• Autor(es): Frederico Ozanam
  • Visualizações: 4146
  • Revisão 5
  • Publicado: 01/11/2010
  • Atualizado: 18/02/2014
  • Situação: Completo
  • Páginas: 44
  • Categoria: Profissionais e T...
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Administração de Planejamento Estratégico na Empresa Pública

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Sinopse

A filosofia dos Planos Estratégicos começa com a escolha intuitiva dos seus pressupostos. Ela progride à medida que a análise se entrelaça com a intuição. A escolha final é sempre intuitiva. Se isso não fosse verdade, todos os programas de qualquer espécie seriam resolvidos por matemática com informações quantitativas. A escolha final da decisão de qualquer estratégia é certamente intuitiva. E não poderia ser de outra maneira, pois não seria uma decisão mas somente uma conclusão. Mas a intuição sozinha não é suficiente e isoladamente pode representar um desastre e o mesmo pode acontecer com o processo analítico. Quando o resultado da análise e intuição coincidem, ganha-se um pouco mais de confiança. Mas, em quase todas as soluções e problemas, existe um universo de alternativas, muitas das quais devem ser descartadas sem muito aprofundamento. Fazer de outra maneira, seria incorrer em custos além do valor de qualquer solução. A estrutura de referência conceitual é necessária para peneirar a seleção intuitiva de pressupostos e de dados relevantes, metodologia e valores implícitos de julgamento.

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