelando a cabeça dos leitores é: por que os livros digitais são tão ou mais caros do que os livros físicos?

Grande parte das “promoções” de livros digitais no Brasil passam longe de empolgar qualquer leitor assíduo. No Ponto Frio, o livro 1822, de Laurentino Gomes, em forma de bits é vendido por R$29,90. Uma busca rápida no Google mostra que a versão impressa sai por R$27,90 no WalmartR$27,90 na Siciliano.  Já a Saraiva Digital coloca o usuário em situações irônicas: o livro digital, que em tese deveria ser mais barato por conta de sua produção, distribuição etc., consegue ser mais caro do que o mesmo livro de papel (com tinta, cola, armazenamento, entrega etc.) e na mesma livraria, como vemos na imagem acima. A diferença entre eles é mínima: um pode vir a chegar antes no seu leitor digital. O outro chega no dia seguinte, pelo menos na Grande São Paulo. Não parece uma vantagem tão absurda a ponto de levar às massas ao formato digital ou para cobrar 3 reais a mais pela obra.

Claro, esse problema não é exclusivamente nosso: nos EUA, os e-books recém-lançados costumam custar quase o mesmo preço das prateleiras. Erik Sherman, analista do mercado de e-books, disse a Wired que as pessoas superestimam os ganhos das editoras, e que o custo da produção física de um livro corresponde a apenas 15% da produção da obra. Já o escritor Larry Doyle diz que as editoras colocam os preços no alto por medo de “desvalorizar a percepção das pessoas em relação aos livros”. Lá, o problema costuma ser com os lançamentos. Aqui, com praticamente qualquer livro. E se nos EUA, terra do Kindle e do Nook, as editoras ainda não se adaptaram completamente ao mercado, é duro pensar em quanto tempo teremos um mercado mais coeso e menos contraditório no Brasil. Hoje, é difícil convencer um viciado em livros a largar o bom e velho papel pelo e-ink e seus e-books.

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/

New York Times publicará lista de e-books mais vendidos

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-11-2010

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Os e-books conseguiram outro feito: ter uma lista própria de mais vendidos no New York Times. O jornal anunciou que passará a publicar no começo de 2011 o ranking de vendas de e-books de ficção e não-ficção.

As listas de mais vendidos do NYT, publicadas desde 1935, são parâmetro de sucesso entre escritores e editores. Diversos jornais e revistas as replicam.

Em comunicado divulgado na quarta-feira , o Times disse que a decisão é um reconhecimento ao crescimento e à influência que o mercado editorial eletrônico apresenta hoje.

O editor de pesquisas do NYT, Janet Elder, disse que o jornal desenvolveu o sistema de verificação de vendas dos e-books ao longo de dois anos.

O mercado digital de livros cresceu rapidamente nos últimos três anos, desde a criação do e-reader Kindle, da Amazon, passando pelo lançamento do iPad, da Apple, e do Nook, da Barnes & Noble. As vendas de e-book cresceram quase 190% em um ano, atingindo a cifra de US$ 304,6 nos nove primeiros meses de 2010.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/11/11/new-york-times-publicara-lista-de-books-mais-vendidos-923007844.asp#top

Leitor de e-book comprado em viagem poderá ter isenção de impostos

Por bookess | Postado em Novidades | em 17-11-2010

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Os leitores de livros eletrônicos (e-books readers) poderão ser trazidos do Exterior por turistas brasileiros sem pagar impostos, desde que não tenham a mesma configuração de um computador, admitiu a Receita Federal na quinta-feira (5/8) à Agência Brasil.

Mas a norma, que começará a valer em 1.º de outubro, poderá causar confusão, já que muitos leitores de e-books oferecem outros recursos, como o uso de jogos e o acesso à Internet.

A Instrução Normativa 1.059 da Receita Federal,  inclui como “bens de uso pessoal” isentos de impostos itens como câmeras fotográficas e celulares – classificados, pela norma, como “bens de caráter manifestamente pessoal”.

Essa interpretação, contudo, continuará a depender dos agentes alfandegários. O prazo de 1.º de outubro é necessário, segundo a Receita, para treinar esses agentes sobre as novas regras.

Configuração de PC
A Agência Brasil consultou a Receita Federal, que confirmou que leitores eletrônicos podem ser considerados de uso pessoal. Mas, para isso, eles não deverão agregar componentes que o deixem com a mesma configuração de um computador.

O subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Fausto Vieira Coutinho, explicou à agência que, “para efeitos de bagagem, não interessa se o Kindle vai ser ou não livro. A questão do livro é porque ele tem imunidade tributária e eu não posso tributar.”

“Se, no futuro, a Justiça determinar que o Kindle é um livro, a Receita não tributará. Se ele for somente um leitor de livros e substituir o seu livro de cabeceira, é considerado bem de uso pessoal e vai entrar, inclusive fora da cota. É diferente do iPad que acessa a Internet”, afirmou Coutinho.

Confusão
Categorizar os leitores de e-book em termos de funcionalidades pode, no entanto, causar alguma confusão. É que, mesmo tendo hardware específico para leitura de texto, alguns aparelhos oferecem conectividade à Internet.

Desde a segunda geração, os leitores Kindle vendidos pela Amazon recebem livros pela Internet, via rede sem fio 3G. Outros, como os Kindle mais novos e o Nook, da Barnes and Noble, conectam-se à Internet também via rede sem fio Wi-Fi.

Alguns leitores de e-book, no entanto, só podem receber livros via conexão USB. É o caso do Alfa, da Positivo Informática, que começa a ser vendido este mês no Brasil.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/

Nook Color – Novo e-reader de Tela Colorida

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

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Pode parecer um pouco estranho e inusitado para um eletrônico que se propõe a ser um e-reader, mas o NookColor, novo leitor de livros digitais da livraria americana Barnes & Noble, tem tela colorida e não o tradicional e-ink. O uso dessa tecnologia causou alguma polêmica na última terça-feira (26) dia do anúncio.

Além de possuir tela colorida, o NookColor também é sensível ao toque e possui uma série de novas funções. Ainda assim, a palavra “paradoxo” consegue definir bem este novo gadget. Ele funciona com Android, mas não tem acesso aos aplicativos do Marketplace; tem tela colorida e brilhante, mas é um e-reader.

Outro ponto negativo que pesa muito na escolha de um novo leitor de livros digitais é a autonomia da bateria. Na versão anterior, o usuário poderia passar até 10 dias sem precisar carregar o e-reader. No NookColor a duração não passa de 8 horas de leitura contínua.

Fonte: http://www.melhornotebook.org/2010/10/28/nook-color-novo-e-reader-de-tela-colorida/

Amazon anuncia sistema de troca de livros digitais para o Kindle

Por bookess | Postado em Novidades | em 26-10-2010

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A empresa de varejo online Amazon anunciou uma novidade para os usuários do Kindle, seu leitor de livros digitais. A partir do final deste ano, será possível trocar títulos entre os usuários do Kindle pelo período de duas semanas.

Durante esse período, o comprador original do livro deixará de ter acesso a edição. A novidade valerá somente para alguns títulos, pois caberá à editora decidir se o livro poderá ou não ser emprestado.

O Kindle não é o primeiro leitor de livro digital que oferece essa aplicação, o leitor da Barnes & Noble, o Nook, também tem essa facilidade.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/10/22/amazon-anuncia-sistema-de-troca-de-livros-digitais-para-kindle-922850582.asp