Ricardo Novais
Desde Dezembro de 2009.
Escreveu 3 livros.

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Nome

Ricardo Novais

Quem sou eu?

Caros leitores, Como manda a boa educação de escrita, e também por que está entre as regras do site, devo expedir algumas palavras sobre mim, espécie de minibiografia; né? Não há muito a dizer. Minha carreira literária é tão somente uma (des) pretensiosa mania de escrita. Meu estilo é incomum, no sentido de que falta bom nome que o qualifique - sendo muito prolixo e pouco refinado. Fazer o quê? Alguns escrevem por talento outros por necessidade de espírito, eu apenas por sarcasmo e atrevimento. Nasci numa cidade de coração cinza. São Paulo, uma gigante que corrompeu-me, enganou-me e maltratou-me. Entretanto, em todos os momentos eu me diverti da hipocrisia que carrego em mala grande; alguma vez também viajei por lugares onde existe o mar belo, como o Rio - mas aí usei somente chinelos aos pés, copos às mãos e mochila com ideias velhas e títulos à cabeça. Minha idade é a mesma da "Geração Y", esta que é tão vazia e celerada ao mesmo tempo. Desgraçadamente, ainda procuro a tal musa inspiradora que aceite casar-se comigo e fazer uma família feliz que não leia Schopenhauer... Pensando melhor, procuro simplesmente alguma moça que deixe-me visitá-la em seu trabalho noturno, de vez em quando. Sim, senhores leitores e editores, sou autor enfático e um pouco pessimista. Sim, sim, agora fracassou de vez a coerência desta apresentação; de modo que já vou a terminando por aqui. Antes, porém, digo que escrevo sempre no Blog do Ricardo Novais, colunista d'O Bule, colaboro no Letras Et Cetera. Devo dizer também que sou o autor do romance debochado, "O Boêmio", e dos livros, estes só de contos, intitulados "Trem Noturno" e "Perfumes da Pátria. Acho que é isto. Bem-vindo à leitura, senhor leitor e dona leitora! Acessem o coletivo literário O Bule: http://o-bule.com/

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Interesses e Hobbies

Leitura, filosofia, música, futebol e boteco. Sou um homem pouco afeito ao axioma de Thomas Hobbes: "Um homem prudente não demonstra suas paixões, pois pode parecer pouco sábio". Mas, quem sabe, podemos demonstrar a própria alma. Desgraçadamente eu demostro minhas paixões, principalmente as paixões malucas pelas mulheres que o caminho apresenta-me. Por certo, quando morrer, serei o cadáver mais repulsivo e odioso dentre os mais geniais e despresíveis autores que já passaram sob À face da terra. Enterrarão meu corpo no mesmo dia, por receio e pavor. Ainda assim, entre os choros e os risinhos dos convivas de meu funeral, constato que a vida vale a pena. Abraço!

Livros que gosto

Aviso ao leitores: O livro O Boêmio tem forte influência dos textos machadianos e também do pensamento do poeta Augusto dos Anjos, assim como do filósofo dinamarquês Sören Kierkergaard; obviamente que sem o talento do primeiro, sem a poética magistralemente lúgrube do segundo e, também, sem a magnitude do alcançe da filosofia do terceiro. Mas a reflexão angustiante e as confissões psicológicas estão bem próximas, junto com grande humor e até uma pitada de sarcástico - que, aliás, em momento algum foi para vexar o leitor, ao contrário, faz parte do mote da história de um personagem que tenta, de todas as formas, manter as esperanças dentro da sociedade a qual pertence. Grande abraço!

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