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E-books e tablets são apostas quentes em 2011

Por bookess | Postado em Novidades | em 12-11-2010

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A consolidação dos vídeos sob demanda na internet e a possibilidade de pagamento, por parte de empresas, pelas informações contidas em páginas pessoais de sites de relacionamento estão entre as cinco principais tendências em tecnologia para 2011, segundo um relatório divulgado nesta semana por uma organização americana.

As outras três grandes tendências citadas pelo relatório, publicado anualmente pela Associação dos Consumidores de Produtos Eletrônicos (CEA, na sigla em inglês), são o uso de tecnologia verde, de aplicativos para smartphones e de banda larga móvel e 4G.

Outros temas quentes no setor atualmente –como os tablets (iPad), a tecnologia em 3D e os livros eletrônicos– não ganharam o mesmo destaque na relação divulgada pela CEA.

"A indústria tecnológica está sempre mudando, evoluindo e inovando", disse, Gary Shapiro, presidente da CEA. Para Shapiro, as ideias citadas no relatório estão "revolucionando nossas vidas e tendo impacto no mercado".

Segundo o documento, a vida atualmente está tão ligada à tecnologia que é difícil determinar se a tecnologia está nos guiando ou se é o contrário.

"A cada nova geração que usa a tecnologia de forma rotineira desde muito cedo, esta relação será cada vez mais próxima, fazendo que, no futuro, ambas as partes sejam invisíveis", afirma o relatório.

TECNOLOGIA E PRIVACIDADE

Sean Murphy, analista da CEA, alerta que as companhias que queiram utilizar informações pessoais colocadas online (em sites de relacionamento, por exemplo), deverão pagar por estas informações.

Murphy afirma, no entanto, que "a exploração de dados chegou para ficar. Há muito dinheiro em jogo para imaginar o contrário".

Frente aos problemas que o tema da privacidade gerou em sites como o Facebook, Murphy diz que o assunto continuará em alta em 2011, mas com a possibilidade de gerar ambições econômicas entre os usuários.

"As companhias vão usar este modelo, pois [o uso destes dados pessoais] se converte em uma transação na qual o consumidor autoriza o uso de suas informações como parte de um acordo de negócios", afirmou.

A organização de defesa de consumidores americana Consumers Watchdog disse à BBC que a ideia é positiva e acrescenta que, atualmente, as empresas "olham por cima do seu ombro quando você está on-line e você não tem ideia de que suas informações estão sendo compartilhadas".

FUTURO DO VÍDEO

De acordo com o relatório da CEA, 2011 será o ano da consolidação da tendência do vídeo sob demanda do usuário. Isto significa, segundo a associação, que "os consumidores vão se relacionar mais com programas, conteúdos e shows individuais do que com os canais ou agregadores que os transmitem".

O documento da CEA afirma ainda que os usuários vão "descobrir o conteúdo de forma proativa, vão recomendá-lo e assisti-lo em seu próprio tempo e no dispositivo de sua preferência, e não por meio de uma programação predeterminada".

A associação americana destaca também em seu relatório anual uma mudança de atitude no consumidor de vídeo, que tem origem na chegada do HD, a alta definição. Os usuários que assistem vídeos na internet, segundo a CEA, passaram do estágio em que assistiam apenas vídeos curtos para assistir programas de televisão ou filmes pela web.

Neste sentido, a CEA afirma que empresas como Apple, Google ou Amazon estão na vanguarda com os produtos que estão lançando para que, por meio de aplicativos, o conteúdo em vídeo possa ser visto na TV ou em dispositivos portáteis.

BANDA LARGA MÓVEL E 4G

O relatório da CEA dá como certa que a era dos smartphones já chegou, mas afirma também que em 2011 a conectividade com a internet por meio dos celulares começará a ser uma tendência importante.

A lógica é que mais pessoas serão atraídas para o mercado dos novos aparelhos e as pessoas vão começar a se desfazer dos cabos, dando preferência a tecnologia sem fios.

A introdução das redes de telefonia 4G, uma versão mais rápida que a 3G, também poderá fazer com que alguns usuários abandonem as conexões tradicionais de internet para conectar todos seus aparelhos de casa através da rede de celular.

