Sinopse
"Cores. Pincéis. Aquarela. Arco-íris.
Vermelhos e paixão. Azul e mar. Céu.
Alaranjado outono. Cinza e feliz inverno.
Tudo são cores que misturam no papel, no céu. No horizonte.
Pássaros. Música. Cores. Infinitas cores que me abraçam no entardecer. Misto de saudade. Tela silenciada.
Na aquarela: azul em todos os seus tons. No vento, todos os seus sons. Em tela: silêncio, mar, céu. Pôr-do-sol.
È o sorriso do artista em forma de cores...
Algumas velas, outras caravelas.
Uma caneta, rascunhos e papéis em branco.
Tudo misturado em cores.
A arte do silêncio. A arte das cores sem nenhuma preferência. Apenas reverência.
Cores. Telas. Pincéis. Aquarelas... Entardecendo em cores…"
Faz tempo que escrevi essas palavras, era outono, meados de abril de 2010, mas ainda hoje consigo ver as cores, o cheiro, a presença do entardecer daquele dia. A saudade é uma doce amiga, foi assim que eu me apaixonei por esse diário porque cada vez que eu leio, é como se eu tivesse inventado a minha própria máquina do tempo...
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