• Autor(es): Walter Pereira
  • Visualizações: 528
  • Revisão 21
  • Publicado: 19/06/2016
  • Atualizado: 19/11/2017
  • Situação: Completo
  • Páginas: 126
  • Categoria: Novela
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Sinopse

Erguida por pescadores no final do século XVIII, no Litoral Capixaba. Águas Claras, é um pequeno Povoado, à beira-mar. Ruas estreitas. Calçamento em pedras. Casebres construídos em estuques e caiados de branco, é o que diferencia dos outros Povoados e que tem, ainda, na sua prospecção a pureza e a tranquilidade de um povo simples e que tem como fonte, de renda, à pesca. É para onde foi mandado o Engenheiro Francês, Françoá, há serviço de uma mineradora, na pesquisa, de minério.

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Walter Pereira Damaceno, sessenta e dois anos, nascido em 13 de janeiro de 1955, na localidade denominada Independência, Município de Presidente Kennedy, Estado do Espírito Santo, filho de João Pereira Vitor e de Jorgina Damaceno Vitor. O medo é que fez nascer, aos dez anos, de idade, o escritor. Independência, área rural, junto aos animais, plantas frutíferas e banhos nos riachos é onde foi passado a infância. A Segunda Guerra Mundial acabou em 1945 e por ter sido uma grande guerra. Em 1955, ano em que nascia Walter, ainda se falava da segunda guerra. Aos dez anos, de idade, ouvido, em casa e no colégio, da guerra, nasceu o autor de Anjo Acorrentado, Amor Incondicional, Frente ao Espelho, Segunda Visão, Escrava Isabela, Cor de Rosa, Kaco de Vida, Ao Lado do Pecado. O medroso era os personagens e usando este método para afugentar o medo, o que é comum, na infância as histórias foram surgindo. Outras histórias para adolescentes foi escrita, como, também, os infantis, contos e poesias; A Preguiça e a Festa no Céu, Maria e João, O Papagaia que Falava Francês, O Menino que Caiu do Céu, O homem sem eira e sem beira e muitos outros. O medo continuava, mas a infância foi tranquila. Mesa, é uma lembrança forte, da infância. O meu pai tinha para chegar, do trabalho, hora certa e quando isso não acontecia, eu entrava pára debaixo da mesa e gritava, três vezes, por ele. Na escola, o medo da guerra continuava por, ainda, ser falada, mas, uma lembrança forte, do colégio, era de um garoto que vivia cantarolando, de Roberto Carlos, Negro Gato, e ele era negro. Escrever é o que faço, que me dar prazer e ler, principalmente, o que escrevo e a cada leitura, de minhas escritas, é uma emoção diferente. Ouço música noite e dia, mas só ouvir não me satisfaz, faço vídeos. AQUI EU CONTO, é minha página, de vídeo, no Facebook e hoje, aos 62 anos, não tenho condições físicas para nada que exige força física, mas apesar da idade, no psicológico, vou bem e me interesso por tudo que é bom, boa
Walter Pereira Damaceno Damaceno Walter Pereira Damaceno Damaceno
em 13/09/2017 às 14:06h

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