A associação americana afirma que a porcentagem que fará esta mudança ainda será pequena, levando em conta que a infraestrutura poderia não atender as necessidades de internautas que gostam de jogos on-line ou transmitir muitos vídeos.

Mas, a CEA espera que, para 2016, uma grande porcentagem de pessoas adote a tecnologia 4G e a banda larga móvel em casa.

TECNOLOGIA VERDE

A tecnologia será mais verde em 2011, segundo a Associação dos Consumidores de Produtos Eletrônicos.

A analista da associação, Jessica Booth, acredita que o preço alto da energia, a crise econômica e o apoio do governo dos Estados Unidos a inovações tecnológicas, trarão uma avalanche de criatividade "verde" na indústria.

"A tecnologia verde dá aos consumidores uma solução para sua voracidade energética frente a uma crise econômica e de recursos", afirmou.

A analista acredita que existirão mais opções de produtos ecológicos no mercado, pois as condições implicam que, pela primeira vez, a tendência "verde" também é um negócio.

FUTURO DOS APLICATIVOS

Os aplicativos nos telefones inteligentes estão mudando a indústria e criando um novo modelo na internet. E a CEA acredita que esta tendência vai continuar crescendo em 2011.

Atualmente existem mais de 400 mil aplicativos disponíveis para vários celulares, em uma série de sistemas operacionais. E a vantagem é que estes aplicativos transformam um simples telefone celular em um videogame ou uma revista.

E, para repetir o sucesso em outros dispositivos, como televisores, os aplicativos terão que repetir esta fórmula, de conseguir transformar aparelhos em algo mais.

"O futuro dos aplicativos continuará gerando impacto e definindo a indústria da tecnologia de consumo", conclui a CEA.

MinC divulga selecionados para o edital de livros em formatos acessíveis

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

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O Ministério da Cultura publicou no dia 25 de outubro, no Diário Oficial da União (Seção1, páginas 24/25) portaria com o resultado final do Edital de Fomento à Produção, Difusão e Distribuição de Livros em Formato Acessível. Com a disponibilização de verba adicional e avaliação de recursos dos não-classificados, o número de selecionados passou de sete para 10, totalizando R$ 1,23 milhão.

As 10 instituições selecionadas deverão cadastrar o projeto contemplado no Portal dos Convênios SICONV (www.convenios.gov.br), no período de 25 de outubro a 24 de novembro de 2010. Aqueles que não cadastrarem suas propostas serão automaticamente desclassificados.

Na primeira categoria, voltada para a criação de centros de produção de livros acessíveis, foram contemplados quatro propostas. O Instituto de Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha apresentou o projeto que visa implantar um Centro de Produção de Livros em Formato Acessível para pessoas com deficiência visual no Nordeste, com capacidade para publicação de 10 títulos por mês em Braille e outros 10 títulos por mês em formato Daisy ou Voz Sintetizada. O Instituto Sul Matogrossense para Cegos “Florivaldo Vargas” também irá implantar um centro, com mesma capacidade de produção, voltado para atender o Centro-Oeste. Já o Instituto dos Cegos do Brasil Central vai ampliar o serviço de adaptação e transição de títulos para o Sistema Braille, diversificando a produção acessível para os formatos DAISY e Voz, com capacidade para, no mínimo, 12 matrizes de títulos ao mês. Por sua vez, a Associação de e para Cegos do Pará irá implantar um Centro de Produção de Livros em Formato Acessível para pessoas com deficiência visual para atender a região Norte.

Na segunda categoria, destinada a fomentar a produção e a distribuição dos livros, foram selecionados três projetos. A Fundação Dorina Nowill para Cegos, com o projeto Ler sem Ver, pretende publicar, reproduzir e distribuir gratuitamente 90 kits literários contendo 68 títulos em formato acessível. Com o recurso do edital, o Centro SUVAG de Pernambuco pretende publicar, reproduzir e distribuir 700 exemplares do livro O Olhar Tátil: 12 Gravuras de Gilvan Samico. Já a Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS) vai produzir 40 novos títulos literários, falados em voz sintetizada, 40 novos títulos literários em formato Daisy e 10 novos títulos literários em formato Braille. Além disso, vai replicar e distribuir 2.000 exemplares em voz sintetizada, 2.000 exemplares em Daisy e 100 exemplares em Braille.

