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Lançamento do livro Lembranças, de Vanildo Rodrigues Barbosa

Vanildo Rodrigues Barbosa, autor do livro “Lembranças”, que foi publicado com a Editora Bookess em 2015, fará um evento de lançamento do seu livro no dia 6 de setembro de 2015, na Feira do Livro em Foz do Iguaçu, às 17h30.  Lembranças  Vanildo Rodrigues Barbosa Sinopse: Essa é a...

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Lançamento do Livro Devaneios Literários

Por bookess | Postado em Novidades | em 09-06-2011

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Entrevista com Mariana Collares, autora de DEVANEIOS LITERÁRIOS (Crônicas), pela Editora Bookess:

1 – O livro Devaneios Literários é um blog que se tornou livro. Poderia nos contar como surgiu essa ideia de transformar os textos do blog em uma publicação?

Para explicar isso preciso falar um pouco do blog e seu começo: O blog nasceu há seis anos – início ainda dos blogs contendo textos literários – e o fiz porque costumava mostrar aos amigos mais próximos os textos que escrevia, e que pela primeira vez me encorajava a tirar da “gaveta”, para que eles mesmos, e quando assim quisessem, pudessem dar uma espiada e me dizer o que achavam. O blog foi, assim, minha escola, minha oficina literária, e não tinha qualquer pretensão de virar livro ou atingir alguma “famosidade”, “sucesso de público e acessos”, etc. Era a minha página, que eu sequer divulgava. Então só era “achado” por acaso e por quem estivesse navegando a procura de tudo e nada.

Reparei, entretanto, que os acessos estavam aumentando muito, e que entre os seguidores do blog estava o link da Bookess. Nessa época, cerca de seis anos depois de sua criação, muitas pessoas já conheciam meus textos e elas é que me diziam para publicá-los. Pensei então em pagar uma publicação, com uma tiragem tímida somente para família e amigos, para ficar guardado como mais um feito de vida de alguém que vive o cotidiano comum de todo mundo. Coisa como um álbum para o pai e a mãe, ou para colocar num retrato em plena sala. Então, num sopro de ousadia, entrei em contato com a Bookess e comecei a conversar sobre essa possibilidade. Conheci o site e vi as publicações que então lá estavam e fiz, eu mesma, o livro, diagramando e criando capa. Coisa como: “aqui estão os melhores textos (ou os que mais gosto) do blog. Levem pra casa e guardem como uma relíquia minha”.

Foi então que notei que os acessos, em um mês que havia postado o livro no site, foram muito expressivos, chegando a cerca de 1000 leituras. As pessoas começaram a entrar em contato, por e-mail e pelo site mesmo, me parabenizando e dizendo que estavam gostando e se identificando com aquilo que escrevia. Motivada por isso, entrei em contato com o site (já havia mandado o livro para outras editoras) e perguntei se haveria interesse de formarmos uma parceria para a publicação. A resposta foi “sim”.

2 – Que tipo de devaneios poderemos encontrar na sua obra? Qual a linha literária que segue?

Não cursei letras ou literatura. Ao contrário, minha formação é o direito e a vida inteira me dediquei a ele. A literatura era e é o meu amor. É por ela que me expresso, que mostro a fotografia escrita daquilo que sinto e vejo. É minha tradução do mundo.

Quando comecei a escrever com alguma freqüência, notei que ora era prosa, ora poesia, ora crônica, ora conto. Não havia, por assim dizer, um estilo bem definido. Eu me expressava e ponto. Sem forma, sem rótulo. Nós somos mesmo muito complexos para nos adequarmos a um único padrão… Por esse motivo chamei meus textos de “devaneios”, pois são divagações sobre a vida, os sentimentos, o todo que nos cerca. Ora são puros devaneios, ora são devaneios filosóficos, ora são bem humorados… Divagações de um ser em movimento.

Quanto à linha literária, li de tudo, mas o gênero em que escrevo é sempre o narrativo. Desde muito cedo leio bons livros, muito estimulada por meus pais. Mas sinto que é algo de família. Minha avó paterna, tendo estudado somente até a quarta série primária, é fã ardorosa da boa literatura e se inclui na sua biblioteca Cervantes, Dante e outras obras clássicas.

