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Alteração nos termos de uso e pagamento de royalties

A Bookess informa que o sistema de pagamento de royalties para os autores foi alterado. A partir desta data, o pagamento de royalties será realizado apenas através plataforma PayPal, de modo que todos os autores devem realizar seu cadastro (paypal.com.br) e informar o e-mail do  PayPal em suas contas. No...

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Indústria faz papel de plástico reciclado

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-09-2010

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Um papel sintético feito de plástico reciclado que, se molhar, não estraga e que é extremamente resistente. Esse material, com apelo ecologicamente correto e sob medida para resistir à agitada vida estudantil, é resultado de três anos de pesquisas da indústria Vitopel, em parceria com a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

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Da internet para as livrarias

Por bookess | Postado em Comunicados | em 23-09-2010

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A Bookess, sempre buscando inovar a maneira de escrever, produzir, editar e publicar livros digitais vem lhe convidar a participar de um grande lançamento, em conjunto com outros autores da sua região.
Estamos começando pelo Rio de Janeiro.

Faremos um lançamento de 3 autores – residentes no RJ – de obras da Bookess na Livraria Travessa. Os autores interessados em participar desta grande festa de lançamento, no Rio de Janeiro, deverão entrar em contato através do e-mail:
contact@bookess.com

Em conjunto com a Bookess, caberá aos 3 escritores selecionados fazer uma ampla divulgação entre conhecidos do evento de lançamento, que contará inclusive com cobertura da imprensa. Será um prazer conhecermos você pessoalmente!

Lembre-se de que a Bookess é do Autor e para o Autor.

Contamos com você!

Equipe Bookess

Dicas de um verdadeiro reciclador de papel

Por bookess | Postado em Novidades | em 17-09-2010

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A Bookess é a favor do desenvolvimento sustentável e traz um excelente exemplo de reciclador de papel. Aprendamos com ele.

De que forma podemos reaproveitar papéis ao máximo, sem necessariamente reciclá-los na primeira oportunidade? Tanto quanto separar materiais para reciclagem há alguns anos, eu particularmente sempre gostei muito desdepequeno de esgotar as possibilidades das folhas de papel antes de encaminhá-las para seu destino final – antes mesmo de saber do que se tratava o “ecologicamente correto”.

Desenhos, estudos, poesias, contos, listas de compras, enfim, tudo que me permitisse olhar para um pedaço de papel e pensar comigo: “Agora não tem mais jeito, vai para o lixo”. Algo que anos mais tarde mudou para: “Agora não tem mais jeito, vai para a reciclagem”.

Muitas pessoas..

Livros distribuídos pelo MEC poderão ser impressos em papel reciclado

Por bookess | Postado em Novidades | em 15-09-2010

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Os livros dos programas de distribuição de material didático do Ministério da Educação (MEC) poderão ser impressos em papel reciclado, é o que propõe o senador Renato Casagrande (PSB-ES), autor de projeto que está pronto para entrar na pauta da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).

De acordo com a proposta (PLS 612/07), deverá conter fibras originárias de material reciclado todo papel utilizado nos livros didáticos distribuídos pelos programas nacionais do Livro Didático (PNLD), do Livro Didático para o Ensino Médio (PNLEM), do Livro Didático para a Alfabetização de Jovens e Adultos (PNLA) e da Biblioteca da Escola (PNBE) – todos do Ministério da Educação.

A proposta também determina que tais fibras deverão ser provenientes de matéria-prima produzida no Brasil. O texto aprovado determina prazos para a implantação das medidas após a promulgação da lei. Emenda do relator da matéria na CMA, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), estabelece que, até dois anos após a publicação da lei a que o projeto der origem, esses livros deverão ser produzidos com, pelo menos, 5% de fibras provenientes de material reciclado. No terceiro ano após a publicação da lei, esse percentual aumenta para 15%. A partir do quarto ano, prevê a proposta, todos os livros didáticos adquiridos pelo MEC para distribuição deverão conter, no mínimo, 25% de fibras oriundas da reciclagem de materiais.

Ao justificar o projeto, Renato Casagrande destacou que a utilização de materiais reciclados contribui com a proteção do meio ambiente ao gerar mais mercado para materiais reciclados. Além disso, argumentou o senador, a proposta coloca os estudantes em contato com os livros produzidos com papel reciclado, o que reforça nos jovens a educação ambiental e o consumo de materiais provenientes de práticas ambientais e corretas. “O Estado, por meio do seu poder de compra, promove um mercado consumidor para produtos reciclados. Ao mesmo tempo, a população em idade escolar é educada com relação aos aspectos do consumo ambientalmente sustentável”, ressaltou o senador Cícero Lucena. Após aprovação na CMA, a matéria será examinada pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em decisão terminativa.