A terceira categoria do edital é destinada à capacitação e difusão. Nesta categoria foram selecionados três projetos. A Fundação Dorina Nowill para Cegos irá capacitar profissionais de três organizações indicadas pela ONCB (Organização Nacional de Cegos do Brasil) e pelo Ministério da Cultura para produção e reprodução de livros acessíveis em dois formatos: livros digitais DAISY e livros falados com voz sintetizada (VS). A Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (LARAMARA) irá capacitar 25 profissionais de diferentes segmentos para fazerem uso da Audiodescrição no desenvolvimento de suas funções. Por sua vez, a ACERGS irá desenvolver e implantar o portal da Rede Nacional de Produção do Livro Acessível e capacitar dois administradores da rede por centro de produção.

A previsão do MinC é que todos os projetos selecionados sejam iniciados em dezembro deste ano. A lista completa dos selecionados está no link Editais do site do ministério.

Fonte: Ministério da Cultura

Nook Color – Novo e-reader de Tela Colorida

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

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Pode parecer um pouco estranho e inusitado para um eletrônico que se propõe a ser um e-reader, mas o NookColor, novo leitor de livros digitais da livraria americana Barnes & Noble, tem tela colorida e não o tradicional e-ink. O uso dessa tecnologia causou alguma polêmica na última terça-feira (26) dia do anúncio.

Além de possuir tela colorida, o NookColor também é sensível ao toque e possui uma série de novas funções. Ainda assim, a palavra “paradoxo” consegue definir bem este novo gadget. Ele funciona com Android, mas não tem acesso aos aplicativos do Marketplace; tem tela colorida e brilhante, mas é um e-reader.

Outro ponto negativo que pesa muito na escolha de um novo leitor de livros digitais é a autonomia da bateria. Na versão anterior, o usuário poderia passar até 10 dias sem precisar carregar o e-reader. No NookColor a duração não passa de 8 horas de leitura contínua.

Fonte: http://www.melhornotebook.org/2010/10/28/nook-color-novo-e-reader-de-tela-colorida/

Museu virtual da UnB ganha nova galeria de livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 05-11-2010

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O Museu Virtual de Ciência e Tecnologia da Universidade de Brasília ganhou uma nova galeria de livros paradidáticos em sua biblioteca. São obras produzidas por alunos do curso de pedagogia que pretendem ajudar professores e alunos no ensino de ciências. As obras virtuais são destinadas a crianças com idade entre 6 a 12 anos. Os interessados podem fazer download do material gratuitamente.

Há materiais sobre biodiversidade, cerrado, tecnologia. Os interessados podem debater e discutir a utilização do material em fóruns com outros professores. A proposta do grupo responsável pela confecção dos livros é facilitar e baratear o acesso a materiais didáticos por professores. Até o fim do semestre, mais dez títulos deverão fazer parte do catálogo.

O site do museu também oferece exposições virtuais e sugestões de atividades lúdicas para que professores façam com seus alunos em sala, como a criação de um insetário, por exemplo.

Fonte: http://www.portaluniversidade.com.br/noticias/

Livros e desenvolvimento

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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O Ministério da Cultura, através da Fundação Biblioteca Nacional, criou o Programa de Apoio à Tradução de Autores Brasileiros, cujo objetivo é ampliar a presença de escritores no mercado internacional. O Ministério dedicou R$364 mil para o Programa em 2010 a fim de incluir vários gêneros literários, autores menos conhecidos e de regiões diversas.

Estrangeiros de países diversos têm interesse em nossas expressões culturais, mas o idioma português é para muitos uma barreira intransponível. As traduções, portanto, despertam a curiosidade na nossa produção científica e ficcional.

É preciso realizar o sonho de um mundo em que os pequenos também tenham vez e exportar visões outras que as de meia dúzia de escritores privilegiados.

Quando aumenta a leitura de livros de nossos autores e o interesse dos estrangeiros no Brasil, eles vêm para cá e financiam o turismo, geram empregos no setor e anulam as impressões falsas que tinham dos brasileiros. Este programa governamental que incentiva a tradução de livros brasileiros financia também editoras estrangeiras que, por tabela, incluem outros escritores nacionais.

