• Autor(es): João Antonio
  • Visualizações: 304
  • Revisão 7
  • Publicado: 15/06/2017
  • Atualizado: 10/11/2017
  • Situação: Redigindo
  • Páginas: 36
  • Categoria: Contos
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Sinopse

Não via um horizonte.
Não enxergava uma saída.
Somente uma angustia terrível o torturando dia após dia.
Não sentia fome nem sede, somente vontade de morrer.
Ai veio em sua mente à ideia.
A ideia estúpida de retirar sua própria vida por causa de um amor fracassado.
Aquele que sempre teve a vida cheia de percalços consegue se levantar, pois, está acostumada a cair e ainda ter de se levantar sozinho.
Porem...
Aquele que nunca caiu!
É muito mais difícil de levantar-se.
Por menor que seja a queda sem um braço amigo para ajuda-lo, ele se afoga em suas próprias magoas.
E continua no chão esperando a enxurrada da depressão, o levar para o fundo do poço, onde não se houve ninguém.
Somente o som frio da morte em seu ouvido, lhe dizendo ser a única solução.
Paulo chegou ao fundo.
Não via nada a frente, somente um vazio.
Então decidiu o que nunca poderia decidir.
Retirar sua própria vida.
Ele levantasse do canto que estava sentado há dias e vê uma corda, e tropeçando entre as próprias pernas, pega a corda e resolve acabar com o sua fraqueza moral.
PARTE DEZ
A
FELICIDADE


Paulo desce ao porão, amarra a corda em um suporte no teto com dificuldade, estava fraco, havia dias que não se alimentava.
Em cima de uma cadeira estava, fazendo a forca, tamanha era sua melancolia, queria acabar com tudo rapidamente.
Em cima do móvel estava colocando no pescoço o objeto que daria cabo a sua vida.
Contudo um pé da cadeira se quebra, antes que ele pudesse completar o ato estúpido.
Seu corpo é lançado violentamente contra um armário vertical o derrubando...

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