Comecei com os clássicos da literatura brasileira: José de Alencar, Machado de Assis, Érico Veríssimo, que li muito cedo, com cerca de 12 ou 13 anos de idade. Mas lia mesmo o que me davam ou me caía nas mãos da biblioteca de minha mãe – socióloga e que sempre leu muito. Então li desde Saint-Exupéry passando por Agatha Christie, Hermann Hesse, Engels, Marx, García Marquez, Tolstói e os demais russos, Cervantes, etc. Desde literatura clássica a livros sociológicos e de ciência política (meus pais sempre foram ativistas políticos de esquerda). Com o tempo, fui conhecendo gente que ainda não havia lido (Hemingway, Virgínia Woolf, Fitzgerald, Nietzsche, Sartre, Simone, Eça…). Ousei por Goethe, Dante, Santo Agostinho, Platão, Epicuro… Me aventurei com Gide, Hilda Hilst, Saramago. Na poesia Pessoa, Neruda, João Cabral, Rimbaud, Baudelaire, Drummond, Quintana, Vinícius… Na literatura mais intimista Clarice, Caio Fernando Abreu… Ora entro numa livraria e saio com Graciliano Ramos e Érico, ora saio com Ovídio ou mesmo Vargas Llosa, Galeano, Luis Fernando Veríssimo…. Minha biblioteca é ampla e eclética, assim como eu. Como não cursei literatura, me sinto na obrigação e com uma curiosidade imensa de saber e entender o estilo de cada autor. Cada época e a mente desta época retratada em cada obra. Tenho muito ainda que ler. Sinto que terei uma vida inteira e não terei lido tudo e todos. Tem muita gente boa por aí… Normalmente tenho uns cinco livros ao lado da cama e vou alternando a leitura, conforme o dia e meu estado de espírito. Nas férias, leio o tempo todo. Enfim, ler é um vício. O melhor de todos.

3 – Quem é o público-alvo dessa proposta?

Não sei. Mas sinto que toda a gente. Como foi um livro estimulado pelo público, vejo que dentre os seguidores do blog há gente de todas as idades, orientações filosóficas, identidade social e cultural. Na maioria, os textos são crônicas sobre o cotidiano, os sentimentos, o “eu” e o “nós” – temas que considero universais e podem ser lidos por todos os que gostem desse tipo de leitura. Os textos não são longos, então vejo que agradam justamente por serem concisos, em linguagem simples, direta. Veja bem, são textos postados em um blog, que é o retrato individual de um ser. Então eles não têm uma “proposta de marketing” em si mesmos. Eles não nasceram para isso. Eles nasceram de alguém para o mundo. O fato de serem publicados é mera conseqüência de existirem e terem passado pela aprovação de muitos.

4 – Por que a escolha da Bookess como editora?

Nos achamos: eu a ela, ela a mim. Nem sabemos quem começou. Foi puro acaso. Mas depois, vendo o trabalho desenvolvido pela Bookess, comecei a gostar, a me identificar com a democratização da literatura e do pensamento, e com liberdade dada ao autor. Mais, vejo que o futuro está aí: fora das editoras tradicionais, ou com “modelos tradicionais” de vendagem e publicação de livros. A Bookess está antenada com nosso tempo e o futuro, disponibilizando e democratizando realmente o acesso à cultura e à informação. E nada melhor para um cronista do que trabalhar com quem se parece com ele…

5 – Livros baseados em diários e memórias são muito comuns, mas publicações baseadas em blogs são ainda uma novidade. Você acredita nessa nova tendência? Considera que os blogueiros podem aproveitar uma iniciativa como a sua?

Acredito muito. A internet veio e se instalou definitivamente em nosso meio social e cultural e é um espelho daquilo que somos hoje. Saímos de nosso ambiente sem termos que sair de casa, e encontramos outros seres “viajantes” nesse meio, espalhando ideias, pensamentos. Olhar a vida do outro do estreito espectro da nossa realidade nos “aumenta”, ou “aumenta” nossa perspectiva de vida. Hoje todo mundo tem página na internet, tem um blog, tem algo a dividir com o mundo. Nossas bibliotecas e nosso mundo conhecido estão migrando para a internet, para um ambiente virtual porque nossa vida real está cada vez mais “ideal”. Então blogueiros (detesto esta expressão) podem se estimular sim e se encorajar. O mundo os está lendo, vendo.