Fonte: Jornal do Povo de Três Lagoas

http://www.jptl.com.br/?pag=ver_noticia&id=27917

O que aconteceu com as árvores que me deram o livro?

Por bookess | Postado em Novidades | em 10-09-2010

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Quantas árvores são necessárias para fazer um livro?

Muitas vezes não nos damos conta que desperdiçamos papel. Esquecemos que a proporção de papel jogado fora é diretamente proporcional ao número de árvores derrubadas. É importante esclarecer aos alunos quanto ao uso correto dos papéis e sua relação com a preservação das florestas. Uma das maneiras de evitar o desperdício de papel e o corte de árvores é a reciclagem. Além de reduzir o desmatamento, a reciclagem poupa energia elétrica, reduz o consumo de água e a poluição dos rios.

Para fabricar 50 quilos de papel, uma árvore é cortada. No Brasil, a média de consumo de papel por pessoa é de 51 kg por ano. Ou seja, em média somos responsáveis pelo corte de uma árvore por ano.

Somente 14% da população brasileira conta com serviços de coleta seletiva de lixo e, pior, apenas 3% dos resíduos sólidos urbanos recolhidos no país são destinados à reciclagem, segundo dados do Instituto de Pesquisa Eco­nômica Aplicada (Ipea), divulgados em maio deste ano. Apesar da porcentagem reduzida, a reciclagem chega a movimentar R$ 8 bilhões por ano, em todo o país, de acordo com o Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), uma associação empresarial dedicada à promoção da reciclagem.

Para cada 60 quilos de papel reciclado evita-se que uma árvore seja cortada.

Papel

A partir do papel artesanal é possível confeccionar papéis de carta, marcadores de livros, porta-retratos, porta-lápis, capas de caderno, livros, cartões de visitas, envelopes, convites, papel, embalagens de presentes e até casinha para cachorro (foto), entre muitas outras possibilidades.

Cerca de 40% do lixo urbano é papel. A reciclagem industrial de papel atualmente recupera 30% do material descartado no Brasil, com grandes vantagens para o ambiente. Cada tonelada reciclada poupa, em média, 60 eucaliptos adultos, dois barris e meio de petróleo, 50% da água usada na fabricação convencional (ou 30 mil litros) e o volume de cerca de três metros cúbicos nos lixões e aterros. A reciclagem do produto também gera menos poluição da água (65%) e do ar (26%) do que a fabricação a partir da celulose virgem.

Calcula-se que 43,7% de todo o papel que circulou no país em 2008 retornou à produção, existindo ainda uma grande quantidade de aparas de papel que são usadas em outros produtos como a fabricação de telhas e cujo volume não é computado nas estatísticas. Se do total de papel que circulou no país, retiramos os que não são passíveis de reciclagem, temos uma taxa de recuperação de 50,8%.

A Bookess, antenada com a tendência mundial de não agressão ao meio ambiente, usa a melhor tecnologia para imprimir os seus livros: a impressão sob demanda. Isso, aliada à tecnologia dos e-books, gera baixos custos de produção e elimina estoques.

É a Bookess, sempre inovando!

Literatura a partir do lixo?

Por bookess | Postado em Novidades | em 20-07-2010

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A “Eloísa Cartonera” é uma pequena editora argentina, que publica minilivros de autores latino-americanos, alguns deles de prestígio internacional (Cesar Aira, Ricardo Piglia…), elaborados pelos cartoneros ou “cirujas”, os trabalhadores do lixo portenhos, que recolhiam para a reciclagem, papelão, latas, plástico, etc., em lixões…

Tudo é singular em “Eloísa Cartonera”: os próprios livros, livros raros, únicos, cada um deles com sua capa de papelão pintada à mão por “cirujas” de Buenos Aires; o fato de que reconhecidos autores cedam seus direitos a esta modesta editora; inclusive o sucesso, transformado quase em um fenômeno que se exportou a outros países (“Sarita Cartonera”, no Peru), de um modesto projeto artístico e social de caráter altruísta impulsionado por dois inquietos criadores.

É destes “coletores urbanos”, como são chamados os catadores de papel na pleonástica linguagem institucional, que Eloísa Cartonera Selecionamos muito, deve estar limpo, sem rugas, e preferimos o mais colorido”, explica Barilaro. Há um grupo de quatro ou cinco que já nos conhecem e nos trazem. Depois se corta a medida da tampa e os garotos as pintam. O conceito artístico é que eles os façam como lhes goste, não me proponho como diretor, decidir que é lindo e que é feio. Não são livros de papelão, mas “livros cartoneros”, conclui.