Estados Unidos e França divulgam suas culturas e fortalecem suas identidades nas artes visuais. Não é à toa que turistas brasileiros pagam caro e passam horas na fila do Consulado para sacar o visto de viagem.

As políticas do Ministério da Cultura para o setor editorial, portanto,é um serviço de divulgação do Brasil no exterior que, a médio e longo prazos, converte-se em ganhos para outros setores nacionais, como o turismo.

Toda a cadeia (produção, circulação e consumo) da indústria editorial aufere benefícios de um Programa como este, desde os direitos autorais do escritor até a publicidade da obra. A cultura é o esteio de políticas públicas em países que levam o ser humano a sério.

Bruno Peron Loureiro

www.brunoperon.com.br

Creative Commons lança marca de domínio público

Por bookess | Postado em Novidades | em 04-11-2010

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Quando se fala em licenciamento, há três caminhos. O do copyright, em que todos os direitos estão reservados, o do copyleft, em que alguns direitos podem ser reservados, e o do domínio público, em que simplesmente não há nenhuma restrição de uso.

As licenças Creative Commons são copyleft. Têm várias versões por esse caminho do meio: é possível optar por liberar ou impedir o remix, liberar ou impedir o uso da obra para fins comerciais, entre outras opções. A organização também tem a licença CC0, que significa que o autor renunciou aos direitos sobre o trabalho.

O domínio público é quando absolutamente nenhum direito vale mais sobre a obra. É mundial: o que está em domínio público em um país está no mundo inteiro. E para ajudar a reunir essas obras a organização acabou de lançar a Marca de Domínio Público, um símbolo que ajudará a identificar o que está em domínio público pela web. A ideia da marca é complementar a licença CC0, segundo a organização.

“É um passo adiante no caminho de se tornar o domínio público digital uma realidade”, disso o professor de direito e membro da organização Michael Carroll. A marca deverá facilitar a busca por obras livres na rede, criando um repositório mundial de obras sem copyright.

A biblioteca digital Europeana já anunciou que adotará a marca a partir de 2011.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/p2p/2010/10/15/creative-commons-lanca-marca-de-dominio-publico/

Biblioteca Central da UFGD promove campanha sobre cuidados com os livros

Por bookess | Postado em Novidades | em 03-11-2010

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A Coordenadoria de Biblioteca Central da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) realiza nesta Semana do Livro e da Biblioteca uma campanha para estimular o cuidado no manuseio das obras para a preservação e conservação do acervo bibliográfico, procurando provocar no usuário uma reflexão sobre o tema.

Os livros sofrem um desgaste natural desde o momento em que são produzidos e com o passar dos dias vão indicando se são bastante utilizados. Porém, alguns exemplares novos do acervo são encontrados com capas danificadas, páginas arrancadas ou trechos sublinhados.

Tirar páginas é arrancar parte da informação nele contida, muitas vezes considerada única, e isso configura “mutilação” da obra. Sublinhar o texto, além de danificar o livro, destaca uma informação que pode ser importante para ele e não ser importante para seu colega.

Em uma biblioteca está depositada a memória da humanidade, o registro de uma época, e, além disso, no caso do acervo bibliográfico da UFGD configura ainda um patrimônio público, cabendo a todos da comunidade acadêmica a sua preservação.

A Biblioteca Central está fazendo uma pequena mostra de alguns livros danificados e distribuindo junto ao balcão de atendimento marcadores de páginas com as mensagens que estimulam estes cuidados.

Fonte: http://www.ufgd.edu.br/noticias/biblioteca-central-da-ufgd-promove-campanha-sobre-cuidados-com-os-livros

Lançamento do livro 'O Teatro Mágico em Palavras II – Diálogos'

Por bookess | Postado em Comunicados | em 03-11-2010

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Lançamento do livro 'O Teatro Mágico em Palavras II - Diálogos', 09 de novembro, em SP!Na próxima terça-feira, 09 de novembro de 2010, Maíra Viana lança seu quarto livro, “O Teatro Mágico em Palavras II – Diálogos”. O evento acontecerá na Casa Jaya (ver serviço abaixo), com a participação de Gabi Veiga, Wilians Marques, Galldino, Rober Tosta, Ivan Parente e Fernando Anitelli.