O ofício da escrita sempre foi muito solitário. E de certa forma ainda é. Mas o resultado, o que podemos estimular no público, esse é sentido imediatamente através dos blogs. É uma interação imediata com o público, com quem está nos vendo. É muito bom. Finalmente não estamos sós.

Sobre a autora:

Mariana Collares é escritora. Vive em Porto Alegre, dedicando-se à escrita literária e à carreira de formação: o direito.

Publica, cotidianamente, suas crônicas no blog DevaneiosLiterarios.blogspot.com, inaugurado em 2005, e é colunista do site Comunidade Literária Benfazeja (www.benfazeja.com.br).

Entrevista com Regina Monge

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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Quem é Regina Monge? E o que você poderia nos contar sobre você?

Gostaria de dizer, antes de mais nada, que é um prazer poder conceder essa entrevista ao blog Bibliomania e compartilhar um pouco da minha vida com todos os leitores que por aqui passam.

Sou uma geminiana típica, com ascendente em Libra envolta nos mundo da comunicação e dos relacionamentos e sempre envolvida em várias coisas ao mesmo tempo, a curiosidade é a minha companheira do dia a dia.

Adoro a experimentação da mudança, conhecer pessoas, trocar experiências, novos lugares, novos pratos…, tenho 43 anos e nasci no interior de São Paulo, num dos menores municípios do Estado, a estância turística de Águas de São Pedro. Saí de lá aos 21 anos e vim para São Paulo, onde vivo até hoje.

Sou formada em Comunicação, com especialização em Propaganda e MBA em Marketing e trabalho, desde 1993 com essa atividade. Em 2009, finalizei um curso de extensão sobre História e Linguagem do Cinema, outra paixão, além da literatura e constituí minha própria agência, ainda em formação, e que requer toda a minha atenção neste momento. Para quem quiser visitá-la, o site éwww.vertscomunicacao.com.br

Para ler a entrevista completa, clique abaixo.

Mulheres de todos os tempos

Por bookess | Postado em Novidades | em 18-11-2010

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Com o advento da escrita, o ser humano passou a se comunicar melhor e logo teve o desejo de escrever o que pensava. E foi através das letras que muitas mulheres puderam se soltar das amarras da sociedade machista, que a considerava apenas como um ser procriador. Nas poesias ou histórias fictícias, as escritoras realizavam seu desejo de sair de casa para viagens fantásticas, cheias de romance, sexo, beijos e malícias, que muitas vezes elas só vinham a conhecer através do casamento, uma vez que eram vistas apenas como supostas mães e donas-de-casa.

Cliqeue abaixo para ver a lista completa das mulheres mais influentes da literatura.

De um Jorge sobre outro Jorge

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-10-2010

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Ando bastante sumido, é verdade. Não é preguiça de escrever, posso assegurar. Também não são os afazeres, que esses sempre existem. Talvez seja uma conjunção dessas duas coisas. A verdade é que nesses dias, não tive vontade de registrar nada. Tédio? Ao contrário, prefiro pensar que me acometeu o mesmo que ao grande Campos de Carvalho, que escreveu quatro magníficos romances nos anos 50 e que, depois, simplesmente parou de escrever. A um repórter que lhe fez essa pergunta em 1997, às vésperas de sua morte, disse apenas que “estava feliz demais para escrever”.

Mas hoje volto a esse espaço, onde dialogo comigo mesmo e com os poucos que leem esse blog – e sei realmente que não são muitos. Como disse certa vez, aqui traço mais um roteiro da minha vida de leitor do que da minha vida de verdade. Talvez se o fizesse, esse blog teria mais leitores. É como disse Mário de Andrade (com quem muito me identifico), “a vida alheia, sereia!”. No entanto, me escondo. Prefiro mostrar outra face, também íntima, também minha, mas não tão interessante, a do Jorge Luis Verly Barbosa leitor.

Veja mais abaixo.

As várias faces da (web) poesia

Por bookess | Postado em Novidades | em 28-10-2010

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Questão inimaginável para gerações anteriores da poesia, o arquivamento da produção espalhada por sites, blogs e redes sociais hoje merece reflexão. Afinal, na década em que os diários virtuais se popularizaram no Brasil, boa parte dos versos disponibilizados online nunca chegou ao papel – um dos motivos pelos quais é tão pouco estudada a poesia feita na última década. “Torna-se difícil mapear a produção ciberpoética se não tivermos uma estratégia de preservação para arquivar o material que existe na internet”, diz o cearense Aquiles Alencar Brayner, curador do acervo latino-americano da British Library, no Reino Unido. Prestes a concluir mestrado sobre arquivos digitais, Brayner dará palestra a respeito na terceira edição do Simpoesia, encontro internacional que acontece do próximo dia 5 ao 7 na Casa das Rosas, em São Paulo.

