• Autor(es): Jânio Lima
  • Visualizações: 2804
  • Revisão 5
  • Publicado: 21/07/2010
  • Atualizado: 18/02/2014
  • Situação: Redigindo
  • Páginas: 109
  • Categoria: Poesias e Poemas
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Noctívago ou Epílogo de Um Solitário

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Sinopse

À noite, palavras saltam e sobre o papel deleitam-se formando a rima do poeta inebriado pela solidão, formando o som das coisas mudas cantadas constantemente em linhas tortas e retas. Sou o poeta da dor silenciosa de amar, carrego comigo a discrição do espaço em minha volta e levo em minha bagagem o olhar de repudio de cada ser que me olha agonizando meu existir solido e descompassado com o de qualquer outro. Quem sou eu? Podem me chamar de A pedra sedentária.

Poemas solitários nas noites de extrema escuridão em uma cidade que amamenta o vandalismo, as drogas, as orgias, a perversidade de seres que pensam estarem se divertindo e não sabem na porcaria que se transformam, no poço de incapacidade mental que se transformam. Poemas vagos como as noites, silenciosos como as madrugadas, duro como as pedras e gigantes como as montanhas em sua extensão mais extraordinária.




Extemporâneo




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