“A idéia é promover um sarau de leitura de alguns textos do novo livro, interpretados pelos amigos da trupe. O Fernando, acompanhado de violino e percussão, irá nos presentear com algumas canções também. Vai ser uma noite deliciosa! Quero ver todo mundo por lá”, convida a escritora.

No primeiro livro da série ‘O Teatro Mágico em Palavras’, os textos de Maíra eram inspirados nas canções de Fernando Anitelli. Nesse volume dois, os textos dialogam com as músicas. ‘’A idéia é expandir, acrescentar e pensar junto com o que é cantado’’, conta a escritora.

Nesse novo trabalho, Maíra narra a trajetória dos cidadãos de papelão em desorganizada maioria; a história do menino que se apequena para caber dentro do uniforme escolar; o plano de vôo de uma borboleta sem asas; a travessura de um Deus danado; a odisséia da menina-cigarra, que sai pelo mundo em busca de algo que ainda não consegue nominar; o drama do Sol que se descobre funcionário condenado ao ato de se fazer brilhar; entre outras narrativas que beiram o cotidiano e o fantástico de maneira sensível, sutil e questionadora.

O livro traz ainda, em seu posfácio, trechos de diálogos trocados por e-mail entre Maíra e Fernando, que datam da época em que nem se conheciam pessoalmente. O ano era 2004 e pelas e-cartas documentadas nas últimas páginas da obra, o público leitor acompanha o início dessa grande irmandade que existe entre a autora e o músico – além de entrar, de mansinho, na intimidade e no processo criativo de ambos.

“O Teatro Mágico em Palavras II” se propõe a um diálogo não só musical e literário, mas também visual, pelas mãos talentosas do ilustrador Rodrigo Franco, que mantém a linha regionalista da xilogravura, marca já registrada do projeto.

Serviço:
Evento: Lançamento do Livro “O Teatro Mágico em Palavras II”
Data: 09/11/2010 (terça-feira)
Local: Casa Jaya – R. Capote Valente, 305, Pinheiros – www.casajaya.com.br
Horário de abertura da Casa: 19h00
Horário do Evento: das 20h00 até às 22h00
Entrada: R$5,00
Reserve sua entrada: enviar nome e sobrenome para contato@mairaviana.com.br

Fonte: http://www.mairaviana.com.br/lerNoticia.php?idnoticia=39

É lendo que se escreve

Por bookess | Postado em Novidades | em 03-11-2010

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Um volume transportável, composto por páginas encadernadas, contendo texto manuscrito ou impresso e/ou imagens e que forma uma publicação unitária (ou foi concebido como tal) ou a parte principal de um trabalho literário, científico ou outro. Enfim: Livro.

E para começar a conversa, não encontrei esta definição em um tradicional dicionário da língua portuguesa, apenas digitei a palavra “livro” em meu computador e em segundos apareceram 25 milhões de resultados para ela.

Abri a primeira opção e pronto: encontrei o que queria.

Assunto resolvido, porém muitos sentimentos me foram tirados com esta atitude: sentimento saudoso de folhear várias páginas e encontrar o que preciso, do cheiro de “história” no pó daquele exemplar da Barsa (lembra?), de me sentar em uma cadeira e no silêncio entrar em tantos mundos que só um bom livro me é capaz de revelar.

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Escritor, por quê?

Por bookess | Postado em Novidades | em 30-10-2010

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Em Como e porque sou romancista, José de Alencar tenta responder denotativamente a pergunta que tantas vezes se faz aos autores. A maioria dos escritores parece dar respostas metafóricas, poéticas, até românticas. Neste livro de seus livros, nosso arqui-romancista se pergunta se não teria sido a “leitura contínua e repetida de novelas e romances que primeiro [lhe] imprimiu no espírito” o desejo de ser escritor dessa forma literária de sua predileção.

Ora ou outra esbarro também na pergunta, embora eu seja um projeto de escritor. Escrevo meus versinhos, uns continhos curtos, agora crônicas e tenho cá uns esqueletos de romances. No meu blog/site, a indicação escritor é mais um desejo, uma pretensão e uma presunção que necessariamente uma verdade. Mas fico tentado a refletir sobre esta pergunta, feita nestes termos ou de forma parafrásica: Por que você escreve?

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