Continue lendo abaixo.

Com a ajuda da tecnologia, ficou mais fácil ser escritor?

Por bookess | Postado em Novidades | em 21-10-2010

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Vejo e não vejo diferença. Os elementos com que se trabalha para produzir literatura permanecem os mesmos: a palavra (no geral), a música (para o lirismo), a memória (para a narrativa) e o homem (como o objeto de investigação), dramas, paixões, afetos etc continuam os mesmos. Com ou sem tecnologia. Não me parece haver diferença entre o ribeirinho que, ciumento e certo de ter sido deixado, se suicida (para causar sei-lá-o-quê na esposa?) e o japonês que, ciumento e certo de ter sido trocado por outro, liga a webcam, entra no chat com a namorada e se mata na frente dela.

Também não vejo muita diferença entre o escritor que “luta com as palavras” com um toco de lápis perto de um toco de vela mas, mesmo cheio de ideias, as palavras não veem, e um escritor diante de um notebook tamborilando na mesa sem conseguir escrever. Tanto num caso como no outro, a tecnologia não ajuda nem atrapalha. Por outro lado, a circulação e a transmissão de ideias e informações, a facilidade com que nos deparamos com uma realidade que causa assombro, e novas possibilidades técnicas de uso da palavra terminam por fazer a tarefa do escritor ser outra, o compromisso ser outro e em outro nível. Tudo também vai depender do que o autor quer para si. Mas uma ressalva é necessária, são muitos brasis.

Desde o Brasil da tv digital ao Brasil que usa ferro de brasa. Ainda existem muitos brasis onde a tecnologia não chegou, e mesmo tendo chegado, mesmo o governo tendo enviado através de projetos computadores e antenas para captar o sinal, tem dia que falta energia, tem dia que o sinal da antena não funciona e se funciona a banda larga existe só nos relatórios, falta quem instale o software, quando tem quem instale, falta quem dê manutenção no soft e também no hardware, falta quem abra a sala, falta escola de informática, etc. Não estou falando que isso ocorre em Belém. Mas isso não é exclusividade do Pará. Ou seja, com a tecnologia e sendo um escritor que tenta ter conhecimento da realidade local dos interiores, das cidades interioranas (pelo menos do norte-nordeste), mas também estabelecendo contato com as realidades brasileiras dos grandes centros, é importante ter em mente um pensamento bipolar, dicotômico sobre a tecnologia.

Para ser escritor na região norte (mesmo morando numa capital como Belém) creio que é uma obrigação reconhecer a importância que a tecnologia tem para a circulação e transmissão de ideias e informações, mas também reconhecer o quanto comunidades estão (a despeito de se afirmar que estão conectadas e interligadas, ou até por isso mesmo) cada vez mais isoladas. (Você já deve ter percebido que sempre que estou viajando há demora nas respostas dos emails.) Não dá para escrever somente em sites e blogs, os informativos impressos e os livros são até mesmo uma necessidade.

Por: Abílio Pacheco

Fonte: http://www.paulacajaty.com

Poesia concreta nos relógios de rua em SP

Por bookess | Postado em Novidades | em 22-09-2010

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Foi há 31 anos que o poeta Augusto de Campos lançou a coletânea de textos Viva Vaia, mas sua obra ganhou novamente as ruas de São Paulo graças à homenagem de um jovem de 22 anos. Estudante de artes plásticas, Daniel Scandurra, conheceu o trabalho de Campos por meio de suas traduções da obra do americano John Cage. “Essa pesquisa coincidiu com a retirada da propaganda e a desativação dos relógios de rua e comecei a usá-los como suporte”, conta Scandurra.