Até o momento “Eloisa Cartonera” publicou 56 livros de autores latino-americanos, tudo isso material inédito e inclusive de culto (contos esgotados, difíceis de encontrar, raros…). Além disso, em “Não há faca sem rosas” foram expostas instalações artísticas com pinturas e arte realizadas usando o papelão como suporte, prêmios diversos foram recebidos, e o projeto foi qualificado como “evento cultural do ano” na Argentina.

Nós mesmos estamos descobrindo dia a dia o que temos entre as mãos”, diz Barilaro, surpreendido pelo sucesso de sua iniciativa. Uma iniciativa e um sucesso que já está se estendendo a outras cidades e países.

Fonte: http://www.literaturas.com/v010/sec0411/opinion/colaboracion.htm

500 mil livros no Programa Embarque na Leitura

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-07-2010

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Os mais de 45 mil usuários do Metrô e da CPTM, em São Paulo, cadastrados no programa Embarque na Leitura, já pegaram emprestados 470,8 mil livros desde setembro de 2004, quando a primeira biblioteca foi inaugurada na estação Paraíso do Metrô (Linha 1-Azul). O projeto tem como objetivo incentivar e disseminar o hábito da leitura entre os 5,8 milhões de usuários que diariamente passam pela rede metro-ferroviária.

São seis bibliotecas que emprestam livros de graça para o público, nas estações Paraíso, Tatuapé, Luz, Largo Treze e Santa Cecília (Metrô) e Brás (CPTM). A campeã em número de associados (19 mil) e livros retirados (190 mil) é Paraíso, seguida por Tatuapé, com 10 mil sócios e 113 mil livros emprestados.Juntas, elas reúnem quase 24 mil títulos entre romances, histórias infantis, policiais, infanto-juvenis e de auto-ajuda, entre outros. O procedimento para o empréstimo dos livros é o seguinte: o interessado deve apresentar documento de identidade e CPF (original e cópia), comprovante de residência recente (original e cópia) e foto 3X4. Menor de 18 anos deve estar acompanhado de um dos pais ou responsável.

O usuário cadastrado pode retirar um livro por vez. O empréstimo pode ser feito de segunda à sexta-feira, das 11 às 20 horas. Os livros devem ser devolvidos em dez dias em qualquer horário, na caixa coletora localizada na lateral ou nos balcões das bibliotecas, durante o horário de funcionamento. Os livros só podem ser devolvidos na mesma unidade em que foram retirados.As bibliotecas “Embarque na Leitura” contam com apoio do Ministério da Cultura e execução e gerenciamento do Instituto Brasil Leitor.

O bem que provoca a biblioterapia

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-07-2010

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“Os textos consolam, amparam, dão esperanças e acenam com uma vida melhor”, defende o escritor Moacyr Scliar, que também é médico.Ser ou não ser? Até hoje, leitores de todo o mundo se identificam com os dilemas de Hamlet, obra-prima de Shakespeare.

Na prateleira da sala ou na cabeceira do quarto, repousa um velho amigo. Sempre disponível para consultas, esse senhor de capa dura e lombada brochura não costuma poupar palavras. Às vezes, os livros nos acompanham ao longo de uma vida. E essa constância admirável nos enche de conforto. Quando ministrada na dose correta, a leitura diária de um punhado de páginas pode até ter efeito terapêutico. Em linhas gerais, é isso o que propõe a biblioterapia.

Ao ler histórias sobre personagens que passam por conflitos semelhantes aos nossos, vislumbramos saídas e alternativas. Mas como encontrar “o” livro que poderia mudar a nossa vida? Dado o número de títulos disponíveis na literatura universal, a triagem pode ser extenuante. É aí que entram em ação os biblioterapeutas. Trabalhando como verdadeiros investigadores, eles pesquisam a “vida literária” dos pacientes para descobrir qual autor poderia catalisar o processo de cura.

Apesar de ainda ser pouco conhecido, o método vem sendo testado com sucesso em diversos países. Na Inglaterra, o pioneirismo coube à School of Life, instituição encabeçada pelas especialistas em letras Susan Elderkin e Ella Berthoud. Após um período de cinco meses de entrevistas (que podem ser feitas cara a cara ou à distância, por telefone ou e-mail), as duas traçam o perfil dos pacientes. O segundo passo é fazer a lista de obras a serem lidas. E se você pensou apenas em livros de auto-ajuda, saiba que não poderia estar mais enganado: de Ovídio a Saramago, tudo entra na dança.