Em abril desse ano, ele colocou sua primeira obra na rua. O poema “dormeacorda”, num relógio na avenida Dr. Arnaldo. Em seguida, veio a homenagem a Augusto de Campos com a colagem do poema Viva Vaia na rua da Consolação. Desde então, a cidade já recebeu outras 14 obras entre poemas e cubos coloridos feitos com adesivo e que chegam até a mudar de cor quando os relógios são acesos à noite. “A ideia é fazer uma intervenção amistosa. Até agora nenhum adesivo foi retirado e tive uma boa aceitação de quem já viu os trabalhos”, conta o artista que diz estar disposto a retirar os adesivos dos relógios se for necessário. “Quero mostrar que esse espaço pode ser utilizado para outros fins, que não o publicitário.”
Além de Augusto de Campos e John Cage, Scandurra diz ser influenciado pelo músico Arnaldo Antunes e se prepara para levar as colagens a outros lugares da cidade. “É legal quando a pessoa faz um trajeto que tenha os trabalhos”, diz.

Fonte: http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/1,,EMI171764-16296,00.html

Poesia e tecnologia andam juntas em Pernambuco

Por bookess | Postado em Comunicados | em 27-08-2010

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Acaba de ser lançado na VI Festa Internacional do Livro de Pernambuco, que vai acontecer em Olinda, cidade próxima a Recife, o 4° Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo.

Com inscrições feitas exclusivamente on line, pelo http://www.fliporto.net/premios_3pv.html, o prêmio será outorgado ao melhor poema interpretado e editado em vídeo, podendo concorrer qualquer cidadão do mundo, desde que o poema interpretado seja originalmente escrito em português ou espanhol. A data limite para oeste envio é 15 de setembro de 2010 e os prêmios são de respectivamente, 4, 3 e 2 mil reais para o primeiro, segundo e terceiros colocados, bem como apresentação ao vivo dos vídeos e passagens e hospedagem gratuita durante a realização do evento de 12 a 15 de novembro de 2010.

As informações detalhadas estão no site http://www.fliporto.net/ onde você também vai encontrar o local exato do evento e os nomes dos escritores que já confirmaram presença.

Talento assusta!

Por bookess | Postado em Novidades | em 23-07-2010

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Arrisque-se a inventar coisas novas, coisas que nunca ninguém pensou em escrever antes. Publique na Bookess. Ouse! Inspire-se nesta história:

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembl

ute;ia de vedetes políticas.

O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse em tom paternal:

– Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante nesse seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável! Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta.

Ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pode dar ao pupilo que se iniciava numa carreira difícil.

Mas, afinal: O que é poesia?

Por bookess | Postado em Novidades | em 23-07-2010

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Os problemas sobre o que é, realmente, poesia, começam quando tentamos visualizar a linha divisória entre o que é poesia e o que não é. Isso porque não é exclusivamente na poesia que o significante recebe atenção. Os escritores de romances, contos e outros gêneros-não-poesia levam em consideração não apenas o significado das palavras, mas seu ritmo, musicalidade e outras características.

O leitor pode verificar por si mesmo como a mudança da posição de um advérbio pode, sem alterar o significado, alterar o ritmo do texto. O mesmo ocorre com a escolha de uma pontuação mais interrompida ou mais solta, a escolha de uma conjunção, ao invés de outra de sentido próximo, ou outras infinitas escolhas que o escritor tem à sua disposição. A mudança de ritmo, por sua vez, também altera o resultado final do texto.

Já na Grécia antiga Aristóteles afirmava que nem todo verso é poesia: “Até mesmo quando um tratado de medicina ou ciência natural é escrito em verso, habitualmente se dá o nome de ‘poeta’ ao autor, porém Homero e Empédocles nada têm em comum além da métrica, e, portanto seria correto chamar o primeiro de poeta e o outro de cientista natural ao invés de poeta”, Massaud Moisés.

“A poesia é a arte de comunicar a emoção humana pelo verbo musical”, René Waltz.

“A poesia é a expressão natural dos mais violentos modos de emoção pessoal”, J. Middleton Murry.

“A poesia é o extravasar espontâneo de poderosos sentimentos”, William Wordsworth.

Robert Frost (1874-1963), que escreveu The road not taken, define poesia como “o que ficou para trás na tradução”. Ou seja, quando houver dúvida sobre se um texto é ou não poesia, basta traduzir. O que passou pela tradução é prosa, o que não pôde (e não pode) ser traduzido é poesia. Você concorda com isso?

Leia os maravilhosos livros de poesia da Bookess, para todos os gostos, e em todos os gêneros.