Na verdade, a ideia de que os livros podem ajudar a enfrentar problemas e carências emocionais é tão antiga quanto a própria prática de ler. No Egito antigo, o faraó Ramsés II já acreditava que os livros eram os “remédios da alma”. Na Grécia Antiga, recomendava-se a leitura individual como parte do tratamento médico. Apenas a partir do século 20, a leitura compartilhada e a posterior discussão em grupo recebeu o nome de biblioterapia. Para o médico e escritor Moacyr Scliar, a biblioterapia está tão integrada à vida das pessoas que, às vezes, pode até passar despercebida. “As pessoas lêem a Bíblia em busca de amparo emocional, por exemplo”, pondera. Ele explica que as raízes da biblioterapia vêm dos textos sagrados, que “tinham efeitos psicoterápicos antes de a medicina pensar em psicoterapia”.

Além disso, o autor frisa que os efeitos práticos da biblioterapia vão muito além da mera abstração dos problemas. Graças à catarse provocada pela identificação com as obras, os sentimentos reprimidos podem ser verbalizados, colocados para fora — e trabalhados. “Os textos consolam, amparam, dão esperanças e acenam com uma vida melhor”, defende. Apesar da semelhança com grupos de leitura, que elegem uma obra para ser discutida posteriormente por todos os integrantes, as sessões de biblioterapia se diferenciam por ter um mediador, que irá ditar os rumos da conversa e indicar os novos textos a serem trabalhados. “O coordenador precisa ter uma formação psicoterápica e conhecimento da área literária”, completa Scliar. Somente com a soma dos dois campos de conhecimento é possível organizar um grupo realmente eficaz.

Fonte: http://www.cfb.org.br/noticias-cfb.php?codigo=427

Unesp lança coleção gratuita de livros digitais

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-07-2010

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Já está disponível para download a primeira coleção de livros digitais, composta por 44 títulos de pós-graduação, e que podem ser baixados de forma integral e gratuita na internet. As obras não terão versão em papel.

A iniciativa é uma parceria entre a Fundação Editora da Unesp e a Pró-Reitoria de Pós Graduação da Unesp, que em 2009 criaram um projeto de publicações de livros digitais. Segundo a instituição, esse é o único programa entre as universidades brasileiras a fazer a publicação original de livros em formato exclusivamente digital. Os livros podem ser baixados no site www.culturaacademica.com.br. A Unesp prevê ainda a publicação de mais 600 livros nos próximos dez anos.

Harvey Pekar morre nos EUA

Por bookess | Postado em Novidades | em 19-07-2010

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O quadrinista norte-americano Harvey Pekar, autor de “Anti-Herói Americano”, morreu recentemente aos 70 anos, nos EUA.

Pekar era filho de imigrantes poloneses, nascido no dia 8 de outubro de 1939, e tornou-se bastante popular quando sua série de HQ, publicada inicialmente em 1976, foi adaptada para o cinema em 2003, com Paul Giamatti no papel de Pekar. O trabalho, inclusive, conquistou o Grande Prêmio do Júri de drama no Festival de Sundance.

Vencedor do prestigiado prêmio literário American Book Award em 1987, “Anti-Herói Americano” mostra um retrato do autor, seu pessimismo crônico — e cômico –, sua relação com amigos, com sua mulher e sua rotina como arquivista de hospital e colecionador de discos de vinil.

Pekar fazia as histórias e as entregava a amigos desenhistas como Robert Crumb, que colaborou com os quadrinhos do autor e é fã declarado de seu trabalho. Eles se conheceram em 1962, quando Crumb ainda estava começando a explorar as possibilidades das HQs.

Uma das parcerias com Crumb se deu no roteiro autobiográfico “Bob & Harv: Dois Heróis Anti-Americanos“. A obra foi indicada ao grande Prêmio do 37º Festival de Quadrinhos de Angoulême, um dos mais prestigiados do mundo, que aconteceu em janeiro deste ano na região central da França.

The Beats“, um dos últimos álbuns que ele ajudou a roteirizar, sobre a geração beat, tem previsão de ser lançado no Brasil no segundo semestre deste ano, anunciou nesta segunda (12) a editora Saraiva.

Fonte: http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2010/07/12/harvey-pekar-de-anti-heroi-americano-morre-aos-70-anos-nos-estados-unidos.jhtm